ACIDO URSODESOX 300MG 30CP
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ácido ursodesoxicólico
300 MG
ÁCIDO URSODESOXICÓLICO
ácido ursodesoxicólico é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Biolab Sanus ácido ursodesoxicólico (Paciente) – 12/2025
ácido ursodesoxicólico
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
comprimidos
150 mg e 300 mg
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Biolab Sanus ácido ursodesoxicólico (Paciente) – 12/2025
ácido ursodesoxicólico
Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
APRESENTAÇÕES
ácido ursodesoxicólico 150 mg – embalagem contendo 30 comprimidos.
ácido ursodesoxicólico 300 mg – embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de ácido ursodesoxicólico 150 mg contém:
ácido ursodesoxicólico .................................................................................................................................. 150 mg
Excipientes: crospovidona, povidona, lactose monoidratada e estearato de magnésio.
Cada comprimido de ácido ursodesoxicólico 300 mg contém:
ácido ursodesoxicólico ............................................................................................................................. ..... 300 mg
Excipientes: crospovidona, povidona, lactose monoidratada e estearato de magnésio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para doenças hepato-biliares (doenças do fígado e vias biliares) e colestáticas
crônicas nas seguintes situações:
- Dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase ou
coledocolitíase sem colangite ou colecistite por cálculos não radiopacos com diâmetro inferior a 1,5 cm, que
recusaram a intervenção cirúrgica ou apresentam contraindicações para a mesma, ou que apresentam
supersaturação biliar de colesterol na análise da bile colhida por cateterismo duodenal;
- Tratamento da forma sintomática da cirrose biliar primária;
- Litíase residual do colédoco (pedra residual no canal da vesícula biliar) ou síndrome pós-colecistectomia
(formação de novas pedras após cirurgia das vias biliares);
- Dispepsia (sintomas como dor abdominal, azia e sensação de estômago cheio) na vigência de colelitíase ou pós-
colecistectomia (doenças da vesícula biliar, com ou sem cálculos e, pós-operatório de cirurgia da vesícula biliar);
- Discinesias (alterações do funcionamento) de conduto cístico ou da vesícula biliar e síndromes associadas;
- Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia (alterações lipêmicas por aumento do colesterol e/ou triglicérides);
- Terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea (dissolução de cálculos biliares por ondas de choque) para
a dissolução dos cálculos biliares formados por colesterol em pacientes que apresentam colelitíase;
- Alterações qualitativas e quantitativas da bile (colestases), inclusive profilaxia dos cálculos biliares após cirurgia
bariátrica ou rápida perda ponderal (devido a supersaturação do colesterol).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento contém como princípio ativo o ácido ursodesoxicólico, que é um ácido biliar fisiologicamente
presente na bile humana, embora em quantidade limitada. O ácido ursodesoxicólico inibe a síntese hepática do
colesterol e estimula a síntese de ácidos biliares, restabelecendo assim o equilíbrio entre elas. O ácido
ursodesoxicólico aumenta a capacidade da bile de solubilizar o colesterol, transformando a bile litogênica em uma
bile não litogênica (que solubiliza o colesterol), prevenindo a formação e favorecendo a dissolução gradativa dos
cálculos. A dissolução dos cálculos já formados é processada através da passagem do colesterol do estado cristalino
sólido ao de cristais líquidos. Além disso, o ácido ursodesoxicólico substitui os ácidos biliares hidrofóbicos
(tóxicos) por ácidos biliares hidrofílicos (menos tóxicos) nos processos colestáticos.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O ácido ursodesoxicólico não deve ser utilizado em casos de:
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Biolab Sanus ácido ursodesoxicólico (Paciente) – 12/2025
- Alergia ao ácido ursodesoxicólico e/ou a qualquer um dos componentes da formulação;
- Úlcera péptica (gástrica ou duodenal) em fase ativa;
- Doença intestinal inflamatória e outras condições do intestino delgado, cólon e fígado, que possam interferir na
circulação entero-hepática dos sais biliares (ressecção ileal e estoma, colestase intra e extra hepática, doença
hepática severa);
- Cólicas biliares frequentes;
- Inflamação aguda da vesícula biliar ou trato biliar;
- Oclusão do trato biliar (oclusão do ducto biliar comum ou um ducto cístico);
- Contratilidade comprometida da vesícula biliar;
- Cálculos biliares calcificados radiopacos.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião
dentista.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Durante os primeiros 3 meses de tratamento, os parâmetros de função hepática AST (TGO), ALT (TGP) e gama
GT devem ser monitorados pelo médico a cada 4 semanas e depois a cada 3 meses. Este monitoramento, além de
identificar os pacientes respondedores e não respondedores que estão em tratamento, também permitirá a detecção
precoce de uma potencial deterioração hepática, particularmente em pacientes com estágio avançado de cirrose
biliar primária.
Quando usado na dissolução de cálculos biliares de colesterol:
Um pré-requisito para iniciar o tratamento que visa a dissolver cálculos vesiculares com o ácido ursodesoxicólico
é a sua origem no colesterol. Um indicador confiável é a sua radiotransparência (transparência aos raios - X).
Os cálculos biliares com grande probabilidade de dissolução são os de pequenas dimensões, presentes numa
vesícula biliar funcionante.
Em pacientes sob tratamento de dissolução de cálculos biliares, é adequado verificar a eficácia da droga por meio
de colecistografia ou exames ecográficos a cada 6 meses.
Se não for possível visualizar a vesícula biliar em exames de raio-X, em casos de cálculos biliares calcificados,
comprometimento da contratibilidade da vesícula biliar, ou episódios frequentes de cólica biliar, o ácido
ursodesoxicólico não deve ser utilizado.
Pacientes femininas fazendo uso de ácido ursodesoxicólico para dissolução de cálculos devem utilizar métodos
contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos contraceptivos hormonais podem aumentar a litíase
biliar. No tratamento de cirrose biliar primária em estágio avançado casos muito raros de descompensação de
cirrose hepática regrediram parcialmente após a descontinuidade do tratamento.
Em pacientes com cirrose biliar primária, em raros casos os sintomas clínicos podem piorar no início do tratamento,
por exemplo, a coceira pode aumentar. Neste caso a dose de ácido ursodesoxicólico deve ser reduzida e
gradualmente elevada novamente.
A dose deve ser reduzida em caso de diarréia e, caso ela persista a terapia deve ser descontinuada.
Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de Lapp lactase, ou má
absorção de glicose galactose, não devem tomar este medicamento.
O ácido ursodesoxicólico não influência a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.
Uso em idosos
Deve-se seguir as orientações gerais descritas para o medicamento, salvo em situações especiais.
Gravidez e lactação
Estudos em animais não demonstraram influências no uso de ácido ursodesoxicólico na fertilidade. Dados
humanos quanto aos efeitos na fertilidade durante o tratamento com ácido ursodesoxicólico não estão disponíveis.
Não há dados quanto ao uso de ácido ursodesoxicólico, particularmente em mulheres grávidas. Experimentos com
animais demonstraram toxicidade reprodutiva durante os estágios iniciais da gravidez.
Por motivos de segurança, não devem ser tratadas mulheres grávidas a não ser que seja claramente necessário com
ácido ursodesoxicólico.
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Biolab Sanus ácido ursodesoxicólico (Paciente) – 12/2025
Mulheres em idade fértil só devem ser tratadas se estiverem usando métodos contraceptivos não hormonais ou
anticoncepcionais orais com baixo teor de estrógenos. Contudo pacientes fazendo uso de ácido ursodesoxicólico
para dissolução de cálculos devem utilizar métodos contraceptivos não-hormonais efetivos, visto que métodos
contraceptivos hormonais orais podem aumentar a litíase biliar. Uma gravidez em curso deve ser descartada, antes
de iniciar o tratamento.
De acordo com os poucos casos documentados de mulheres que estejam amamentando, os níveis de ácido
ursodesoxicólico no leite são muito baixos e provavelmente não haverá reações adversas nas crianças que estão
recebendo leite materno.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/comprimido.
Interações medicamentosas
O ácido ursodesoxicólico não deve ser usado com drogas que inibem a absorção intestinal de ácidos biliares,
como a colestiramina, colestipol ou antiácidos à base de alumínio. Se o uso destas substâncias for necessário, elas
devem ser tomadas ao menos 2 horas antes ou após ácido ursodesoxicólico.
Estrogênios, contraceptivos orais e agentes redutores de lipídios (como o clofibrato) aumentam a secreção hepática
de colesterol, o que pode causar a formação de cálculos de colesterol e, portanto, podem ser prejudiciais no que se
refere à ação do ácido ursodesoxicólico no tratamento de cálculos biliares.
O ácido ursodesoxicólico pode afetar a absorção da ciclosporina pelos intestinos, podendo desta forma ser
necessário ajustar a dose com base nos níveis de ciclosporina.
Em casos isolados ácido ursodesoxicólico pode reduzir a absorção de ciprofloxacino.
Em um estudo clínico realizado em voluntários saudáveis utilizando ácido ursodesoxicólico (500 mg/dia) e
rosuvastatina (20 mg/dia) concomitantemente, resultou em uma leve elevação nos níveis de plasma da
rosuvastatina. A relevância clínica desta interação também no que diz respeito a outras estatinas é desconhecida.
O ácido ursodesoxicólico demonstrou redução nos picos de concentração plasmática (Cmáx) e na área sob a curva
(AUC) de um antagonista de cálcio nitredipina, em voluntários sadios. O monitoramento do resultado do uso
simultâneo de nitredipina e ácido ursodesoxicólico é recomendado. Um aumento na dose de nitredipina pode ser
necessário.
Uma interação com a redução do efeito terapêutico de dapsona foi reportado. Estas observações em conjunto com
achados de estudos in vitro podem indicar um potencial de ácido ursodesoxicólico induzir enzimas do citocromo
p450 3A. Esta indução, contudo, não tem sido observada em um estudo bem desenhado de interações com
budesonida que é um conhecido substrato de citocromo p450 3A.
Alterações de exames laboratoriais
O ácido ursodesoxicólico altera alguns exames laboratoriais, por isso, caso precise realizar exames, informe ao
seu médico que está fazendo uso de ácido ursodesoxicólico.
Recomenda-se que, ao iniciar tratamentos a longo prazo, seja feito controle das transaminases, da fosfatase alcalina
e da gama-glutamil transferase (GAMA-GT).
Interações com alimentos
Até o momento não foi relatada interação entre ácido ursodesoxicólico e alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Mantenha ácido ursodesoxicólico em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico
ácido ursodesoxicólico 150 mg: comprimido branco, circular, biconvexo e liso.
ácido ursodesoxicólico 300 mg: comprimido branco, circular, biconvexo e liso.
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Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tome ácido ursodesoxicólico exatamente conforme a orientação de seu médico.
A disponibilidade das apresentações de 150 e 300 mg permite que sejam adotados diferentes esquemas posológicos
de acordo com cada indicação clínica específica. Todos esses esquemas posológicos ficam facilitados com o ajuste
das administrações de comprimidos de 150 e 300 mg de acordo com a dose diária total.
Para uso prolongado, com o intuito de se reduzir as características litogênicas da bile, a posologia média é de 5 a
10 mg/kg/dia. Na maior parte desses casos, a posologia média fica entre 300 e 600 mg (após e durante as refeições
e à noite). Para se manter as condições ideais para dissolução de cálculos já existentes, a duração do tratamento
deve ser de pelo menos 4 a 6 meses, podendo chegar a 12 meses ou mais, ininterruptamente e deve ser prosseguido
por 3 a 4 meses após o desaparecimento comprovado radiologicamente ou ecograficamente dos mesmos cálculos.
O tratamento não deve, entretanto, superar dois anos. Nas síndromes dispépticas e na terapia de manutenção,
geralmente são suficientes doses de 300 mg por dia, divididas em 2 a 3 administrações. Estas doses podem ser
modificadas a critério médico, particularmente considerando-se a ótima tolerabilidade do produto, que permite de
acordo com cada caso adotar doses sensivelmente maiores. Em pacientes em tratamento para dissolução de
cálculos biliares é importante verificar a eficácia do medicamento mediante exames colecistográficos a cada 6
meses.
Na terapêutica coadjuvante da litotripsia extracorpórea, o tratamento prévio com ácido ursodesoxicólico aumenta
os resultados da terapêutica litolítica. As doses de ácido ursodesoxicólico devem ser ajustadas a critério médico,
sendo em média de 600 mg ao dia.
Na cirurgia bariátrica a dose ideal é 600 mg/dia, divididos em duas tomadas de 300 mg. Pacientes com intolerância
podem tentar redução da dose para 300 mg/dia em uma ou duas tomadas – conforme a orientação médica.
Na cirrose biliar primária as doses podem variar de 10 a 16 mg/kg/dia, de acordo com os estágios da doença (I, II,
III e IV) ou a critério médico.
É recomendado realizar acompanhamento dos pacientes através de testes de função hepática e dosagem de
bilirrubinas.
A dose diária deve ser administrada em 2 ou 3 vezes, dependendo da apresentação utilizada, após as refeições.
Poderá ser administrada a metade da dose diária após o jantar. Ingerir os comprimidos com um copo de água ou
leite.
Quando o paciente se esquecer de tomar o medicamento no horário de costume, você deverá administrá-lo
imediatamente caso não esteja muito próximo da dose subsequente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você se esqueça de tomar uma dose, deve tomá-la o quanto antes, e tomar a dose seguinte como de costume,
isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A avaliação dos efeitos indesejáveis é baseada em dados de frequência.
Reação comum (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): relatos de fezes pastosas
e diarreia.
Reação muito rara (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): severa dor
abdominal superior direita durante tratamento de cirrose biliar primária; descompensação hepática foi observada
em terapia de estágios avançados de cirrose biliar primária que regrediu parcialmente após a descontinuidade do
tratamento; urticária; calcificação de cálculos.
Os seguintes eventos adversos foram identificados após a comercialização de ácido ursodesoxicólico com
frequência desconhecida: aumento da fosfatase alcalina, aumento da bilirrubina, aumento das transaminases,
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Biolab Sanus ácido ursodesoxicólico (Paciente) – 12/2025
constipação e vômitos, mal estar, tontura, dor de cabeça, mialgia, tosse, edema periférico, pirexia, icterícia,
angioedema e prurido.
Alguns eventos adversos foram descritos durante ensaios clínicos e em muitos casos, a relação de causalidade com
ácido ursodesoxicólico não foi estabelecida (mas também não foi descartada), são eles: úlcera péptica, náusea,
anorexia, esofagite, dispepsia, rash cutâneo, astenia, elevação da creatinina, elevação da glicose sanguínea,
leucopenia e trombocitopenia.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Diarreia pode ocorrer em casos de superdosagem. Em geral, outros sintomas de superdosagem são improváveis
uma vez que a absorção de ácido ursodesoxicólico diminui com o aumento da dose administrada, portanto mais é
excretado com as fezes.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0974.0373
Registrado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Av Paulo Ayres 280 - Taboão da Serra - SP
CEP: 06767-220
CNPJ 49.475.833/0001-06
SAC 0800 724 6522
Produzido por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Rua Solange Aparecida Montan 49, - Jandira – SP
CEP: 06610-015
Comercializado por:
Biolab Farma Genéricos Ltda
Pouso Alegre - MG
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
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Histórico de alterações do texto de bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
18/12/2025 ---
10452 – GENÉRICO
– Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP:
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
VPS:
5.Advertências e
precauções
VP/VPS 150 MG X 30
300 MG X 30
14/05/2025 0652023/25-8
10459 – GENÉRICO
– Inclusão inicial de
texto de bula –
Publicação no bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Versão inicial VP/VPS 150 MG X 30
300 MG X 30
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Especificações
| Código do Produto | 137528 |
|---|---|
| Marca | INDEFINIDO |
| Código de Barras | 7896112409335 |
| Princípio ativo | ÁCIDO URSODESOXICÓLICO |
| Registro MS | 1097403730145 |
| Dosagem | 300 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido |
| Classe terapêutica | COLAGOGOS, COLERETICOS E HEPATOPROTETORES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |