Acetato De Dexametasona 4mg 10 Comprimidos Legrand
Vendido e entregue por Pedpharma
dexametasona
4 MG
A dexametasona é indicada para tratar condições que requerem efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores, como distúrbios reumáticos, alérgicos, dermatológicos, oculares, endocrinológicos, pulmonares, hematológicos, neoplásicos, estados edematosos, edema cerebral e doenças g…
dexametasona é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Ofertas
Quantidade
1
Formas de pagamento
Formas de entrega e retirada
Forma de entrega
Calcule frete, prazo de entrega e retirada.
Informe seu CEP para ver opções de retirada e entrega.
Não sabe o seu CEP? Consulte aqui.
Retirar na farmácia
Receber no endereço
Sobre o produto
A dexametasona é indicada para tratar condições que requerem efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores, como distúrbios reumáticos, alérgicos, dermatológicos, oculares, endocrinológicos, pulmonares, hematológicos, neoplásicos, estados edematosos, edema cerebral e doenças gastrointestinais. Atua especialmente em doenças alérgicas, inflamatórias e outras que respondem aos glicocorticoides. A dexametasona é um glicocorticoide sintético com potentes efeitos anti-inflamatórios e leve impacto no metabolismo eletrolítico.
Bula
dexametasona
LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
LTDA
Comprimido
4 mg
-- 1 of 11 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
dexametasona
"Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999"
APRESENTAÇÕES
Comprimido de 4 mg. Embalagem contendo 10, 20, 30, 40, 60 e 500* unidades.
*Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 4 mg contém:
dexametasona...........................................................................................................................................4 mg
excipiente* q.s.p.....................................................................................................................................1 com
*amido, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, lactose monoidratada e estearato de magnésio.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado ao tratamento de condições nas quais os efeitos anti-inflamatórios e
imunossupressores (diminuição da atividade de defesa do organismo) dos corticosteroides (classe
medicamentosa da dexametasona) são desejados, incluindo distúrbios reumáticos/artríticos, cutâneos,
oculares, glandulares, pulmonares, sanguíneos e gastrintestinais.
Indicações Específicas:
• Alergopatias: controle de afecções alérgicas graves ou incapacitantes, não suscetíveis às tentativas
adequadas de tratamento convencional em: rinite alérgica sazonal ou perene, asma, dermatite de contato,
dermatite atópica, doença do soro (outras reações ao soro), reações de hipersensibilidade a medicamentos
(efeito adverso não especificado de droga ou medicamento).
• Doenças Reumáticas: como terapia auxiliar na administração em curto prazo durante episódio agudo
ou exacerbação de: artropatia psoriásica, artrite reumatoide, incluindo artrite reumatoide juvenil (casos
selecionados podem requerer terapia de manutenção de baixa dose), espondilite anquilosante, bursopatia
aguda e subaguda, tenossinovite aguda não especificada, artrite gotosa aguda, artrose pós-traumática,
sinovite ou artrose, epicondilite.
• Dermatopatias: pênfigo, dermatite herpetiforme bolhosa, eritema polimorfo (eritema multiforme)
grave (síndrome de Stevens-Johnson), dermatite esfoliativa, micose fungoide, psoríase grave, dermatite
seborreica grave.
• Oftalmopatias: processos alérgicos e inflamatórios graves, agudos e crônicos, envolvendo o olho e
seus anexos tais como: conjuntivite aguda atópica, ceratite, úlceras marginais corneanas alérgicas, herpes
zoster oftálmico, irite e iridociclite, inflamação coriorretiniana, inflamação do segmento anterior do olho,
uveíte e coroidite posteriores difusas, neurite óptica, oftalmia simpática.
• Endocrinopatias: insuficiência adrenocortical primária ou secundária (hidrocortisona ou cortisona
como primeira escolha; análogos sintéticos devem ser usados em conjunção com mineralocorticoides
onde aplicável; na infância, a suplementação mineralocorticoide é de particular importância), hiperplasia
adrenal congênita (transtornos adrenogenitais congênitos associados à deficiência enzimática), tireoidite
não-supurativa (tireoidite subaguda), distúrbio do metabolismo do cálcio associado ao câncer.
• Pneumopatias: sarcoidose sintomática, pneumonia de Loeffler (eosinofilia pulmonar, não
classificada em outra parte) não-controlável por outros meios, beriliose, tuberculose pulmonar fulminante
ou disseminada, quando simultaneamente acompanhada de quimioterapia antituberculosa adequada,
pneumonia aspirativa (pneumonite devido a alimento ou vômito).
• Hemopatias: púrpura trombocitopênica idiopática em adulto, trombocitopenia secundária em adultos,
anemia hemolítica adquirida (autoimune), aplasia pura da série vermelha, adquirida (eritroblastopenia),
anemia hipoplástica congênita (eritroide).
• Doenças Neoplásicas: no tratamento paliativo de leucemias e linfomas do adulto e leucemia aguda da
infância.
• Estados Edematosos: para induzir diurese ou remissão da proteinúria na síndrome nefrótica sem
uremia, do tipo idiopático ou devido ao lúpus eritematoso.
• Edema Cerebral: dexametasona pode ser usado para tratar pacientes com edema cerebral de várias
causas. Os pacientes com edema cerebral associado a tumores cerebrais primários ou metastáticos podem
-- 2 of 11 --
beneficiar-se da administração oral de dexametasona. A dexametasona também pode ser utilizado no pré-
operatório de pacientes com aumento da pressão intracraniana secundário a tumores cerebrais ou como
medida paliativa em pacientes com neoplasias cerebrais inoperáveis ou recidivantes e no controle do
edema cerebral associado com cirurgia neurológica. Alguns pacientes com edema cerebral causado por
lesão cefálica ou pseudotumores do cérebro podem também se beneficiar da terapia com dexametasona
por via oral. O uso de dexametasona no edema cerebral não constitui substituto de cuidadosa avaliação
neurológica e controle definitivo, tal como neurocirurgia ou outros tratamentos específicos.
• Doenças Gastrintestinais: para auxílio durante o período crítico de colite ulcerativa e doença de
Crohn (enterite regional).
• Outras Patologias: meningite tuberculosa ou com bloqueio subaracnóide ou bloqueio de drenagem,
quando simultaneamente acompanhado por adequada quimioterapia antituberculosa. Triquinose com
comprometimento neurológico ou miocárdico. Durante a exacerbação ou como tratamento de manutenção
em determinados casos de lúpus eritematoso e cardite aguda reumatoide.
• Prova Diagnóstica da Hiperfunção Adrenocortical.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A dexametasona é um glicocorticoide sintético usado principalmente por seus potentes efeitos anti-
inflamatórios. Embora sua atividade anti-inflamatória seja acentuada, mesmo com doses baixas, seu efeito
no metabolismo eletrolítico (das substâncias eletrolíticas como os sais do organismo) é leve.
A dexametasona é usada principalmente em afecções alérgicas e inflamatórias e outras doenças que
respondem aos glicocorticoides.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dexametasona é contraindicada nos casos de infecções fúngicas sistêmicas (infecções no organismo
causadas por fungos), hipersensibilidade (alergia) a sulfitos ou a qualquer outro componente do
medicamento e administração de vacinas de vírus vivo (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?”).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os corticosteroides podem exacerbar infecções fúngicas (por fungos) sistêmicas e, portanto, não devem
ser usados na presença de tais infecções a menos que sejam necessárias para controlar reações da droga
devido à anfotericina B (medicamento usado para inibir o crescimento dos fungos). Além disso, existem
casos relatados em que o uso concomitante de anfotericina B e hidrocortisona foi seguido de aumento do
coração e insuficiência congestiva (incapacidade do coração efetuar as suas funções de forma adequada).
Relatos da literatura sugerem uma aparente associação entre o uso de corticosteroides e ruptura da parede
livre do ventrículo esquerdo após infarto recente do miocárdio; portanto, terapêutica com corticosteroides
deve ser utilizada com muita cautela nestes pacientes.
Doses médias e grandes de hidrocortisona ou cortisona podem causar elevação da pressão arterial,
retenção de sal e água e maior excreção de potássio. Tais efeitos são menos prováveis de ocorrerem com
os derivados sintéticos (dexametasona), salvo quando se utilizam grandes doses. Pode ser necessária a
restrição dietética de sal e suplementação de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de
cálcio. A insuficiência adrenocortical secundária induzida por drogas pode resultar da retirada muito
rápida de corticosteroide e pode ser minimizada pela redução posológica gradual. Este tipo de
insuficiência relativa pode persistir por meses após a cessação do tratamento. Por isso, em qualquer
situação de estresse que ocorra durante esse período, deve-se reinstituir a terapia corticosteroide ou pode
haver a necessidade de aumentar a posologia em uso. Dada a possibilidade de prejudicar a secreção
mineralocorticoide, deve-se administrar conjuntamente sal e/ou mineralocorticoide. Após terapia
prolongada, a retirada dos corticosteroides pode resultar em síndrome da retirada de corticosteroides,
compreendendo febre, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações) e mal-estar. Isso pode
ocorrer mesmo em pacientes sem sinais de insuficiência das suprarrenais (glândula responsável pela
produção de alguns hormônios).
A administração das vacinas com vírus vivos é contraindicada caso esteja recebendo doses
imunossupressoras de corticosteroides. Se forem administradas vacinas com vírus ou bactérias inativadas
em indivíduos recebendo doses imunossupressoras de corticosteroides, a resposta esperada de anticorpos
séricos pode não ser obtida. Entretanto, pode realizar-se processos de imunização em pacientes que
estejam recebendo corticosteroides como terapia de substituição como, por exemplo, na doença de
Addison (doença rara onde as glândulas adrenais não produzem hormônio cortisol e, algumas vezes, a
aldosterona, em quantidade suficiente).
-- 3 of 11 --
O uso de dexametasona na tuberculose ativa deve restringir-se aos casos de doença fulminante ou
disseminada, em que se usa o corticosteroide para o controle da doença, em conjunto com o adequado
tratamento antituberculoso. Se houver indicação de corticosteroides em pacientes com tuberculose latente
ou reação à tuberculina, torna-se necessária estreita observação, dada a possibilidade de ocorrer
reativação da moléstia. Durante tratamento corticosteroide prolongado, esses pacientes devem receber
quimioprofilaxia.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose.
Os esteroides devem ser utilizados com cautela em colite ulcerativa inespecífica (inflamação dos
intestinos com formação de feridas), se houver probabilidade de iminente perfuração, abscessos ou outras
infecções piogênicas (com pus), diverticulite (inflamação de parte do intestino grosso), anastomose
intestinal recente (ligação de partes do intestino), úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal (dos
rins), hipertensão (aumento da pressão arterial), osteoporose e miastenia gravis (doença que acomete os
nervos e músculos causando cansaço). Sinais de irritação do peritônio, após perfuração gastrintestinal, em
pacientes recebendo grandes doses de corticosteroides, podem ser mínimos ou ausentes. Tem sido
relatada embolia gordurosa (rompimento de vasos com mistura da medula óssea com o sangue,
obstruindo os vasos capilares) como possível complicação do hipercortisolismo (aumento da produção do
hormônio cortisol).
Nos pacientes com hipotireoidismo (diminuição da função da tireoide) e nos cirróticos há maior efeito dos
corticosteroides.
Em alguns pacientes os esteroides podem aumentar ou diminuir a motilidade (movimento) e o número de
espermatozoides.
Os corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante
o seu uso. Na malária cerebral, o uso de corticosteroides está associado ao prolongamento do coma e a
uma maior incidência de pneumonia e sangramento gastrintestinal.
Os corticosteroides podem ativar a amebíase latente.
O uso prolongado dos corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior (opacidade na parte
superior do cristalino), glaucoma (aumento da pressão intraocular) com possível lesão dos nervos ópticos
e estimular o estabelecimento de infecções oculares secundárias devidas a fungos ou vírus.
Os corticosteroides devem ser usados com cuidado em pacientes com herpes simples oftálmica devido à
possibilidade de perfuração corneana.
Gravidez e Lactação
Não há estudos controlados suficientes com a dexametasona em mulheres grávidas para assegurar a
segurança do uso deste medicamento durante a gestação. Desta forma, o seu uso durante a gravidez ou na
mulher em idade fértil requer que os benefícios previstos sejam confrontados com os possíveis riscos para
a mãe e o embrião ou feto. Crianças nascidas de mães que durante a gravidez tenham recebido doses
substanciais de corticosteroides devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais de
hipoadrenalismo.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas
para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Os corticosteroides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção
endógena de corticosteroides ou causar outros efeitos indesejáveis. Mães que utilizam doses
farmacológicas de corticosteroides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem.
A dexametasona não deve ser usado durante a amamentação, exceto sob orientação médica.
Populações Especiais
As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, crianças e outros
grupos de risco.
As crianças de qualquer idade, em tratamento prolongado de corticosteroides, devem ser cuidadosamente
observadas quanto ao seu crescimento e desenvolvimento.
Este medicamento pode causar doping.
-- 4 of 11 --
Interações Medicamentosas
• medicamento-medicamento
- Gravidade: Moderada
Efeito da interação: deve ser utilizado cautelosamente na hipoprotrombinemia (risco aumentado de
hemorragia)
Medicamento: ácido acetilsalicílico
Efeito da interação: diminuição da eficácia da dexametasona
Medicamento: fenitoína, fenobarbital, rifampicina
• medicamento-exame laboratorial e não laboratorial
A difenil-hidantoína (fenitoína), o fenobarbital, a efedrina e a rifampicina podem acentuar a depuração
metabólica (metabolismo) dos corticosteroides, suscitando redução dos níveis sanguíneos e diminuição de
sua atividade fisiológica, o que exigirá ajuste na posologia do corticosteroide. Essas interações podem
interferir nos testes de inibição da dexametasona, que deverão ser interpretados com cautela durante a
administração destas drogas.
Foram relatados resultados falso-negativos no teste de supressão da dexametasona em pacientes tratados
com indometacina.
Além disso, os corticosteroides podem afetar os testes de nitroazul tetrazólio (NBT) para infecção
bacteriana, produzindo falsos resultados negativos.
O tempo de protrombina deve ser verificado frequentemente caso esteja recebendo simultaneamente
corticosteroides e anticoagulantes cumarínicos, dadas as referências de que os corticosteroides têm
alterado a resposta a estes anticoagulantes.
Quando os corticosteroides são administrados simultaneamente com diuréticos espoliadores de potássio,
os pacientes devem ser observados estritamente quanto ao seu desenvolvimento de hipocalemia (redução
dos níveis de cálcio no sangue).
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-
absorção de glicose-galactose.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado
a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração
no seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar
qualquer vacina, informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento
imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Comprimido circular, de cor branca, de faces planas e monossectado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos devem ser tomados com meio copo de água, por via oral.
A segurança e eficácia de dexametasona somente é garantida na administração por via oral.
A dexametasona deve ser utilizada apenas sob orientação médica.
O tratamento é regido pelos seguintes princípios gerais: as necessidades posológicas são variáveis e
individualizadas segundo a gravidade da moléstia e a sua resposta. A dose inicial usual varia de 0,75 a 15
-- 5 of 11 --
mg por dia, dependendo da doença que está sendo tratada (para os lactentes e demais crianças as doses
recomendadas terão, usualmente, de ser reduzidas, mas a posologia deve ser ditada mais pela gravidade
da afecção que pela idade ou peso corpóreo).
A terapia corticosteroide é adjuvante, e não-substituta à terapia convencional adequada, que deve ser
instituída segundo a indicação.
Deve-se reduzir a posologia ou cessar gradualmente o tratamento, quando a administração for mantida
por mais do que alguns dias.
Em afecções agudas em que é urgente o alívio imediato, são permitidas grandes doses e podem ser
imperativas por um curto período. Quando os sintomas tiverem sido suprimidos adequadamente, a
posologia deve ser mantida na mínima quantidade capaz de proporcionar alívio sem excessivos efeitos
hormonais.
Durante tratamento prolongado deve-se proceder, em intervalos regulares, a exames clínicos de rotina tais
como o exame de urina, a glicemia duas horas após refeição, a determinação da pressão arterial e do peso
corpóreo, e a radiografia do tórax.
Quando se utilizam grandes doses, são aconselháveis determinações periódicas do potássio sérico.
Com adequado ajuste posológico, os pacientes podem mudar de qualquer outro glicocorticoide para
dexametasona comprimidos.
Caso pare de tomar dexametasona após terapia prolongada, você poderá experimentar sintomas de
dependência incluindo febre, dor muscular, dor nas articulações e desconforto geral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Deve-se tomar dexametasona conforme a prescrição. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a
dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem duplicar a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A literatura cita as seguintes reações adversas, sem frequência conhecida:
Distúrbios líquidos e eletrolíticos: retenção de sódio, retenção de líquido, insuficiência cardíaca
congestiva em pacientes suscetíveis, perda de potássio, alcalose hipocalêmica, hipertensão (aumento da
pressão arterial) e síndrome de lise tumoral.
Musculoesqueléticas: fraqueza muscular, miopatia esteroide (doença muscular), perda de massa
muscular, osteoporose (doença que atinge os ossos), fraturas por compressão vertebral, necrose asséptica
das cabeças femorais e umerais, fratura patológica dos ossos longos e ruptura de tendão.
Gastrintestinais: úlcera péptica com eventual perfuração e hemorragia subsequentes, perfuração de
intestino grosso e delgado, particularmente em pacientes com doença intestinal inflamatória, pancreatite
(inflamação do pâncreas), distensão abdominal e esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago com
formação de ferida).
Dermatológicos: retardo na cicatrização de feridas, adelgaçamento e fragilidade da pele, acne (espinha),
petéquias e equimoses (manchas vermelhas na pele), eritema (vermelhidão), hipersudorese (aumento do
suor), possível supressão das reações aos testes cutâneos, reações cutâneas outras, tais como: dermatite
alérgica (reação alérgica da pele), urticária (erupção na pele causando coceira) e edema angioneurótico
(inchaço súbito da pele e membranas causando coceira e vermelhidão).
Neurológicos: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral,
geralmente após tratamento), vertigem (enjoo), cefaleia (dor de cabeça), distúrbios psíquicos.
Psiquiátricos: depressão, euforia e distúrbios psicóticos.
Endócrinos: irregularidades menstruais, desenvolvimento de estado cushingoide (caracterizado pela face
arredondada e distribuição irregular de gordura), supressão do crescimento da criança, ausência
-- 6 of 11 --
secundária da resposta adrenocortical e hipofisária, mormente por ocasião de estresse, como nos traumas
na cirurgia ou nas enfermidades, porfiria, hiperglicemia (aumento da glicose), diminuição da tolerância
aos carboidratos, manifestação do diabete melito latente, aumento das necessidades de insulina ou de
agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos e hirsutismo (crescimento excessivo de pelos).
Oftálmicos: catarata subcapsular posterior, aumento da pressão intraocular (dentro do olho), glaucoma e
exoftalmia (olhos saltados).
Metabólicos: balanço nitrogenado negativo devido a catabolismo proteico.
Imunológicos: imunossupressão, reação anafilactoide e candidíase orofaríngea.
Hematológico: diminuição da contagem de linfócitos e contagem anormal de monócitos.
Cardiovasculares: ruptura do miocárdio após infarto recente do miocárdio (vide "O QUE DEVO
SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?").
Outros: hipersensibilidade, tromboembolia, aumento de peso, aumento de apetite, náusea, mal-estar e
soluços.
Durante a experiência pós-comercialização com dexametasona comprimidos, foram observadas as
seguintes reações adversas com incidência rara: agitação, alteração da visão, alucinação, bradicardia, boca
seca, cãibra muscular, constipação, diarreia, dor abdominal, disgeusia (alteração paladar), dispepsia,
disúria, dor na perna, edema facial, edema periférico, erupção medicamentosa, fadiga (cansaço),
hipoglicemia, insônia, lactação diminuída, mialgia (dor muscular), palpitações, parestesia
(formigamento), palidez, prurido generalizado, refluxo gastroesofágico, saturação de oxigênio diminuída,
sede, sonolência, tremor e vômitos.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
São raros os relatos de toxicidade aguda e/ou morte por superdosagem de glicocorticoides. Para a
eventualidade de ocorrer superdosagem não há antídoto específico; o tratamento é de suporte e
sintomático.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.6773.0518
Registrado por: LEGRAND PHARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
CNPJ: 05.044.984/0001-26
Indústria Brasileira
Produzido por: EMS S/A.
Hortolândia/SP
Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Manaus/AM
-- 7 of 11 --
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
SAC: 0800-050 06 00
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/04/2025.
bula-pac-416058-LEG-v2
-- 8 of 11 --
Histórico de alteração da bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº.
expediente Assunto Data do
expediente
N°. do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
05/03/2018 0169422/18-
7
(10459) -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
- RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Atualização de texto de
bula conforme bula padrão
publicada no bulário.
Submissão eletrônica para
disponibilização do texto de
bula no Bulário eletrônico
da ANVISA.
VP/VPS
4 MG COM CT BL AL PLAS
OPC X 10, X 20, X 30, X 40, X
60 e X 500 (EMB HOSP)
03/08/2018 0767138/18-
5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
1. Para quê este
medicamento é indicado?
4. O que devo saber antes
de usar este medicamento?
5. Onde, como e por quanto
tempo posso guardar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
9. O que fazer se alguém
usar uma quantidade maior
do que a indicada deste
medicamento?
VPS
1. Indicações
2. Resultados de eficácia
3. Características
farmacológicas
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
7. Cuidados de
armazenamento do
medicamento
VP/VPS
4 MG COM CT BL AL PLAS
OPC X 10, X 20, X 30, X 40, X
60 e X 500 (EMB HOSP)
-- 9 of 11 --
8. Posologia e modo de
usar
19/09/2018 0912227/18-
3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
17/03/2017 0430668/17-
6
10506 -
GENÉRICO -
Modificação
Pós-Registro
– CLONE
(Inclusão de
local de
fabricação de
medicamento
de liberação
convencional)
20/08/2018 Dizeres Legais VP/VPS
4 MG COM CT BL AL PLAS
OPC X 10, X 20, X 30, X 40, X
60 e X 500 (EMB HOSP)
13/04/2021 1414450/21-
6
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
4 MG COM CT BL AL PLAS
OPC X 10, X 20, X 30, X 40, X
60 e X 500 (EMB HOSP)
09/11/2021 4427663/21-
4
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
DIZERES LEGAIS
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Comprimido de 4 mg.
Embalagem contendo 10, 20,
30, 40, 60 e 500* comprimidos.
*Embalagem hospitalar
11/07/2024 0948318/24-
4
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
N/A N/A N/A N/A
8.QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
9.REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimido de 4 mg.
Embalagem contendo 10, 20,
30, 40, 60 e 500* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 10 of 11 --
Bulário RDC
60/12
25/10/2024 1469472/24-
4
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimido de 4 mg.
Embalagem contendo 10, 20,
30, 40, 60 e 500* unidades.
*Embalagem hospitalar
- -
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
3. QUANDO NÃO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
4. CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
Comprimido de 4 mg.
Embalagem contendo 10, 20,
30, 40, 60 e 500* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 11 of 11 --
Avaliações
Avaliações de clientes
Nada por aqui… ainda
Este produto ainda não possui nenhuma avaliação. Comece a comprar e avalie nossos produtos!
Fazer loginAvaliações de Clientes