Claritromicina 500 Mg Comprimido Revestido Com 14 Medley Farmaceutica Ltda.
Vendido e entregue por Pedpharma
CLARITROMICINA
500 MG 14 Comps.
CLARITROMICINA
A claritromicina é indicada para tratar infecções respiratórias superiores (faringite e sinusite) e inferiores (bronquite e pneumonia), além de infecções de pele e tecidos moles (foliculite, celulite, erisipela), causadas por microrganismos sensíveis. Ela é um antibiótico macro…
CLARITROMICINA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob prescrição médica com retenção de receita
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Sobre o produto
A claritromicina é indicada para tratar infecções respiratórias superiores (faringite e sinusite) e inferiores (bronquite e pneumonia), além de infecções de pele e tecidos moles (foliculite, celulite, erisipela), causadas por microrganismos sensíveis. Ela é um antibiótico macrolídeo que age inibindo a produção de proteínas pelas bactérias, proporcionando ação antibacteriana. Os sinais de melhora podem variar no tempo de tratamento, conforme a orientação médica.
Especificações
| Código do Produto | 17443 |
|---|---|
| Marca | MEDLEY |
| Código de Barras | 7896422503617 |
| Princípio ativo | CLARITROMICINA |
| Registro MS | 1832600250029 |
| Dosagem | 500 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
claritromicina
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
comprimido revestido
500 mg
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1
claritromicina
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 500 mg: embalagens com 10 ou 14 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
claritromicina ........................................................................................................... 500 mg
excipientes q.s.p. .................................................................................. 1 comprimido
(amido, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, povidona, dióxido de silício, estearato de magnésio,
dióxido de titânio, aroma de baunilha, benzoato de sódio, hipromelose e macrogol).
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de infecções de vias respiratórias superiores (exemplos:
faringite e sinusite) e inferiores (exemplos: bronquite e pneumonia), infecções de pele e tecidos moles
(exemplos: foliculite, celulite, erisipela), causadas por todos os microrganismos sensíveis à claritromicina.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A claritromicina é um antibiótico do tipo macrolídeo e exerce sua ação antibacteriana inibindo a produção
de proteínas pelas bactérias.
Em alguns casos, os sinais de melhora surgem rapidamente após o início do tratamento; em outros casos é
necessário um tempo maior para obter-se efeitos benéficos. Seu médico o orientará.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com conhecida hipersensibilidade (alergia) aos
antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula (vide “COMPOSIÇÃO”). Também está
contraindicada se você estiver fazendo uso de um dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprida,
pimozida e terfenadina, e se você estiver com hipocalemia (pouca quantidade de potássio no sangue), pois
pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletrocardiograma) e arritmias cardíacas
incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes (distúrbio no ritmo cardíaco).
A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada.
O uso deste medicamento com alcaloides de ergot (exemplo: ergotamina ou di-hidroergotamina) é
contraindicado, pois pode resultar em toxicidade ao ergot.
A coadministração deste medicamento com midazolam oral é contraindicada.
Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes com histórico de prolongamento do intervalo QT
ou arritmia ventricular do coração, incluindo Torsades de Pointes.
A administração concomitante de claritromicina e colchicina é contraindicada.
Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que sofrem de insuficiência hepática grave em
combinação com insuficiência renal.
Não use claritromicina se você estiver tomando medicamentos contendo lomitapida devido ao alto risco de
aumento das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado).
Não use claritromicina se você estiver tomando medicamento para doenças psiquiátricas, como a
lurasidona.
Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com uma estatina (exemplo: lovastatina ou
sinvastatina), pois aumenta o risco do paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise
(destruição do músculo esquelético).
A claritromicina é contraindicada para o uso por pacientes com alteração importante da função dos rins
(depuração de creatinina menor do que 30 mL/min).
Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
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O uso prolongado deste medicamento, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização
por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada
deve ser estabelecida pelo médico.
A claritromicina deve ser descontinuada imediatamente se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem como
falta de apetite (anorexia), pele amarelada (icterícia), urina escura, coceira ou sensibilidade abdominal.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico
estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Diarreia associada à Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia) foi relatada com o uso de quase
todos os agentes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarreia leve a
colite fatal. O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do intestino, o que pode levar à
proliferação de Clostridium difficile, portanto a existência dessa bactéria deve ser considerada pelo médico
em todos os pacientes que apresentarem quadro de diarreia após o uso de antibiótico. Um minucioso
histórico médico é necessário para o diagnóstico, já que a ocorrência desta bactéria foi relatada ao longo de
dois meses após a administração de agentes antibacterianos.
Agravamento dos sintomas de miastenia grave (perda das forças musculares ocasionada por doenças
musculares inflamatórias) foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina.
Este medicamento deve ser administrado com cuidado a pacientes com alteração da função do fígado ou
dos rins uma vez que, a claritromicina é eliminada principalmente pelo fígado. Deve ser também
administrado com precaução a pacientes com comprometimento moderado a grave da função dos rins.
Se a administração concomitante de claritromicina e colchicina for necessária, seu médico deverá monitorar
quanto à ocorrência de sintomas clínicos de toxicidade por colchicina. A dose de colchicina deve ser
reduzida pelo seu médico.
Recomenda-se precaução quanto à administração de claritromicina juntamente com triazolam e midazolam
intravenoso (aplicado na veia).
Devido ao risco de prolongamento do intervalo de QT (alteração no eletrocardiograma), claritromicina deve
ser utilizada com precaução em pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca grave,
distúrbios de condução cardíaca, hipomagnesemia (pouca quantidade de magnésio no sangue), frequência
cardíaca baixa (< 50 bpm), ou quando é utilizado junto com outro medicamento associado com tempo de
prolongamento do intervalo de QT. A claritromicina não deve ser utilizada em pacientes com
prolongamento do intervalo de QT congênito (de nascença) ou documentado, ou história de arritmia
ventricular (vide “3. QUANDO NÃO DEVO UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO”).
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita)
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Seu médico deve realizar o teste de sensibilidade quando prescrever claritromicina para pneumonia e
infecções de pele e tecidos moles de severidade leve a moderada. Se sua pneumonia foi adquirida em
hospitais, a claritromicina deve ser utilizada em combinação com antibióticos adicionais adequados
prescritos pelo médico.
No caso de reações de hipersensibilidade (alergia) aguda severa, como anafilaxia (reação alérgica aguda),
Síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica, Síndrome
DRESS (erupção cutânea associada ao fármaco com eosinofilia e sintomas sistêmicos) e púrpura de
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Henoch-Schönlein (forma de púrpura não trombocitopênica), a terapia com claritromicina deve ser
descontinuada imediatamente e um tratamento apropriado deve ser urgentemente iniciado.
O uso da claritromicina em conjunto com agentes hipoglicêmicos orais (medicamentos que controlam os
níveis de açúcar no sangue usados no tratamento de diabetes) tais como: nateglinida, repaglinida e
rosiglitazona e/ou uso de insulina, pode causar hipoglicemia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue).
Seu médico deverá monitorar cuidadosamente o nível de glicose do seu sangue.
Quando a claritromicina é utilizada junto com anticoagulantes orais (medicamentos que diminuem ou
evitam a formação de coágulos no sangue, por exemplo: varfarina) há um risco sério de hemorragia e
alteração de exames de controle da coagulação [elevação do tempo de protrombina e no Índice Internacional
Normalizado (do inglês “International Normalized Ratio” – INR)]. Seu médico deverá monitorar tempo de
INR e protrombina se você estiver tomando claritromicina junto com anticoagulantes orais.
É contraindicado o uso de claritromicina em conjunto com lovastatina ou sinvastatina, o que aumenta a
concentração de claritromicina no sangue e aumenta o risco de miopatia (doença muscular), incluindo a
rabdomiólise (necrose ou desintegração no músculo esquelético). Se o tratamento com claritromicina não
puder ser evitado, a terapia com lovastatina ou sinvastatina deve ser suspensa durante o curso do tratamento.
Em situações em que o uso concomitante da claritromicina não pode ser evitado, é recomendado que seu
médico prescreva a menor dose registrada de estatina.
Tomar claritromicina ao mesmo tempo que hidroxicloroquina ou cloroquina (usadas para tratar doenças,
incluindo artrite reumatoide, ou para tratar ou prevenir a malária) pode aumentar a chance de você ter
efeitos colaterais que afetam seu coração, podendo levar à risco à vida.
A claritromicina pode aumentar o efeito dos seguintes medicamentos:
• Varfarina ou qualquer outro anticoagulante, por exemplo. dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e
edoxabana (usado para diluir o sangue): O uso concomitante pode aumentar o risco de sangramento e os
testes de coagulação do sangue devem ser mais frequentes se a claritromicina for usada ao mesmo tempo.
• Lurasidona: o uso concomitante pode aumentar o nível de lurasidona em seu sangue e pode causar
efeitos colaterais graves.
• lomitapida: a claritromicina pode aumentar a quantidade de lomitapida no sangue; também existe um alto
risco de aumento das transaminases (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado)
e devido à claritromicina aumentar a quantidade de lomitapida no sangue;
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver tomando corticosteroides administrados por via oral, por
injeção ou inalados (utilizados para ajudar a suprimir o sistema imunitário do organismo - isto é útil no
tratamento de uma vasta gama de doenças).
Informe o seu médico ou farmacêutico se você/o seu filho estiver tomando, tiver tomado recentemente ou
se vier a tomar outros medicamentos.
Gravidez e amamentação
A segurança da utilização de claritromicina durante a gravidez e amamentação ainda não foi estabelecida,
entretanto sabe-se que a claritromicina é excretada pelo leite materno; assim, esse medicamento não deve
ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a não ser que o médico indique.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao
médico se está amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças
Não se recomenda a utilização de claritromicina, na forma farmacêutica de comprimidos, em crianças com
idade inferior a 12 anos.
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Uso em pacientes idosos
Não há restrições para o uso de claritromicina em idosos, desde que tenham função renal normal. Em idosos
com prejuízo da função renal, deve-se seguir as mesmas recomendações feitas para adultos jovens.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Não há informações sobre os efeitos da claritromicina na capacidade de dirigir ou operar máquinas. O
potencial para tontura, vertigem, confusão e desorientação, as quais podem ocorrer com o uso do
medicamento, devem ser levados em conta antes do paciente dirigir ou operar máquinas.
Uso em pacientes com disfunção do fígado
A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em
pacientes com função hepática alterada.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico
estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
A ingestão de alimentos, pouco antes da administração dos comprimidos de claritromicina, pode atrasar
ligeiramente o início da absorção da claritromicina; entretanto, não prejudica as suas concentrações no
organismo.
É importante utilizar este medicamento durante todo o tempo prescrito pelo profissional de saúde
habilitado, mesmo que os sinais e sintomas da infecção tenham desaparecido, pois isso não significa
a cura. A interrupção do tratamento pode contribuir para o aparecimento de infecções mais graves.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Este produto contém benzoato de sódio que pode causar reações alérgicas, como a asma,
especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com claritromicina e até 47 horas após o
seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Claritromicina 500 mg: comprimido revestido oblongo, branco a levemente amarelado, com odor de
baunilha, sulcado em uma das faces e na outra gravado Medley.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser tomado por via oral (boca).
A dose habitual de claritromicina para adultos é de um comprimido de 250 mg, por via oral, a cada 12
horas. Nas infecções mais graves, a dose pode ser aumentada para 500 mg a cada 12 horas.
A dose máxima diária de administração do medicamento é de 1000 mg uma vez ao dia (2 comprimidos de
500 mg cada).
Para o tratamento de erradicação do H. pylori em terapia combinada, siga a prescrição do seu médico.
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Como ocorre com todo tratamento com antibióticos, é importante utilizar claritromicina durante todo o
tempo prescrito pelo médico, mesmo que tenham desaparecido os sinais e sintomas da infecção. Constitui
erro grave interromper a tomada do medicamento tão logo desapareçam os sintomas, pois isso não significa
cura da infecção e pode contribuir para o aparecimento de microrganismos resistentes ao antibiótico.
A claritromicina pode ser tomada junto ou não às refeições, ou com leite.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O comprimido de 500 mg pode ser partido. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada
na embalagem original e adminsitrada no prazo máximo de 24 horas.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome uma dose assim que se lembrar e fale com o seu
médico. Não dobrar a próxima dose para repor o comprimido que você esqueceu de tomar no horário
certo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas mais comuns e frequentes relacionadas à terapia com claritromicina tanto na população
adulta quanto pediátrica são: náuseas, vômito, dor abdominal, diarreia e paladar alterado. Estas reações
adversas geralmente são de intensidade leve.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Distúrbios psiquiátricos: insônia.
- Distúrbios de sistema nervoso: disgeusia (alteração do paladar) e dor de cabeça.
- Distúrbios gastrointestinais: diarreia, vômitos, dispepsia (indigestão), náusea e dor abdominal.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): teste de função hepática anormal.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: “rash” (erupção cutânea) e hiperidrose (suor excessivo).
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Infecções e infestações: candidíase, gastroenterite (inflamação da mucosa do estômago e do intestino) e
infecção vaginal.
- Sistema sanguíneo e linfático: leucopenia (diminuição de leucócitos).
- Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade (alergia).
- Distúrbios nutricionais e do metabolismo: anorexia e diminuição de apetite.
- Distúrbios psiquiátricos: ansiedade.
- Distúrbios de sistema nervoso: tontura, sonolência e tremor.
- Distúrbios do ouvido e labirinto: vertigem, deficiência auditiva, tinido (zumbido).
- Distúrbios cardíacos: Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e palpitações.
- Distúrbios do sistema respiratório, torácico e do mediastino: epistaxe (sangramento nasal).
- Distúrbios gastrintestinais: doença do refluxo gastroesofágico, gastrite, proctalgia (dor no ânus ou no
reto), estomatite (inflamação da boca ou gengivas), glossite (inflamação da língua), constipação (prisão de
ventre), boca seca, eructação (arroto), flatulência.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): alanina aminotransferase e aspartato
aminotransferase aumentadas.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: prurido (coceira) e urticária.
- Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: mialgia (dor muscular).
- Distúrbios gerais: astenia (fraqueza).
Reações de frequência desconhecida (reações adversas de experiências pós-comercialização, as quais
não podem ser estimadas de acordo com os dados disponíveis):
- Infecções e infestações: colite pseudomembranosa (inflamação do intestino grosso), erisipela (infecção
de pele) e eritrasma (infecção das dobras).
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- Sistema sanguíneo e linfático: agranulocitose (diminuição de granulócitos) e trombocitopenia
(diminuição de plaquetas).
- Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (hipersensibilidade aguda), angioedema (inchaço
sob a pele).
- Distúrbios nutricionais e do metabolismo: hipoglicemia (diminuição de glicose no sangue).
- Distúrbios psiquiátricos: transtorno psicótico, estado de confusão, despersonalização, depressão,
desorientação, alucinações, sonhos anormais e mania.
- Distúrbios de sistema nervoso: convulsão, ageusia (perda total de gustação), parosmia (alterações no
sistema olfativo), anosmia (perda do olfato) e parestesia (sensação anormal do corpo, tais como, dormência
e formigamento).
- Distúrbios do ouvido e labirinto: surdez.
- Distúrbios cardíacos: Torsades de Pointes, taquicardia ventricular e fibrilação ventricular
- Distúrbios vasculares: hemorragia.
- Distúrbios gastrintestinais: pancreatite aguda (inflamação aguda do pâncreas), descoloração da língua e
dos dentes.
- Distúrbios hepatobiliares (relacionados ao fígado): insuficiência hepática e icterícia hepatocelular.
- Distúrbios de pele e tecidos subcutâneos: síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme),
necrólise epidérmica tóxica, “rash” (erupção cutânea) com eosinofilia e sintomas sistêmicos (Síndrome
DRESS), acne, púrpura de Henoch-Schönlein (forma de púrpura não-trombocitopênica) e Pustulose
exantemática aguda generalizada (AGEP).
- Distúrbios musculoesqueléticos e de tecidos conectivos: rabdomiólise* (necrose no músculo
esquelético) e miopatia (doença no músculo).
* em alguns relatos de rabdomiólise, a claritromicina foi administrada concomitantemente com outros
medicamentos conhecidamente associados à rabdomiólise, tais como, as estatinas, fibratos, colchicina e
alopurinol
- Distúrbios renais e urinários: insuficiência renal e nefrite intersticial (inflamação e inchaço local do
tecido intersticial dos rins).
Investigacionais:
- Índice Internacional Normalizado aumentado (do inglês “International Normalized Ratio” – INR), tempo
de protrombina aumentado e cor de urina anormal.
Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando usada juntamente com claritromicina,
especialmente em pacientes idosos e com insuficiência dos rins. Óbitos foram reportados em alguns destes
pacientes.
É esperado que a frequência, o tipo e a gravidade das reações adversas em crianças sejam iguais nos adultos.
Pacientes imunocomprometidos
Em pacientes com AIDS ou outros pacientes imunocomprometidos tratados com doses mais elevadas de
claritromicina durante períodos prolongados para infecções por micobactérias, é frequentemente difícil
distinguir os eventos adversos possivelmente associados com a administração de claritromicina dos sinais
da doença subjacente ou de uma doença intercorrente. Em pacientes adultos, os eventos adversos relatados
por pacientes tratados com doses totais diárias de 1000 mg de claritromicina foram: náuseas e vômitos,
alteração do paladar, dor abdominal, diarreia, eritema (vermelhidão), flatulência, dor de cabeça, constipação
(prisão de ventre), alterações da audição, elevação das transaminases (enzimas).
Eventos adicionais de baixa frequência incluíram: dispneia (falta de ar), insônia e boca seca. Nesses
pacientes imunocomprometidos, a avaliação dos exames laboratoriais foi realizada analisando-se os valores
muito fora dos níveis normais (isto é, extremamente elevados ou abaixo do limite) para os testes
especificados. Com base nesse critério, cerca de 2 a 3% dos pacientes que receberam 1000 mg de
claritromicina ao dia apresentaram níveis intensamente anormais de transaminases e contagem
anormalmente baixa de plaquetas e leucócitos. Uma porcentagem menor de pacientes também apresentou
níveis elevados de ureia nitrogenada sanguínea (BUN).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
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9. O QUE DEVO FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
- Sintomas: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrointestinais.
- Tratamento: eliminação imediata do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta
preferível para a eliminação é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que
a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Registro: 1.8326.0025
Registrado por:
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano– SP
CNPJ: 10.588.595/0010-92
Produzido por:
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Estácio de Sá, 1144– Campinas – SP
Indústria Brasileira
IB120924B
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/07/2025.
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Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente No. expediente Assunto Data do
expediente
No.
expediente Assunto Data da
aprovação Itens da bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
- - - -
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 14
27/03/2025 0420419/25-0
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
27/02/2025 0288850/25-5
11344 -
GENÉRICO -
Histórico de
Mudanças do
Produto com
inclusão de
modificação
exclusiva HMP -
Formato CTD
(4.d - Mudança
menor de sulco)
27/02/2025
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
DIZERES LEGAIS
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR
DIZERES LEGAIS
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 14
-- 9 of 12 --
17/10/2024 1428321/24-1
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
- - - -
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 14
10/04/2024 0450661/24-5
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
- - - -
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS TRANS X 14
27/07/022 4458884/22-1
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
- - - -
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
-- 10 of 12 --
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
05/08/2021 3060932/21-2
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
- - - - DIZERES LEGAIS VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
28/12/2020 4610838/20-6
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
_ _ - _
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
05/09/2019 2115954/19-8
10452 - GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto de
Bula – RDC 60/12
23/08/2019 2039623/19-6
11004 - RDC
73/2016 -
GENÉRICO -
Alteração de
razão social do
local de
fabricação do
medicamento
23/08/2019 DIZERES LEGAIS VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
-- 11 of 12 --
17/12/2015 1099094/15-1
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula – RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A DIZERES LEGAIS VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
23/11/2015 1016274/15‐7
10459 –
GENÉRICO –
Inclusão Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
05/11/2014 1003894/14‐9
1959 ‐ GENÉRICO
‐ Solicitação de
Transferência de
Titularidade de
Registro
(Incorporação de
Empresa)
22/06/2015 DIZERES LEGAIS VP/VPS
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 10
500 MG COM REV CT BL
AL PLAS INC X 14
-- 12 of 12 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 17443 |
|---|---|
| Marca | MEDLEY |
| Código de Barras | 7896422503617 |
| Princípio ativo | CLARITROMICINA |
| Registro MS | 1832600250029 |
| Dosagem | 500 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |