Clexane 20 Mg Solução Injetável Com 0,2 Ml + Sist Segurança Medley Farmaceutica Ltda.
Vendido e entregue por Pedpharma
CLEXANE
CLEXANE é indicado para tratar trombose venosa profunda, angina instável, infarto do miocárdio com ou sem elevação do segmento ST, e para prevenir tromboembolismo venoso, especialmente em cirurgias e pacientes acamados. Também é utilizado na hemodiálise para evitar a coagulação…
CLEXANE é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
CLEXANE é indicado para tratar trombose venosa profunda, angina instável, infarto do miocárdio com ou sem elevação do segmento ST, e para prevenir tromboembolismo venoso, especialmente em cirurgias e pacientes acamados. Também é utilizado na hemodiálise para evitar a coagulação. O medicamento diminui o risco de trombose venosa profunda e embolia pulmonar, tratando essas condições e prevenindo a coagulação no circuito de hemodiálise. A atividade antitrombótica é observada 3 a 5 horas após administração subcutânea.
Especificações
| Código do Produto | 10016562 |
|---|---|
| Marca | SANOFI |
| Código de Barras | 7891058003203 |
| Princípio ativo | ENOXAPARINA SÓDICA |
| Registro MS | 1832603360127 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Biológico |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANTITROMBOTICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
CLEXANE®
(enoxaparina sódica)
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Solução Injetável
Sistema de segurança ativado pelo usuário
20 mg/0,2 mL
40 mg/0,4 mL
60 mg/0,6 mL
80 mg/0,8 mL
100 mg/1,0 mL
-- 1 of 36 --
CLEXANE®
enoxaparina sódica
APRESENTAÇÕES
- Solução injetável 20 mg/0,2 mL: embalagem com 2 e 10 seringas preenchidas com sistema de segurança
autoativado.
- Solução injetável 40 mg/0,4 mL: embalagem com 2, 6 e 10 seringas preenchidas com sistema de segurança
autoativado.
- Solução injetável 60 mg/0,6 mL: embalagem com 2 e 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
- Solução injetável 80 mg/0,8 mL: embalagem com 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
- Solução injetável 100 mg/1,0 mL: embalagem com 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
USO SUBCUTÂNEO OU INTRAVENOSO (A VIA DE ADMINISTRAÇÃO VARIA DE ACORDO
COM A INDICAÇÃO DO PRODUTO) - USO ADULTO.
COMPOSIÇÃO
Cada seringa preenchida de CLEXANE contém:
Apresentação 20 mg 40 mg 60 mg 80 mg 100 mg
enoxaparina sódica 20,0 mg 40,0 mg 60,0 mg 80,0 mg 100,0 mg
água para injetáveis q.s.p. 0,2 mL 0,4 mL 0,6 mL 0,8 mL 1,0 mL
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado para:
- tratamento da trombose venosa profunda (formação ou presença de um coágulo sanguíneo dentro de um
vaso) com ou sem embolia pulmonar (presença de um coágulo em uma artéria do pulmão); prevenir a
formação de mais coágulos no sangue se você já tiver apresentado um coágulo sanguíneo devido ao câncer;
tratamento da angina instável (dor no peito) e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST,
administrado concomitantemente ao ácido acetilsalicílico; tratamento de infarto agudo do miocárdio (morte
(necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio) com elevação
do segmento ST, incluindo pacientes a serem tratados clinicamente ou com subsequente intervenção
coronariana percutânea (cateterismo cardíaco); profilaxia do tromboembolismo venoso (prevenção da
obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue na corrente sanguínea), em particular aqueles
associados à cirurgia ortopédica ou à cirurgia geral; profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes
acamados devido a doenças agudas incluindo insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz
de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), falência respiratória, infecções
severas e doenças reumáticas (doenças inflamatórias e degenerativas que afetam as articulações); prevenção
da formação de trombo na circulação extracorpórea durante a hemodiálise (método artificial para filtrar o
sangue).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
CLEXANE diminui o risco de desenvolvimento de uma trombose venosa profunda e sua consequência
mais grave, a embolia pulmonar. CLEXANE previne e trata estas duas patologias, evitando sua progressão
ou recorrência, além de tratar angina instável e o infarto do miocárdio. CLEXANE também evita a
coagulação do sangue no circuito de hemodiálise. A duração do tratamento com CLEXANE pode variar de
um indivíduo para o outro.
A máxima atividade anti-Xa (antitrombótica) média no sangue é observada 3 a 5 horas após a administração
subcutânea.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
CLEXANE não deve ser utilizado nos seguintes casos:
- hipersensibilidade (alergia) à enoxaparina sódica, à heparina e seus derivados, inclusive outras heparinas
de baixo peso molecular; história de trombocitopenia induzida por heparina mediada por imunidade (HIT)
-- 2 of 36 --
2
nos últimos 100 dias ou na presença de anticorpos circulantes; hemorragias ativas de grande porte e
condições com alto risco de desenvolvimento de hemorragia incontrolável, incluindo acidente vascular
cerebral hemorrágico (derrame cerebral) recente.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
CLEXANE não deve ser administrado por via intramuscular.
Hemorragia (sangramento): Assim como com outros anticoagulantes, pode ocorrer sangramento em
qualquer local (vide item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Se ocorrer
sangramento, a origem da hemorragia deve ser investigada e tratamento apropriado deve ser instituído.
CLEXANE, assim como qualquer outra terapia anticoagulante, deve ser utilizado com cautela em
condições com alto risco de hemorragia, tais como: alterações na hemostasia (alteração nos mecanismos
que controlam a formação e a dissolução de coágulos); histórico de úlcera péptica (úlcera no estômago);
derrame cerebral recente; hipertensão arterial (pressão alta) severa não controlada; retinopatia diabética
(lesão na retina causada pelas complicações do diabetes mellitus); neurocirurgia ou cirurgia oftálmica (no
olho) recente; uso concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia (vide item “4. O que devo
saber antes de usar este medicamento? - Interações Medicamentosas”). em caso de suspeita de dengue
Monitoramento da contagem de plaquetas (elemento do sangue que participa da coagulação sanguínea).
O risco de trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas) induzida por heparina também existe com
heparinas de baixo peso molecular. Pode ocorrer trombocitopenia geralmente entre o 5º e 21º dia após o
início do tratamento com CLEXANE. Portanto, recomenda-se a realização de contagem plaquetária antes
do início e regularmente durante o tratamento com CLEXANE. Na prática, em caso de confirmação de
diminuição significativa da contagem plaquetária (30 a 50% do valor inicial), o tratamento com CLEXANE
deve ser imediatamente interrompido e substituído por outra terapia.
Advertências Gerais: As diferentes classes de heparinas de baixo peso molecular (HBPM), por exemplo,
enoxaparina, dalteparina, bemiparina e nadroparina não devem ser intercambiáveis (unidade por unidade),
pois existem diferenças entre elas quanto ao processo de fabricação, peso molecular, atividade anti-Xa
específica, unidade e dosagem. Isto ocasiona diferenças em suas atividades farmacocinéticas e biológicas
associadas (por exemplo, a atividade antitrombina e a interação plaquetária). Portanto, é necessário
obedecer às instruções de uso de cada medicamento.
Anestesia espinhal/peridural: Foram relatados casos de hematoma intraespinhal (acúmulo de sangue
dentro da coluna espinhal) com o uso concomitante de CLEXANE e anestesia espinhal/peridural,
resultando em paralisia prolongada ou permanente. Estes eventos são raros com a administração de doses
iguais ou inferiores a 40 mg/dia de CLEXANE. O risco destes eventos pode ser aumentado com
administração de doses maiores de CLEXANE, uso de cateter epidural no pós-operatório ou em caso de
administração concomitante de medicamentos que alteram a hemostasia, tais como anti-inflamatórios não
esteroidais (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -Interações Medicamentosas”).
O risco parece também ser aumentado por traumatismo ou punções espinhais (na espinha) repetidas ou em
pacientes com histórico de cirurgia ou deformidade espinhal.
Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de CLEXANE e
anestesia/analgesia peridural ou espinhal, deve-se considerar o perfil farmacocinético do fármaco. A
introdução e remoção do cateter devem ser realizadas quando o efeito anticoagulante de CLEXANE estiver
baixo, no entanto, o momento exato para chegar a um efeito anticoagulante suficientemente baixo em cada
paciente não é conhecido.
A introdução ou remoção do cateter deve ser postergada por pelo menos 12 horas após a administração de
doses baixas de CLEXANE (20 mg uma vez ao dia, 30 mg uma ou duas vezes ao dia, ou 40 mg uma vez
ao dia) e, pelo menos, 24 horas após a administração de doses mais elevadas de CLEXANE (0,75 mg/kg,
duas vezes ao dia, 1 mg/kg duas vezes ao dia, ou 1,5 mg/kg uma vez ao dia). Níveis de anti-Xa ainda são
detectáveis neste momento, e estes atrasos não são uma garantia de que um hematoma neuroaxial (espinhal)
será evitado. Pacientes recebendo a dose de 0,75 mg/kg duas vezes ao dia, ou a dose de 1 mg/kg duas vezes
ao dia não devem receber a segunda dose de enoxaparina no regime de duas vezes ao dia para permitir um
atraso maior antes da colocação ou remoção do cateter. Da mesma forma, apesar de uma recomendação
específica para o intervalo da dose subsequente de enoxaparina após a remoção do cateter não poder ser
feita, considerar adiar esta dose seguinte por pelo menos quatro horas, com base numa avaliação do risco-
benefício considerando tanto o risco de trombose como o risco de sangramento no contexto do
procedimento e dos fatores de risco do paciente. Para pacientes com clearance de creatinina <
30mL/minuto, são necessárias considerações adicionais porque a eliminação de enoxaparina é mais
prolongada; considerar a duplicação do tempo de remoção de um cateter, pelo menos, 24 horas para a menor
-- 3 of 36 --
3
dose prescrita de enoxaparina (30 mg uma vez ao dia) e, pelo menos, 48 horas para a dose mais elevada
(1mg/kg/dia).
Caso o médico decida administrar anticoagulantes durante o uso de anestesia peridural/espinhal ou punção
lombar, deve-se empregar o monitoramento frequente para detectar qualquer sinal ou sintoma de lesão
neurológica, tais como, dor lombar, deficiências sensoriais e motoras (dormência ou fraqueza dos membros
inferiores), alterações intestinais e/ou urinárias. Você deve informar imediatamente a seu médico caso
apresente qualquer sintoma ou sinal descrito acima. Em caso de suspeita de sinais ou sintomas de hematoma
intraespinhal, devem ser efetuados o diagnóstico e tratamento, incluindo descompressão da medula
espinhal, com urgência.
Trombocitopenia induzida pela heparina: A utilização de enoxaparina sódica em pacientes com história
de HIT mediada por imunidade nos últimos 100 dias ou na presença de anticorpos circulantes está
contraindicada. Os anticorpos circulantes podem persistir vários anos.
A enoxaparina sódica deve ser usada com extrema cautela em pacientes com história (mais de 100 dias) de
trombocitopenia induzida por heparina sem anticorpos circulantes. A decisão de utilizar enoxaparina sódica
neste caso, deve ser feita apenas após uma cuidadosa avaliação do risco benefício e após terem sido
considerados tratamentos alternativos sem heparina.
O risco de HIT é maior em pacientes no pós-operatório e principalmente após cirurgia cardíaca e em
pacientes com câncer. Portanto, recomenda-se que a contagem de plaquetas seja realizada antes do início
da terapia com enoxaparina sódica e depois regularmente durante o tratamento. Se houver sintomas clínicos
sugestivos de HIT (qualquer novo episódio de tromboembolismo arterial e/ou venoso, qualquer lesão
cutânea dolorosa no local da injeção, qualquer reação alérgica ou anafilactóide durante o tratamento), a
contagem de plaquetas deve ser efetuada. Os pacientes devem estar cientes de que estes sintomas podem
ocorrer e, nesse caso, devem informar o seu médico de cuidados primários. Na prática, se for observada
uma diminuição significativa confirmada da contagem de plaquetas (30 - 50% do valor inicial), o tratamento
com enoxaparina sódica deve ser imediatamente interrompido e o paciente deve mudar para outro
tratamento alternativo anticoagulante não heparínico.
Procedimentos de revascularização coronariana percutânea: Para minimizar o risco de sangramento
após a instrumentação vascular durante o tratamento da angina instável e do infarto do miocárdio, devem-
se respeitar precisamente os intervalos entre as doses recomendadas de CLEXANE. É importante
estabelecer a hemostasia no local da punção após a intervenção coronariana percutânea. Caso tenha sido
utilizado um dispositivo de fechamento, a bainha de acesso vascular pode ser removida imediatamente.
Caso tenha sido utilizado um método de compressão manual, a bainha deve ser removida 6 horas após a
última administração intravenosa ou subcutânea de CLEXANE. Se o tratamento com CLEXANE continuar,
a próxima dose programada de CLEXANE não deve ser administrada antes de 6 a 8 horas após a remoção
da bainha. Deve-se ter atenção especial ao local do procedimento para detecção de sinais de sangramento
ou formação de hematoma.
Gravidez e Lactação: Estudos em animais não demonstraram qualquer evidência de fetotoxicidade ou
teratogenicidade (capacidade de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez). Em ratas prenhes, a
passagem de 35
S-enoxaparina sódica através da placenta para o feto é mínima.
Em humanos, não existe evidência da passagem da enoxaparina sódica através da placenta durante o
segundo trimestre da gravidez. Ainda não existem informações disponíveis a este respeito durante o
primeiro e terceiro trimestres da gravidez.
Como não foram realizados estudos adequados e bem controlados em gestantes e uma vez que os estudos
realizados em animais nem sempre são bons indicativos da resposta humana, deve-se utilizar CLEXANE
durante a gravidez somente se o médico considerar como estritamente necessário.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Em ratas lactantes, a concentração de 35
S-enoxaparina sódica ou de seus metabólitos marcados no leite é
muito baixa. Não se sabe se a enoxaparina sódica inalterada é excretada no leite humano. A absorção oral
da enoxaparina sódica é improvável, porém, como precaução, não se deve amamentar durante o tratamento
com CLEXANE.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas: Não foram realizados estudos adequados para
avaliar a utilização de CLEXANE na tromboprofilaxia (prevenção de formação de coágulos) em gestantes
com próteses mecânicas valvulares cardíacas. Em um estudo clínico em gestantes com próteses mecânicas
valvulares cardíacas, administrou-se enoxaparina (1 mg/kg duas vezes ao dia) para redução do risco de
tromboembolismo, 2 de 8 gestantes desenvolveram coágulos resultando em bloqueio da válvula, levando a
óbitos materno e fetal. Houve relatos isolados pós-comercialização de trombose da valva em gestantes com
-- 4 of 36 --
4
próteses mecânicas valvulares cardíacas enquanto eram medicadas com enoxaparina para tromboprofilaxia.
Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas podem apresentar maior risco de tromboembolismo
(obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue na corrente sanguínea) (vide item “4. O que
devo saber antes de usar este medicamento? - Advertências e Precauções - Próteses mecânicas valvulares
cardíacas”).
Populações especiais
Pacientes idosos: não foi observado aumento na tendência de hemorragia em idosos com doses profiláticas.
Porém, pacientes idosos (especialmente pacientes com idade igual ou maior a 80 anos) podem ter um
aumento no risco de complicações hemorrágicas com doses terapêuticas. Portanto, aconselha-se um
monitoramento clínico cuidadoso (vide item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Pacientes idosos podem apresentar retardo na eliminação de CLEXANE (vide item “6. Como devo usar
este medicamento?”).
Crianças: a segurança e eficácia de CLEXANE em crianças ainda não foram estabelecidas.
Próteses mecânicas valvulares cardíacas: o uso de CLEXANE não foi adequadamente estudado para
casos de tromboprofilaxia em pacientes com próteses mecânicas valvulares cardíacas. Foram relatados
casos isolados de trombose com próteses valvulares cardíacas em pacientes com próteses mecânicas
valvulares cardíacas que receberam CLEXANE para tromboprofilaxia. A avaliação destes casos é limitada
devido aos fatores causais serem confusos, incluindo doenças anteriores e dados clínicos insuficientes.
Alguns destes casos foram em gestantes nas quais a trombose resultou em óbitos materno e fetal. Gestantes
com próteses mecânicas valvulares cardíacas podem apresentar maior risco para tromboembolismo (vide
item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? - Advertências e Precauções - Gestantes com
próteses mecânicas valvulares cardíacas”).
Insuficiência renal (nos rins): em pacientes com insuficiência renal, existe aumento da exposição ao
CLEXANE, aumentando também o risco de hemorragia. Como a exposição ao CLEXANE aumenta
significativamente em pacientes com insuficiência renal severa (“clearance” de creatinina < 30 mL/min), o
ajuste posológico é recomendado para dosagens terapêuticas e profiláticas. Embora não seja recomendado
ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal moderada (“clearance” de creatinina 30-50 mL/min)
e leve (“clearance” de creatinina 50-80 mL/min), é aconselhável realizar um monitoramento clínico
cuidadoso (vide item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Peso baixo: um aumento na exposição ao CLEXANE em doses profiláticas (não ajustadas ao peso) tem
sido observado em mulheres e homens com baixo peso (< 45 kg e < 57 kg, respectivamente), que pode
resultar em maior risco de hemorragia. Portanto, é aconselhável realizar um monitoramento clínico
cuidadoso nestes pacientes.
Pacientes obesos: pacientes obesos apresentam risco aumentado de tromboembolismo. A segurança e a
eficácia de doses profiláticas em pacientes obesos (IMC > 30 kg/m2) não foram totalmente determinadas e
não há consenso para ajuste de dose. Estes pacientes devem ser observados cuidadosamente quanto aos
sinais e sintomas de tromboembolismo.
Hipercalemia: as heparinas podem suprimir a secreção adrenal de aldosterona levando à hipercalemia,
particularmente em pacientes como aqueles com diabetes mellitus, insuficiência renal crônica, acidose
metabólica preexistente, tomando medicamentos conhecidos por aumentar o potássio. O potássio
plasmático deve ser monitorado regularmente, especialmente em pacientes em risco.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
A utilização de CLEXANE não afeta a habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Este medicamento contém menos de 1 mmol de sódio (23 mg) por seringa preenchida.
Para pacientes recebendo doses maiores que 210 mg/dia, este medicamento contém mais de 24 mg de
sódio (principal componente do sal de cozinha) em cada dose. Se você faz dieta de restrição de sal
(sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este
medicamento.
Interações Medicamentosas
Interação Medicamento-medicamento: Recomenda-se a interrupção do uso de medicamentos que afetam
a hemostasia (coagulação) antes do início do tratamento com CLEXANE, a menos que seu uso seja
estritamente indicado. Converse com seu médico caso esteja utilizando os medicamentos abaixo:
• salicilatos sistêmicos, ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs),
incluindo o cetorolaco; dextrana 40, ticlopidina e clopidogrel; glicocorticoides sistêmicos; agentes
trombolíticos e anticoagulantes; outros agentes antiplaquetários, incluindo os antagonistas de
glicoproteína IIb/IIIa.
-- 5 of 36 --
5
Em caso de indicação do uso de qualquer uma destas associações, deve-se utilizar CLEXANE sob
cuidadoso monitoramento clínico e laboratorial quando apropriado.
- Uso concomitante com cautela:
Os seguintes medicamentos podem ser administratdos com cautela concomintante com enoxaparina sódica:
Outros medicamentos que afetam a hemostasia, como:
• Inibidores de agregação plaquetária, incluindo ácido acetilsalicílico usado em dose antiagregante
(cardioproteção), clopidogrel, ticlopidina, e antagonista da glicoproteína IIb/IIIa indicados na síndrome
coronariana aguda devido ao risco de sangramento; Dextrano 40; Glicocordicoides sistêmicos.
Medicamentos que aumetam os níveis de potássio: Medicamentos que aumetam os níveis séricos de
potássio podem ser administrados concomitantemente com enoxaparina sódica sob cuidadoso
monitoramento clínico e laboratorial.
Interação Medicamento-exame laboratorial: Nas doses utilizadas na profilaxia do tromboembolismo
venoso, CLEXANE não influencia significativamente o tempo de sangramento e os testes de coagulação
sanguínea global, nem afeta a agregação plaquetária (união de plaquetas) ou a ligação do fibrinogênio
(proteína do sangue relacionada à coagulação sanguínea) às plaquetas.
Pode ocorrer aumento do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e do tempo de coagulação ativada
(TCA) (exames laboratoriais que avaliam a coagulação) com a administração de doses mais altas. Aumentos
no TTPa e TCA não estão linearmente correlacionados ao aumento da atividade antitrombótica de
CLEXANE, sendo, portanto, inadequados e inseguros para monitoramento da atividade de CLEXANE.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com Clexane (enoxaparina sódica) e até
10 dias após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
CLEXANE deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após abertas, as seringas de CLEXANE devem ser utilizadas imediatamente. Se houver solução
remanescente após o uso, esta deverá ser descartada.
Características físicas e organolépticas
Solução límpida, incolor a amarelo pálido
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MODO DE USAR: A via de administração de CLEXANE varia dependendo da indicação do produto.
Abaixo estão descritas as técnicas de injeção subcutânea e bolus intravenoso.
Técnica de injeção subcutânea de seringas preenchidas com sistema de segurança: Em caso de
autoinjeção, um profissional da saúde irá informar como administrar suas injeções. É essencial que você
siga exatamente estas instruções. Caso você tenha dúvidas, solicite ao profissional da saúde mais
explicações.
A injeção subcutânea aplicada corretamente (no tecido subcutâneo, abaixo da pele) é essencial para reduzir
a dor e ferimento no local da injeção.
Para evitar ferimentos acidentais com a agulha após a injeção, as seringas preenchidas são providas de um
dispositivo de segurança automático.
• Preparo do local para injeção: O local recomendado para injeção é na gordura da parte inferior do
abdômen, pelo menos 5 centímetros de distância do umbigo para fora e em ambos os lados.
Antes da injeção, lavar as mãos. Limpar (não esfregar) com álcool o local selecionado para injeção. Você
deve selecionar um local diferente do abdômen inferior a cada aplicação.
• Preparo da seringa antes da injeção: Verifique se a seringa não está danificada e se o medicamento
dentro está como uma solução límpida, sem partículas. Se a seringa estiver danificada ou o
medicamento não for límpido, utilizar outra seringa.
- Para as doses de 20 mg e 40 mg: Retire a capa protetora da agulha (figura 1). Uma gota pode aparecer na
ponta da agulha. Caso isto ocorra, remova-a antes de injetar o medicamento através de batidas suaves no
corpo da seringa com a agulha apontada para baixo. Não expelir qualquer bolha de ar da seringa antes de
administrar a injeção.
-- 6 of 36 --
6
- Para as doses de 60 mg, 80 mg e 100 mg: Retire a capa protetora da agulha (figura 1). Ajuste a dose a ser
injetada (se necessário):
A quantidade do medicamento a ser injetada deve ser ajustada dependendo do peso corpóreo do paciente;
consequentemente qualquer excesso do medicamento deve ser expelido antes da injeção. Segure a seringa
apontando para baixo (para manter a bolha de ar na seringa) e expelindo o excesso do medicamento em um
recipiente adequado.
Nota: caso o excesso de medicamento não seja expelido antes da aplicação, o dispositivo de segurança não
será ativado ao final da injeção.
Quando não houver a necessidade de ajuste da dose, a seringa preenchida está pronta para o uso. Não expelir
qualquer bolha de ar da seringa antes de administrar a injeção.
Uma gota pode aparecer na ponta da agulha. Se isso ocorrer, remova a gota antes da administração através
de batidas no corpo da seringa com a agulha apontada para baixo.
Figura 1
Administração da injeção:
1. A seringa preenchida (20mg/0,2mL e 40mg/0,4mL) já está pronta para uso. Para evitar a perda da
medicação, não pressione o êmbolo para expelir qualquer bolha de ar antes de administrar a injeção.
2. A injeção deve ser administrada por injeção subcutânea profunda, no tecido subcutâneo da parede
abdominal, com o paciente deitado ou sentado em posição confortável, alternando entre os lados
esquerdo e direito a cada aplicação.
3. A agulha deve ser introduzida perpendicularmente na espessura de uma prega cutânea feita entre os
dedos polegar e indicador. A prega deve ser mantida durante todo o período da injeção (figura 2). Não
esfregue o local da injeção após a administração.
Figura 2
4. O dispositivo de segurança é automaticamente ativado, quando o êmbolo é pressionado até o final, deste
modo protegendo completamente a agulha usada e sem causar desconforto ao paciente. A ativação do
dispositivo de segurança só é possível se o êmbolo for completamente abaixado.
Nota: o dispositivo de segurança somente poderá ser ativado com a seringa completamente vazia. (figura
3)
-- 7 of 36 --
7
Figura 3
Técnica de injeção intravenosa (bolus) – Apenas para a indicação de tratamento de infarto agudo do
miocárdio com elevação do segmento ST:
CLEXANE deve ser administrado através de uma linha intravenosa e não deve ser misturado ou
coadministrado com outros medicamentos. Para evitar a possibilidade de mistura de CLEXANE com outros
medicamentos, o acesso intravenoso escolhido deve ser lavado com quantidade suficiente de solução salina
ou solução dextrose antes e imediatamente após a administração do bolus intravenoso de CLEXANE para
limpar o dispositivo de acesso do medicamento. CLEXANE pode ser utilizado com segurança com solução
salina normal 0,9% ou dextrose a 5% em água.
Bolus intravenoso inicial de 30 mg: utiliza-se uma seringa preenchida de CLEXANE graduada e despreza-
se o excesso do volume, obtendo apenas 30 mg (0,3 mL) na seringa. Injeta-se, então, a dose de 30 mg
diretamente na linha intravenosa.
Bolus adicional para pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea quando a última
dose subcutânea de CLEXANE foi administrada há mais de 8 horas antes de o balão ser inflado: para
pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea, um bolus intravenoso adicional de 0,3 mg/kg
deve ser administrado se a última dose subcutânea de CLEXANE foi administrada há mais de 8 horas antes
de o balão ser inflado (vide item “6. Como devo usar este medicamento? - Posologia - Tratamento do infarto
agudo do miocárdio com elevação do segmento ST”).
Para assegurar a precisão do pequeno volume a ser injetado, recomenda-se a diluição do medicamento para
uma solução de 3 mg/mL.
Para obter uma solução a 3 mg/mL utilizando uma seringa preenchida de 60 mg de CLEXANE, recomenda-
se usar uma bolsa de infusão de 50 mL (contendo, por exemplo, solução salina normal 0,9% ou dextrose a
5% em água). Com o auxílio de uma seringa, retira-se 30 mL da solução contida na bolsa e despreza-se este
volume. Aos 20 mL restantes na bolsa de infusão, injeta-se o conteúdo total de uma seringa preenchida
graduada de 60 mg. Mistura-se gentilmente a solução final.
Retira-se com uma seringa o volume requerido da solução para administração na linha intravenosa.
Recomenda-se que esta solução seja preparada imediatamente antes de sua utilização.
Após finalizada a diluição, o volume a ser injetado na linha intravenosa deve ser calculado utilizando-se a
seguinte fórmula: [volume da solução diluída (mL) = peso do paciente (kg) x 0,1] ou utilizando a tabela
abaixo.
Volume de solução a 3 mg/mL a ser injetado na linha intravenosa
Peso do paciente
(kg)
Dose requerida (0,3 mg/kg)
(mg)
Volume a ser injetado (mL) após ser
diluído para a concentração final de
3 mg/mL
45 13,5 4,5
50 15 5
55 16,5 5,5
60 18 6
65 19,5 6,5
70 21 7
75 22,5 7,5
80 24 8
85 25,5 8,5
90 27 9
95 28,5 9,5
-- 8 of 36 --
8
100 30 10
POSOLOGIA: A posologia de CLEXANE é determinada pela predisposição individual de ocorrer o
tromboembolismo venoso em situações desencadeantes como cirurgia, imobilização prolongada e trauma,
entre outras. Dessa maneira, são considerados com risco moderado os indivíduos que apresentem os
seguintes fatores predisponentes: idade superior a 40 anos, obesidade, varizes dos membros inferiores,
neoplasia, doença pulmonar ou cardíaca crônica, estrogenioterapia, puerpério, infecções sistêmicas, entre
outros. São considerados com alto risco os indivíduos com histórico de tromboembolismo venoso prévio,
neoplasia abdominal ou pélvica, cirurgia ortopédica de grande porte dos membros inferiores, entre outros.
1. Profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes cirúrgicos: A duração e a dose do tratamento
com CLEXANE baseiam-se no risco do paciente. O risco do paciente sofrer o evento tromboembólico pode
ser estimado através de modelos de estratificação de risco validados.
Em pacientes que apresentam risco moderado de tromboembolismo, a dose recomendada de CLEXANE é
de 20 mg ou 40 mg uma vez ao dia por via subcutânea. Na cirurgia geral, a primeira injeção deve ser
administrada 2 horas antes da intervenção cirúrgica.
O tratamento com CLEXANE é geralmente prescrito por um período médio de 7 a 10 dias. Um tratamento
mais prolongado pode ser apropriado em alguns pacientes e deve ser continuado enquanto houver risco de
tromboembolismo venoso e até que o paciente seja ambulatorial.
Em pacientes com alto risco de tromboembolismo, a dose recomendada de CLEXANE administrada por
via subcutânea é de 40 mg uma vez ao dia, iniciada 12 horas antes da cirurgia, ou de 30 mg, duas vezes ao
dia, iniciada 12 a 24 horas após a cirurgia.
• Para os pacientes que se submetem à cirurgia ortopédica de grande porte com um risco elevado de
tromboembolismo venoso, uma tromboprofilaxia (prevenção de trombose) de até 5 semanas é
recomendada.
• Para pacientes submetidos à cirurgia oncológica com risco elevado de tromboembolismo venoso,
recomenda-se uma tromboprofilaxia (prevenção de trombose) de até 4 semanas.
Para recomendações especiais sobre o intervalo entre as dosagens para anestesia espinhal/peridural e
procedimentos de revascularização coronária percutânea vide item ”4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?”.
2. Profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes clínicos: A dose recomendada para pacientes
clínicos é de 40 mg de CLEXANE, uma vez ao dia, administrada por via subcutânea. A duração do
tratamento deve ser de no mínimo, 6 dias, devendo ser continuado até que o paciente recupere a capacidade
plena de se locomover, por um período máximo de 14 dias.
3. Tratamento da trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar: A posologia de
CLEXANE recomendada para o tratamento da trombose venosa profunda é de 1,5 mg/kg, uma vez ao dia
ou 1 mg/kg, duas vezes ao dia, administrado por via subcutânea. Em pacientes com distúrbios
tromboembólicos complicados, recomenda-se a administração da dose de 1 mg/kg, duas vezes ao dia.
O tratamento com CLEXANE é geralmente prescrito por um período médio de 10 dias. A terapia
anticoagulante oral deve ser iniciada quando apropriada e o tratamento com CLEXANE deve ser mantido
até que o efeito terapêutico do anticoagulante tenha sido atingido.
4. Prevenir a formação de mais coágulos no sangue se você já tiver um coágulo sanguíneo devido ao
câncer: A dose habitual é de 1,5 mg/kg uma vez por dia ou 1 mg/kg duas vezes ao dia.
O seu médio decidirá durante quanto tempo você deverá receber o CLEXANE.
5. Prevenção da formação de trombo no circuito de circulação extracorpórea durante a hemodiálise
A dose recomendada é de 1 mg/kg de CLEXANE.
Em pacientes com alto risco hemorrágico, a dose deve ser reduzida para 0,5 mg/kg quando o acesso vascular
for duplo ou 0,75 mg/kg quando o acesso vascular for simples.
Durante a hemodiálise, CLEXANE deve ser introduzido na linha arterial do circuito, no início da sessão de
hemodiálise. O efeito desta dose geralmente é suficiente para uma sessão com duração de 4 horas,
entretanto, caso haja aparecimento de anéis de fibrina, por exemplo, após uma sessão mais longa que o
normal, pode ser administrada dose complementar de 0,5 a 1,0 mg/kg de CLEXANE.
6. Tratamento de angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST: A dose de
CLEXANE recomendada é de 1 mg/kg a cada 12 horas, por via subcutânea, administrada
concomitantemente com ácido acetilsalicílico oral (100 a 325 mg, uma vez ao dia).
Nestes pacientes, o tratamento com CLEXANE deve ser prescrito por no mínimo 2 dias e mantido até
estabilização clínica. A duração normal do tratamento é de 2 a 8 dias.
7. Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST: A dose recomendada de
CLEXANE é de um bolus intravenoso único de 30 mg acompanhado de uma dose de 1 mg/kg por via
subcutânea, seguido por 1 mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas (as duas primeiras doses subcutâneas
-- 9 of 36 --
9
devem ser de no máximo 100 mg cada dose e as demais doses 1 mg/kg por via subcutânea). Para pacientes
com 75 anos de idade ou mais, verifique instruções específicas descritas abaixo em “Populações Especiais
– Idosos”.
Quando administrado em conjunto com um trombolítico (específico para fibrina ou não), CLEXANE deve
ser administrado entre 15 minutos antes e 30 minutos depois do início da terapia fibrinolítica. Todos os
pacientes devem receber ácido acetilsalicílico tão logo seja diagnosticado o infarto agudo do miocárdio
com elevação do segmento ST. Esta medicação deve ser mantida com dosagem de 75 a 325 mg uma vez ao
dia, a menos que haja contraindicação para o seu uso.
A duração recomendada do tratamento com CLEXANE é de 8 dias ou até que o paciente receba alta do
hospital, considerando-se o que ocorrer primeiro.
Para pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea: se a última dose subcutânea de
CLEXANE foi administrada há menos de 8 horas antes de o balão ser inflado, não é necessária dose
adicional deste medicamento. Entretanto, caso a última dose subcutânea tenha sido administrada há mais
de 8 horas antes de o balão ser inflado, uma dose adicional de 0,3 mg/kg de CLEXANE deve ser
administrada através de bolus intravenoso.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de CLEXANE administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança
e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa ou
subcutânea (dependendo da indicação terapêutica), conforme recomendado pelo médico.
Populações Especiais
Idosos: Para o tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes idosos
(com idade igual ou maior a 75 anos), não deve ser administrado o bolus intravenoso inicial. A dose inicial
é de 0,75 mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas (as duas primeiras doses subcutâneas devem ser de no
máximo 75 mg cada dose e as demais 0,75 mg/kg por via subcutânea).
Para as demais indicações do produto, não é necessário realizar ajuste posológico em idosos, a menos que
a função renal (dos rins) esteja prejudicada (vide itens ”4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?” e 6. Como devo usar este medicamento? -Posologia - Insuficiência renal”).
Insuficiência renal (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”)
• Insuficiência renal severa: é necessário realizar ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal
severa (clearance de creatinina < 30 mL/min), de acordo com as tabelas a seguir, uma vez que a
exposição ao CLEXANE é significativamente aumentada nesta população de pacientes.
Para uso terapêutico, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:
Dose padrão Insuficiência renal severa
1 mg/kg por via subcutânea, duas vezes ao dia 1 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia
1,5 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia 1 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia
Tratamento estendido de TVP e EP em pacientes com câncer ativo
1 mg/kg subcutânea 2 vezes ao dia de 5 a 10 dias 1mg/kg subcutânea 1 vez ao dia por até 6 meses*
1,5 mg/kg subcutânea 1 vez ao dia por até 6 meses*
Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes com idade
inferior a 75 anos
30 mg em bolus intravenoso único acompanhado de
uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea, seguido de
1 mg/kg por via subcutânea duas vezes ao dia (as duas
primeiras doses subcutâneas devem ser de no máximo
100 mg cada)
30 mg em bolus intravenoso único acompanhado
de uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea,
seguido de 1 mg/kg por via subcutânea uma vez
ao dia (a primeira dose subcutânea deve ser de no
máximo 100 mg)
Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes idosos com
idade maior ou igual a 75 anos
0,75 mg/kg por via subcutânea duas vezes ao dia SEM
bolus intravenoso inicial (as duas primeiras doses
subcutâneas devem ser de no máximo 75 mg cada)
1 mg/kg por via subcutânea uma vez ao dia SEM
bolus intravenoso inicial (a primeira dose
subcutânea deve ser de no máximo 100 mg)
* O benefício da terapia contínua de anticoagulante deve ser reavaliado após 6 meses de tratamento.
Para uso profilático, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:
Dose padrão Insuficiência renal severa
40 mg por via subcutânea, uma vez ao dia 20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia
20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia 20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia
Estes ajustes posológicos não se aplicam à indicação em hemodiálise.
-- 10 of 36 --
10
Insuficiência renal leve e moderada: embora não seja recomendado realizar ajuste posológico em
pacientes com insuficiência renal moderada (clearance de creatinina 30-50 mL/min) e leve (clearance de
creatinina 50-80 mL/min), é aconselhável que se faça um monitoramento clínico cuidadoso.
Insuficiência hepática (do fígado): em decorrência da ausência de estudos clínicos, recomenda-se cautela
em pacientes com insuficiência do fígado.
Anestesia espinhal/peridural: para pacientes que recebendo anestesia espinhal/peridural vide item “4. O
que devo saber antes de usar este medicamento? - Anestesia espinhal/peridural”.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela
posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A enoxaparina foi avaliada em mais de 15000 pacientes que receberam o medicamento em estudos clínicos.
Estes estudos incluíram 1776 pacientes para profilaxia de trombose venosa profunda seguida de cirurgia
ortopédica ou abdominal em pacientes com risco de complicações tromboembólicas, 1169 para profilaxia
de trombose venosa profunda em pacientes intensamente doentes com mobilidade severamente restrita, 559
para tratamento de trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar, 1578 para tratamento de
angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST e 10176 para tratamento de infarto
agudo do miocárdio com elevação do segmento ST.
O regime de enoxaparina sódica administrada durante estes estudos clínicos varia dependendo da indicação.
A dose de enoxaparina sódica foi de 40 mg por via subcutânea uma vez ao dia para profilaxia de trombose
venosa profunda seguida de cirurgia ou em pacientes intensamente doentes com mobilidade severamente
restrita. No tratamento da trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar, pacientes
recebendo enoxaparina foram tratados também com uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea a cada 12
horas ou uma dose de 1,5 mg/kg por via subcutânea uma vez ao dia. Nos estudos clínicos para o tratamento
de angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST, as doses foram de 1 mg/kg por via
subcutânea a cada 12 horas e no estudo clínico para tratamento de infarto agudo do miocárdio com elevação
do segmento ST, o regime de enoxaparina sódica foi de 30 mg por via intravenosa em bolus seguida de 1
mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas.
As reações adversas observadas nestes estudos clínicos e reportadas na experiência pós-comercialização
estão detalhadas abaixo:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação com frequência desconhecida (que não pode ser estimada a partir dos dados). As reações
adversas observadas pós-comercialização são classificadas como de “frequência desconhecida”.
• Hemorragias: Em estudos clínicos, hemorragias foram as reações mais comumente reportadas. Estas
incluem hemorragias de grande porte, relatadas no máximo em 4,2% dos pacientes (pacientes cirúrgicos**).
Alguns destes casos foram fatais.
Assim como com outros anticoagulantes, pode ocorrer hemorragia na presença de fatores de risco
associados, tais como: lesões orgânicas suscetíveis a sangramento, procedimentos invasivos ou uso
concomitante de medicamentos que afetam a hemostasia (conjunto de mecanismos que o organismo
emprega para evitar hemorragia) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -
Interações Medicamentosas”).
Distúrbios vasculares: Profilaxia (prevenção) em pacientes cirúrgicos: Muito comum: hemorragia*
(sangramento); Rara: hemorragia retroperitoneal (espaço anatômico atrás da cavidade abdominal)
Profilaxia em pacientes sob tratamento médico: Comum: hemorragia*
Tratamento em pacientes com trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar: Muito comum:
hemorragia*; Incomum: hemorragia intracraniana (dentro do crânio), hemorragia retroperitoneal
Prevenir a formação de mais coágulos no sangue se você tiver um coágulo sanguíneo devido ao câncer: -
Comum: hemorragia*; Desconhecida: formação de manchas rochas na pele mais facilmente do que o
normal – isso pode ser devido à baixa contagem de plaquetas no sangue.
-- 11 of 36 --
11
Tratamento em pacientes com angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST:
Comum: hemorragia*; Rara: hemorragia retroperitoneal
Tratamento em pacientes com infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST: Comum:
hemorragia*; Incomum: hemorragia intracraniana, hemorragia retroperitoneal
* como hematoma (acúmulo de sangue fora dos vasos sanguíneos), outras equimoses (extravasamento de
sangue na pele) além do local da injeção, ferimento com hematoma, hematúria (sangue na urina), epistaxe
(sangramento no nariz) e hemorragia gastrintestinal.
** em pacientes cirúrgicos as complicações hemorrágicas foram consideradas de grande porte: (1) se a
hemorragia causou um evento clínico significativo, ou (2) se acompanhado por uma diminuição da
hemoglobina ≥ 2 g/dL ou transfusão de 2 ou mais unidades de produto sanguíneo. As hemorragias
retroperitoneal e intracraniana foram sempre consideradas de grande porte.
• Trombocitopenia e trombocitose
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Profilaxia em pacientes cirúrgicos
- Muito comum: trombocitose (aumento de plaquetas > 400.000/mm3); Comum: trombocitopenia
(diminuição no número de plaquetas sanguíneas)
Profilaxia em pacientes sob tratamento médico
- Incomum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar
- Muito comum: trombocitose; Comum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST
- Incomum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST
- Comum: trombocitose, trombocitopenia; Muito rara: trombocitopenia imunoalérgica
Outras reações adversas clinicamente relevantes: Estas reações estão apresentadas abaixo, qualquer que
sejam as indicações, por sistema órgão classe, frequência e ordem decrescente de gravidade.
Distúrbios do sistema imune: Comum: reação alérgica; Rara: reação anafilática/anafilactoide (tipo de
reação alérgica) - ver também experiência pós-comercialização.
Distúrbios hepatobiliares (do fígado): Muito comum: aumento das enzimas do fígado, principalmente
transaminases (níveis de transaminases > 3 vezes o limite superior de normalidade)
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: Comum: urticária (erupção na pele com coceira), prurido (coceira
e/ou ardência), eritema (vermelhidão); Incomum: dermatite bolhosa (tipo de reação alérgica na pele);
Desconhecida: Pustulose Exantemática Generalizada Aguda (PAGE)
Distúrbios gerais e condições no local da administração: Comum: hematoma, dor e outras reações no
local da injeção (como edema, hemorragia, hipersensibilidade, inflamação, tumoração (inchaço), dor ou
reação não especificada); Incomum: irritação no local, necrose na pele do local de injeção
Investigação: Rara: hiperpotassemia (aumento do potássio no sangue)
Experiência pós-comercialização: As reações adversas a seguir foram identificadas durante o período
após a aprovação do uso de CLEXANE. As reações adversas são derivadas de relatos espontâneos e,
portanto, a frequência é desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados).
Distúrbios do sistema imune: Reação anafilática/anafilactoide, incluindo choque
Distúrbios do sistema nervoso: Dor de cabeça
Distúrbios vasculares: Foram relatados casos de hematoma espinhal (ou hematoma neuroaxial) com o uso
concomitante de enoxaparina sódica e anestesia espinhal/peridural ou punção espinhal. Estas reações
resultaram em graus variados de lesão neurológica, incluindo paralisia por tempo prolongado ou
permanente (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios do sangue e linfáticos: Anemia hemorrágica; Casos de trombocitopenia imunoalérgica com
trombose, em alguns casos, a trombose foi complicada por infarto orgânico ou isquemia de extremidade
(irrigação deficiente de sangue nas extremidades devido à constrição ou obstrução dos vasos sanguíneos)
(vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?); Eosinofilia (aumento de um tipo de
leucócito no sangue chamado eosinófilo)
Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos: Vasculite cutânea (inflamação da parede de um vaso), necrose
cutânea (morte das células da pele) geralmente ocorrendo no local da administração, (estes fenômenos são
geralmente precedidos por púrpura (manchas arroxeadas na pele e nas mucosas) ou placas eritematosas
(com vermelhidão, infiltradas e dolorosas), devendo-se interromper o tratamento com CLEXANE; Nódulos
no local de injeção (nódulos inflamatórios que não são inclusões císticas de enoxaparina) que desaparecem
após alguns dias e não devem ser motivo para interrupção do tratamento; Alopecia
-- 12 of 36 --
12
Distúrbios hepatobiliares: Lesão hepatocelular (lesão das células do fígado); Lesão colestática (lesão
causada pelo acúmulo de bile, devido à redução/obstrução do fluxo de bile)
Distúrbios musculoesqueléticos e de tecido conjuntivo: Osteoporose (doença que atinge os ossos) na
terapia prolongada (acima de 3 meses)
Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas e severidade: a superdose acidental após administração intravenosa, extracorporal ou subcutânea
de CLEXANE pode causar complicações hemorrágicas. A absorção de CLEXANE após a administração
oral, mesmo em altas doses, é pouco provável.
Tratamento e antídoto: os efeitos anticoagulantes podem ser em grande parte, neutralizados pela
administração intravenosa lenta de protamina. A dose de protamina depende da dose de CLEXANE
administrada, ou seja, 1 mg de protamina neutraliza o efeito anticoagulante de 1 mg de CLEXANE, se
CLEXANE foi administrado nas primeiras 8 horas. Uma infusão de 0,5 mg de protamina para 1 mg de
CLEXANE pode ser administrada se CLEXANE foi administrado há mais de 8 horas antes da
administração da protamina, ou se tiver sido determinado que uma segunda dose de protamina seja
necessária. Após 12 horas da injeção de CLEXANE, a administração da protamina pode não ser necessária.
Entretanto, mesmo com doses elevadas de protamina, a atividade anti-Xa de CLEXANE nunca é
completamente neutralizada (máximo de aproximadamente 60%).
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.8326.0336
Importado e Registrado por: Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ - 10.588.595/0010-92 - ® Marca registrada
Soluções injetáveis 20 mg/0,2 mL, 40 mg/0,4 mL, 60 mg/0,6 mL, 80 mg/0,8 mL, 100 mg/1,0 mL
Produzido por: Sanofi Winthrop Industrie
Maisons-Alfort – França
Ou
Solução injetável 40 mg/0,4 mL
Produzido por: Sanofi Winthrop Industrie
Le Trait – França
IB091221D
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/07/2025.
-- 13 of 36 --
1
CLEXANE®
enoxaparina sódica
APRESENTAÇÕES
- Solução injetável 20 mg/0,2 mL: embalagem com 2 e 10 seringas preenchidas com sistema de segurança
autoativado.
- Solução injetável 40 mg/0,4 mL: embalagem com 2, 6 e 10 seringas preenchidas com sistema de segurança
autoativado.
- Solução injetável 60 mg/0,6 mL: embalagem com 2 e 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
- Solução injetável 80 mg/0,8 mL: embalagem com 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
- Solução injetável 100 mg/1,0 mL: embalagem com 10 seringas preenchidas graduadas com sistema de
segurança autoativado.
USO SUBCUTÂNEO OU INTRAVENOSO (A VIA DE ADMINISTRAÇÃO VARIA DE ACORDO
COM A INDICAÇÃO DO PRODUTO) - USO ADULTO.
COMPOSIÇÃO
Cada seringa preenchida de CLEXANE contém:
Apresentação 20 mg 40 mg 60 mg 80 mg 100 mg
enoxaparina sódica 20,0 mg 40,0 mg 60,0 mg 80,0 mg 100,0 mg
água para injetáveis q.s.p. 0,2 mL 0,4 mL 0,6 mL 0,8 mL 1,0 mL
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado para:
- tratamento da trombose venosa profunda (formação ou presença de um coágulo sanguíneo dentro de um
vaso) com ou sem embolia pulmonar (presença de um coágulo em uma artéria do pulmão); prevenir a
formação de mais coágulos no sangue se você já tiver apresentado um coágulo sanguíneo devido ao câncer;
tratamento da angina instável (dor no peito) e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST,
administrado concomitantemente ao ácido acetilsalicílico; tratamento de infarto agudo do miocárdio (morte
(necrose) de parte do músculo cardíaco por falta de aporte adequado de nutrientes e oxigênio) com elevação
do segmento ST, incluindo pacientes a serem tratados clinicamente ou com subsequente intervenção
coronariana percutânea (cateterismo cardíaco); profilaxia do tromboembolismo venoso (prevenção da
obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue na corrente sanguínea), em particular aqueles
associados à cirurgia ortopédica ou à cirurgia geral; profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes
acamados devido a doenças agudas incluindo insuficiência cardíaca (condição em que o coração é incapaz
de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades do corpo), falência respiratória, infecções
severas e doenças reumáticas (doenças inflamatórias e degenerativas que afetam as articulações); prevenção
da formação de trombo na circulação extracorpórea durante a hemodiálise (método artificial para filtrar o
sangue).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
CLEXANE diminui o risco de desenvolvimento de uma trombose venosa profunda e sua consequência
mais grave, a embolia pulmonar. CLEXANE previne e trata estas duas patologias, evitando sua progressão
ou recorrência, além de tratar angina instável e o infarto do miocárdio. CLEXANE também evita a
coagulação do sangue no circuito de hemodiálise. A duração do tratamento com CLEXANE pode variar de
um indivíduo para o outro.
A máxima atividade anti-Xa (antitrombótica) média no sangue é observada 3 a 5 horas após a administração
subcutânea.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
CLEXANE não deve ser utilizado nos seguintes casos:
- hipersensibilidade (alergia) à enoxaparina sódica, à heparina e seus derivados, inclusive outras heparinas
de baixo peso molecular; história de trombocitopenia induzida por heparina mediada por imunidade (HIT)
-- 14 of 36 --
2
nos últimos 100 dias ou na presença de anticorpos circulantes; hemorragias ativas de grande porte e
condições com alto risco de desenvolvimento de hemorragia incontrolável, incluindo acidente vascular
cerebral hemorrágico (derrame cerebral) recente.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
CLEXANE não deve ser administrado por via intramuscular.
Hemorragia (sangramento): Assim como com outros anticoagulantes, pode ocorrer sangramento em
qualquer local (vide item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Se ocorrer
sangramento, a origem da hemorragia deve ser investigada e tratamento apropriado deve ser instituído.
CLEXANE, assim como qualquer outra terapia anticoagulante, deve ser utilizado com cautela em
condições com alto risco de hemorragia, tais como: alterações na hemostasia (alteração nos mecanismos
que controlam a formação e a dissolução de coágulos); histórico de úlcera péptica (úlcera no estômago);
derrame cerebral recente; hipertensão arterial (pressão alta) severa não controlada; retinopatia diabética
(lesão na retina causada pelas complicações do diabetes mellitus); neurocirurgia ou cirurgia oftálmica (no
olho) recente; uso concomitante de medicamentos que afetem a hemostasia (vide item “4. O que devo
saber antes de usar este medicamento? - Interações Medicamentosas”). em caso de suspeita de dengue
Monitoramento da contagem de plaquetas (elemento do sangue que participa da coagulação sanguínea).
O risco de trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas) induzida por heparina também existe com
heparinas de baixo peso molecular. Pode ocorrer trombocitopenia geralmente entre o 5º e 21º dia após o
início do tratamento com CLEXANE. Portanto, recomenda-se a realização de contagem plaquetária antes
do início e regularmente durante o tratamento com CLEXANE. Na prática, em caso de confirmação de
diminuição significativa da contagem plaquetária (30 a 50% do valor inicial), o tratamento com CLEXANE
deve ser imediatamente interrompido e substituído por outra terapia.
Advertências Gerais: As diferentes classes de heparinas de baixo peso molecular (HBPM), por exemplo,
enoxaparina, dalteparina, bemiparina e nadroparina não devem ser intercambiáveis (unidade por unidade),
pois existem diferenças entre elas quanto ao processo de fabricação, peso molecular, atividade anti-Xa
específica, unidade e dosagem. Isto ocasiona diferenças em suas atividades farmacocinéticas e biológicas
associadas (por exemplo, a atividade antitrombina e a interação plaquetária). Portanto, é necessário
obedecer às instruções de uso de cada medicamento.
Anestesia espinhal/peridural: Foram relatados casos de hematoma intraespinhal (acúmulo de sangue
dentro da coluna espinhal) com o uso concomitante de CLEXANE e anestesia espinhal/peridural,
resultando em paralisia prolongada ou permanente. Estes eventos são raros com a administração de doses
iguais ou inferiores a 40 mg/dia de CLEXANE. O risco destes eventos pode ser aumentado com
administração de doses maiores de CLEXANE, uso de cateter epidural no pós-operatório ou em caso de
administração concomitante de medicamentos que alteram a hemostasia, tais como anti-inflamatórios não
esteroidais (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -Interações Medicamentosas”).
O risco parece também ser aumentado por traumatismo ou punções espinhais (na espinha) repetidas ou em
pacientes com histórico de cirurgia ou deformidade espinhal.
Para reduzir o risco potencial de sangramento associado ao uso concomitante de CLEXANE e
anestesia/analgesia peridural ou espinhal, deve-se considerar o perfil farmacocinético do fármaco. A
introdução e remoção do cateter devem ser realizadas quando o efeito anticoagulante de CLEXANE estiver
baixo, no entanto, o momento exato para chegar a um efeito anticoagulante suficientemente baixo em cada
paciente não é conhecido.
A introdução ou remoção do cateter deve ser postergada por pelo menos 12 horas após a administração de
doses baixas de CLEXANE (20 mg uma vez ao dia, 30 mg uma ou duas vezes ao dia, ou 40 mg uma vez
ao dia) e, pelo menos, 24 horas após a administração de doses mais elevadas de CLEXANE (0,75 mg/kg,
duas vezes ao dia, 1 mg/kg duas vezes ao dia, ou 1,5 mg/kg uma vez ao dia). Níveis de anti-Xa ainda são
detectáveis neste momento, e estes atrasos não são uma garantia de que um hematoma neuroaxial (espinhal)
será evitado. Pacientes recebendo a dose de 0,75 mg/kg duas vezes ao dia, ou a dose de 1 mg/kg duas vezes
ao dia não devem receber a segunda dose de enoxaparina no regime de duas vezes ao dia para permitir um
atraso maior antes da colocação ou remoção do cateter. Da mesma forma, apesar de uma recomendação
específica para o intervalo da dose subsequente de enoxaparina após a remoção do cateter não poder ser
feita, considerar adiar esta dose seguinte por pelo menos quatro horas, com base numa avaliação do risco-
benefício considerando tanto o risco de trombose como o risco de sangramento no contexto do
procedimento e dos fatores de risco do paciente. Para pacientes com clearance de creatinina <
30mL/minuto, são necessárias considerações adicionais porque a eliminação de enoxaparina é mais
prolongada; considerar a duplicação do tempo de remoção de um cateter, pelo menos, 24 horas para a menor
-- 15 of 36 --
3
dose prescrita de enoxaparina (30 mg uma vez ao dia) e, pelo menos, 48 horas para a dose mais elevada
(1mg/kg/dia).
Caso o médico decida administrar anticoagulantes durante o uso de anestesia peridural/espinhal ou punção
lombar, deve-se empregar o monitoramento frequente para detectar qualquer sinal ou sintoma de lesão
neurológica, tais como, dor lombar, deficiências sensoriais e motoras (dormência ou fraqueza dos membros
inferiores), alterações intestinais e/ou urinárias. Você deve informar imediatamente a seu médico caso
apresente qualquer sintoma ou sinal descrito acima. Em caso de suspeita de sinais ou sintomas de hematoma
intraespinhal, devem ser efetuados o diagnóstico e tratamento, incluindo descompressão da medula
espinhal, com urgência.
Trombocitopenia induzida pela heparina: A utilização de enoxaparina sódica em pacientes com história
de HIT mediada por imunidade nos últimos 100 dias ou na presença de anticorpos circulantes está
contraindicada. Os anticorpos circulantes podem persistir vários anos.
A enoxaparina sódica deve ser usada com extrema cautela em pacientes com história (mais de 100 dias) de
trombocitopenia induzida por heparina sem anticorpos circulantes. A decisão de utilizar enoxaparina sódica
neste caso, deve ser feita apenas após uma cuidadosa avaliação do risco benefício e após terem sido
considerados tratamentos alternativos sem heparina.
O risco de HIT é maior em pacientes no pós-operatório e principalmente após cirurgia cardíaca e em
pacientes com câncer. Portanto, recomenda-se que a contagem de plaquetas seja realizada antes do início
da terapia com enoxaparina sódica e depois regularmente durante o tratamento. Se houver sintomas clínicos
sugestivos de HIT (qualquer novo episódio de tromboembolismo arterial e/ou venoso, qualquer lesão
cutânea dolorosa no local da injeção, qualquer reação alérgica ou anafilactóide durante o tratamento), a
contagem de plaquetas deve ser efetuada. Os pacientes devem estar cientes de que estes sintomas podem
ocorrer e, nesse caso, devem informar o seu médico de cuidados primários. Na prática, se for observada
uma diminuição significativa confirmada da contagem de plaquetas (30 - 50% do valor inicial), o tratamento
com enoxaparina sódica deve ser imediatamente interrompido e o paciente deve mudar para outro
tratamento alternativo anticoagulante não heparínico.
Procedimentos de revascularização coronariana percutânea: Para minimizar o risco de sangramento
após a instrumentação vascular durante o tratamento da angina instável e do infarto do miocárdio, devem-
se respeitar precisamente os intervalos entre as doses recomendadas de CLEXANE. É importante
estabelecer a hemostasia no local da punção após a intervenção coronariana percutânea. Caso tenha sido
utilizado um dispositivo de fechamento, a bainha de acesso vascular pode ser removida imediatamente.
Caso tenha sido utilizado um método de compressão manual, a bainha deve ser removida 6 horas após a
última administração intravenosa ou subcutânea de CLEXANE. Se o tratamento com CLEXANE continuar,
a próxima dose programada de CLEXANE não deve ser administrada antes de 6 a 8 horas após a remoção
da bainha. Deve-se ter atenção especial ao local do procedimento para detecção de sinais de sangramento
ou formação de hematoma.
Gravidez e Lactação: Estudos em animais não demonstraram qualquer evidência de fetotoxicidade ou
teratogenicidade (capacidade de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez). Em ratas prenhes, a
passagem de 35
S-enoxaparina sódica através da placenta para o feto é mínima.
Em humanos, não existe evidência da passagem da enoxaparina sódica através da placenta durante o
segundo trimestre da gravidez. Ainda não existem informações disponíveis a este respeito durante o
primeiro e terceiro trimestres da gravidez.
Como não foram realizados estudos adequados e bem controlados em gestantes e uma vez que os estudos
realizados em animais nem sempre são bons indicativos da resposta humana, deve-se utilizar CLEXANE
durante a gravidez somente se o médico considerar como estritamente necessário.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Em ratas lactantes, a concentração de 35
S-enoxaparina sódica ou de seus metabólitos marcados no leite é
muito baixa. Não se sabe se a enoxaparina sódica inalterada é excretada no leite humano. A absorção oral
da enoxaparina sódica é improvável, porém, como precaução, não se deve amamentar durante o tratamento
com CLEXANE.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas: Não foram realizados estudos adequados para
avaliar a utilização de CLEXANE na tromboprofilaxia (prevenção de formação de coágulos) em gestantes
com próteses mecânicas valvulares cardíacas. Em um estudo clínico em gestantes com próteses mecânicas
valvulares cardíacas, administrou-se enoxaparina (1 mg/kg duas vezes ao dia) para redução do risco de
tromboembolismo, 2 de 8 gestantes desenvolveram coágulos resultando em bloqueio da válvula, levando a
óbitos materno e fetal. Houve relatos isolados pós-comercialização de trombose da valva em gestantes com
-- 16 of 36 --
4
próteses mecânicas valvulares cardíacas enquanto eram medicadas com enoxaparina para tromboprofilaxia.
Gestantes com próteses mecânicas valvulares cardíacas podem apresentar maior risco de tromboembolismo
(obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo de sangue na corrente sanguínea) (vide item “4. O que
devo saber antes de usar este medicamento? - Advertências e Precauções - Próteses mecânicas valvulares
cardíacas”).
Populações especiais
Pacientes idosos: não foi observado aumento na tendência de hemorragia em idosos com doses profiláticas.
Porém, pacientes idosos (especialmente pacientes com idade igual ou maior a 80 anos) podem ter um
aumento no risco de complicações hemorrágicas com doses terapêuticas. Portanto, aconselha-se um
monitoramento clínico cuidadoso (vide item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Pacientes idosos podem apresentar retardo na eliminação de CLEXANE (vide item “6. Como devo usar
este medicamento?”).
Crianças: a segurança e eficácia de CLEXANE em crianças ainda não foram estabelecidas.
Próteses mecânicas valvulares cardíacas: o uso de CLEXANE não foi adequadamente estudado para
casos de tromboprofilaxia em pacientes com próteses mecânicas valvulares cardíacas. Foram relatados
casos isolados de trombose com próteses valvulares cardíacas em pacientes com próteses mecânicas
valvulares cardíacas que receberam CLEXANE para tromboprofilaxia. A avaliação destes casos é limitada
devido aos fatores causais serem confusos, incluindo doenças anteriores e dados clínicos insuficientes.
Alguns destes casos foram em gestantes nas quais a trombose resultou em óbitos materno e fetal. Gestantes
com próteses mecânicas valvulares cardíacas podem apresentar maior risco para tromboembolismo (vide
item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? - Advertências e Precauções - Gestantes com
próteses mecânicas valvulares cardíacas”).
Insuficiência renal (nos rins): em pacientes com insuficiência renal, existe aumento da exposição ao
CLEXANE, aumentando também o risco de hemorragia. Como a exposição ao CLEXANE aumenta
significativamente em pacientes com insuficiência renal severa (“clearance” de creatinina < 30 mL/min), o
ajuste posológico é recomendado para dosagens terapêuticas e profiláticas. Embora não seja recomendado
ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal moderada (“clearance” de creatinina 30-50 mL/min)
e leve (“clearance” de creatinina 50-80 mL/min), é aconselhável realizar um monitoramento clínico
cuidadoso (vide item “6. Como devo usar este medicamento?”).
Peso baixo: um aumento na exposição ao CLEXANE em doses profiláticas (não ajustadas ao peso) tem
sido observado em mulheres e homens com baixo peso (< 45 kg e < 57 kg, respectivamente), que pode
resultar em maior risco de hemorragia. Portanto, é aconselhável realizar um monitoramento clínico
cuidadoso nestes pacientes.
Pacientes obesos: pacientes obesos apresentam risco aumentado de tromboembolismo. A segurança e a
eficácia de doses profiláticas em pacientes obesos (IMC > 30 kg/m2) não foram totalmente determinadas e
não há consenso para ajuste de dose. Estes pacientes devem ser observados cuidadosamente quanto aos
sinais e sintomas de tromboembolismo.
Hipercalemia: as heparinas podem suprimir a secreção adrenal de aldosterona levando à hipercalemia,
particularmente em pacientes como aqueles com diabetes mellitus, insuficiência renal crônica, acidose
metabólica preexistente, tomando medicamentos conhecidos por aumentar o potássio. O potássio
plasmático deve ser monitorado regularmente, especialmente em pacientes em risco.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
A utilização de CLEXANE não afeta a habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Este medicamento contém menos de 1 mmol de sódio (23 mg) por seringa preenchida.
Para pacientes recebendo doses maiores que 210 mg/dia, este medicamento contém mais de 24 mg de
sódio (principal componente do sal de cozinha) em cada dose. Se você faz dieta de restrição de sal
(sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial, consulte o médico antes de usar este
medicamento.
Interações Medicamentosas
Interação Medicamento-medicamento: Recomenda-se a interrupção do uso de medicamentos que afetam
a hemostasia (coagulação) antes do início do tratamento com CLEXANE, a menos que seu uso seja
estritamente indicado. Converse com seu médico caso esteja utilizando os medicamentos abaixo:
• salicilatos sistêmicos, ácido acetilsalicílico e outros anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs),
incluindo o cetorolaco; dextrana 40, ticlopidina e clopidogrel; glicocorticoides sistêmicos; agentes
trombolíticos e anticoagulantes; outros agentes antiplaquetários, incluindo os antagonistas de
glicoproteína IIb/IIIa.
-- 17 of 36 --
5
Em caso de indicação do uso de qualquer uma destas associações, deve-se utilizar CLEXANE sob
cuidadoso monitoramento clínico e laboratorial quando apropriado.
- Uso concomitante com cautela:
Os seguintes medicamentos podem ser administratdos com cautela concomintante com enoxaparina sódica:
Outros medicamentos que afetam a hemostasia, como:
• Inibidores de agregação plaquetária, incluindo ácido acetilsalicílico usado em dose antiagregante
(cardioproteção), clopidogrel, ticlopidina, e antagonista da glicoproteína IIb/IIIa indicados na síndrome
coronariana aguda devido ao risco de sangramento; Dextrano 40; Glicocordicoides sistêmicos.
Medicamentos que aumetam os níveis de potássio: Medicamentos que aumetam os níveis séricos de
potássio podem ser administrados concomitantemente com enoxaparina sódica sob cuidadoso
monitoramento clínico e laboratorial.
Interação Medicamento-exame laboratorial: Nas doses utilizadas na profilaxia do tromboembolismo
venoso, CLEXANE não influencia significativamente o tempo de sangramento e os testes de coagulação
sanguínea global, nem afeta a agregação plaquetária (união de plaquetas) ou a ligação do fibrinogênio
(proteína do sangue relacionada à coagulação sanguínea) às plaquetas.
Pode ocorrer aumento do tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa) e do tempo de coagulação ativada
(TCA) (exames laboratoriais que avaliam a coagulação) com a administração de doses mais altas. Aumentos
no TTPa e TCA não estão linearmente correlacionados ao aumento da atividade antitrombótica de
CLEXANE, sendo, portanto, inadequados e inseguros para monitoramento da atividade de CLEXANE.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com Clexane (enoxaparina sódica) e até
10 dias após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
CLEXANE deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido da luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após abertas, as seringas de CLEXANE devem ser utilizadas imediatamente. Se houver solução
remanescente após o uso, esta deverá ser descartada.
Características físicas e organolépticas
Solução límpida, incolor a amarelo pálido
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MODO DE USAR: A via de administração de CLEXANE varia dependendo da indicação do produto.
Abaixo estão descritas as técnicas de injeção subcutânea e bolus intravenoso.
Técnica de injeção subcutânea de seringas preenchidas com sistema de segurança: Em caso de
autoinjeção, um profissional da saúde irá informar como administrar suas injeções. É essencial que você
siga exatamente estas instruções. Caso você tenha dúvidas, solicite ao profissional da saúde mais
explicações.
A injeção subcutânea aplicada corretamente (no tecido subcutâneo, abaixo da pele) é essencial para reduzir
a dor e ferimento no local da injeção.
Para evitar ferimentos acidentais com a agulha após a injeção, as seringas preenchidas são providas de um
dispositivo de segurança automático.
• Preparo do local para injeção: O local recomendado para injeção é na gordura da parte inferior do
abdômen, pelo menos 5 centímetros de distância do umbigo para fora e em ambos os lados.
Antes da injeção, lavar as mãos. Limpar (não esfregar) com álcool o local selecionado para injeção.
Você deve selecionar um local diferente do abdômen inferior a cada aplicação.
• Preparo da seringa antes da injeção: Verifique se a seringa não está danificada e se o medicamento
dentro está como uma solução límpida, sem partículas. Se a seringa estiver danificada ou o
medicamento não for límpido, utilizar outra seringa.
- Para as doses de 20 mg e 40 mg: Retire a capa protetora da agulha (figura 1). Uma gota pode aparecer na
ponta da agulha. Caso isto ocorra, remova-a antes de injetar o medicamento através de batidas suaves no
corpo da seringa com a agulha apontada para baixo. Não expelir qualquer bolha de ar da seringa antes de
administrar a injeção.
-- 18 of 36 --
6
- Para as doses de 60 mg, 80 mg e 100 mg: Retire a capa protetora da agulha (figura 1). Ajuste a dose a ser
injetada (se necessário):
A quantidade do medicamento a ser injetada deve ser ajustada dependendo do peso corpóreo do paciente;
consequentemente qualquer excesso do medicamento deve ser expelido antes da injeção. Segure a seringa
apontando para baixo (para manter a bolha de ar na seringa) e expelindo o excesso do medicamento em um
recipiente adequado.
Nota: caso o excesso de medicamento não seja expelido antes da aplicação, o dispositivo de segurança não
será ativado ao final da injeção.
Quando não houver a necessidade de ajuste da dose, a seringa preenchida está pronta para o uso. Não expelir
qualquer bolha de ar da seringa antes de administrar a injeção.
Uma gota pode aparecer na ponta da agulha. Se isso ocorrer, remova a gota antes da administração através
de batidas no corpo da seringa com a agulha apontada para baixo.
Figura 1
Administração da injeção:
1. A seringa preenchida (20mg/0,2mL e 40mg/0,4mL) já está pronta para uso. Para evitar a perda da
medicação, não pressione o êmbolo para expelir qualquer bolha de ar antes de administrar a injeção.
2. A injeção deve ser administrada por injeção subcutânea profunda, no tecido subcutâneo da parede
abdominal, com o paciente deitado ou sentado em posição confortável, alternando entre os lados
esquerdo e direito a cada aplicação.
3. A agulha deve ser introduzida perpendicularmente na espessura de uma prega cutânea feita entre os
dedos polegar e indicador. A prega deve ser mantida durante todo o período da injeção (figura 2). Não
esfregue o local da injeção após a administração.
Figura 2
4. O dispositivo de segurança é automaticamente ativado, quando o êmbolo é pressionado até o final,
deste modo protegendo completamente a agulha usada e sem causar desconforto ao paciente. A
ativação do dispositivo de segurança só é possível se o êmbolo for completamente abaixado.
Nota: o dispositivo de segurança somente poderá ser ativado com a seringa completamente vazia.
(figura 3)
-- 19 of 36 --
7
Figura 3
Técnica de injeção intravenosa (bolus) – Apenas para a indicação de tratamento de infarto agudo do
miocárdio com elevação do segmento ST:
CLEXANE deve ser administrado através de uma linha intravenosa e não deve ser misturado ou
coadministrado com outros medicamentos. Para evitar a possibilidade de mistura de CLEXANE com outros
medicamentos, o acesso intravenoso escolhido deve ser lavado com quantidade suficiente de solução salina
ou solução dextrose antes e imediatamente após a administração do bolus intravenoso de CLEXANE para
limpar o dispositivo de acesso do medicamento. CLEXANE pode ser utilizado com segurança com solução
salina normal 0,9% ou dextrose a 5% em água.
Bolus intravenoso inicial de 30 mg: utiliza-se uma seringa preenchida de CLEXANE graduada e despreza-
se o excesso do volume, obtendo apenas 30 mg (0,3 mL) na seringa. Injeta-se, então, a dose de 30 mg
diretamente na linha intravenosa.
Bolus adicional para pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea quando a última
dose subcutânea de CLEXANE foi administrada há mais de 8 horas antes de o balão ser inflado: para
pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea, um bolus intravenoso adicional de 0,3 mg/kg
deve ser administrado se a última dose subcutânea de CLEXANE foi administrada há mais de 8 horas antes
de o balão ser inflado (vide item “6. Como devo usar este medicamento? - Posologia - Tratamento do infarto
agudo do miocárdio com elevação do segmento ST”).
Para assegurar a precisão do pequeno volume a ser injetado, recomenda-se a diluição do medicamento para
uma solução de 3 mg/mL.
Para obter uma solução a 3 mg/mL utilizando uma seringa preenchida de 60 mg de CLEXANE, recomenda-
se usar uma bolsa de infusão de 50 mL (contendo, por exemplo, solução salina normal 0,9% ou dextrose a
5% em água). Com o auxílio de uma seringa, retira-se 30 mL da solução contida na bolsa e despreza-se este
volume. Aos 20 mL restantes na bolsa de infusão, injeta-se o conteúdo total de uma seringa preenchida
graduada de 60 mg. Mistura-se gentilmente a solução final.
Retira-se com uma seringa o volume requerido da solução para administração na linha intravenosa.
Recomenda-se que esta solução seja preparada imediatamente antes de sua utilização.
Após finalizada a diluição, o volume a ser injetado na linha intravenosa deve ser calculado utilizando-se a
seguinte fórmula: [volume da solução diluída (mL) = peso do paciente (kg) x 0,1] ou utilizando a tabela
abaixo.
Volume de solução a 3 mg/mL a ser injetado na linha intravenosa
Peso do paciente
(kg)
Dose requerida (0,3 mg/kg)
(mg)
Volume a ser injetado (mL) após ser
diluído para a concentração final de
3 mg/mL
45 13,5 4,5
50 15 5
55 16,5 5,5
60 18 6
65 19,5 6,5
70 21 7
75 22,5 7,5
80 24 8
85 25,5 8,5
90 27 9
95 28,5 9,5
-- 20 of 36 --
8
100 30 10
POSOLOGIA: A posologia de CLEXANE é determinada pela predisposição individual de ocorrer o
tromboembolismo venoso em situações desencadeantes como cirurgia, imobilização prolongada e trauma,
entre outras. Dessa maneira, são considerados com risco moderado os indivíduos que apresentem os
seguintes fatores predisponentes: idade superior a 40 anos, obesidade, varizes dos membros inferiores,
neoplasia, doença pulmonar ou cardíaca crônica, estrogenioterapia, puerpério, infecções sistêmicas, entre
outros. São considerados com alto risco os indivíduos com histórico de tromboembolismo venoso prévio,
neoplasia abdominal ou pélvica, cirurgia ortopédica de grande porte dos membros inferiores, entre outros.
1. Profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes cirúrgicos: A duração e a dose do tratamento
com CLEXANE baseiam-se no risco do paciente. O risco do paciente sofrer o evento tromboembólico pode
ser estimado através de modelos de estratificação de risco validados.
Em pacientes que apresentam risco moderado de tromboembolismo, a dose recomendada de CLEXANE é
de 20 mg ou 40 mg uma vez ao dia por via subcutânea. Na cirurgia geral, a primeira injeção deve ser
administrada 2 horas antes da intervenção cirúrgica.
O tratamento com CLEXANE é geralmente prescrito por um período médio de 7 a 10 dias. Um tratamento
mais prolongado pode ser apropriado em alguns pacientes e deve ser continuado enquanto houver risco de
tromboembolismo venoso e até que o paciente seja ambulatorial.
Em pacientes com alto risco de tromboembolismo, a dose recomendada de CLEXANE administrada por
via subcutânea é de 40 mg uma vez ao dia, iniciada 12 horas antes da cirurgia, ou de 30 mg, duas vezes ao
dia, iniciada 12 a 24 horas após a cirurgia.
• Para os pacientes que se submetem à cirurgia ortopédica de grande porte com um risco elevado de
tromboembolismo venoso, uma tromboprofilaxia (prevenção de trombose) de até 5 semanas é
recomendada.
• Para pacientes submetidos à cirurgia oncológica com risco elevado de tromboembolismo venoso,
recomenda-se uma tromboprofilaxia (prevenção de trombose) de até 4 semanas.
Para recomendações especiais sobre o intervalo entre as dosagens para anestesia espinhal/peridural e
procedimentos de revascularização coronária percutânea vide item ”4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?”.
2. Profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes clínicos: A dose recomendada para pacientes
clínicos é de 40 mg de CLEXANE, uma vez ao dia, administrada por via subcutânea. A duração do
tratamento deve ser de no mínimo, 6 dias, devendo ser continuado até que o paciente recupere a capacidade
plena de se locomover, por um período máximo de 14 dias.
3. Tratamento da trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar: A posologia de
CLEXANE recomendada para o tratamento da trombose venosa profunda é de 1,5 mg/kg, uma vez ao dia
ou 1 mg/kg, duas vezes ao dia, administrado por via subcutânea. Em pacientes com distúrbios
tromboembólicos complicados, recomenda-se a administração da dose de 1 mg/kg, duas vezes ao dia.
O tratamento com CLEXANE é geralmente prescrito por um período médio de 10 dias. A terapia
anticoagulante oral deve ser iniciada quando apropriada e o tratamento com CLEXANE deve ser mantido
até que o efeito terapêutico do anticoagulante tenha sido atingido.
4. Prevenir a formação de mais coágulos no sangue se você já tiver um coágulo sanguíneo devido ao
câncer: A dose habitual é de 1,5 mg/kg uma vez por dia ou 1 mg/kg duas vezes ao dia.
O seu médio decidirá durante quanto tempo você deverá receber o CLEXANE.
5. Prevenção da formação de trombo no circuito de circulação extracorpórea durante a hemodiálise
A dose recomendada é de 1 mg/kg de CLEXANE.
Em pacientes com alto risco hemorrágico, a dose deve ser reduzida para 0,5 mg/kg quando o acesso vascular
for duplo ou 0,75 mg/kg quando o acesso vascular for simples.
Durante a hemodiálise, CLEXANE deve ser introduzido na linha arterial do circuito, no início da sessão de
hemodiálise. O efeito desta dose geralmente é suficiente para uma sessão com duração de 4 horas,
entretanto, caso haja aparecimento de anéis de fibrina, por exemplo, após uma sessão mais longa que o
normal, pode ser administrada dose complementar de 0,5 a 1,0 mg/kg de CLEXANE.
6. Tratamento de angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST: A dose de
CLEXANE recomendada é de 1 mg/kg a cada 12 horas, por via subcutânea, administrada
concomitantemente com ácido acetilsalicílico oral (100 a 325 mg, uma vez ao dia).
Nestes pacientes, o tratamento com CLEXANE deve ser prescrito por no mínimo 2 dias e mantido até
estabilização clínica. A duração normal do tratamento é de 2 a 8 dias.
7. Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST: A dose recomendada de
CLEXANE é de um bolus intravenoso único de 30 mg acompanhado de uma dose de 1 mg/kg por via
subcutânea, seguido por 1 mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas (as duas primeiras doses subcutâneas
-- 21 of 36 --
9
devem ser de no máximo 100 mg cada dose e as demais doses 1 mg/kg por via subcutânea). Para pacientes
com 75 anos de idade ou mais, verifique instruções específicas descritas abaixo em “Populações Especiais
– Idosos”.
Quando administrado em conjunto com um trombolítico (específico para fibrina ou não), CLEXANE deve
ser administrado entre 15 minutos antes e 30 minutos depois do início da terapia fibrinolítica. Todos os
pacientes devem receber ácido acetilsalicílico tão logo seja diagnosticado o infarto agudo do miocárdio
com elevação do segmento ST. Esta medicação deve ser mantida com dosagem de 75 a 325 mg uma vez ao
dia, a menos que haja contraindicação para o seu uso.
A duração recomendada do tratamento com CLEXANE é de 8 dias ou até que o paciente receba alta do
hospital, considerando-se o que ocorrer primeiro.
Para pacientes submetidos à intervenção coronariana percutânea: se a última dose subcutânea de
CLEXANE foi administrada há menos de 8 horas antes de o balão ser inflado, não é necessária dose
adicional deste medicamento. Entretanto, caso a última dose subcutânea tenha sido administrada há mais
de 8 horas antes de o balão ser inflado, uma dose adicional de 0,3 mg/kg de CLEXANE deve ser
administrada através de bolus intravenoso.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de CLEXANE administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança
e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via intravenosa ou
subcutânea (dependendo da indicação terapêutica), conforme recomendado pelo médico.
Populações Especiais
Idosos: Para o tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes idosos
(com idade igual ou maior a 75 anos), não deve ser administrado o bolus intravenoso inicial. A dose inicial
é de 0,75 mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas (as duas primeiras doses subcutâneas devem ser de no
máximo 75 mg cada dose e as demais 0,75 mg/kg por via subcutânea).
Para as demais indicações do produto, não é necessário realizar ajuste posológico em idosos, a menos que
a função renal (dos rins) esteja prejudicada (vide itens ”4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?” e 6. Como devo usar este medicamento? -Posologia - Insuficiência renal”).
Insuficiência renal (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”)
• Insuficiência renal severa: é necessário realizar ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal
severa (clearance de creatinina < 30 mL/min), de acordo com as tabelas a seguir, uma vez que a
exposição ao CLEXANE é significativamente aumentada nesta população de pacientes.
Para uso terapêutico, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:
Dose padrão Insuficiência renal severa
1 mg/kg por via subcutânea, duas vezes ao dia 1 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia
1,5 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia 1 mg/kg por via subcutânea, uma vez ao dia
Tratamento estendido de TVP e EP em pacientes com câncer ativo
1 mg/kg subcutânea 2 vezes ao dia de 5 a 10 dias 1mg/kg subcutânea 1 vez ao dia por até 6 meses*
1,5 mg/kg subcutânea 1 vez ao dia por até 6 meses*
Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes com idade
inferior a 75 anos
30 mg em bolus intravenoso único acompanhado de
uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea, seguido de
1 mg/kg por via subcutânea duas vezes ao dia (as duas
primeiras doses subcutâneas devem ser de no máximo
100 mg cada)
30 mg em bolus intravenoso único acompanhado
de uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea,
seguido de 1 mg/kg por via subcutânea uma vez
ao dia (a primeira dose subcutânea deve ser de no
máximo 100 mg)
Tratamento do infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST em pacientes idosos com
idade maior ou igual a 75 anos
0,75 mg/kg por via subcutânea duas vezes ao dia SEM
bolus intravenoso inicial (as duas primeiras doses
subcutâneas devem ser de no máximo 75 mg cada)
1 mg/kg por via subcutânea uma vez ao dia SEM
bolus intravenoso inicial (a primeira dose
subcutânea deve ser de no máximo 100 mg)
* O benefício da terapia contínua de anticoagulante deve ser reavaliado após 6 meses de tratamento.
Para uso profilático, os seguintes ajustes posológicos são recomendados:
Dose padrão Insuficiência renal severa
40 mg por via subcutânea, uma vez ao dia 20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia
20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia 20 mg por via subcutânea, uma vez ao dia
Estes ajustes posológicos não se aplicam à indicação em hemodiálise.
-- 22 of 36 --
10
Insuficiência renal leve e moderada: embora não seja recomendado realizar ajuste posológico em
pacientes com insuficiência renal moderada (clearance de creatinina 30-50 mL/min) e leve (clearance de
creatinina 50-80 mL/min), é aconselhável que se faça um monitoramento clínico cuidadoso.
Insuficiência hepática (do fígado): em decorrência da ausência de estudos clínicos, recomenda-se cautela
em pacientes com insuficiência do fígado.
Anestesia espinhal/peridural: para pacientes que recebendo anestesia espinhal/peridural vide item “4. O
que devo saber antes de usar este medicamento? - Anestesia espinhal/peridural”.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível, no entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela
posologia. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A enoxaparina foi avaliada em mais de 15000 pacientes que receberam o medicamento em estudos clínicos.
Estes estudos incluíram 1776 pacientes para profilaxia de trombose venosa profunda seguida de cirurgia
ortopédica ou abdominal em pacientes com risco de complicações tromboembólicas, 1169 para profilaxia
de trombose venosa profunda em pacientes intensamente doentes com mobilidade severamente restrita, 559
para tratamento de trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar, 1578 para tratamento de
angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST e 10176 para tratamento de infarto
agudo do miocárdio com elevação do segmento ST.
O regime de enoxaparina sódica administrada durante estes estudos clínicos varia dependendo da indicação.
A dose de enoxaparina sódica foi de 40 mg por via subcutânea uma vez ao dia para profilaxia de trombose
venosa profunda seguida de cirurgia ou em pacientes intensamente doentes com mobilidade severamente
restrita. No tratamento da trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar, pacientes
recebendo enoxaparina foram tratados também com uma dose de 1 mg/kg por via subcutânea a cada 12
horas ou uma dose de 1,5 mg/kg por via subcutânea uma vez ao dia. Nos estudos clínicos para o tratamento
de angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST, as doses foram de 1 mg/kg por via
subcutânea a cada 12 horas e no estudo clínico para tratamento de infarto agudo do miocárdio com elevação
do segmento ST, o regime de enoxaparina sódica foi de 30 mg por via intravenosa em bolus seguida de 1
mg/kg por via subcutânea a cada 12 horas.
As reações adversas observadas nestes estudos clínicos e reportadas na experiência pós-comercialização
estão detalhadas abaixo:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
Reação com frequência desconhecida (que não pode ser estimada a partir dos dados). As reações
adversas observadas pós-comercialização são classificadas como de “frequência desconhecida”.
• Hemorragias: Em estudos clínicos, hemorragias foram as reações mais comumente reportadas. Estas
incluem hemorragias de grande porte, relatadas no máximo em 4,2% dos pacientes (pacientes
cirúrgicos**). Alguns destes casos foram fatais.
Assim como com outros anticoagulantes, pode ocorrer hemorragia na presença de fatores de risco
associados, tais como: lesões orgânicas suscetíveis a sangramento, procedimentos invasivos ou uso
concomitante de medicamentos que afetam a hemostasia (conjunto de mecanismos que o organismo
emprega para evitar hemorragia) (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -
Interações Medicamentosas”).
Distúrbios vasculares: Profilaxia (prevenção) em pacientes cirúrgicos: Muito comum: hemorragia*
(sangramento); Rara: hemorragia retroperitoneal (espaço anatômico atrás da cavidade abdominal)
Profilaxia em pacientes sob tratamento médico: Comum: hemorragia*
Tratamento em pacientes com trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar: Muito comum:
hemorragia*; Incomum: hemorragia intracraniana (dentro do crânio), hemorragia retroperitoneal
-- 23 of 36 --
11
Prevenir a formação de mais coágulos no sangue se você tiver um coágulo sanguíneo devido ao câncer:
Comum: hemorragia*; Desconhecida: formação de manchas rochas na pele mais facilmente do que o
normal – isso pode ser devido à baixa contagem de plaquetas no sangue.
Tratamento em pacientes com angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST:
Comum: hemorragia*; Rara: hemorragia retroperitoneal
Tratamento em pacientes com infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST: Comum:
hemorragia*; Incomum: hemorragia intracraniana, hemorragia retroperitoneal
* como hematoma (acúmulo de sangue fora dos vasos sanguíneos), outras equimoses (extravasamento de
sangue na pele) além do local da injeção, ferimento com hematoma, hematúria (sangue na urina), epistaxe
(sangramento no nariz) e hemorragia gastrintestinal.
** em pacientes cirúrgicos as complicações hemorrágicas foram consideradas de grande porte: (1) se a
hemorragia causou um evento clínico significativo, ou (2) se acompanhado por uma diminuição da
hemoglobina ≥ 2 g/dL ou transfusão de 2 ou mais unidades de produto sanguíneo. As hemorragias
retroperitoneal e intracraniana foram sempre consideradas de grande porte.
• Trombocitopenia e trombocitose
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Profilaxia em pacientes cirúrgicos
- Muito comum: trombocitose (aumento de plaquetas > 400.000/mm3); Comum: trombocitopenia
(diminuição no número de plaquetas sanguíneas)
Profilaxia em pacientes sob tratamento médico
- Incomum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com trombose venosa profunda com ou sem embolismo pulmonar
- Muito comum: trombocitose; Comum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com angina instável e infarto do miocárdio sem elevação do segmento ST
- Incomum: trombocitopenia
Tratamento em pacientes com infarto agudo do miocárdio com elevação do segmento ST
- Comum: trombocitose, trombocitopenia; Muito rara: trombocitopenia imunoalérgica
• Outras reações adversas clinicamente relevantes: Estas reações estão apresentadas abaixo, qualquer
que sejam as indicações, por sistema órgão classe, frequência e ordem decrescente de gravidade.
Distúrbios do sistema imune: Comum: reação alérgica; Rara: reação anafilática/anafilactoide (tipo de
reação alérgica) - ver também experiência pós-comercialização.
Distúrbios hepatobiliares (do fígado): Muito comum: aumento das enzimas do fígado, principalmente
transaminases (níveis de transaminases > 3 vezes o limite superior de normalidade)
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: Comum: urticária (erupção na pele com coceira), prurido (coceira
e/ou ardência), eritema (vermelhidão); Incomum: dermatite bolhosa (tipo de reação alérgica na pele);
Desconhecida: Pustulose Exantemática Generalizada Aguda (PAGE)
Distúrbios gerais e condições no local da administração: Comum: hematoma, dor e outras reações no
local da injeção (como edema, hemorragia, hipersensibilidade, inflamação, tumoração (inchaço), dor ou
reação não especificada); Incomum: irritação no local, necrose na pele do local de injeção
Investigação: Rara: hiperpotassemia (aumento do potássio no sangue)
Experiência pós-comercialização: As reações adversas a seguir foram identificadas durante o período
após a aprovação do uso de CLEXANE. As reações adversas são derivadas de relatos espontâneos e,
portanto, a frequência é desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados).
Distúrbios do sistema imune: Reação anafilática/anafilactoide, incluindo choque
Distúrbios do sistema nervoso: Dor de cabeça
Distúrbios vasculares: Foram relatados casos de hematoma espinhal (ou hematoma neuroaxial) com o uso
concomitante de enoxaparina sódica e anestesia espinhal/peridural ou punção espinhal. Estas reações
resultaram em graus variados de lesão neurológica, incluindo paralisia por tempo prolongado ou
permanente (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios do sangue e linfáticos: Anemia hemorrágica; Casos de trombocitopenia imunoalérgica com
trombose, em alguns casos, a trombose foi complicada por infarto orgânico ou isquemia de extremidade
(irrigação deficiente de sangue nas extremidades devido à constrição ou obstrução dos vasos sanguíneos)
(vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?); Eosinofilia (aumento de um tipo de
leucócito no sangue chamado eosinófilo)
Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos: Vasculite cutânea (inflamação da parede de um vaso), necrose
cutânea (morte das células da pele) geralmente ocorrendo no local da administração, (estes fenômenos são
geralmente precedidos por púrpura (manchas arroxeadas na pele e nas mucosas) ou placas eritematosas
(com vermelhidão, infiltradas e dolorosas), devendo-se interromper o tratamento com CLEXANE; Nódulos
-- 24 of 36 --
12
no local de injeção (nódulos inflamatórios que não são inclusões císticas de enoxaparina) que desaparecem
após alguns dias e não devem ser motivo para interrupção do tratamento; Alopecia
Distúrbios hepatobiliares: Lesão hepatocelular (lesão das células do fígado); Lesão colestática (lesão
causada pelo acúmulo de bile, devido à redução/obstrução do fluxo de bile)
Distúrbios musculoesqueléticos e de tecido conjuntivo: Osteoporose (doença que atinge os ossos) na
terapia prolongada (acima de 3 meses)
Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas e severidade: a superdose acidental após administração intravenosa, extracorporal ou subcutânea
de CLEXANE pode causar complicações hemorrágicas. A absorção de CLEXANE após a administração
oral, mesmo em altas doses, é pouco provável.
Tratamento e antídoto: os efeitos anticoagulantes podem ser em grande parte, neutralizados pela
administração intravenosa lenta de protamina. A dose de protamina depende da dose de CLEXANE
administrada, ou seja, 1 mg de protamina neutraliza o efeito anticoagulante de 1 mg de CLEXANE, se
CLEXANE foi administrado nas primeiras 8 horas. Uma infusão de 0,5 mg de protamina para 1 mg de
CLEXANE pode ser administrada se CLEXANE foi administrado há mais de 8 horas antes da
administração da protamina, ou se tiver sido determinado que uma segunda dose de protamina seja
necessária. Após 12 horas da injeção de CLEXANE, a administração da protamina pode não ser necessária.
Entretanto, mesmo com doses elevadas de protamina, a atividade anti-Xa de CLEXANE nunca é
completamente neutralizada (máximo de aproximadamente 60%).
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
USO SOB PRESCRIÇÃO
VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO
Registro: 1.8326.0336
Importado e Registrado por: Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ - 10.588.595/0010-92 - ® Marca registrada
Soluções injetáveis 20 mg/0,2 mL, 40 mg/0,4 mL, 60 mg/0,6 mL, 80 mg/0,8 mL, 100 mg/1,0 mL
Produzido por: Sanofi Winthrop Industrie
Maisons-Alfort – França
Ou
Solução injetável 40 mg/0,4 mL
Produzido por: Sanofi Winthrop Industrie
Le Trait – França
IB091221D
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 02/07/2025.
-- 25 of 36 --
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
10/06/2021 2247919/21- 10456 - - - - - VP / VPS VP / VPS 40 MG SOL INJ
9 PRODUTO Apresentações CT 2 SERPRE-
BIOLÓGICO Inclusão de ENCHIDAS VD
- apresentações com INC X 0,4 ML +
Notificação sistema de segurança SIST SEGURANÇA
de ativado pelo usuário - 60 MG SOL INJ
Alteração RDC 400/2020. CT 2 SERPRE-
de Texto de ENCHIDAS VD
Bula – INC GRAD X 0,6
publicação ML + SIST
no Bulário SEGURANÇA
RDC 60/12
18/05/2023 0505772/23- 10456 - - - - - VP / VPS VP / VPS 20 MG SOL INJ
0 PRODUTO Apresentações CT 10 SER PRÉ -
BIOLÓGICO Inclusão de ENCHIDAS VD
- apresentações com INC X 0,2 ML +
Notificação sistema de segurança SIST SEGURANÇA
de ativado pelo usuário - 40 MG SOL INJ
Alteração RDC 400/2020. CT 10 SER PRÉ -
de Texto de ENCHIDAS VD
Bula – INC X 0,4 ML +
publicação SIST SEGURANÇA
no Bulário 60 MG SOL INJ
RDC 60/12 CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
-- 26 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
-- 27 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/03/2025 0304338/25-
7
10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO
-
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
21/12/2022 5076474/22-
8
11967 -
PRODUTOS
BIOLÓGICOS -
77a. Inclusão
ou
modificação
de indicação
terapêutica
10/02/2025 VP
- Apresentações -
Inclusão de
apresentações com
sistema de segurança
ativado pelo usuário -
RDC 400/2020.
- Para que este
medicamento é
indicado? - Inclusão
TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- O que devo saber
antes de usar este
medicamento? –
Adequações à RDC
770/22 + Inclusão
TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Como devo usar
este medicamento? –
Inclusão TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Quais os males que
este medicamento
pode me causar? -
VP 20 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
-- 28 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
Inclusão TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Dizeres legais –
Adequações à RDC
770/22
-- 29 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
VPS
- Apresentações -
Inclusão de
apresentações com
sistema de segurança
ativado pelo usuário -
RDC 400/2020.
- Indicações –
Inclusão TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Resultados de
eficácia - Inclusão
TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Advertências e
precauções -
Adequações à RDC
770/22 + Inclusão
TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Interações
medicamentosas -
Inclusão TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Posologia e modo de
VPS
-- 30 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
usar - Inclusão
TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Reações adversas -
Inclusão TROMBOSE
ASSOCIADA AO
CÂNCER
- Dizeres legais –
Adequações à RDC
770/22
22/04/2025 0539659/25-
8
10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO
-
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
22/04/2025 0539659/25-
8
10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
22/04/2025 - Apresentações
- O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
- Quais os males que
este medicamento
pode me causar?
- Dizeres legais
VP 20 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
-- 31 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- Apresentações
- Advertências e
precauções
- Dizeres legais
VPS INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
22/04/2025 0539782/25-
4
10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO
-
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
21/12/2022 5076474/22-
8
11967 -
PRODUTOS
BIOLÓGICOS -
77a. Inclusão
ou
modificação
de indicação
terapêutica
10/02/2025 - Apresentações
- Para que este
medicamento é
indicado?
- Quando não devo
usar este
medicamento?
- O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
- Como devo usar
este medicamento?
- Quais males este
medicamento pode
VP 20 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,6
-- 32 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
me causar?
- Dizeres legais
-Alterações editoriais
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
- Apresentações
- Indicações
- Resultados de
eficácia
- Advertências e
precauções
- Interações
medicamentosas
- Posologia e modo
de usar
- Reações adversas
- Dizeres legais
-Alterações editoriais
VPS
-- 33 of 36 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
12/05/2025 0638710/25-1 10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO
-
Notificação
de
Alteração
de Texto de
Bula –
publicação
no Bulário
RDC 60/12
12/05/2025 0638710/25-1 10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
12/05/2025 - Apresentações
- Alterações editoriais
VP/ VPS 20 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
-- 34 of 36 --
Gerado no
momento do
peticionamento
02/07/2025 10456 -
PRODUTO
BIOLÓGICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - - - VP
O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/ VPS 20 MG SOL INJ
CT 2 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST
SEGURANÇA
20 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,2 ML +
SIST
SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 2 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST
SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 6 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST
SEGURANÇA
40 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC X 0,4 ML +
SIST
SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 2 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
60 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
-- 35 of 36 --
INC GRAD X 0,6
ML + SIST
SEGURANÇA
80 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 0,8
ML + SIST
SEGURANÇA
100 MG SOL INJ
CT 10 SER PRÉ -
ENCHIDAS VD
INC GRAD X 1,0
ML + SIST
SEGURANÇA
-- 36 of 36 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes
Especificações
| Código do Produto | 10016562 |
|---|---|
| Marca | SANOFI |
| Código de Barras | 7891058003203 |
| Princípio ativo | ENOXAPARINA SÓDICA |
| Registro MS | 1832603360127 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Biológico |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO INJETÁVEL |
| Classe terapêutica | ANTITROMBOTICO |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |