Divalproato De Sodio 500 Mg Comprimido Revestido De Liberação Prolongada Com 60 Ranbaxy Farmaceutica Ltda
Vendido e entregue por Pedpharma
DIVALPROATO DE SODIO
500 MG c/ 60 Comps.
DIVALPROATO DE SÓDIO
Divalproato de sódio é indicado para tratar episódios agudos de mania ou mistos no transtorno afetivo bipolar em adultos, tratar crises parciais complexas e quadros de ausência simples e complexa na epilepsia em adultos e crianças acima de 10 anos, e prevenir enxaqueca em adult…
DIVALPROATO DE SODIO é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Divalproato de sódio é indicado para tratar episódios agudos de mania ou mistos no transtorno afetivo bipolar em adultos, tratar crises parciais complexas e quadros de ausência simples e complexa na epilepsia em adultos e crianças acima de 10 anos, e prevenir enxaqueca em adultos. O divalproato de sódio libera íons valproato no trato gastrointestinal, podendo proporcionar melhora nos primeiros dias ou requerer um período maior.
Especificações
| Código do Produto | 10045963 |
|---|---|
| Marca | RANBAXY FARMACEUTICA LTDA |
| Código de Barras | 7897076923295 |
| Princípio ativo | DIVALPROATO DE SÓDIO |
| Registro MS | 1235202550101 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
divalproato de sódio
Ranbaxy Farmacêutica Ltda.
Comprimidos Revestidos de Liberação Prolongada
250 mg e 500 mg
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
divalproato de sódio
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787 de 1999.
APRESENTAÇÕES
divalproato de sódio comprimido revestido de 250 mg e 500 mg em: embalagens com 30 ou 60
comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 10 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de divalproato de sódio 250 mg contém:
divalproato de sódio.............................................................................................................. 269,00 mg
(equivalente a 250 mg de ácido valproico)
excipientes ............................................................................................................. q.s.p. 1 comprimido
Excipientes: óleo de rícino hidrogenado, lactose, hipromelose, talco, estearato de magnésio, dióxido
de silício, dióxido de titânio e macrogol.
Cada comprimido revestido de divalproato de sódio 500 mg contém:
divalproato de sódio.............................................................................................................. 538,00 mg
(equivalente a 500 mg de ácido valproico)
excipientes ............................................................................................................. q.s.p. 1 comprimido
Excipientes: óleo de rícino hidrogenado, lactose, hipromelose, talco, estearato de magnésio, dióxido
de silício, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro preto, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro
vermelho.
II) INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Mania: Divalproato de sódio é indicado para o tratamento de episódios agudos de mania ou mistos
associados ao transtorno afetivo bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes
adultos.
Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor
anormalmente e persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da
necessidade de sono, pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora,
fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo da crítica, agressividade e possível hostilidade.
Epilepsia: Divalproato de sódio é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos,
no tratamento de pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que
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divalproato de sódio 250mg e 500mg
ocorrem tanto de forma isolada ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado
isoladamente ou em combinação a outros medicamentos no tratamento de quadros de ausência
simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de 10 anos, e como terapia adjuvante em
adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui crises de ausência.
Prevenção da Enxaqueca: Divalproato de sódio é indicado para a prevenção da enxaqueca em
pacientes adultos. Não há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O divalproato de sódio é a substância ativa deste medicamento. O divalproato de sódio é dissociado
em íon valproato no trato gastrointestinal.
O tratamento com divalproato de sódio de liberação prolongada, em alguns casos, pode produzir
sinais de melhora já nos primeiros dias de tratamento; em outros casos, é necessário um tempo maior
para se alcançar os efeitos benéficos. Seu médico dará a orientação no seu caso.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Divalproato de sódio é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
Divalproato de sódio é contraindicado para uso por pacientes com:
• Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula;
• Doença ou disfunção no fígado significativas;
• Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita
de possuir a Síndrome;
• Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo
de amônia no sangue;
• Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue;
• Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
Divalproato de sódio é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e
mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o
tratamento. Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de
utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.
Categoria de risco: X
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas
durante o tratamento.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com divalproato de
sódio de liberação prolongada.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Gerais: recomenda-se fazer contagem de plaquetas e realização de testes de coagulação antes de
iniciar o tratamento e depois, periodicamente, pois pode haver alteração nas plaquetas e coagulação
sanguínea. O aparecimento de hemorragia, manchas roxas ou desordem na capacidade natural de
coagulação do paciente são indicativos para a redução da dose ou interrupção da terapia.
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divalproato de sódio 250mg e 500mg
Divalproato de sódio pode interagir com medicamentos administrados concomitantemente.
Hepatotoxicidade (toxicidade no fígado) / Disfunção hepática: houve casos fatais de insuficiência
do fígado em pacientes recebendo ácido valproico, usualmente durante os primeiros seis meses de
tratamento. Deve-se ter muito cuidado quando o medicamento for administrado em pacientes com
história anterior de doença no fígado. Toxicidade no fígado grave ou fatal pode ser precedida por
sintomas não específicos, como mal-estar, fraqueza, estado de apatia, inchaço facial, falta de apetite
e vômito. Pacientes em uso de múltiplos anticonvulsivantes, crianças, pacientes com doenças
metabólicas congênitas incluindo distúrbios mitocondriais, como deficiência de carnitina, distúrbios
do ciclo da ureia, mutações no gene POLG (ver item “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?”), com doença convulsiva grave associada a retardo mental e pacientes
com doença cerebral orgânica podem ter um risco particular de desenvolver toxicidade no fígado. A
experiência em epilepsia tem indicado que a incidência de hepatotoxicidade fatal diminui
consideravelmente, de forma progressiva, em pacientes mais velhos. O medicamento deve ser
descontinuado imediatamente na presença de disfunção do fígado significativa, suspeita ou aparente.
Em alguns casos, a disfunção do fígado progrediu apesar da descontinuação do medicamento. Na
presença destes sintomas, o médico deve ser imediatamente procurado.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento
médico estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pancreatite (inflamação no pâncreas): pacientes e responsáveis devem estar cientes que dor
abdominal, enjoo, vômito e/ou falta de apetite, podem ser sintomas de pancreatite. Na presença destes
sintomas, deve-se procurar o médico imediatamente, pois casos de pancreatite envolvendo risco à
vida foram relatados tanto em crianças como em adultos que receberam divalproato de sódio. Alguns
casos ocorreram logo após o início do uso, e outros após vários anos de uso. Houve casos nos quais
a pancreatite recorreu após nova tentativa com divalproato de sódio.
Pacientes com suspeita ou conhecida doença mitocondrial: insuficiência hepática aguda induzida
por valproato e mortes relacionadas à doença hepática têm sido reportadas em pacientes com
síndrome neurometabólica hereditária causada por mutação no gene da DNA polimerase γ (POLG,
ou seja, Síndrome de Alpers-Huttenlocher) em uma taxa maior do que aqueles sem esta síndrome.
Deve-se suspeitar de desordens relacionadas à POLG em pacientes com histórico familiar ou sintomas
sugestivos de uma desordem relacionada à POLG, incluindo, mas não limitado a encefalopatia
inexplicável, epilepsia refratária (focal, mioclônica), estado de mal epilético na apresentação, atrasos
no desenvolvimento, regressão psicomotora, neuropatia sensomotora axonal, miopatia, ataxia
cerebelar, oftalmoplegia, ou migrânea complicada com aura occipital. O teste para mutação de POLG
deve ser realizado de acordo com a prática clínica atual para avaliação diagnóstica dessa desordem.
Em pacientes maiores de 2 anos com suspeita clínica de desordem mitocondrial hereditária o
divalproato de sódio deve ser usado apenas após tentativa e falha de outro anticonvulsivante. Este
grupo mais velho de pacientes deve ser monitorado durante o tratamento com divalproato de sódio
para desenvolvimento de lesão hepática aguda com avaliação clínica regular e monitoramento dos
testes de função hepática.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Comportamento e ideação suicida: pacientes tratados com divalproato de sódio devem ser
monitorados para emergências ou piora da depressão, pensamentos sobre automutilação,
comportamento ou pensamentos suicidas e/ou qualquer mudança incomum de humor ou
comportamento. Ideação suicida pode ser uma manifestação de transtornos psiquiátricos
preexistentes e pode persistir até que ocorra remissão significante dos sintomas. Existem relatos de
aumento no risco de pensamentos e comportamentos suicidas nestes pacientes. Este risco foi
observado logo uma semana após o início do tratamento medicamentoso com os antiepiléticos e
persistiu durante todo o período em que o tratamento foi avaliado. A supervisão de pacientes de alto
risco deve acontecer durante a terapia medicamentosa inicial. Comportamentos suspeitos devem ser
informados imediatamente aos profissionais de saúde.
Interação com antibióticos carbapenêmicos: o uso concomitante de divalproato de sódio com
antibióticos carbapenêmicos não é recomendado.
Trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas): a trombocitopenia pode estar relacionada
à dose. O benefício terapêutico que pode acompanhar as maiores doses deverá ser considerado pelo
seu médico contra a possibilidade de maior incidência de eventos adversos.
Uso em pacientes do sexo masculino com potencial reprodutivo: um estudo observacional
retrospectivo sugere um risco aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças
nascidas de homens tratados com valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com
o risco naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam (ver seção de
Gravidez).
Hiperamonemia (excesso de amônia no organismo): foi relatado o excesso de amônia em
associação com a terapia com divalproato de sódio e pode estar presente mesmo com testes de função
do fígado normais. Pacientes que desenvolverem sinais ou sintomas de alteração das funções do
cérebro por aumento de amônia no sangue inexplicável, estado de apatia, vômito e mudanças no status
mental durante o tratamento com divalproato de sódio de liberação prolongada devem ser tratados
imediatamente, e o nível de amônia deve ser mensurado. Hiperamonemia também deve ser
considerada em pacientes que apresentam hipotermia (queda de temperatura do corpo abaixo do
normal). Se a amônia estiver elevada, o tratamento deve ser descontinuado.
Elevações de amônia sem sintomas são mais comuns, e quando presentes, requerem monitoramento
intensivo dos níveis de amônia no plasma pelo médico. Se a elevação persistir, a descontinuação do
tratamento deve ser considerada.
Distúrbios do ciclo da ureia (DCU): foi relatada encefalopatia hiperamonêmica (alteração das
funções do cérebro por aumento de amônia no sangue), algumas vezes fatal, após o início do
tratamento com divalproato de sódio em pacientes com distúrbios do ciclo da ureia.
Pacientes com risco de hipocarnitinemia (deficiência de carnitina):
A administração de divalproato de sódio pode desencadear a ocorrência ou agravamento de
hipocarnitinemia que pode resultar em hiperamonemia (que pode levar a encefalopatia
hiperamonêmica). Outros sintomas como toxicidade hepática, hipoglicemia hipocetótica, miopatia
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
incluindo cardiomiopatia, rabdomiólise e síndrome de Fanconi foram observados, principalmente em
pacientes com fatores de risco para hipocarnitinemia ou hipocarnitinemia pré-existente.
Pacientes com risco aumentado de hipocarnitinemia quando tratados com divalproato incluem
pacientes com distúrbios metabólicos, como distúrbios mitocondriais relacionados à carnitina,
deficiência na ingestão nutricional de carnitina, pacientes com menos de 10 anos de idade, uso
concomitante de medicamentos conjugados com pivalato ou de outros antiepilépticos.
O médico deve ser informado sobre quaisquer sinais de hiperamonemia, como ataxia, alteração da
consciência, vômitos, para investigação adicional. A suplementação de carnitina deve ser considerada
quando forem observados sintomas de hipocarnitinemia.
Hipotermia (queda da temperatura central do corpo para menos de 35ºC): tem sido relatada
associada à terapia com divalproato de sódio, em conjunto e na ausência de hiperamonemia. Esta
reação adversa também pode ocorrer em pacientes utilizando topiramato e valproato em conjunto,
após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Deve
ser considerada a interrupção do tratamento em pacientes que desenvolverem hipotermia, a qual pode
se manifestar por uma variedade de anormalidades clínicas incluindo letargia (estado de apatia),
confusão, coma e alterações significativas em outros sistemas importantes como o cardiovascular e o
respiratório.
Atrofia Cerebral/Cerebelar: houve relatos pós-comercialização, de atrofia (reversível e irreversível)
do cérebro e do cerebelo, temporariamente associadas ao uso de produtos que se dissociam em íon
valproato. Em alguns casos, a recuperação foi acompanhada por sequelas permanentes. Observou-se
prejuízo psicomotor e atraso no desenvolvimento, entre outros problemas neurológicos, em crianças
com atrofia cerebral decorrente da exposição ao valproato quando em ambiente intrauterino. As
funções motoras e cognitivas dos pacientes devem ser monitoradas rotineiramente e o medicamento
deve ser descontinuado nos casos de suspeita ou de aparecimento de sinais de atrofia cerebral.
Reações adversas cutâneas graves e Angioedema:
Reações adversas cutâneas graves (SCARs), também conhecida como síndrome de Stevens Johnson
(SJS), necrólise epidérmica tóxica (NET) e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas
sistêmicos (DRESS), eritema multiforme e angioedema, foram relatadas em associação com o
tratamento com valproato. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas de
manifestações cutâneas graves e monitorados de perto. Caso sejam observados sinais de SCAR ou
angioedema, é necessária uma avaliação imediata e o tratamento deve ser interrompido se o
diagnóstico de SCAR ou angioedema for confirmado.
Agravamento das convulsões: assim como outras drogas antiepiléticas, alguns pacientes ao invés de
apresentar uma melhora no quadro convulsivo, podem apresentar uma piora reversível da frequência
e severidade do quadro convulsivo (incluindo o estado epilético) ou também o aparecimento de novos
tipos de convulsões com valproato. Em caso de agravamento das convulsões, aconselha-se consultar
o seu médico imediatamente.
Produtos contendo estrogênio: O valproato não reduz a eficácia dos contraceptivos hormonais. (ver
seção INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Aumento do risco de câncer: não é conhecido até o momento.
Aumento do risco de mutações: houve algumas evidências de que a frequência de aberrações
cromossômicas poderia estar associada com epilepsia.
Toxicidade reprodutiva e de desenvolvimento: efeitos teratogênicos (malformações de múltiplos
sistemas orgânicos) foram demonstrados em camundongos, ratos e coelhos. Em camundongos, ratos
e coelhos, a exposição in útero ao divalproato de sódio induziu a uma diminuição no peso fetal dose
dependente, restrição do crescimento intrauterino e redução no comprimento da cabeça e nádega em
comparação com animais não expostos. Na literatura publicada, anormalidades comportamentais
foram relatadas em descendentes de primeira geração de camundongos e ratos após exposição in útero
a doses/exposições clinicamente relevantes de divalproato de sódio. Em camundongos, mudanças
comportamentais também foram observadas na 2ª e 3ª gerações, embora menos pronunciadas na 3ª
geração, após uma exposição aguda in útero da primeira geração. A relevância dessas descobertas
para humanos é desconhecida.
Fertilidade: a administração de divalproato de sódio pode afetar a fertilidade em homens. Nos poucos
casos em que o divalproato de sódio foi trocado / descontinuado ou a dose diária reduzida, a
diminuição em potencial de fertilidade masculina foi relatada como reversível na maioria, mas não
em todos os casos, e concepções bem-sucedidas também foram observadas.
Amenorreia (ausência de menstruação), ovários policísticos e níveis de testosterona elevados foram
relatados em mulheres.
Resíduos de medicamento nas fezes: foram raramente relatados. É recomendado que a concentração
sanguínea de valproato seja checada em pacientes que apresentam resíduos do medicamento nas
fezes.
Cuidados e advertências para populações especiais:
Uso em idosos: uma alta porcentagem de pacientes acima de 65 anos relatou ferimentos acidentais,
infecção, dor, sonolência e tremor. Não está claro se esses eventos indicam riscos adicionais ou se
resultam de doenças preexistentes e uso de medicamentos concomitantes por estes pacientes.
Em pacientes idosos, a dosagem deve ser aumentada mais lentamente, com monitorização regular do
consumo de líquidos e alimentos, desidratação, sonolência e outros eventos adversos. Reduções de
dose ou descontinuação do medicamento devem ser consideradas em pacientes com menor consumo
de líquidos ou alimentos e em pacientes com sonolência excessiva.
Uso em crianças: A segurança e a eficácia do divalproato de sódio para o tratamento de crises parciais
complexas, crises de ausência simples e complexa e crises múltiplas, que inclui crise de ausência não
foram estudadas em pacientes pediátricos abaixo de 10 anos. Em pacientes com mais de dois anos de
idade que são clinicamente suspeitos de terem uma doença mitocondrial hereditária, divalproato de
sódio só deve ser usado após a falha de outros anticonvulsivantes. Crianças com idade inferior a dois
anos têm um aumento de risco considerável de desenvolvimento de toxicidade no fígado fatal e esse
risco diminui progressivamente em pacientes mais velhos.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Crianças e adolescentes do sexo feminino, mulheres em idade fértil e gestantes: o divalproato de
sódio tem um alto potencial de induzir doenças congênitas e crianças expostas ao produto durante a
gravidez têm um alto risco de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema
nervoso.
Verificou-se que o valproato atravessa a barreira placentária tanto em espécies animais como em
humanos.
Seu médico deve assegurar que:
• as circunstâncias individuais de cada paciente sejam avaliadas em todos os casos, envolvendo a
paciente na discussão para garantir o seu engajamento, discutir as opções terapêuticas e garantir
que ela esteja ciente dos riscos e medidas necessárias para redução dos riscos;
• o potencial de gravidez seja avaliado para todas as pacientes do sexo feminino;
• a paciente entenda e reconheça os riscos de doenças congênitas e distúrbios no desenvolvimento
do sistema nervoso em crianças expostas ao produto durante a gravidez;
• a paciente entenda e reconheça o risco de baixo peso ao nascer para a idade gestacional para
crianças expostas a valproato de sódio no útero.
• a paciente entenda a necessidade de se submeter a um exame de gravidez antes do início do
tratamento e durante o tratamento, conforme necessidade;
• a paciente seja aconselhada em relação à utilização de métodos contraceptivos e que a paciente
seja capaz de manter a utilização de métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante
todo o tratamento com divalproato de sódio;
• a paciente entenda a necessidade de visitas regulares (pelo menos anualmente) do tratamento
pelo médico especialista em mania, epilepsia e/ou profilaxia da migrânea;
• a paciente esteja ciente de que deve consultar o médico assim que tiver planos de engravidar para
fazer a transição do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de
interromper os métodos contraceptivos;
• a paciente entenda os perigos e as precauções necessárias associadas ao uso de divalproato de
sódio e a necessidade urgente de informar seu médico caso exista possibilidade de estar grávida;
• a paciente receba um guia do paciente.
Essas condições também devem ser avaliadas para mulheres que não são sexualmente ativas a não
ser que o médico considere que existem razões convincentes que indiquem que não existe risco de
gravidez.
Crianças e adolescentes do sexo feminino:
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente compreendam a
necessidade de informá-lo assim que a paciente utilizando divalproato de sódio fique menstruada
pela primeira vez (menarca);
• o médico responsável deve assegurar que os pais/responsáveis pela paciente que tenha
menstruado pela primeira vez, tenham informações necessárias sobre os riscos de doenças
congênitas e distúrbios no desenvolvimento do sistema nervoso, incluindo a magnitude desses
riscos para crianças expostas ao divalproato de sódio durante a gravidez;
• o médico responsável também deve informá-los sobre o risco de baixo peso ao nascer para a
idade gestacional para crianças expostas ao valproato de sódio no útero.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
• para essas pacientes, o médico especialista deve reavaliar anualmente a necessidade da terapia
com divalproato de sódio e considerar alternativas para o tratamento. Caso o divalproato de sódio
seja o único tratamento adequado, a necessidade de utilização de métodos contraceptivos eficazes
e todas as outras medidas anteriormente descritas devem ser discutidas com a paciente e os
pais/responsáveis. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição do
tratamento para uma alternativa apropriada antes que a paciente esteja sexualmente ativa.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com divalproato de
sódio de liberação prolongada.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com divalproato de sódio, devido
ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Contracepção: mulheres em idade fértil que estejam utilizando divalproato de sódio devem utilizar
métodos contraceptivos efetivos sem interrupção durante todo o tratamento com o produto. Essas
pacientes devem estar providas de informações completas quanto à prevenção da gravidez e devem
ser orientadas quanto ao risco da não utilização de métodos contraceptivos efetivos. Pelo menos 1
método contraceptivo eficaz e único (como dispositivo ou implante intrauterino) ou 2 métodos
complementares de contracepção, incluindo um método de barreira, deve ser utilizado. Circunstâncias
individuais devem ser avaliadas em todos os casos, envolvendo a paciente na discussão quanto à
escolha do método contraceptivo para garantir o seu engajamento e aderência ao método escolhido.
Mesmo que a paciente tenha amenorreia, ela deve seguir todos os conselhos sobre contracepção
eficaz.
Revisão anual do tratamento: deve ser realizada preferencialmente com um médico especialista. O
médico deve revisar o tratamento pelo menos anualmente quando o divalproato de sódio foi a escolha
mais adequada para a paciente. O médico deverá garantir que a paciente tenha entendido e
reconhecido os riscos de malformações congênitas e distúrbios no desenvolvimento neurológico em
crianças expostas ao produto em ambiente intrauterino.
Planejamento da gravidez:
• Para a indicação de Epilepsia, caso a paciente estiver planejando engravidar ou engravide, o
médico especialista deverá reavaliar o tratamento com divalproato de sódio e considerar
alternativas terapêuticas. O médico deve realizar todo esforço necessário para fazer a transição
do tratamento para uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os
métodos contraceptivos. Se a transição de tratamento não for possível, a paciente deverá receber
aconselhamento adicional quanto aos riscos do uso de divalproato para o bebê para suportar a
paciente quanto à decisão de fazer um planejamento familiar.
Se, apesar dos riscos conhecidos de divalproato de sódio na gestação e após uma avaliação
cuidadosa levando em consideração tratamentos alternativos, em circunstâncias excepcionais a
paciente grávida poderá receber divalproato de sódio para o tratamento de epilepsia. Nesse caso
recomenda-se que seja prescrita a menor dose eficaz, dividida em diversas doses menores a serem
administradas durante o dia. É preferível a escolha da formulação de liberação prolongada para
se evitar altos picos de concentração plasmática.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
• Para as indicações de Mania e profilaxia da migrânea, se a paciente estiver planejando
engravidar, o médico especialista deverá ser consultado e o tratamento com divalproato de sódio
deverá ser descontinuado e, se necessário, deverá ser feita uma a transição do tratamento para
uma alternativa apropriada antes da concepção e antes de interromper os métodos contraceptivos.
Caso a paciente engravide, ela deve informar ao seu médico imediatamente para que o tratamento
seja reavaliado e outras opções sejam consideradas. Durante a gestação, crises tônico-clônicas
maternais e estado epilético com hipóxia podem acarretar em risco de morte para a mãe e para o bebê.
Todas as pacientes expostas ao divalproato de sódio durante a gestação devem realizar um
monitoramento pré-natal especializado para detectar possíveis ocorrências de defeitos no tubo neural
ou outras malformações.
As evidências disponíveis não indicam que a suplementação com folato antes da gestação possa
prevenir o risco de defeitos no tubo neural, que podem ocorrer em qualquer gestação.
O farmacêutico deve garantir que a paciente seja aconselhada a não descontinuar o tratamento com
divalproato de sódio e consultar o médico imediatamente caso esteja planejando engravidar ou
engravide.
Para tratamento de Mania e Epilepsia:
Categoria de risco: D
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Risco para filhos de pais tratados com divalproato de sódio: um estudo observacional
retrospectivo com registros médicos eletrônicos em 3 países nórdicos europeus sugere um risco
aumentado de transtornos do neurodesenvolvimento em crianças (de 0 a 11 anos de idade), nascidas
de homens tratados com valproato nos 3 meses anteriores à concepção em comparação com o risco
naqueles nascidos de homens tratados com lamotrigina ou levetiracetam. O risco acumulado para
transtornos de neurodesenvolvimento variou de 4% a 5,6% no grupo valproato versus 2,3% a 3,2%
no grupo de monoterapia lamotrigina ou levetiracetam. O estudo não investigou o risco em crianças
nascidas de homens que pararam de usar valproato mais de 3 meses antes da concepção.
Más formações congênitas decorrentes da exposição no útero: filhos de mulheres com epilepsia
expostas a monoterapia com divalproato de sódio durante a gravidez apresentaram mais más
formações congênitas. Esse risco é maior do que na população em geral (2-3%). Os tipos mais comuns
de má formação incluem defeitos do tubo neural, dismorfismo facial, fissura de lábio e palato, crânio-
ostenose, problemas cardíacos, defeitos dos rins, vias urinárias e genitálias, defeitos nos membros e
múltiplas anomalias envolvendo vários sistemas do corpo. A exposição no útero ao divalproato de
sódio pode resultar em má formação ocular que foram reportados juntamente com outras más
formações congênitas. Essa má formação ocular pode afetar a visão.
A exposição no útero ao divalproato de sódio também pode resultar em deficiência/perda auditiva
devido a malformações da orelha e/ou nariz (efeito secundário) e/ou devido à toxicidade direta na
função auditiva. Os casos descrevem surdez unilateral e bilateral ou deficiência auditiva.
Monitoramento de sinais e sintomas de ototoxicidade é recomendado.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Transtornos de desenvolvimento decorrentes da exposição no útero: a exposição ao divalproato
de sódio durante a gestação pode causar efeitos adversos no desenvolvimento mental e físico para a
criança exposta. O exato período gestacional predisposto a esses riscos é incerto e a possibilidade do
risco durante toda a gestação não pode ser excluída.
Existem dados limitados sobre uso prolongado. Os dados disponíveis demonstram que crianças
expostas ao divalproato de sódio durante a gestação têm um maior risco de apresentar transtornos
relacionados ao autismo em comparação com a população geral. Os dados disponíveis sugerem que
crianças expostas ao valproato durante a gestação apresentam risco aumentado de desenvolver
transtornos de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) comparado com a população em geral.
Baixo peso ao nascer para a idade gestacional devido à exposição no útero: A exposição no útero
ao divalproato de sódio pode levar a um baixo peso ao nascer para a idade gestacional. Em estudos
pré-clínicos, foi demonstrada uma redução do peso fetal relacionada à dose em animais expostos ao
divalproato de sódio no útero em comparação com animais não expostos. Estudos epidemiológicos
relataram uma redução no peso médio ao nascer e maior risco de nascer com baixo peso ao nascer
(<2500 gramas) ou pequeno para a idade gestacional (definido como peso ao nascer abaixo do 10º
percentil corrigido para a idade gestacional, estratificado por sexo) para crianças expostas ao
divalproato de sódio no útero em comparação com crianças não expostas ou expostas à lamotrigina.
Os dados disponíveis em humanos não permitem concluir sobre um potencial efeito relacionado à
dose.
Risco em neonatos:
− Casos de síndrome hemorrágica foram relatados muito raramente em recém-nascidos de mães
que utilizaram divalproato de sódio durante a gravidez. Essa síndrome hemorrágica está
relacionada com trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas do sangue),
hipofibrinogenemia (diminuição do fibrinogênio do sangue) e/ou a diminuição de outros fatores
de coagulação. A afibrinogenemia (caso em que o sangue não coagula normalmente) também foi
relatada e pode ser fatal. A contagem plaquetária, testes e fatores de coagulação devem ser
investigados em neonatos.
− Casos de hipoglicemia (baixos níveis de açúcar no sangue) foram relatados em recém-nascidos
de mães que utilizaram divalproato de sódio durante o terceiro trimestre da gravidez.
− Casos de hipotireoidismo foram relatados em recém-nascidos de mães que utilizaram divalproato
de sódio durante a gravidez.
− Síndrome de abstinência (por exemplo, irritabilidade, hiperexcitação, agitação, hipercinesia,
transtornos de tonicidade, tremor, convulsões e transtornos alimentares) pode ocorrer em recém-
nascidos de mães que utilizaram valproato no último trimestre da gravidez.
Lactação: o divalproato de sódio é excretado no leite humano com uma concentração que varia entre
1% a 10% dos níveis sanguíneos maternos. Transtornos hematológicos foram notados em
neonatos/crianças lactentes de mães tratadas com valproato. A decisão quanto à descontinuação da
amamentação ou da terapia com o medicamento deve ser feita levando em consideração o benefício
da amamentação para a criança e o benefício da terapia para a paciente.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do
seu médico ou cirurgião-dentista. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: uma vez que o divalproato de sódio pode
produzir alterações do sistema nervoso central, especialmente quando combinado com outras
substâncias com efeito semelhante, por exemplo: álcool, os pacientes não devem realizar tarefas de
risco, como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas, até que se tenha certeza de que não fiquem
sonolentos com o uso deste medicamento.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua
habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o
paciente a quedas ou acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com divalproato de sódio e até 2
semanas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Medicamentos que administrados junto ao divalproato podem alterar sua depuração:
Ritonavir, fenitoína, carbamazepina e fenobarbital (ou primidona): aumentam a depuração do
valproato.
Antidepressivos: pouco efeito na depuração do valproato.
Medicamentos com importante potencial de interação quando usados junto ao valproato,
levando a alterações das concentrações do valproato no sangue:
Ácido acetilsalicílico: a concentração de valproato no sangue pode aumentar.
Antibióticos carbapenêmicos (ex: ertapenem, imipenem e meropenem): pode levar a redução
significante de valproato no sangue.
Colestiramina: pode levar a uma diminuição nos níveis de valproato no sangue.
Contraceptivos hormonais contendo estrogênio: pode haver diminuição de valproato no sangue e
aumento das crises epiléticas (ver seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?).
Felbamato: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
Dipirona: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valproato quando coadministrado, o que pode
resultar na eficácia clínica do valproato potencialmente diminuída. Os prescritores devem monitorar
a resposta clínica (controle da convulsão ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos
níveis séricos de valproato conforme apropriado.
Metotrexato: Alguns relatos de casos descrevem uma diminuição significativa dos níveis séricos de
valproato após a administração de metotrexato, com ocorrência de convulsões. Os prescritores devem
monitorar a resposta clínica (controle de convulsões ou controle do humor) e considerar o
monitoramento dos níveis séricos de valproato conforme apropriado.
Inibidores da protease (ex: lopinavir, ritonavir e outros): podem diminuir os níveis de valproato
no sangue.
Rifampicina: pode levar ao aumento de valproato no sangue.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Medicamentos conjugados com pivalato: A administração concomitante de medicamentos
conjugados com pivalato e valproato que diminuem os níveis de carnitina (como cefditoreno pivoxil,
adefovir dipivoxil, pivmecillinam e pivampicilina) podem desencadear a ocorrência de
hipocarnitinemia (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Administração concomitante destes medicamentos com valproato não é recomendada. Pacientes nos
quais a coadministração não pode ser evitada devem ser cuidadosamente monitorados quanto a sinais
e sintomas de hipocarnitinemia.
Medicamentos para os quais não foi detectada nenhuma interação ou com interação sem
relevância: antiácidos, cimetidina, ranitidina, clorpromazina, haloperidol, paracetamol, lítio,
lorazepam, olanzapina, rufinamida.
Medicamentos com outras interações:
Amitriptilina/nortriptilina: o uso concomitante de divalproato de sódio e amitriptilina raramente
foi associado com toxicidade. Considerar a diminuição da dose de amitriptilina/nortriptilina na
presença de valproato.
Carbamazepina (CBZ)/carbamazepina-10,11-epóxido (CBZ-E): níveis sanguíneos de CBZ
diminuíram 17% enquanto que os de CBZ-E aumentaram em torno de 45% na administração em
conjunto do divalproato de sódio e da CBZ em pacientes epiléticos.
Clonazepam: o uso concomitante de divalproato de sódio e de clonazepam pode levar a estado de
ausência em pacientes com história desse tipo de crises convulsivas.
Diazepam: a administração conjunta de divalproato de sódio aumentou a fração livre de diazepam.
Etossuximida: o divalproato de sódio inibe o metabolismo de etossuximida.
Lamotrigina: sua dose deverá ser reduzida quando administrada em conjunto com divalproato de
sódio.
Fenobarbital: o divalproato de sódio inibe o metabolismo do fenobarbital. Todos os pacientes
recebendo tratamento concomitante com barbiturato devem ser cuidadosamente monitorizados
quanto à toxicidade neurológica.
Fenitoína: Há relatos de desencadeamento de crises com a combinação de divalproato de sódio e
fenitoína em pacientes com epilepsia. Se necessário, deve-se ajustar a dose de fenitoína de acordo
com a situação clínica.
Primidona: é metabolizada em barbiturato e, portanto, pode também estar envolvida em interação
semelhante à do divalproato de sódio com fenobarbital.
Propofol: pode ocorrer interação significante entre divalproato de sódio e propofol, levando a
aumento no nível sanguíneo de propofol. Portanto, quando administrado em conjunto com
divalproato de sódio, a dose de propofol deve ser reduzida.
Nimodipino: tratamento em conjunto com ácido valproico pode aumentar a concentração sanguínea
de nimodipino até 50%.
Tolbutamida: aumento de tolbutamida em pacientes tratados com divalproato de sódio.
Canabidiol: Interação medicamentosa entre valproato e canabidiol pode resultar em um risco
aumentado de elevação das transaminases (enzimas do fígado).
O monitoramento hepático adequado deve ser realizado quando o valproato é usado com canabidiol
e redução de dose ou descontinuação devem ser considerados em caso de anomalias significativas
dos parâmetros hepáticos.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Topiramato e/ou acetazolamida: administração em conjunto com divalproato de sódio foi associada
à hiperamonemia (excesso de amônia no organismo), e/ou encefalopatia (alterações das funções do
cérebro), além de hipotermia (queda na temperatura do corpo abaixo do normal). Os sintomas de
encefalopatia por hiperamonemia incluem frequentemente alterações agudas no nível de consciência
e/ou na função cognitiva ou vômito. Pessoas com atividade mitocondrial alterada do fígado podem
requerer maior atenção.
Varfarina: o divalproato de sódio aumentou a fração de varfarina no sangue.
Zidovudina: em alguns pacientes soropositivos para HIV, a depuração da zidovudina diminuiu após
a administração de divalproato de sódio.
Quetiapina: em conjunto com divalproato de sódio pode aumentar o risco de neutropenia (redução
no número de neutrófilos no sangue) ou leucopenia (redução no número de leucócitos no sangue).
Clozapina: o tratamento concomitante com a clozapina e divalproato de sódio pode aumentar
o risco de neutropenia (diminuição dos glóbulos de defesa, aumentando a chance de infecções).
Quando essa associação for necessária, é recomendado monitoramento cuidadoso desse
paciente.
Exame laboratorial: o valproato é eliminado parcialmente pela urina, como metabólito cetônico, o
que pode prejudicar a interpretação dos resultados do teste de corpos cetônicos na urina.
Irritação gastrointestinal: administrar o medicamento juntamente com a alimentação, ou uma
elevação gradual da dose a partir de um baixo nível de dose inicial pode evitar a irritação
gastrointestinal.
Para divalproato de sódio 250 mg:
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar), abaixo de 0,25 g/comprimido revestido de liberação
prolongada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção
de glicose-galactose.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Este medicamento contém 18,5 mg de sódio/comprimido revestido de liberação prolongada. Se
você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial,
consulte o médico antes de usar este medicamento.
Para divaloproato de sódio 500 mg:
Atenção: Contém 314 mg de lactose (tipo de açúcar)/comprimido revestido de liberação
prolongada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção
de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro preto e
óxido de ferro vermelho.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Este medicamento contém 37 mg de sódio/ comprimido revestido de liberação prolongada. Se
você faz dieta de restrição de sal (sódio) ou toma medicamento para controlar a pressão arterial,
consulte o médico antes de usar este medicamento.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser mantido em sua embalagem original. Armazenar em temperatura
ambiente (de 15°C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Se armazenado nas condições indicadas, o medicamento se manterá próprio para consumo pelo prazo
de validade impresso na embalagem externa.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Divalproato de sódio 250 mg: comprimidos revestidos brancos, ovais, biconvexos e planos em ambos
os lados.
Divalproato de sódio 500 mg: comprimidos revestidos cinzas, ovais, biconvexos e planos em ambos
os lados.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Os comprimidos revestidos de divalproato de sódio de liberação prolongada são de uso oral e devem
ser ingeridos uma única vez ao dia. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, sem serem partidos,
nem triturados, nem mastigados.
Crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade fértil: a terapia com divalproato
de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista. O tratamento com divalproato
de sódio somente deve ser iniciado em crianças e adolescentes do sexo feminino e mulheres em idade
fértil se outros tratamentos alternativos forem ineficazes ou não tolerados pelas pacientes. O
divalproato de sódio deve ser prescrito e dispensado em conformidade com as medidas de prevenção
à gravidez, conforme descrito no item 3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
e 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?. A dose diária deve ser
dividida em, pelo menos, 2 doses individuais.
MANIA
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Dose inicial recomendada: 25 mg/kg/dia administrados uma única vez ao dia. A dose deve ser
aumentada pelo médico o mais rápido possível para se atingir a dose terapêutica mais baixa capaz de
produzir o efeito clínico desejado.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Embora seja senso comum que o tratamento farmacológico após a resposta aguda em mania seja
desejável, tanto para a manutenção da resposta inicial quanto para a prevenção de novos episódios
maníacos, não há dados obtidos sistematicamente para dar suporte aos benefícios de divalproato de
sódio de liberação prolongada no tratamento prolongado (isto é, além de 3 meses).
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as
condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
EPILEPSIA
Dose inicial recomendada: 10-15 mg/kg/dia (única exceção nas crises de ausência – 15mg/kg/dia). A
dose pode ser aumentada pelo médico, de 5 a 10 mg/kg/semana até a obtenção da resposta clínica
desejada, administrados uma vez ao dia.
Dose máxima recomendada: 60 mg/kg/dia.
Em caso de uso em conjunto com outros medicamentos antiepiléticos, as dosagens desses podem ser
reduzidas pelo médico em aproximadamente 25% a cada duas semanas. Esta redução pode ser
iniciada no começo do tratamento com divalproato de sódio ou atrasada por uma a duas semanas em
casos em que exista a preocupação de ocorrência de crises com a redução. A velocidade e duração
desta redução do medicamento antiepilético concomitante pode ser muito variável e os pacientes
devem ser monitorados rigorosamente durante este período com relação a aumento da frequência das
convulsões. Seu médico dará a orientação necessária para o seu tratamento.
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez, a menos que não exista tratamento
alternativo adequado.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as
condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Interrupção do tratamento: Os anticonvulsivantes não devem ser descontinuados abruptamente nos
pacientes para os quais estes fármacos são administrados para prevenir convulsões tipo grande mal,
pois há grande possibilidade de precipitar um estado de mal epilético, com subsequente má
oxigenação cerebral e risco de morte. A interrupção repentina do tratamento com este medicamento
cessará o efeito terapêutico, o que poderá ser prejudicial ao paciente devido às características da
doença para a qual este medicamento está indicado.
PREVENÇÃO DA ENXAQUECA
Dose inicial recomendada: 500 mg uma vez ao dia (durante uma semana) sendo que alguns pacientes
podem se beneficiar com doses de até 1000 mg uma vez ao dia (após a primeira semana). Embora
doses de divalproato de sódio de liberação prolongada diferentes de 1000 mg uma vez ao dia não
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
tenham sido avaliadas em pacientes com enxaqueca, a faixa de dose eficaz de divalproato de sódio
comprimidos de liberação entérica varia de 500 a 1000 mg/dia nestes pacientes.
A terapia com divalproato de sódio deve ser iniciada e supervisionada por um médico especialista na
prevenção da enxaqueca. O tratamento somente deve ser iniciado se outros tratamentos alternativos
forem ineficazes ou não tolerados pelos pacientes e o risco e o benefício devem ser cuidadosamente
reconsiderados nas revisões do tratamento.
Divalproato de sódio é contraindicado durante a gravidez.
Divalproato de sódio é contraindicado em mulheres com potencial para engravidar, a menos que as
condições do programa de prevenção da gravidez sejam cumpridas.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, nem aberto e nem mastigado.
Esta bula é atualizada com frequência. Entretanto, a bula disponível através do QR Code
corresponde à versão mais atual.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar. Entretanto, se estiver próximo do
horário de tomar a próxima dose do medicamento, pule a dose esquecida.
Não tome dois comprimidos de uma única vez para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-
dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
A classificação da frequência das reações adversas deve seguir os seguintes parâmetros:
Frequência das Reações Adversas Parâmetros
≥ 1/10 (≥ 10%) muito comum
≥ 1/100 e < 1/10 (≥ 1% e < 10%) comum (frequente)
≥ 1/1.000 e < 1/100 (≥ 0,1% e < 1%) incomum (infrequente)
≥ 1/10.000 e < 1/1.000 (≥ 0,01% e < 0,1%) rara
< 1/10.000 (< 0,01%) muito rara
Não pode ser estimada desconhecida
Sistemas Frequência Reação adversa
Alterações congênitas,
hereditárias e genéticas
Más formações congênitas e distúrbios de desenvolvimento – ver
item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”
Desconhecida Porfiria aguda
Comum Trombocitopenia
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Alterações do sistema
sanguíneo e linfático
Incomum Anemia, anemia hipocrômica, leucopenia,
trombocitopenia púrpura.
Desconhecida
Agranulocitose, deficiência de anemia folato,
anemia macrocítica, anemia aplástica, falência
da medula óssea, eosinofilia,
hipofibrinogenemia, linfocitose, macrocitose,
pancitopenia, inibição da agregação
plaquetária.
Investigações
Comum Aumento de peso, perda de peso.
Incomum
Aumento da alanina aminotransferase1 ,
aumento do aspartato aminotransferase,
aumento da creatinina sanguínea, diminuição
de folato sanguíneo, aumento de lactato
desidrogenase sanguíneo 1 , aumento de ureia
sanguínea, aumento do nível de droga,
anormalidade de testes de função do fígado 1 ,
aumento de iodo ligado à proteína, diminuição
da contagem de glóbulos brancos.
Desconhecida
Forma adquirida ou pseudo-anomalia de
Pelger-Huët 13
Aumento de bilirrubina sérica1 , diminuição de
carnitina, anormalidade do teste de função da
tireoide.
Alteração do sistema
nervoso
Muito comum Sonolência, tremor
Comum Amnesia, ataxia, tontura, disgeusia, cefaleia,
nistagmo, parestesia, alteração da fala.
Incomum
Afasia, incoordenação motora, disartria,
distonia, encefalopatia2 , hipercinesia,
hiperreflexia, hipertonia, hipoestesia,
hiporreflexia, convulsão 3 , estupor, discinesia
tardia, alteração na visão.
Desconhecida
Asteríxis, atrofia cerebelar4 , atrofia cerebral 4 ,
desordem cognitiva, coma, desordem
extrapiramidal, distúrbio de atenção,
deficiência da memória, parkisonismo,
hiperatividade psicomotora, habilidades
psicomotoras prejudicadas, sedação 5
Alteração do labirinto e
ouvido
Comum Zumbido no ouvido
Incomum Surdez6 , distúrbio auditivo, hiperacusia,
vertigem.
Desconhecida Dor de ouvido
Alteração respiratória,
torácica e mediastino
Incomum Tosse, dispneia, disfonia, epistaxe.
Desconhecida Efusão pleural
Alteração gastrointestinal Muito comum Náusea7
Comum Dor abdominal, constipação, diarreia,
dispepsia7 , flatulência, vômitos 7 .
Incomum Incontinência anal, alteração anorretal, mau
hálito, boca seca, disfagia, eructação,
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
sangramento gengival, glossite, hematêmese,
melena, pancreatite8 , tenesmo retal,
hipersecreção salivar.
Desconhecida Distúrbios gengivais, hipertrofia gengivais,
aumento da glândula parótida.
Alteração urinária e renal Incomum Hematúria, urgência em urinar, poliúria,
incontinência urinária.
Desconhecida Enurese, síndrome Fanconi 9 , falência renal,
nefrite túbulo- intersticial.
Alteração nos tecidos e
pele
Comum Alopecia10 , equimose, prurido, rash cutâneo.
Incomum
Acne, Angioedema, dermatite esfoliativa, pele
seca, eczema, eritema nodoso, hiperidrose,
alteração na unha, petéquias, seborreia.
Desconhecida
Vasculite cutânea, síndrome de
hipersensibilidade sistêmica a drogas
(Síndrome DRESS ou SHSD), eritema
multiforme, alteração do cabelo,
Hiperpigmentação, alteração do leito ungueal,
reação de fotossensibilidade, síndrome de
Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Alteração tecidos
conectivos e muscular
esquelético
Incomum Espasmo muscular, convulsão muscular,
fraqueza muscular.
Desconhecida
Diminuição da densidade óssea, dor óssea,
osteopenia, osteoporose, rabdomiólise, lúpus
eritematoso sistêmico.
Alteração endócrina
Desconhecida
Hiperandrogenismo 11 , hipotireoidismo,
secreção inapropriada de hormônio
antidiurético.
Alteração do metabolismo
e nutrição
Comum Diminuição do apetite, aumento do apetite.
Incomum Hipercalemia, hipernatremia, hipoglicemia,
hiponatremia, hipoproteinemia.
Desconhecida
Deficiência de biotina, dislipidemia,
hiperamonemia, hipocarnitinemia (ver itens 3.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO? e 4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?), resistência à insulina,
obesidade.
Neoplasias benignas,
malignas e não específicas
(incluem cistos e pólipos)
Incomum Hemangioma de pele
Desconhecida Síndrome mielodisplásica
Desordens vasculares Incomum Hipotensão ortostática, palidez, desordem
vascular periférica, vasodilatação.
Alterações gerais e
condições de
administração local
Muito comum Astenia
Comum Alteração na marcha, edema periférico.
Incomum Dor no peito, edema facial, pirexia.
Desconhecida Hipotermia
Alteração hepatobiliar Desconhecida Hepatotoxicidade
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Alteração na mama e
sistema reprodutivo Incomum
Amenorreia, dismenorreia, disfunção erétil,
menorragia, alteração menstrual, metrorragia,
hemorragia vaginal.
Desconhecida
Aumento das mamas, galactorréia, infertilidade
masculina12 , menstruação irregular, ovário
policístico.
Alteração psiquiátrica
Comum
Sonhos anormais, labilidade emocional, estado
de confusão, depressão, insônia, nervosismo,
pensamento anormal.
Incomum
Agitação, ansiedade, apatia, catatonia, delírio,
humor eufórico, alucinação, hostilidade,
transtorno de personalidade.
Desconhecida
Comportamento anormal, agressão, angústia
emocional, transtorno de aprendizagem,
transtorno psicótico.
Alteração cardíaca Incomum Bradicardia, parada cardíaca, insuficiência
cardíaca congestiva, taquicardia.
Alteração nos olhos Comum Ambliopia, diplopia
Incomum
Cromatopsia, olho ressecado, distúrbio ocular,
dor nos olhos, desordem da lacrimal, miose,
fotofobia, deficiência visual.
Alteração do sistema
imunológico Desconhecida Reação anafilática, hipersensibilidade.
Infecção e infestações Comum Infecção
Incomum Bronquite, furúnculo, gastroenterite, herpes
simples, gripe, rinite, sinusite.
Desconhecida Otite média, pneumonia, infecção do trato
urinário.
Lesão, intoxicação e
complicações processuais Comum Lesão
1 Pode refletir em uma potencial hepatotoxicidade séria.
2 Encefalopatia com ou sem febre foi identificada pouco tempo após a introdução de monoterapia
com divalproato de sódio sem evidência de disfunção hepática ou altos níveis plasmáticos
inapropriados de valproato. Apesar da recuperação ser efetiva com a descontinuação do medicamento,
houve casos fatais em pacientes com encefalopatia hiperamônica, particularmente em pacientes com
distúrbio do ciclo de ureia subjacente. Encefalopatia na ausência de níveis elevados de amônia
também foi observada.
3 Considerar crises graves e verificar item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
4 Reversíveis e irreversíveis. Atrofia cerebral também foi observada em crianças expostas ao
divalproato de sódio em ambiente uterino que levou a diversas formas de eventos neurológicos,
incluindo atrasos de desenvolvimento e prejuízo psicomotor.
5 Observado que pacientes recebendo somente divalproato de sódio, mas ocorreu em sua maioria em
pacientes recebendo terapia combinada. Sedação normalmente diminui após a redução de outros
medicamentos antiepiléticos.
6 Reversíveis ou irreversíveis.
7 Esses efeitos são normalmente transitórios e raramente requerem descontinuação da terapia.
8 Inclui pancreatite aguda, incluindo fatalidades.
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Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
9 Observada primariamente em crianças.
10 Reversíveis.
11 Com eventos aumentados de hirsutismo, virilismo, acne, alopecia de padrão masculino,
andrógeno.
12 Incluindo azoospermia, análise de sêmen anormal, diminuição da contagem de esperma,
morfologia anormal dos espermatozoides, aspermia e diminuição da motilidade dos espermatozoides.
13 Casos isolados de morfologia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a
descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por
medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a
síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras
citopenias.
14 Casos isolados de anomalia adquirida de Pelger-Huet. Reconhecer isso é crucial para a
descontinuação dos valproatos, pois a descontinuação é o único tratamento se for induzida por
medicamentos e evita ainda o sobrediagnóstico desnecessário de doenças neoplásicas, como a
síndrome mielodisplásica. Esta anomalia morfológica também pode estar associada a outras
citopenias.
População pediátrica
O perfil de segurança do valproato na população pediátrica é comparável ao dos adultos, mas alguns
efeitos adversos as reações são mais graves ou observadas principalmente na população pediátrica.
Existe um risco particular de lesão hepática grave em bebês e crianças pequenas, especialmente com
idade inferior a três anos. Crianças pequenas também estão em risco particular de pancreatite. Esses
riscos diminuem com o aumento da idade (consulte a Seção 4).
Transtornos psiquiátricos, como agressão, agitação, perturbação da atenção, comportamento anormal,
hiperatividade psicomotora e distúrbio de aprendizagem são observados principalmente na população
pediátrica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Não tome doses superiores às recomendadas pelo médico.
Doses de divalproato de sódio de liberação prolongada acima do recomendado podem resultar em
sonolência, bloqueio do coração, pressão baixa e colapso/choque circulatório e coma profundo.
Nesses casos, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente para cuidados médicos.
A presença de teor de sódio na formulação de divalproato de sódio pode resultar em excesso de sódio
no sangue quando administrada em dose acima do recomendado.
Em caso de superdosagem de divalproato de sódio resultando em hiperamonemia, a carnitina pode
ser administrada por via intravenosa para tentar normalizar os níveis de amônia.
Em situações de superdosagem, a hemodiálise ou hemodiálise mais hemoperfusão podem resultar em
uma remoção significativa do medicamento. O benefício da lavagem gástrica ou vômito irá variar de
acordo com o tempo de ingestão.
-- 21 of 30 --
Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
Medidas de suporte geral devem ser aplicadas, com particular atenção para a manutenção de fluxo
urinário adequado. O uso de naloxona pode ser útil para reverter os efeitos depressores de doses
elevadas de valproato de sódio sobre o sistema nervoso central, entretanto, como a naloxona pode,
teoricamente, reverter os efeitos antiepiléticos do valproato de sódio, deve ser usada com precaução
em pacientes epiléticos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico
e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.
-- 22 of 30 --
Modelo de bula – Paciente
divalproato de sódio 250mg e 500mg
III) DIZERES LEGAIS
Registro: 1.2352.0255
Produzido por:
Sun Pharma Laboratories Limited
6-9, Epip, Kartholi, Bari Brahmana, Jammu, Índia
Registrado e importado por:
Ranbaxy Farmacêutica Ltda.
R. Francisco de S e Melo, 252, Armazéns 1 e 2 Anexo parte 1B Cordovil, Rio de Janeiro – RJ,
CEP: 21.010-410
CNPJ: 73.663.650/0001-90
SAC: 0800 704 7222
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
DIV_VPAC_13
01/2026
-- 23 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
HISTÓRICO DE ALTERAÇÃO DA BULA
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
- - - -
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
VPS
6. Como devo usar este
medicamento?
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
25/02/2025 0263968/25-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
30/07/2024 1035764/24-5
10506 –
GENÉRICO –
Modificação Pós-
Registro - Clone
14/02/2025
7. Cuidados de
armazenamento do
medicamento
VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
13/02/2025 0205020/25-9
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
IDENTIFICAÇÃO DO
MEDICAMENTO
DIZERES LEGAIS
VP
1. Para que este
medicamento é
indicado?
2. Como este
medicamento
funciona?
3. Quando não devo
usar este
medicamento?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
-- 24 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VPS
1. Indicações
4. Contraindicações
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
8. Posologia e modo de
usar
9. Reações adversas
17/09/2024 1279415/24-0
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
3. Quando não devo
usar este
Medicamento?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VPS
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
9. Reações adversas
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
05/07/2024 0919098/24-0 10452 -
GENÉRICO - NA NA NA NA DIZERES LEGAIS VP/VPS 250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
-- 25 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
VPS
5. Advertências e
precauções
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
09/01/2024 0026305/24-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
24/10/2023 1152815/23-7
70798 - AFE -
ALTERAÇÃO -
Medicamentos
e/ou Insumos
Farmacêuticos -
Endereço Matriz
12/12/2023
DIZERES LEGAIS
VP
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VPS
5. Advertências e
precauções
9. Reações adversas
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
07/07/2023 0700153/23-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
22/08/2022
21/09/2022
4585431/22-9
4718491/22-4
10506-
GENÉRICO -
Modificação Pós-
Registro -
CLONE
15/05/2023
05/06/2023
VP:
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
Dizeres legais
VPS:
5. Advertências e
precauções
Dizeres legais
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
14/06/2023 0604698/23-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP:
Apresentações
VPS:
Apresentações
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
-- 26 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
02/09/2022 4645573/22-5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
Vp:
3. Quando não devo
usar este
Medicamento?
4. O que devo saber
Antes de usar este
Medicamento?
5. Onde, como e por
quanto tempo posso
guardar este
Medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
9. O que fazer se
alguém usar uma
quantidade maior do
que a indicada deste
medicamento?
VPS:
4. Contraindicações
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
7. Cuidados de
armazenamento do
medicamento
10. Superdose
VP/VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
07/06/2022 4266118/22-8
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VPS:
3. Características
farmacológicas
VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
21/02/2022 0632621/22-2
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
NA NA NA NA
VP:
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
-- 27 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
Texto de Bula
- RDC 60/12 VPS:
5. Advertências e
precauções
8. Posologia e modo de
usar
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
10/12/2021 5217598/21-2
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP:
Apresentações
1. Para que este
medicamento é
indicado?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
5. Onde, como e por
quanto tempo posso
guardar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
Dizeres legais
VPS:
Apresentações
VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 60
07/07/2021 2636703/21-7
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP:
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VPS:
3. Características
farmacológicas
5. Advertências e
precauções
6. Interações
medicamentosas
VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
-- 28 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
9. Reações adversas
08/04/2021 1347438/21-3
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto
de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA VPS
9. Reações adversas VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
19/03/2020 0833586/20-9
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
VPS
5. Advertências e
precauções
VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
31/07/2019 1913699/19-4
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
VPS
3. Características
farmacológicas
5. Advertências e
precauções
9. Reações adversas
VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 6
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 6
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 20
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
18/04/2019 0352559/19-7
10459 -
GENÉRICO –
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
- RDC 60/12
NA NA NA NA 1ª submissão no
Bulário Eletrônico VP/ VPS
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 6
250 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 6
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 20
500 MG COM REV LIB
PROL CT BL AL AL X 30
-- 29 of 30 --
_ Modelo de bula – paciente/ profissional
divalproato de sódio 250 mg e 500 mg
-- 30 of 30 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10045963 |
|---|---|
| Marca | RANBAXY FARMACEUTICA LTDA |
| Código de Barras | 7897076923295 |
| Princípio ativo | DIVALPROATO DE SÓDIO |
| Registro MS | 1235202550101 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |