Aripiprazol 10 Mg Comprimido Com Al Com 30 Neo Quimica
Vendido e entregue por Pedpharma
ARIPIPRAZOL
10 MG
ARIPIPRAZOL
O aripiprazol é indicado para tratar esquizofrenia e episódios agudos ou mistos do transtorno bipolar tipo I, tanto como monoterapia quanto como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. Seu mecanismo de ação exato é desconhecido, mas acredita-se que sua eficácia seja devida a …
ARIPIPRAZOL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O aripiprazol é indicado para tratar esquizofrenia e episódios agudos ou mistos do transtorno bipolar tipo I, tanto como monoterapia quanto como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. Seu mecanismo de ação exato é desconhecido, mas acredita-se que sua eficácia seja devida a efeitos sobre receptores do Sistema Nervoso Central. A atividade do aripiprazol é principalmente atribuída à droga inalterada e, em menor grau, ao seu principal metabólito, de-hidroaripiprazol.
Especificações
| Código do Produto | 75451 |
|---|---|
| Marca | NEO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896714273709 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1558405520033 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
ARIPIPRAZOL
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
Comprimido
10mg e 15mg
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aripiprazol - comprimido - Bula para o paciente 2
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:
aripiprazol
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÕES
Comprimido.
Embalagens contendo 30 comprimidos de 10mg ou 15mg.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÕES
Cada comprimido de 10mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................................10mg
excipientes q.s.p. ......................................................................................................................1 comprimido
(manitol, crospovidona, aspartamo, essência de hortelã e estearato de cálcio).
Cada comprimido de 15mg contém:
aripiprazol...............................................................................................................................................15mg
excipientes q.s.p. ......................................................................................................................1 comprimido
(manitol, crospovidona, aspartamo, essência de hortelã e estearato de cálcio).
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aripiprazol - comprimido - Bula para o paciente 3
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
O aripiprazol é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno bipolar
- Monoterapia
O aripiprazol é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos
associados ao transtorno bipolar do tipo I.
- Terapia adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)
O aripiprazol é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento
agudo de episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de
esquizofrenia e transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é
mediada por efeitos em receptores no Sistema Nervoso Central.
A atividade de aripiprazol é principalmente devida à droga inalterada, aripiprazol e em menor medida ao
seu metabólito principal, de hidro-aripiprazol.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar este medicamento se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste
medicamento) ou qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à
anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência: os pacientes idosos
com psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm maior risco de morte.
Apesar das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular
(como insuficiência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia). O aripiprazol não deve ser
usado para tratamento de pacientes com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (Acidente Vascular Cerebral): nos estudos
clínicos realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC e
ataque isquêmico transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos). O aripiprazol
não deve ser usado para o tratamento da psicose associada à demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à doença de Alzheimer: nos
estudos realizados em pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos
emergentes (decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e incontinência
(principalmente incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM): um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente
chamado de Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) pode ocorrer com a administração de medicamentos
antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol.
As manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da temperatura corporal), rigidez muscular
(imobilidade dos músculos), estado mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou
pressão arterial irregular, taquicardia, diaforese (transpiração ou eliminação de suor abundante) e arritmia
cardíaca). Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na
regulação do metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria
ou eliminação da mioglobina na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e
insuficiência renal aguda.
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aripiprazol - comprimido - Bula para o paciente 4
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico
deverá considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já
que recidivas de SNM têm sido relatadas.
Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários): a síndrome de movimentos potencialmente
involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com medicamentos
antipsicóticos. Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome entre idosos,
especialmente mulheres idosas, é impossível confiar em estimativas de prevalência para prever, na
introdução do tratamento antipsicótico, quais pacientes tem maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever aripiprazol de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de
discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), avise ao seu
médico, para avaliar o quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e Diabetes Mellitus: foi relatada hiperglicemia, em alguns
casos extremos e associada à cetoacidose (complicação do Diabetes Mellitus, que ocorre quando o corpo
produz ácidos em excesso no sangue),coma hiperosmolar (complicação do Diabetes Mellitus em que o
elevado nível glicose no sangue leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos.
Houve poucos relatos de hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de
antipsicóticos atípicos e eventos adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com
antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
Pacientes com diagnóstico de Diabetes Mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser
monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para Diabetes Mellitus (como obesidade ou histórico familiar de diabetes)
que estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose
sérica (teste com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo) em jejum no início do
tratamento e periodicamente durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de
hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do
esperado), polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem
sintomas de hiperglicemia durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de
glicose sérica em jejum.
Comportamentos compulsivos: alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos
incomuns e incontroláveis, como compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus
familiares ou cuidadores sobre esses efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses
comportamentos se eles acontecerem. Se você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos
ou comportamentos incomuns e incontroláveis, procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu
tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue
o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão ortostática: a incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa)
ortostática (postural) nos estudos incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
O aripiprazol deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de
infarto do miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução),
doença cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação,
hipovolemia (diminuição anormal do volume sanguíneo) e tratamento com medicamentos anti-
hipertensivos).
Distúrbios vasculares: casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de
medicamentos antipsicóticos, como aripiprazol. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresentem
fatores de risco para tromboembolismo venoso, seu médico deverá avaliar os riscos de desenvolvimento de
tromboembolismo venoso antes e durante o seu tratamento com aripiprazol.
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Quedas: os antipsicóticos, incluindo o aripiprazol, podem causar sonolência, hipotensão postural,
instabilidade motora e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões.
O médico deverá avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com aripiprazol.
Leucopenia, neutropenia e agranulocitose: foram relatados eventos de leucopenia (contagem de
leucócitos abaixo da normalidade), e neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da
normalidade) relacionados temporariamente a agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi
relatada agranulocitose (diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos granulosos). Fatores de risco
possíveis incluem contagem de leucócitos preexistente baixa e histórico de leucopenia/neutropenia
induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo (CBC - teste completo de
contagem dos diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os primeiros meses de terapia
e se houver queda clinicamente significativa de células brancas, poderá interromper a terapia. Pacientes
com neutropenia devem ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e tratados
imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem descontinuar
este medicamento.
Convulsões: como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, aripiprazol deve ser utilizado com
cautela em pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor: aripiprazol como outros antipsicóticos, pode
comprometer potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonolência foi
relatada nos estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia
com este medicamento não o prejudica.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e
atenção podem estar prejudicadas.
Regulação da temperatura corporal: recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para
pacientes que passam ou podem passar por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como
em caso de exercício extenuante, exposição a calor extremo, administração concomitante de medicamento
com atividade anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio: os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. O aripiprazol deve ser prescrito na menor quantidade eficaz de modo a
reduzir o risco de superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir): a falta de motilidade do esôfago e aspiração tem sido associadas ao
uso de medicamento antipsicóticos, como aripiprazol. O aripiprazol deve ser utilizado com cuidado em
pacientes com risco de pneumonia por aspiração.
Uso em pacientes com enfermidades concomitantes: a experiência clínica com aripiprazol em pacientes
com certas enfermidades sistêmicas concomitantes é limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado
em uma extensão considerável em pacientes com histórico recente de infarto do miocárdio ou doença
cardíaca instável.
Abuso e dependência: aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu
potencial de abuso, tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos,
sintomas de abstinência foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se
aripiprazol pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a
capacidade reprodutiva. Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o
terceiro trimestre de gravidez, ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após
o parto. Os sintomas extrapiramidais surgem quando o sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável
pela coordenação dos movimentos, é afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se
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caracteriza por sintomas mentais e físicos que ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma
substância. Pacientes devem informar ao médico se engravidarem ou se pretendem engravidar durante o
tratamento com aripiprazol. O aripiprazol pode ser utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios
potenciais esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
- Trabalho de parto: o efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes: aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas
para não amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol.
- Uso pediátrico: não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico: não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações medicamentosas: em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o Sistema Nervoso
Central, deve-se ter cautela quando aripiprazol for administrado em combinação com álcool ou outras
drogas com ação central.
O aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol: as enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no
fígado, sendo responsáveis pelo metabolismo de aripiprazol. Os agentes indutores (que aumentam a
atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma elevação no clearance (retirada do
sangue) de aripiprazol e redução no sangue. Inibidores (diminuem a atividade) de CYP3A4 (como
cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a eliminação de
aripiprazol e causar elevação no sangue. Seu médico poderá alterar a dose de aripiprazol quando houver
coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de aripiprazol afetar outras drogas: não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a
farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool: como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados
para evitar ingerir álcool durante o tratamento com aripiprazol.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com o aripiprazol
valproato, lítio, varfarina, omeprazol, famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste
na dosagem quando administrados concomitantemente ao aripiprazol.
- Anormalidades em testes laboratoriais: não foram observadas diferenças importantes entre os grupos
de aripiprazol e placebo nos parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina.
De maneira semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de descontinuações em razão de
alterações na bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
- Alterações no ECG: não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do
Eletrocardiograma (ECG).
O aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes
recebendo placebo.
- Interação com nicotina: a avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu
aripiprazol não revelou diferenças significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos
Este medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.
Atenção fenilcetonúricos: contém fenilalanina.
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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O aripiprazol de 10mg apresenta-se como comprimido branco a esbranquiçado, de formato oblongo.
O aripiprazol de 15mg apresenta-se como comprimido branco a esbranquiçado, de formato arredondado,
biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O aripiprazol deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia: a dose de início e a dose-alvo recomendadas para aripiprazol é de 10mg/dia ou 15mg/dia
uma vez ao dia, independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes
de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a
necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.
Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser
aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para
os demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
Transtorno bipolar: a dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15mg uma vez ao dia como
monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30mg/dia com
base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade
de continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a
idade, sexo, raça ou estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente outros
medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a
necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não
recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita
apenas por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar aripiprazol, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no
mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol
durante os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas, fornecem uma estimativa à incidência com que elas
possam ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no
mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea, vômito, constipação,
cefaleia, acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade,
desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL,
redução de peso, aumento >7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais,
sonolência, sedação, tremor e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia:
<0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio:
0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia:
<2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: <0,1%; diabetes:
0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes
mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética:
<0,1%; hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% –
1%; aumento dos níveis de LDL: 2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%;
aumento dos níveis de triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de >7%
do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação
excessiva: 3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente:
4%; vômitos: 3% - 11%; xerostomia: 2% - 5%.
Hematológicos: leucopenia: <1%; neutropenia: <1%; trombocitopenia: >1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: <1%
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores
musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos:
2%; trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2%
- 27,3%;
cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6%¨- 26,3%;
tremor: 2% - 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções
respiratórias superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;
erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de
secreção inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite;
agranulocitose; acidente vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório;
aumento do risco de suicídio;
comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de
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hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna
(SNM); prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações
anormais prolongadas de conjuntos de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente
de acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos
resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e
isquemia miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite.
Raro – pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no
peito, pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro
– insolação
Investigações: comuns – creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica
elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada
e gamaglutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro
– cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns - fraqueza muscular, compressão
muscular e mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral,
hipocinesia, discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão
de grande mal e coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa
de suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio
concluído, tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil,
amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível,
alopecia e urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão;
Experiência pós-comercialização
As reações adversas abaixo foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão
de essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem
sempre é possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação
alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe,
crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento
do apetite, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento
da contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na
garganta, comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e
comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos
são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
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aripiprazol - comprimido - Bula para o paciente 10
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do
médico.
Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento.
Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos de superdosagem) relatadas
na superdosagem de aripiprazol (isolado ou combinado a outras substâncias) incluem vômito, sonolência e
tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado,
fibrilação atrial, bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada,
nível de consciência deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração
de potássio no sangue), hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do
movimento ou da consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento
do QT, pneumonia por aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca
anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com aripiprazol. Deve ser realizado
um eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer
o monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em
terapia de apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os sintomas.
Deve-se manter uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a
absorção de aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem, já que aripiprazol
tem grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
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aripiprazol - comprimido - Bula para o paciente 11
III – DIZERES LEGAIS:
Registro: 1.5584.0552
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA.
Registrado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 3 - Quadra 2-C - Módulo 1-B - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-015
C.N.P.J.: 05.161.069/0001-10
Fabricado por: Zydus Lifesciences Limited.
Sarkhej-Bavla N.H. Nº 8 A - Moraiya, Tal: Sanand, Ahmedabad - Índia - Mfg. Lic Nº G/25/1486
Importado por: Zydus Nikkho Farmacêutica LTDA.
Avenida Talma Rodrigues Ribeiro, 147 - Galpão 02 Mod. A/B/C/D/E Sala 25
Portal de Jacaraípe, Serra/ES. CEP 29173-795
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aripiprazol - Comprimido - Bula para o paciente 14
Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
23/03/2018 0229322/18-6
10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula – RDC
60/12
23/03/2018 0229322/18-6
10459 - GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
23/03/2018 Versão Inicial VP/VPS Comprimido
23/07/2018 0587452/18-1
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
23/07/2018 0587452/18-1
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
23/07/2018 III- DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimido
28/03/2019 0279829/19-8
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
28/03/2019 0279829/19-8
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
28/03/2019
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É
INDICADO?
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA
QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
VP
Comprimido
3. CARACTERISTICAS FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
9. REAÇÕES ADVERSAS
VPS
03/06/2022 4251817/22-2 03/06/2022 4251817/22-2 03/06/2022 III- DIZERES LEGAIS VP Comprimido
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aripiprazol - Comprimido - Bula para o paciente 14
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
9. REAÇÕES ADVERSAS
III- DIZERES LEGAIS VPS
14/02/2023 0153240/23-7
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
14/02/2023 0153240/23-7
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
14/02/2023 III. Dizeres Legais VP/VPS Comprimido
31/10/2023
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
31/10/2023
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
31/10/2023
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
6.COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8.QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME
CAUSAR?
VP
Comprimido
1.INDICAÇÕES
2 RESULTADOS DE EFICÁCIA
5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
8.POSOLOGIA E MODO DE USAR
9.REAÇÕES ADVERSAS
VPS
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 75451 |
|---|---|
| Marca | NEO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896714273709 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1558405520033 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |