Cloridrato De Duloxetina 60mg Com 30 Cápsulas Duras De Liberação Retardada Germed
Vendido e entregue por Pedpharma
cloridrato de duloxetina
60 MG
CLORIDRATO DE DULOXETINA
O cloridrato de duloxetina é indicado para o tratamento da depressão, transtorno depressivo maior, dor neuropática periférica diabética, fibromialgia, dor lombar crônica, dor devido à osteoartrite de joelho, e transtorno de ansiedade generalizada. Funciona como um inibidor da r…
cloridrato de duloxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de duloxetina é indicado para o tratamento da depressão, transtorno depressivo maior, dor neuropática periférica diabética, fibromialgia, dor lombar crônica, dor devido à osteoartrite de joelho, e transtorno de ansiedade generalizada. Funciona como um inibidor da recaptação de serotonina e noradrenalina, agindo no sistema nervoso central e proporcionando melhora dos sintomas depressivos, dolorosos e ansiosos. Sua absorção pela via oral ocorre entre 6 e 10 horas após a administração.
Especificações
| Código do Produto | 10035159 |
|---|---|
| Marca | LEGRAND GENERICOS |
| Código de Barras | 7896004754048 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE DULOXETINA |
| Registro MS | 1058309730081 |
| Dosagem | 60 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); CONSERVAR EM LUGAR SECO; PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula Dura de Liberação Retardada |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
cloridrato de duloxetina
GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Cápsula dura de liberação retardada
30 mg e 60 mg
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de duloxetina
“Medicamento Genérico, Lei n°. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Cápsula dura de liberação retardada de 30 mg ou 60 mg. Embalagem contendo 7, 14, 15, 28, 30, 60 ou 100*
unidades.
*Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de liberação retardada de 30 mg contém:
cloridrato de duloxetina*....................................................................................................................33,7 mg
excipiente** q.s.p. ..........................................................................................................1 cap dura lib retard
* equivalente a 30 mg de duloxetina.
**manitol, amido, laurilsulfato de sódio, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico e
dióxido de titânio. Componentes da cápsula: dióxido de titânio e gelatina.
Cada cápsula dura de liberação retardada de 60 mg contém:
cloridrato de duloxetina*....................................................................................................................67,3 mg
excipiente** q.s.p. ..........................................................................................................1 cap dura lib retard
* equivalente a 60 mg de duloxetina.
**manitol, amido, laurilsulfato de sódio, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico e
dióxido de titânio, Componentes da cápsula: dióxido de titânio, vermelho allura 129, azul brilhante e
gelatina.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO? O cloridrato de duloxetina é indicado para o
tratamento da depressão. O cloridrato de duloxetina é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o
tratamento contínuo, por até seis meses, em pacientes que apresentaram resposta ao tratamento inicial. O
cloridrato de duloxetina é indicado para o tratamento de: transtorno depressivo maior; dor neuropática
periférica diabética; fibromialgia (FM) em pacientes com ou sem transtorno depressivo maior (TDM);
estados de dor crônica associados à dor lombar crônica; estados de dor crônica associados à dor devido à
osteoartrite de joelho (doença articular degenerativa) em pacientes com idade superior a 40 anos e
transtorno de ansiedade generalizada. Transtorno de ansiedade generalizada é definido como ansiedade e
preocupação excessivas, presentes na maioria dos dias, por pelo menos seis meses. A ansiedade e
preocupação excessivas devem ser difíceis de controlar e devem causar prejuízo as suas funções diárias.
Deve estar associado a três dos seis sintomas seguintes: inquietação ou sensação de estar com os nervos à
flor da pele, ficar facilmente cansado, dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente,
irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.
2. COMO ESSE MEDICAMENTO FUNCIONA? O cloridrato de duloxetina é um medicamento da
classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina. O cloridrato de duloxetina é um
medicamento antidepressivo que age no sistema nervoso central (SNC), proporcionando melhora de
sintomas depressivos em pacientes com transtorno depressivo maior; sintomas dolorosos em pacientes com
neuropatia diabética [doença que provoca lesão dos nervos devido aos altos níveis de glicose (açúcar) no
sangue]; sintomas dolorosos em pacientes com fibromialgia [doença que provoca dor muscular e fadiga
(cansaço)]; sintomas dos estados de dor crônica associados à dor lombar crônica; sintomas dos estados de
dor crônica associados à dor devido à osteoartrite de joelho (doença articular degenerativa) em pacientes
com idade superior a 40 anos e sintomas ansiosos em pacientes com transtorno de ansiedade generalizada.
A absorção (ou início da ação) de cloridrato de duloxetina, pela via oral, ocorre 6 horas após a administração
do medicamento. Quando cloridrato de duloxetina é administrado com alimento, esta absorção ocorre entre
6 a 10 horas. Quando o medicamento é administrado à tarde, observa-se um atraso de 3 horas na sua
absorção. Esse atraso não ocorre quando o medicamento é tomado no período da manhã.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? O cloridrato de duloxetina não deve ser
tomado por pacientes que sejam alérgicos ao cloridrato de duloxetina ou a qualquer excipiente do
medicamento. O cloridrato de duloxetina não deve ser tomado por pacientes que estejam utilizando uma
droga inibidora da monoaminoxidase (IMAO) como PARNATE® (sulfato de tranilcipromina) e
AURORIX® (moclobemida) ou tiverem parado de tomar um IMAO nos últimos 14 dias. O uso de cloridrato
de duloxetina com um IMAO pode causar efeitos colaterais graves ou provocar risco à vida. Não tomar um
IMAO por, pelo menos, 5 dias após a interrupção do tratamento com cloridrato de duloxetina. Pergunte ao
seu médico se algum medicamento que você usa é desta classe.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
Suicídio: todos os pacientes submetidos ao tratamento com antidepressivos para qualquer indicação devem
ser monitorados adequadamente e observados quanto à piora clínica, tentativa de suicídio e alterações
anormais no comportamento, especialmente durante os primeiros meses de tratamento com a droga ou nos
momentos de alterações de dose, sejam aumentos ou diminuições da mesma. Dessa forma, tanto familiares
quanto responsáveis por pacientes que estiverem utilizando antidepressivos para o tratamento do transtorno
depressivo maior ou outras indicações (psiquiátricas ou não psiquiátricas), devem ser alertados sobre a
necessidade de monitoramento desses pacientes quanto ao aparecimento de agitação, irritabilidade,
alterações anormais no comportamento, ansiedade, ataques de pânico, insônia, hostilidade, agressividade,
impulsividade, acatisia (inquietação motora), hipomania (afeto exaltado, irritação, sem alteração dos
sentidos), mania (crise de euforia) e tentativa de suicídio, e relatarem tais sintomas imediatamente ao
médico. Portanto, este monitoramento deve incluir a observação diária dos pacientes por seus familiares ou
responsáveis. Embora não tenha sido estabelecida relação causal de cloridrato de duloxetina em induzir
alguns efeitos, na análise de alguns estudos agrupados de antidepressivos em transtornos psiquiátricos,
observou-se um aumento no risco de pensamentos e/ou comportamentos suicidas em pacientes pediátricos
e adultos jovens (< 25 anos de idade) em comparação com o grupo placebo. O cloridrato de duloxetina deve
ser administrado com cautela nas seguintes situações: pacientes com histórico de mania, pacientes com
histórico de convulsão (contração involuntária e intensa dos músculos) e pacientes que apresentam um
problema conhecido como glaucoma de ângulo fechado (pressão alta no olho).
Disfunções renais e hepáticas: em estudos com pacientes com comprometimento severo nas funções
renais (clearance de creatinina < 30 mL/min) ou hepáticas, observou-se um aumento na concentração
plasmática de duloxetina. Entretanto, em situações em que houver uma avaliação médica criteriosa e os
benefícios do tratamento com cloridrato de duloxetina justificarem os potenciais riscos para esses grupos
de pacientes, uma dose mais baixa de cloridrato de duloxetina deverá ser considerada (vide “COMO DEVO
USAR ESTE MEDICAMENTO? - Populações especiais”).
Elevações das enzimas do fígado: o tratamento com cloridrato de duloxetina foi associado com o aumento
de algumas enzimas presentes no fígado. Elevações graves das enzimas do fígado foram raramente
relatadas, sendo que, em alguns casos, estiveram associadas ao uso excessivo de álcool ou à doença hepática
preexistente. Portanto, cloridrato de duloxetina deve ser usado com cautela neste grupo de pacientes.
Aumento da pressão sanguínea: cloridrato de duloxetina está associado a um aumento da pressão
sanguínea em alguns pacientes. Portanto, recomenda-se o monitoramento da pressão arterial em pacientes
com hipertensão conhecida e/ou outra doença cardíaca e que estiverem sob tratamento com cloridrato de
duloxetina.
Hiponatremia: foram relatados muito raramente casos de hiponatremia (concentração de sódio no sangue
menor que 110 mmol/L). A maioria dos casos ocorreu em pacientes idosos, especialmente quando houve
histórico recente de alterações no balanço hídrico (desidratação) ou pré-disposição a ela. A hiponatremia
pode estar presente sem sinais ou sintomas específicos, como tontura, fraqueza, náusea (vontade de
vomitar), vômito, confusão mental, sonolência e letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio).
Sinais e sintomas associados a casos mais graves incluíram episódios de síncope (desmaio), quedas e
convulsão (contração involuntária e intensa dos músculos).
Sangramento anormal: cloridrato de duloxetina, assim como outros inibidores seletivos e não seletivos
da recaptação de serotonina e noradrenalina, pode aumentar o risco de sangramentos, incluindo
sangramentos gastrointestinais e hemorragia pós-parto. Por isso, deve-se ter cuidado ao se administrar
cloridrato de duloxetina em pacientes que façam uso de anticoagulantes e/ou substâncias que afetem a
coagulação (anti-inflamatórios não esteroidais – AINES) e em pacientes que tenham tendência a
sangramentos.
Gravidez (categoria C): não houve estudos adequados e bem controlados de cloridrato de duloxetina em
mulheres grávidas. Por esta razão, este medicamento deve ser usado em gestantes somente se o benefício
potencial justificar o risco para o feto. Sintomas de descontinuação [por exemplo: hipotonia (flacidez
muscular), tremor, nervosismo, dificuldade de alimentação, desconforto respiratório e convulsões] podem
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ocorrer no recém-nascido caso a mãe use cloridrato de duloxetina próximo ao parto. A maioria dos casos
ocorreu no nascimento ou poucos dias após.
Há evidências de um risco aumentado para hemorragia pós-parto com o uso de duloxetina próximo a data
do parto. Há uma associação do uso materno de duloxetina durante a gravidez a um risco aumentado de
parto prematuro. A maioria dos partos prematuros ocorreram entre a 35ª e a 36ª semana de gestação.
Não há evidências de que cloridrato de duloxetina cause má formação em fetos em estudos com animais.
Amamentação: a duloxetina é excretada no leite materno. Devido à segurança de cloridrato de duloxetina
em crianças ser desconhecida, não é recomendável amamentar durante o tratamento com cloridrato de
duloxetina.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode
causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas
para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Trabalho de parto e no parto: o efeito de cloridrato de duloxetina sobre o trabalho de parto e no parto em
humanos é desconhecido. O cloridrato de duloxetina deve ser usado durante o trabalho de parto e no parto
somente se o benefício justificar o risco potencial para o feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas: os pacientes usando cloridrato de duloxetina devem
ter cuidado ao operar maquinário e conduzir veículos até que tenham certeza que sua habilidade não foi
afetada pelo medicamento, pois cloridrato de duloxetina pode estar associado com efeitos indesejáveis, tais
como sedação e tontura.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente
a quedas ou acidentes.
Avaliação de pacientes quanto ao transtorno bipolar: um episódio de depressão maior pode ser
indicação de um transtorno bipolar. Embora não haja estudos clínicos estabelecidos sobre o assunto,
acredita-se que o tratamento de tais episódios com um antidepressivo isolado possa aumentar a
probabilidade de antecipação de um episódio maníaco/misto em pacientes com risco para desenvolver o
transtorno bipolar. Não se sabe se quaisquer dos sintomas descritos no item “Suicídio” representam tal
precipitação. Entretanto, antes de iniciar o tratamento com um antidepressivo, os pacientes com sintomas
para depressão devem ser adequadamente avaliados para determinar se os mesmos possuem risco para o
transtorno bipolar, sendo que essa avaliação deve incluir um histórico detalhado do paciente, histórico
familiar de suicídio, transtorno bipolar e depressão. Deve-se observar que cloridrato de duloxetina não
está aprovado para o tratamento de depressão bipolar.
Síndrome serotoninérgica: o desenvolvimento de uma síndrome serotoninérgica pode ocorrer com o uso
de inibidores seletivos de recaptação de serotonina e com inibidores de recaptação de serotonina e
noradrenalina, incluindo o tratamento com cloridrato de duloxetina, em particular com o uso concomitante
de drogas serotoninérgicas (incluindo triptanos) e com drogas que prejudicam o metabolismo da serotonina
(incluindo IMAOs).
Os sintomas da síndrome serotoninérgica podem incluir alterações no estado mental do paciente (por
exemplo: agitação, alucinações, delírio e coma), instabilidade autonômica [por exemplo: taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), pressão sanguínea instável, tontura, sudorese (suor), rubor
(vermelhidão da pele) e hipertermia (aumento da temperatura corporal)], sintomas neuromusculares [por
exemplo: tremor, rigidez, mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas
durante o sono), hiper-reflexia (reações de reflexo exageradas) e falta de coordenação], convulsões e/ou
sintomas gastrointestinais (por exemplo: náusea, vômito e diarreia). Portanto, aconselha-se cautela quando
cloridrato de duloxetina for coadministrado com outras drogas que possam afetar o sistema de
neurotransmissores serotoninérgicos, tais como triptanos, linezolida, lítio, tramadol ou Erva de São João
(Hypericum perforatum). Não é recomendado o uso concomitante de cloridrato de duloxetina com outros
inibidores seletivos de recaptação de serotonina (por exemplo: fluoxetina e paroxetina), inibidores da
recaptação da serotonina e da noradrenalina ou triptofano. Houve raros relatos pós-lançamento de síndrome
serotoninérgica com o uso de inibidores seletivos da recaptação de serotonina e um triptano. Se o tratamento
concomitante de cloridrato de duloxetina com uma outra droga serotoninérgica for clinicamente indicado,
aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do tratamento e
aumentos na dose.
Uso pediátrico: cloridrato de duloxetina não é indicado para uso em pacientes menores de 18 anos.
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Uso geriátrico: embora tenham sido identificadas diferenças nas respostas entre mulheres de meia-idade e
idosas (≥ 65 anos), a importância das alterações não foi suficiente para justificar um ajuste de dose baseado
apenas na idade (vide “COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Interações medicamentosas
O cloridrato de duloxetina deve ser administrado com cuidado em pacientes que estiverem sob tratamento
com qualquer um dos medicamentos descritos a seguir: antidepressivos tricíclicos (ATCs), inibidores da
enzima CYP1A2 (por exemplo: fluvoxamina e antibióticos a base de quinolona), medicamentos
metabolizados pela enzima CYP2D6 (por exemplo: desipramina e tolterodina), inibidores da enzima
CYP2D6 (por exemplo: paroxetina), medicamentos com atividade serotoninérgica (por exemplo: inibidores
seletivos da recaptação de serotonina, inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina, triptanos ou
tramadol), medicamentos com ação no sistema nervoso central e medicamentos que sejam altamente
ligados às proteínas presentes no sangue. Consulte seu médico para obter informações sobre estas classes
de medicamentos e se você está tomando algum medicamento que interaja com cloridrato de duloxetina.
Álcool: quando o cloridrato de duloxetina e o álcool foram administrados em tempos diferentes, notou-se
que o cloridrato de duloxetina não aumentou o prejuízo das habilidades mental e motora causado pelo
álcool. No banco de dados de estudos clínicos com o cloridrato de duloxetina, três pacientes tratados com
o cloridrato de duloxetina tiveram lesões no fígado. Em todos estes casos, foi descrito uso concomitante
significativo de álcool, o que pode ter contribuído para as anormalidades constatadas.
Antiácidos e antagonistas H2: é aconselhável cuidado ao se administrar cloridrato de duloxetina para
pacientes que possam apresentar retardo no esvaziamento gástrico (por exemplo, alguns pacientes
diabéticos). Medicamentos que aumentam o pH gastrointestinal podem promover uma liberação precoce
de duloxetina. Entretanto, a coadministração de cloridrato de duloxetina com antiácidos que contenham
alumínio ou magnésio ou de cloridrato de duloxetina com famotidina não causou efeito significativo nas
taxas ou na quantidade absorvida de duloxetina após a administração de uma dosagem de 40 mg. Não há
informações se a administração concomitante de inibidores da bomba de próton afeta a absorção de
cloridrato de duloxetina.
Fitoterápicos: a ocorrência de eventos indesejáveis pode ser mais comum durante o uso concomitante de
cloridrato de duloxetina com preparações fitoterápicas que contenham a Erva de São João (Hypericum
perforatum).
Exames laboratoriais e não laboratoriais: em estudos clínicos para o tratamento da dor neuropática
periférica diabética, observou-se um pequeno aumento na glicemia (concentração de açúcar no sangue) de
jejum e no colesterol total dos pacientes que usaram o cloridrato de duloxetina. Já em estudos clínicos para
transtorno depressivo maior, observou-se pequenos aumentos médios nos exames para dosagem de TGP
(ALT), TGO (AST), CK (CPK) e fosfatase alcalina. Foram obtidos eletrocardiogramas de pacientes
tratados com cloridrato de duloxetina e de pacientes tratados com placebo em estudos clínicos de até 13
semanas. Não foram observadas diferenças clinicamente significativas entre os pacientes tratados com
cloridrato de duloxetina e aqueles tratados com placebo.
nicotina: a biodisponibilidade de cloridrato de duloxetina parece ser um terço mais baixa nos fumantes do
que em não-fumantes. No entanto, não há necessidade de ajuste de doses para fumantes.
Alimentos: cloridrato de duloxetina pode ser administrado independentemente das refeições.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
cloridrato de duloxetina 30 mg:
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de
sacarose-isomaltase. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes. Este medicamento não
deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
cloridrato de duloxetina 60 mg:
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de
sacarose-isomaltase. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes. Este medicamento não
deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Contém os corantes dióxido de titânio, vermelho allura 129 e azul brilhante que podem,
eventualmente, causar reações alérgicas.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
cloridrato de duloxetina 30 mg: cápsula de gelatina dura nº 2, com corpo na cor branca e tampa na cor
branca, contendo pellets esféricos quase branco a creme pálido.
cloridrato de duloxetina 60 mg: cápsula de gelatina dura nº 0, com corpo na cor branca e tampa na cor azul
royal, contendo pellets esféricos quase branco a creme pálido.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar
O cloridrato de duloxetina deve ser administrado por via oral, independentemente das refeições. Não
administrar mais do que a quantidade total de cloridrato de duloxetina recomendada pelo médico para
períodos de 24 horas.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.
Tratamento inicial
Transtorno depressivo maior: o tratamento com cloridrato de duloxetina deve ser iniciado com uma dose
de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento
com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes se adaptem
à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem
se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120
mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de que doses acima de 60 mg
confiram benefícios adicionais. A segurança de doses acima de 120 mg não foi adequadamente avaliada.
Dor neuropática periférica diabética: o tratamento com cloridrato de duloxetina deve ser iniciado com
uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram
benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é claramente menos bem tolerada. Para pacientes cuja
tolerabilidade seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser considerada.
Fibromialgia: o tratamento com cloridrato de duloxetina deve ser iniciado com uma dose de 60 mg,
administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose
de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes se adaptem à
medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência que doses
maiores que 60 mg/dia confiram benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma
dose de 60 mg e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior de reações adversas.
Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: o
tratamento com cloridrato de duloxetina deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez
ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao
dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes se adaptem à medicação, antes de aumentar
a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da
dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg ao dia.
Transtorno de ansiedade generalizada: o tratamento com cloridrato de duloxetina deve ser iniciado com
uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o
tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes
se adaptem à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora tenha
sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60
mg/dia confiram benefícios adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a
dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, deve-se fazer aumento gradual da dose em 30 mg, uma vez ao dia.
A segurança de doses acima de 120 mg, uma vez ao dia, não foi adequadamente avaliada.
Tratamento prolongado / manutenção / continuação
Transtorno depressivo maior: é consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo maior
necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa. O
cloridrato de duloxetina deve ser administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os pacientes
devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento com
cloridrato de duloxetina e a dosagem apropriada para tal.
Dor neuropática periférica diabética: a eficácia de cloridrato de duloxetina deve ser avaliada
individualmente, já que a progressão da dor neuropática periférica diabética é bastante variável e o controle
da dor é empírico. A eficácia de cloridrato de duloxetina não foi avaliada sistematicamente em estudos
clínicos por períodos superiores a 12 semanas.
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Fibromialgia: a fibromialgia é reconhecida como uma condição crônica. A eficácia de cloridrato de
duloxetina no tratamento da fibromialgia foi demonstrada em estudos clínicos por até três meses. A eficácia
de cloridrato de duloxetina não foi demonstrada em estudos mais longos; entretanto, o tratamento contínuo
deve ser baseado na resposta individual do paciente.
Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: a
eficácia de cloridrato de duloxetina não foi estabelecida em estudos clínicos além de 13 semanas.
Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): é comumente aceito que o transtorno de ansiedade
generalizada requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos mais longos. A
manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi estabelecida com o uso de cloridrato de duloxetina como
monoterapia (sem nenhum outro medicamento). O cloridrato de duloxetina deve ser administrado numa
dose de 60-120 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para assim
avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.
Interrupção do tratamento
Foram relatados sintomas associados à interrupção do tratamento com cloridrato de duloxetina, tais como
náusea (vontade de vomitar), tontura, dor de cabeça, fadiga (cansaço), parestesia (adormecimento ou
formigamento de partes do corpo), vômito, irritabilidade, pesadelos, insônia, diarreia, ansiedade,
hiperidrose (suor em excesso), vertigem (falsa sensação de movimentos), sonolência e mialgia (dor
muscular). Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas quando se optar pela
interrupção do tratamento. Quando o tratamento com cloridrato de duloxetina precisar ser interrompido é
recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou
administrada em dias alternados) por um período, de no mínimo, 2 semanas antes da interrupção completa
do tratamento. O regime ideal a ser seguido deverá levar em consideração as características individuais,
tais como a duração do tratamento, dose no momento da interrupção, dentre outros. Se após a diminuição
da dose de cloridrato de duloxetina, ou sua suspensão, surgirem sintomas intoleráveis, deve-se considerar
retornar à dose de cloridrato de duloxetina usada antes dos sintomas serem descritos. Posteriormente, a
interrupção poderá ser novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual da dose.
Populações especiais
Pacientes com comprometimento renal: quando o tratamento com cloridrato de duloxetina justificar os
potenciais riscos para pacientes com doença renal em estágio avançado (clearance de creatinina < 30
mL/min ou necessitando de diálise), recomenda-se uma dose inicial de 30 mg, uma vez ao dia (vide
“ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES”).
Pacientes com comprometimento hepático: quando o tratamento com cloridrato de duloxetina justificar
os potenciais riscos para pacientes com doença hepática, principalmente aqueles com cirrose, uma dose
mais baixa e menos frequente de cloridrato de duloxetina deverá ser considerada (vide “ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES”).
Idade: para transtorno da ansiedade generalizada em pacientes idosos, o tratamento com cloridrato de
duloxetina deve iniciar com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante duas semanas, antes de aumentar a
dose para 60 mg. Consequentemente, pacientes podem se beneficiar de doses acima de 60 mg, uma vez ao
dia. A dose máxima estudada é de 120 mg por dia. Para todas as outras indicações, nenhum ajuste de dose
é recomendado para pacientes idosos. O cloridrato de duloxetina não é indicado para uso em pacientes
menores de 18 anos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO? Caso
o paciente se esqueça de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que lembrar. Entretanto, se for quase a hora
da próxima dose, o paciente deverá pular a dose esquecida e tomar imediatamente a dose planejada. Em
caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? Todos os medicamentos
podem causar efeitos adversos em alguns pacientes. Os efeitos adversos mais comuns geralmente foram
leves e desapareceram após algumas semanas.
Para transtorno depressivo maior, os seguintes eventos adversos foram descritos durante os estudos
clínicos com o uso de cloridrato de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca
seca, náusea (vontade de vomitar) e dor de cabeça.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitação,
zumbido no ouvido, visão borrada, constipação (intestino preso), diarreia, vômito, dispepsia (indigestão),
dor abdominal, flatulência (gases), fadiga (cansaço), queda, diminuição de peso, aumento da pressão
sanguínea, diminuição do apetite, rigidez muscular, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração
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involuntária do músculo), tontura, sonolência (incluindo sedação e excesso de sono), tremor, parestesia
(adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, alteração do orgasmo, diminuição da libido
(diminuição do desejo sexual), ansiedade, agitação, sonhos anormais, alteração da frequência urinária,
distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação, dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo,
hiperidrose (suor em excesso), suores noturnos, prurido (coceira) e rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido, midríase
(dilatação da pupila), distúrbio visual, ressecamento dos olhos, eructação (arroto), gastroenterite
(inflamação das paredes do estômago e do intestino), gastrite (inflamação do estômago), hemorragia
gastrointestinal, disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação
de calor, mal-estar, sede, calafrio, laringite (irritação ou inflamação da laringe), achados laboratoriais
relacionados à alterações de enzimas do fígado, aumento de peso, contração muscular, distúrbio de atenção,
letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), disgeusia (alteração do paladar), mioclonia
(movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), baixa qualidade do
sono, distúrbios do sono, bruxismo (ranger os dentes), desorientação, apatia, noctúria (aumento da
frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar), diminuição do
fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade, suor frio,
dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas), maior tendência
à contusão, extremidades frias e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), estomatite (feridas na boca), halitose
(mau hálito), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), aumento do colesterol sanguíneo, desidratação,
discinesia (movimentos involuntários), odor urinário anormal, poliúria (aumento do volume urinário),
sintomas da menopausa e constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar).
Para dor neuropática periférica diabética, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os
estudos clínicos com o uso de cloridrato de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea
(vontade de vomitar), fadiga (cansaço), diminuição do apetite, tontura, dor de cabeça e sonolência.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações,
vertigem (falsa sensação de movimentos), visão borrada, constipação (intestino preso), boca seca, diarreia,
vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, quedas, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea,
achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, dor musculoesquelética, espasmo
muscular (contração involuntária do músculo), letargia (sensação de lentidão de movimento e raciocínio),
tremor, disgeusia (alteração do paladar), parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo),
insônia, agitação, disúria (dor ao urinar), alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação,
disfunção erétil, dor orofaríngea (dor de garganta), hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira) e rubor
(vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), dor de ouvido, zumbido no ouvido, distúrbio visual, flatulência
(gases), eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino), gastrite
(inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, estomatite (feridas na boca), disfagia (dificuldade
para engolir), sensação de anormalidade, sensação de calor, sensação de frio, mal-estar, sede, calafrio,
distúrbio da marcha (dificuldade para andar), laringite (irritação ou inflamação da laringe), aumento de
peso, aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, rigidez muscular, contração muscular, distúrbio de
atenção, discinesia (movimentos involuntários), baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo, diminuição
da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, distúrbio do sono, desorientação, sonhos anormais,
noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, poliúria (aumento
do volume urinário), diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação, dor testicular, disfunção sexual,
bocejo, constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar), suores noturnos, reação de
fotossensibilidade, suor frio, maior tendência à contusão e extremidades frias.
Eventos não relatados: hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), midríase
(dilatação da pupila), ressecamento ocular, halitose (mau hálito), mioclonia (movimentos involuntários
muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), bruxismo (ranger os dentes), apatia, odor urinário
anormal, sintomas da menopausa, distúrbio menstrual, dermatite de contato (inflamação na pele causada
pelo contato com substâncias externas) e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Para fibromialgia, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de
cloridrato de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
constipação (intestino preso), boca seca, náusea (vontade de vomitar), diarreia, fadiga (cansaço), tontura,
dor de cabeça, sonolência e insônia.
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Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitação,
visão borrada, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, flatulência (gases), quedas, sede, calafrios,
diminuição ou aumento de peso, aumento da pressão sanguínea, diminuição do apetite, rigidez muscular,
dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), distúrbio de atenção,
letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), tremor, disgeusia (alteração do paladar),
parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), alteração do orgasmo, diminuição da
libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, distúrbio do sono, agitação, bruxismo (ranger os dentes),
sonhos anormais, alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação, disfunção erétil, dor
orofaríngea (dor de garganta), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), suores noturnos, prurido (coceira) e
rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido, zumbido no
ouvido, hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), midríase (dilatação da
pupila), distúrbio visual, ressecamento dos olhos, eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes
do estômago e do intestino), gastrite (inflamação no estômago), hemorragia gastrointestinal, estomatite
(feridas na boca), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação
de calor, mal-estar, laringite (irritação ou inflamação da laringe), achados laboratoriais relacionados à
alterações de enzimas do fígado, contração muscular, discinesia (movimentos involuntários), baixa
qualidade do sono, desorientação, apatia, noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação
urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar), poliúria (aumento do volume urinário), disfunção sexual,
distúrbio menstrual, constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar), reação de
fotossensibilidade, suor frio, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias
externas), maior tendência à contusão e extremidades frias.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): halitose (mau
hálito), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), desidratação e odor urinário anormal.
Eventos não relatados: aumento do colesterol sanguíneo, mioclonia (movimentos involuntários muito
bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação, dor
testicular, sintomas de menopausa e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Para estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho,
os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de cloridrato de
duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea
(vontade de vomitar).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): vertigem (falsa
sensação de movimentos), visão borrada, constipação (intestino preso), boca seca, diarreia, vômito,
dispepsia (indigestão), dor abdominal, flatulência (gases), fadiga (cansaço), aumento da pressão sanguínea,
achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, diminuição do apetite, dor
musculoesquelética, tontura, dor de cabeça, sonolência, disgeusia (alteração do paladar), parestesia
(adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, diminuição da libido (diminuição do desejo
sexual), ansiedade, distúrbio de ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação, hiperidrose (suor em
excesso) e rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações,
taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), zumbido no ouvido, midríase (dilatação da pupila),
distúrbio visual, eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino),
gastrite (inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, halitose (mau hálito), quedas, sensação de
anormalidade, sede, calafrio, aumento ou diminuição de peso, rigidez muscular, contração muscular,
espasmo muscular (contração involuntária do músculo), distúrbio da atenção, letargia (sensação de lentidão
de movimentos e raciocínio), tremor, baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo, distúrbio do sono,
agitação, desorientação, apatia, sonhos anormais, noctúria (aumento da frequência urinária noturna),
hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar), diminuição do fluxo urinário, alteração da
frequência urinária, dor testicular, disfunção sexual, dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo, suores
noturnos, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas), prurido
(coceira) e maior tendência à contusão.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de ouvido,
estomatite (feridas na boca), disfagia (dificuldade para engolir), mal-estar, aumento do colesterol
sanguíneo, desidratação, discinesia (movimentos involuntários), bruxismo (ranger os dentes), odor urinário
anormal, poliúria (aumento do volume urinário), reação de fotossensibilidade, suor frio, extremidades frias
e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Eventos não relatados: hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide),
ressecamento dos olhos, sensação de calor, sensação de frio, distúrbio da marcha (dificuldade para andar),
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laringite (irritação ou inflamação da laringe), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos
braços ou das pernas durante o sono), sintomas de menopausa, distúrbio menstrual e constrição da
orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar).
Para transtorno de ansiedade generalizada, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os
estudos clínicos com o uso de cloridrato de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca
seca, náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço), tontura, dor de cabeça e sonolência.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitação,
zumbido no ouvido, visão borrada, midríase (dilatação da pupila), constipação (intestino preso), diarreia,
vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas
do fígado, diminuição de apetite, dor musculoesquelética, tremor, parestesia (adormecimento ou
formigamento de partes do corpo), insônia, alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do
desejo sexual), ansiedade, agitação, bruxismo (ranger os dentes), sonhos anormais, hesitação urinária,
disúria (dor ao urinar), alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, retardo na
ejaculação, bocejo, hiperidrose (suor em excesso) e rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), distúrbio visual,
ressecamento dos olhos, flatulência (gases), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do
intestino), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, mal-estar,
calafrio, aumento ou diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, rigidez muscular, contração
muscular, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), distúrbio de atenção, letargia (sensação
de lentidão de movimentos e raciocínio), disgeusia (alteração do paladar), discinesia (movimentos
involuntários), distúrbio do sono, apatia, poliúria (aumento do volume urinário), dor testicular, disfunção
sexual, dor orofaríngea (dor de garganta), constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar),
suores noturnos, prurido (coceira) e extremidades frias.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
dor de ouvido, gastrite (inflamação do estômago), halitose (mau hálito), sensação de calor, sede, laringite
(irritação ou inflamação da laringe), desidratação, mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos
braços ou das pernas durante o sono), desorientação, odor urinário anormal, retenção urinária, suor frio,
dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas) e hipotensão
ortostática (queda de pressão arterial ao levantar).
Eventos não relatados: hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), eructação
(arroto), hemorragia gastrointestinal, estomatite (feridas na boca), quedas, distúrbio da marcha (dificuldade
para andar), aumento do colesterol sanguíneo, baixa qualidade do sono, noctúria (aumento da frequência
urinária noturna), diminuição do fluxo urinário, sintomas de menopausa, distúrbio menstrual, reações de
fotossensibilidade e maior tendência à contusão.
A seguir são descritos os eventos adversos provenientes de estudos clínicos com cloridrato de duloxetina
para todas as indicações:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca
seca, náusea (vontade de vomitar) e dor de cabeça.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações,
visão borrada, constipação (intestino preso), diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal,
flatulência (gases), fadiga (cansaço), diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, diminuição do
apetite, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), tontura, letargia
(sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), sonolência, tremor, disgeusia (alteração do paladar),
parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, alteração do orgasmo,
diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, distúrbio do sono, agitação, sonhos
anormais, alteração da frequência urinária, distúrbio de ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação,
dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira) e rubor
(vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido, zumbido no
ouvido, midríase (dilatação da pupila), distúrbio visual, ressecamento dos olhos, eructação (arroto),
gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino), gastrite (inflamação no estômago),
hemorragia gastrointestinal, halitose (mau hálito), disfagia (dificuldade para engolir), quedas, sensação de
anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio, laringite (irritação ou
inflamação da laringe), achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, aumento de
peso, desidratação, rigidez muscular, contração muscular, distúrbio da atenção, discinesia (movimentos
involuntários), baixa qualidade do sono, bruxismo (ranger os dentes), desorientação, apatia, noctúria
(aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar),
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poliúria (aumento do volume urinário), diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual,
sintomas da menopausa, constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar), suores noturnos,
reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com
substâncias externas), maior tendência à contusão, extremidades frias e hipotensão ortostática (redução da
pressão arterial ao levantar).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), estomatite (feridas na boca), distúrbio
da marcha (dificuldade para andar), aumento do colesterol sanguíneo, mioclonia (movimentos involuntários
muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), odor urinário anormal e distúrbio menstrual.
Relatos espontâneos pós-lançamento:
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alucinações,
retenção urinária e erupção cutânea (feridas na pele).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
arritmia supraventricular (alteração dos batimentos cardíacos), zumbido no ouvido após interrupção do
tratamento, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, glaucoma (aumento da pressão
do olho), colite microscópica (inflamação crônica do intestino grosso), hepatite (inflamação das células do
fígado), icterícia (pele amarelada em função do aumento de bilirrubina), reação anafilática (reação alérgica
generalizada), hipersensibilidade, aumento das enzimas do fígado, aumento da bilirrubina, hiponatremia
(baixa concentração de sódio no sangue), hiperglicemia [aumento do nível de glicose no sangue (relatada
especialmente em pacientes diabéticos)], trismo (contração muscular prolongada da mandíbula), distúrbios
extrapiramidais (rigidez associada a tremor), parestesia [adormecimento ou formigamento de partes do
corpo (incluindo sensação de choque elétrico) devido à descontinuação do tratamento], síndrome das pernas
inquietas, síndrome serotoninérgica (conjunto de características clínicas de alterações no estado mental e
na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo), convulsões
(contração involuntária e intensa dos músculos), convulsões após a descontinuação do tratamento, mania
(crise de euforia), agressão e raiva (particularmente no início do tratamento ou após a descontinuação do
tratamento), sangramento ginecológico, galactorreia (produção de leite pelas mamas), hiperprolactinemia
(produção excessiva do hormônio prolactina), edema angioneurótico (tipo de inchaço), contusão, vasculite
cutânea [processo caracterizado pela inflamação e lesão da parede dos vasos sanguíneos (algumas vezes
com envolvimento sistêmico)], equimose (mancha roxa devido à presença de sangue no tecido), síndrome
de Stevens-Johnson (doença de pele grave), urticária (coceira), hipotensão ortostática (redução da pressão
arterial ao levantar), síncope (desmaio) (especialmente no início do tratamento) e crises hipertensivas
(aumento de pressão arterial).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO? Os sintomas de superdose incluem sonolência, coma, síndrome
serotoninérgica (conjunto de características clínicas de alterações no estado mental e na atividade
neuromuscular em combinação com disfunção do sistema nervoso autônomo), convulsões (contração
involuntária e intensa dos músculos), vômito e taquicardia (aumento na frequência dos batimentos
cardíacos). Não há antídoto específico para cloridrato de duloxetina. Em caso de superdose, verifique as
condições gerais do paciente, principalmente quanto à respiração e batimentos cardíacos. Lavagem gástrica
pode ser indicada se realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Carvão ativado também
pode ser utilizado para diminuir a absorção.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro:1.0583.0973
Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
CNPJ: 45.992.062/0001-65
Indústria Brasileira
-- 11 of 15 --
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA
Manaus/AM
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
0800 747 60 00
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/09/2021.
bula-pac-653011-GER-v3
-- 12 of 15 --
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente Nº. expediente Assunto Data do
expediente
Nº.
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
14/05/2020 1513300/20-1
(10459) -
GENÉRICO –
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula – RDC
60/12
- - - -
Atualização de texto
de bula conforme bula
padrão publicada no
bulário.
Submissão eletrônica
para disponibilização
do texto de bula no
Bulário eletrônico da
ANVISA
VP / VPS
Embalagem contendo 7, 14, 15,
28, 30, 60 ou 100* cápsulas
duras de liberação retardada de
30 mg ou de 60 mg
*embalagem hospitalar
15/10/2020 3575868/20-6
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
- - - -
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar
este
medicamento? VP / VPS
Embalagem contendo 7, 14, 15,
28, 30, 60 ou 100* cápsulas
duras de liberação retardada de
30 mg ou de 60 mg
*embalagem hospitalar 5. Advertências e
precauções
9. Reações adversas
10. Superdose
19/04/2021 1497292/21-1
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - - -
I) IDENTIFICAÇÃO
DO MEDICAMENTO
5. ONDE, COMO E
POR QUANTO
TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
Cápsula dura de liberação
retardada de 30 mg ou de 60 mg.
Embalagem contendo 7, 14,
15,28, 30, 60 ou 100* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 13 of 15 --
III) DIZERES
LEGAIS
I) IDENTIFICAÇÃO
DO MEDICAMENTO
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
9. REAÇÕES
ADVERSAS
III) DIZERES
LEGAIS
VPS
22/10/2021 4170963/21-1
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A DIZERES LEGAIS VP/VPS
Cápsula dura de liberação
retardada de 30 mg ou 60 mg.
Embalagem contendo 7, 14, 15,
28, 30, 60 ou 100* unidades.
*Embalagem hospitalar
29/09/2022 4761101/22-9
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
13/05/2020 1494644/20-
1
10506 -
GENÉRICO
-
Modificação
Pós-
Registro -
CLONE
03/11/2021 COMPOSIÇÃO
DIZERES LEGAIS VP/VPS
Cápsula dura de liberação
retardada de 30 mg ou de 60 mg.
Embalagem contendo 7,14, 15,
28, 30, 60 ou 100* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 14 of 15 --
1296957/24-
1- 20/09/2024
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
4-O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESSE
MEDICAMENTO?
5-ONDE E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR
ESSE MEDICAMENTO?
III-DIZERES LEGAIS
VP Cápsula dura de liberação
retardada de 30 mg ou de 60 mg.
Embalagem contendo 7,14, 15,
28, 30, 60 ou 100* unidades.
*Embalagem hospitalar 5-ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7-CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
III-DIZERES LEGAIS
VPS
- -
(10452) -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
NA NA NA NA
4-O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESSE
MEDICAMENTO?
5-ONDE E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR
ESSE MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III-DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Cápsula dura de liberação
retardada de 30 mg ou de 60 mg.
Embalagem contendo 7,14, 15,
28, 30, 60 ou 100* unidades.
*Embalagem hospitalar
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10035159 |
|---|---|
| Marca | LEGRAND GENERICOS |
| Código de Barras | 7896004754048 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE DULOXETINA |
| Registro MS | 1058309730081 |
| Dosagem | 60 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); CONSERVAR EM LUGAR SECO; PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula Dura de Liberação Retardada |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
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| Bula Profissional | Ver bula |