Aripiprazol 10 Mg Comprimido Com 30 Unichem Farmaceutica Do Brasil Ltda.
Vendido e entregue por Pedpharma
ARIPIPRAZOL
10 MG
Aripiprazol é indicado para o tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar. Na esquizofrenia, é utilizado tanto em tratamento inicial quanto de manutenção. No transtorno bipolar, pode ser usado em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato para episódio…
ARIPIPRAZOL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
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Sobre o produto
Aripiprazol é indicado para o tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar. Na esquizofrenia, é utilizado tanto em tratamento inicial quanto de manutenção. No transtorno bipolar, pode ser usado em monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato para episódios de mania ou mistos. Embora o mecanismo de ação do aripiprazol não seja completamente conhecido, acredita-se que sua eficácia esteja relacionada aos efeitos sobre receptores no sistema nervoso central.
Especificações
| Código do Produto | 123561 |
|---|---|
| Marca | UNICHEM FARMACEUTICA DO BRASIL LTDA. |
| Código de Barras | 7898912189899 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1564900070076 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
1
aripiprazol
Unichem Farmacêutica do Brasil Ltda.
Comprimidos
10/15/20/30 mg
Bula paciente
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I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
aripiprazol
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimido de 10 mg: embalagem com 10 e 30 comprimidos.
Comprimido de 15 mg: embalagem com 10 e 30 comprimidos.
Comprimido de 20 mg: embalagem com 10 e 30 comprimidos.
Comprimido de 30 mg: embalagem com 10 e 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 10 mg contém:
aripiprazol............................................................. 10 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido férrico vermelho, hipromelose,
amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p. .............................................1 comprimido
Cada comprimido de 15 mg contém:
aripiprazol............................................................. 15 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido férrico vermelho, hipromelose,
amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p. .............................................1 comprimido
Cada comprimido de 20 mg contém:
aripiprazol..............................................................20 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido férrico vermelho, hipromelose,
amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p. .............................................1 comprimido
Cada comprimido de 30 mg contém:
aripiprazol............................................................. 30 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxido férrico vermelho, hipromelose,
amido, estearato de magnésio, água purificada q.s.p. .............................................1 comprimido
II) INFORMAÇÕES PARA O PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Esquizofrenia
O aripiprazol é indicado para o tratamento de esquizofrenia.
Transtorno Bipolar
− Monoterapia:
Aripiprazol é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos
associados ao transtorno bipolar do tipo I.
− Terapia adjuntiva (terapia complementar a terapia principal):
Aripiprazol é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o
tratamento agudo de episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do aripiprazol, como ocorre com outras drogas eficazes no tratamento de
esquizofrenia e transtorno bipolar, é desconhecido. No entanto, foi proposto que a eficácia do aripiprazol é
mediada por efeitos em receptores no sistema nervoso central.
A atividade do aripiprazol é principalmente devido à droga inalterada, aripiprazol, e em menor medida ao
seu metabólito principal, dehidro-aripiprazol.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar este medicamento se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste
medicamento) ou qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à
anafilaxia.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Uso em pacientes idosos com psicose associada à demência
- Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose associada à demência: os pacientes idosos com
psicose associada à demência tratados com medicamentos antipsicóticos correm maior risco de morte. Apesar
das causas das mortes serem variadas, a maioria dos óbitos pareceu ser de natureza cardiovascular (como
insuficiência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (como pneumonia). Aripiprazol não deve ser usado para
tratamento de pacientes com psicose associada à demência.
- Eventos adversos cardiovasculares, incluindo AVC (acidente vascular cerebral): nos estudos clínicos
realizados, houve uma incidência elevada de eventos adversos cardiovasculares (como AVC e ataque isquêmico
transitório), incluindo fatalidades (idade média: 84 anos; faixa: 78-88 anos). Aripiprazol não deve ser usado para
o tratamento da psicose associada à demência em pacientes idosos.
- Experiência de segurança em pacientes idosos com psicose associada à doença de Alzheimer: nos estudos
realizados em pacientes com idade média de 82,4 anos (faixa: 56-99 anos), os eventos adversos emergentes
(decorrentes) do tratamento foram letargia, sonolência (incluindo sedação) e incontinência (principalmente
incontinência urinária), salivação excessiva e tontura.
Síndrome neuroléptica maligna (SNM): um complexo de sintomas potencialmente fatal ocasionalmente
chamado de síndrome neuroléptica maligna (SNM) pode ocorrer com a administração de medicamentos
antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Casos raros de SNM ocorreram durante o tratamento com aripiprazol. As
manifestações clínicas da SNM são hipertermia (elevação da temperatura corporal), rigidez muscular
(imobilidade dos músculos), estado mental alterado e evidência de instabilidade autonômica (pulso ou pressão
arterial irregular, taquicardia, diaforese (transpiração ou eliminação de suor abundante) e arritmia cardíaca).
Sinais adicionais podem incluir creatinofosfoquinase elevada (enzima que desempenha papel na regulação do
metabolismo dos tecidos contráteis, como os músculos esqueléticos e cardíaco), mioglobinúria ou eliminação de
mioglobina na urina (rabdomiólise ou degradação/lesão do tecido muscular) e insuficiência renal aguda.
Se você precisar de tratamento com medicamentos antipsicóticos após se recuperar da SNM, seu médico deverá
considerar com cautela a reintrodução de terapia. Você deverá ser monitorado cuidadosamente, já que recidivas
de SNM têm sido relatadas.
Discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários): a síndrome de movimentos potencialmente
involuntários e irreversíveis pode ser desenvolvida por pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos.
Apesar de aparentemente haver maior prevalência dessa síndrome entre idosos, especialmente mulheres idosas,
é impossível confiar em estimativas de prevalência para prever, na introdução do tratamento antipsicótico, quais
pacientes têm maior chance de desenvolver a síndrome.
Seu médico deve prescrever aripiprazol de forma que seja mais provável minimizar a ocorrência de discinesia
tardia (movimentos repetitivos involuntários).
Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia (movimentos repetitivos involuntários), avise ao seu médico,
para avaliar o quadro e a necessidade de permanência ou descontinuação do tratamento.
Hiperglicemia (aumento de glicose no sangue) e diabetes mellitus: foi relatada hiperglicemia, em alguns casos
extrema e associada à cetoacidose (complicação do diabetes mellitus, que ocorre quando o corpo produz ácidos
em excesso no sangue), coma hiperosmolar (complicação do diabetes mellitus em que o elevado nível glicose no
sangue leva ao coma) ou morte, em pacientes tratados com antipsicóticos atípicos. Houve poucos relatos de
hiperglicemia em pacientes tratados com aripiprazol. A relação entre o uso de antipsicóticos atípicos e eventos
adversos relacionados à hiperglicemia não é totalmente compreendida.
Estimativas precisas de risco para eventos adversos relacionados à hiperglicemia em pacientes tratados com
antipsicóticos atípicos não estão disponíveis.
Pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus que começaram a receber antipsicóticos atípicos devem ser
monitorados regularmente quanto à piora do controle glicêmico.
Pacientes com fatores de risco para diabetes mellitus (como obesidade ou histórico familiar de diabetes) que
estejam dando início ao tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica (teste
com objetivo de verificar a quantidade de glicose no soro sanguíneo) em jejum no início do tratamento e
periodicamente durante o tratamento.
Todos os pacientes tratados com antipsicóticos atípicos devem ser monitorados quanto a sintomas de
hiperglicemia, incluindo polidipsia (sede excessiva), poliúria (produção de urina em volume acima do esperado),
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polifagia (fome excessiva) e fraqueza (perda de força muscular). Pacientes que desenvolverem sintomas de
hiperglicemia durante o tratamento com antipsicóticos atípicos devem se submeter a testes de glicose sérica em
jejum.
Comportamentos compulsivos: alguns pacientes que tomam aripiprazol podem apresentar desejos incomuns e
incontroláveis, como compulsões por jogos, comida, compras e sexo. Informe aos seus familiares ou cuidadores
sobre esses efeitos, pois você pode ter dificuldade em reconhecer esses comportamentos se eles acontecerem. Se
você, algum familiar ou cuidador notar a ocorrência de impulsos ou comportamentos incomuns e incontroláveis,
procure seu médico. Seu médico deverá avaliar o seu tratamento neste caso, podendo reduzir a dose do
medicamento ou mesmo descontinuá-lo. Não descontinue o medicamento sem a ciência do seu médico.
Hipotensão ortostática: a incidência de eventos relacionados à hipotensão (pressão arterial baixa) ortostática
(postural) nos estudos incluiu hipotensão ortostática, tontura postural e síncope (desmaio).
aripiprazol deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular conhecida (histórico de infarto
do miocárdio ou doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca ou anormalidades da condução), doença
cerebrovascular ou condições que poderiam predispor os pacientes à hipotensão (desidratação, hipovolemia
(diminuição anormal do volume sanguíneo) e tratamento com medicamentos anti-hipertensivos).
Distúrbios vasculares: casos de tromboembolismo venoso foram notificados durante o uso de medicamentos
antipsicóticos, como aripiprazol. Caso o paciente tratado com antipsicóticos apresentem fatores de risco para
tromboembolismo venoso, seu médico deverá avaliar seus riscos de desenvolvimento de tromboembolismo
venoso antes e durante o seu tratamento com aripiprazol.
Quedas: os antipsicóticos, incluindo o aripiprazol, podem causar sonolência, hipotensão postural, instabilidade
motora e sensorial, que podem levar a quedas e, consequentemente, fraturas ou outras lesões. O médico deverá
avaliar o risco de quedas ao iniciar e durante o seu tratamento com aripiprazol.
Leucopenia, neutropenia e agranulocitose: foram relatados eventos de leucopenia (contagem de leucócitos
abaixo da normalidade) e neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade)
relacionados temporariamente a agentes antipsicóticos, incluindo aripiprazol. Também foi relatada
agranulocitose (diminuição ou ausência de granulócitos ou leucócitos granulosos).
Fatores de risco possíveis incluem contagem baixa de leucócitos preexistente e histórico de
leucopenia/neutropenia induzidas pelo fármaco. Seu médico deve monitorar seu hemograma completo (CBC -
teste completo de contagem dos diferentes tipos de células sanguíneas) frequentemente durante os primeiros
meses de terapia e se houver queda clinicamente significativa de células brancas, poderá interromper a terapia.
Pacientes com neutropenia devem ser monitorados quanto à febre ou outros sinais ou sintomas de infecção e
tratados imediatamente, se tais sintomas ou sinais ocorrerem. Pacientes com neutropenia grave devem
descontinuar este medicamento.
Convulsões: como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, aripiprazol deve ser utilizado com cautela
em pacientes com histórico de convulsões.
Potencial para comprometimento cognitivo ou motor: Aripiprazol, como outros antipsicóticos, pode
comprometer potencialmente as habilidades de julgamento, pensamento ou motoras. Sonolência foi relatada nos
estudos.
Não utilize máquinas perigosas, incluindo automóveis, até que você tenha certeza razoável de que a terapia com
este medicamento não lhe prejudica.
Regulação da temperatura corporal: recomenda-se atenção adequada na prescrição de aripiprazol para
pacientes que passam ou podem passar por situações que possam elevar muito a temperatura corporal, como em
caso de exercício extenuante, exposição ao calor extremo, administração concomitante de medicamento com
atividade anticolinérgica, ou sujeição à desidratação.
Suicídio: os pacientes de alto risco para pensamentos suicidas ou suicídio devem ser cuidadosamente
supervisionados durante a terapia. Aripiprazol deve ser prescrito na menor quantidade eficaz de modo a reduzir
o risco de superdosagem.
Disfagia (dificuldade de deglutir): a falta de motilidade do esôfago e aspiração têm sido associadas ao uso de
medicamento antipsicóticos, como aripiprazol. Este medicamento deve ser utilizado com cuidado em pacientes
com risco de pneumonia por aspiração.
Uso em pacientes com enfermidade concomitantes: a experiência clínica com aripiprazol em pacientes com
certas enfermidades sistêmicas concomitantes é limitada. O aripiprazol não foi avaliado ou utilizado em uma
extensão considerável em pacientes com histórico recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável.
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Abuso e dependência: aripiprazol não foi estudado sistematicamente em humanos com relação ao seu potencial
de abuso, tolerância ou dependência física. Em estudos de dependência física em macacos, sintomas de
abstinência foram observados mediante a interrupção abrupta da administração.
Uso em populações específicas
- Gravidez: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. É desconhecido se aripiprazol
pode causar danos ao feto quando administrado a uma mulher grávida ou se pode afetar a capacidade reprodutiva.
Se a mãe de um recém-nascido utilizou medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez,
ele apresenta o risco para sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Os sintomas extrapiramidais
surgem quando o sistema extrapiramidal, área do cérebro responsável pela coordenação dos movimentos, é
afetada gerando movimentos involuntários. A abstinência se caracteriza por sintomas mentais e físicos que
ocorrem após a interrupção ou diminuição do uso de uma substância. Pacientes devem informar ao médico se
engravidarem ou se pretendem engravidar durante o tratamento com aripiprazol. Este medicamento pode ser
utilizado durante a gravidez apenas se os benefícios potenciais esperados compensarem o possível risco ao feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
- Trabalho de parto: o efeito de aripiprazol no trabalho de parto em humanos é desconhecido.
- Uso por lactantes: aripiprazol é excretado no leite materno humano. As pacientes devem ser avisadas para não
amamentarem caso estejam em tratamento com aripiprazol.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite materno. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
- Uso pediátrico: não há indicação aprovada para o uso deste medicamento em pacientes pediátricos.
- Uso geriátrico: não há recomendação de ajuste de dose para pacientes idosos.
Interações medicamentosas: em virtude dos efeitos principais de aripiprazol sobre o sistema nervoso central,
deve-se ter cautela quando aripiprazol for administrado em combinação com álcool ou outras drogas com ação
central. Aripiprazol possui o potencial de intensificar os efeitos de certos agentes anti-hipertensivos.
- Potencial de outras drogas afetarem aripiprazol
As enzimas CYP3A4 e CYP2D6 estão presentes no fígado, sendo responsáveis pelo metabolismo de aripiprazol.
Os agentes indutores (que aumentam a atividade) de CYP3A4 (como carbamazepina) podem causar uma
elevação no clearance (retirada do sangue) de aripiprazol e redução no sangue. Inibidores (diminuem a atividade)
de CYP3A4 (como cetoconazol) ou CYP2D6 (como quinidina, fluoxetina ou paroxetina) podem inibir a
eliminação de aripiprazol e causar elevação no sangue. Seu médico poderá alterar a dose de aripiprazol
quando houver coadministração com estes medicamentos.
- Potencial de aripiprazol afetar outras drogas: não foram observados efeitos de aripiprazol sobre a
farmacocinética de lítio ou valproato.
- Álcool: como ocorre com a maior parte dos medicamentos psicoativos, os pacientes devem ser alertados para
evitar ingerir álcool durante o tratamento com aripiprazol.
- Drogas sem interações clinicamente importantes com aripiprazol:
Valproato, lítio, varfarina, omeprazol, famotidina, lamotrigina e dextrometorfano: não é necessário ajuste na
dosagem quando administrados concomitantemente ao aripiprazol.
- Anormalidades em testes laboratoriais: não foram observadas diferenças importantes entre os grupos de
aripiprazol e placebo nos parâmetros de rotina de bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina. De maneira
semelhante, não foram observadas diferenças na incidência de descontinuações em razão de alterações na
bioquímica sérica, hematologia ou análise de urina em pacientes adultos.
- Alterações no ECG: não houve alterações potencialmente importantes nos parâmetros do eletrocardiograma
(ECG). Aripiprazol foi associado a um aumento na frequência cardíaca quando comparado aos pacientes
recebendo placebo.
- Interação com nicotina: a avaliação farmacocinética (metabolismo) na população que recebeu aripiprazol não
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revelou diferenças significativas entre fumantes e não fumantes.
- Interação com alimentos: este medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g por comprimido. Este medicamento não
deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente
a quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos
diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
10 mg: comprimido rosado, oval, biconvexo, com a inscrição “A10” em uma das faces.
15 mg: comprimido rosado, redondo, biconvexo, com a inscrição “A15” em uma dasfaces.
20 mg: comprimido rosado, redondo, biconvexo, com a inscrição “A20” em uma dasfaces.
30 mg: comprimido rosado, oval, biconvexo, com a inscrição “A30” em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Aripiprazol deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia: a dose de início e a dose alvo recomendadas para aripiprazol é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma
vez ao dia, independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas
semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente, para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser
aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os
demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
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Transtorno bipolar: a dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como
monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com
base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade,
sexo, raça ou estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente outros
medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a
necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não
recomendadas.
Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTEMEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar o aripiprazol, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses
no mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol
durante os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas, fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam
ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma
vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (≥ 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia,
acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade,
desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL,
redução de peso, aumento >7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais,
sonolência, sedação, tremor e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em ≥ 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: <0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio:
0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: <2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: <0,1%; diabetes: 0,1%
– 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não
dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: <0,1%;
hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento
dos níveis de LDL: 2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de
triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de >7% do peso corpóreo: 2,5% -
21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva:
3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3%
- 11%; xerostomia: 2% - 5%.
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Hematológicos: leucopenia: <1%; neutropenia: <1%; trombocitopenia: >1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: <1%
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores
musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%;
trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% -
27,3%; cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6%¨-
26,3%; tremor: 2% - 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias
superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;
erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de
secreção inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite;
agranulocitose; acidente vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do
risco de suicídio; comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite
de hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM);
prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais
prolongadas de conjuntos de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de
acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos
resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em ≥ 1/1000 e < 1/100 dos pacientes;
Raros: ocorreram em ≥ 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia
miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite. Raro
– pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no peito,
pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro –
insolação
Investigações: comuns – creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica
elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada e
gamaglutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro –
cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns - fraqueza muscular, compressão muscular e
mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia,
discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e
coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de
suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio concluído,
tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil,
amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia
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e urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão;
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de
essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é
possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação
anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica
(movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite,
arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos
no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento
anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a
jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou
interrupção do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do
médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
As reações adversas comuns (relatadas em, no mínimo, 5% de todos os casos desuperdosagem) relatadas na
superdosagem do aripiprazol (isolado ou combinado aoutras substâncias) incluem vômito, sonolência e
tremores. Outros sinais e sintomas incluem acidose, agressividade, aspartato aminotransferase elevado,
fibrilação atrial, bradicardia, coma, estado de confusão, convulsão, creatinofosfoquinase sérica elevada, nível
de consciência deprimido, hipertensão (aumento da pressão arterial), hipocalemia (baixa concentração de
potássio no sangue), hipotensão (pressão arterial baixa), letargia (perda de sensibilidade ou do movimento ou
da consciência), perda de consciência, prolongamento do complexo QRS, prolongamento do QT, pneumonia
por aspiração, parada respiratória, condição epiléptica e taquicardia (frequência cardíaca anormal).
Não há informações específicas sobre o tratamento da superdosagem com o aripiprazol. Deve ser realizado
um eletrocardiograma em caso de superdosagem. Se houver prolongamento do intervalo QT, deve-se fazer
o monitoramento cardíaco. De outra forma, a conduta em caso de superdosagem deve se concentrar em
terapia de apoio, mantendo as vias aéreas adequadas, oxigenadas e ventiladas, além de tratar os
sintomas.Deve-se manter uma supervisão e um monitoramento médico rigoroso até a recuperação do
paciente.
Carvão vegetal: a administração precoce de carvão vegetal pode ser útil para evitar parcialmente a absorção
do aripiprazol.
Hemodiálise: é improvável que a hemodiálise seja útil na resolução da superdosagem,já que o aripiprazol
tem grande afinidade com as proteínas séricas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III) DIZERES LEGAIS
Registro: 1.5649.0007
Farm. Resp.: Felipe Peinado Farias – CRF-SP nº 98.896
Produzido por:
Unichem Laboratories Limited
Ghaziabad, Índia
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10
Importado e Registrado por:
Unichem Farmacêutica do Brasil Ltda.
Avenida 7 de Setembro nº 1564 – Vila Dirce
09912-010 – Diadema – SP
CNPJ: 05.399.786/0001-85
SAC: 0800 725 5525
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 09/03/2026.
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Anexo B - Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente nº expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
17/05/2016 1764858/16-1
10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de Texto de
Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Adequação à bula padrão
disponibilizada no bulário eletrônico,
conforme Resolução RDC 60/2012
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25/04/2018 0325700/18-2
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A NA VP
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26/03/2019 0270850/19-7
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
21/12/2018 1202497/18-0
10450 – SIMILAR – Notificação
de Alteração de Texto de Bula –
RDC 60/12
21/12/2018
4. O que devo saber Antes de usar
este Medicamento?
8. Quais os males que este
medicamento Pode me causar?
VP
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02/02/2020 0630838/20-4
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
11/01/2020 0103342/20-5
(Aristab)
10451 – MEDICAMENTO
NOVO – Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC 60/12
11/01/2020
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
Dizeres Legais
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05/05/2020 1397818/20-7
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
02/04/2020 0995092/20-3
(Aristab)
10451 – MEDICAMENTO
NOVO – Notificação de Alteração
de Texto de Bula – RDC 60/12
02/04/2020 1. Para que este medicamento é
indicado? VP
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AL/ A L X 1 0
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25/05/2021 2017667/21-8
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Dizeres legais VP
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30/09/2021
Gerado no
momento do
peticionamento
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A NA VP
10MG COM CT BL
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20/05/2025
Gerado no
momento do
peticionamento
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que este medicamento
pode me causar?
Dizeres legais
VP
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03/10/2025 Gerado no
momento do
peticionamento
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
Dizeres legais
VP
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19/03/2026 Gerado no
momento do
peticionamento
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração de
Texto de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
5. Onde, como e por quanto tempo posso
guardar este medicamento?
4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 123561 |
|---|---|
| Marca | UNICHEM FARMACEUTICA DO BRASIL LTDA. |
| Código de Barras | 7898912189899 |
| Princípio ativo | ARIPIPRAZOL |
| Registro MS | 1564900070076 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |