Cloridrato De Fluoxetina 10mg Com 28 Cápsulas Duras Ems
Vendido e entregue por Pedpharma
cloridrato de fluoxetina
10 MG
CLORIDRATO DE FLUOXETINA
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Funciona como um inibidor seletivo da recaptação da serotonina, um neurotransmissor que regula …
cloridrato de fluoxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Funciona como um inibidor seletivo da recaptação da serotonina, um neurotransmissor que regula o humor. A fluoxetina ajuda a aumentar os níveis de serotonina no cérebro, aliviando os sintomas da depressão e promovendo bem-estar. É bem absorvida oralmente e atinge concentração máxima em 6 a 8 horas.
Especificações
| Código do Produto | 50033 |
|---|---|
| Marca | EMS |
| Código de Barras | 7896004720432 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1023508180141 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
cloridrato de fluoxetina
EMS S/A
Cápsula dura
10 mg
-- 1 of 10 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de fluoxetina
“Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Cápsula dura de 10 mg. Embalagem contendo 7, 10, 14, 20, 21, 28, 30 ou 60 unidades.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de 10 mg contém:
cloridrato de fluoxetina*...................................................................................................................11,20 mg
excipiente** q.s.p ...........................................................................................................................1 cap dura
*equivalente a 10 mg de fluoxetina.
**celulose microcristalina, estearato de magnésio.
Componentes da cápsula dura: azul brilhante, vermelho allura 129, dióxido de titânio e gelatina.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de fluoxetina é destinado ao tratamento da depressão associada ou não com ansiedade,
bulimia nervosa (transtorno alimentar), do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (ansiedade
caracterizada por pensamentos obsessivos) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo
tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e disforia (mudança repentina e passageira de ânimo como
sentimentos de tristeza, pena, angústia).
A eficácia do cloridrato de fluoxetina durante o uso no longo prazo (mais de 13 semanas no tratamento do
transtorno obsessivo-compulsivo e mais de 16 semanas no tratamento da bulimia nervosa) não foi
sistematicamente avaliada em estudos controlados com placebo. Portanto, o médico deve reavaliar
periodicamente o uso do cloridrato de fluoxetina em tratamentos a longo prazo.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de fluoxetina é um inibidor seletivo da recaptação do neurotransmissor de serotonina
(substância sedativa e calmante que participa da comunicação das células do cérebro). Havendo
desequilíbrio na quantidade de serotonina, a depressão pode ocorrer ou se acentuar. A fluoxetina tem
como função aumentar a serotonina do cérebro, ajudando a controlar os sintomas da depressão,
permitindo à pessoa maior bem-estar. A fluoxetina é bem absorvida após administração oral e atinge a
concentração máxima dentro de 6 a 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina é contraindicado para pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos
componentes da fórmula. É contraindicado também para pacientes que estão utilizando outros inibidores
da monoaminoxidase – IMAO (outra classe de antidepressivos), reversíveis ou não, como por exemplo, o
sulfato de tranilcipromina, puro ou em associação e a moclobemida. Esta contraindicação permanece até
no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com qualquer IMAO para iniciar o tratamento com o
cloridrato de fluoxetina.
O cloridrato de fluoxetina é contraindicado para pacientes em uso de pimozida.
tioridazina – não deve ser administrada em combinação com cloridrato de fluoxetina ou deve-se
aguardar no mínimo cinco semanas após o término com cloridrato de fluoxetina para se
administrar a tioridazina (vide “Interações Medicamento-Medicamento”).
Caso esteja usando algum destes medicamentos o médico deverá ser informado, pois o tratamento deverá
ser suspenso antes de iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, cloridrato de fluoxetina deve
ser administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões.
Não pare de tomar o cloridrato de fluoxetina sem antes falar com seu médico. A parada repentina pode
causar outros sintomas.
Os antidepressivos são medicamentos utilizados no tratamento da depressão e de outras doenças. É
importante conversar com seu médico os riscos de tratar ou de não as tratar. Os pacientes e seus
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familiares ou outros cuidadores devem discutir todas as opções de tratamento com o profissional de
saúde, não apenas o uso de antidepressivos.
Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante o tratamento e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de
insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina e
após a sua suspensão.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do cloridrato de fluoxetina em pacientes idosos
e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de pacientes
jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída.
A segurança e eficácia de cloridrato de fluoxetina em crianças ainda não foram estabelecidas.
A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo. Assim como outros
antidepressivos, casos isolados de ideação (formação da ideia) e comportamentos suicidas foram relatados
durante o tratamento com a fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora uma causa
exclusiva para a fluoxetina em induzir a tais comportamentos, não tenha sido estabelecida, uma avaliação
em conjunto de vários antidepressivos (incluindo a fluoxetina) indica um aumento de risco potencial para
ideias e comportamentos suicidas em pacientes pediátricos. Um acompanhamento mais próximo a
pacientes de alto risco deve ser feito durante o tratamento. Os médicos devem ser consultados
imediatamente se os pacientes de todas as idades relatarem quaisquer pensamentos suicidas em qualquer
fase do tratamento.
Em uma análise de estudos controlados em adultos com transtorno depressivo maior, os fatores de risco
para suicídio com ambos, placebo e cloridrato de fluoxetina, foram os seguintes:
- Antes do tratamento: maior gravidade da depressão e presença de pensamento de morte.
- Durante o tratamento: piora da depressão e desenvolvimento de insônia.
O desenvolvimento de ativação psicomotora grave (por exemplo: agitação, acatisia e pânico) também foi
um fator de risco durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina.
A presença ou surgimento dessas condições antes ou durante o tratamento sugere que se deve levar em
consideração o aumento do monitoramento clínico ou possível alteração da terapia.
- Efeitos cardiovasculares: pode ocorrer prolongamento do intervalo QT no tratamento com cloridrato
de fluoxetina. O cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com precaução em pacientes com síndrome
congênita do QT longo, síndrome do QT longo adquirida (por exemplo, devido ao uso concomitante de
um medicamento que prolonga o QT), histórico familiar de prolongamento do QT ou outras condições
clínicas que predispõem a arritmias (por exemplo: hipocalemia ou hipomagnesemia) ou exposição
aumentada ao cloridrato de fluoxetina (por exemplo: insuficiência hepática).
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode
ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita
de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos,
especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do
coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Erupção de pele, reações anafiláticas (reações alérgicas graves) e reações sistêmicas progressivas,
algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins e pulmões podem ocorrer com pacientes tratados
com fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica informar
imediatamente seu médico.
Foram relatados casos de hiponatremia (baixa quantidade de sódio no sangue). A maioria desses casos
ocorreu em pacientes idosos e em pacientes que estavam utilizando diuréticos (ex: furosemida,
hidroclorotiazida).
Midríase foi relatada em associação com cloridrato de fluoxetina, por isso, deve-se ter cautela na
prescrição do cloridrato de fluoxetina a pacientes com pressão intraocular elevada ou aqueles com risco
de glaucoma de ângulo estreito agudo.
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Alguns tipos de medicamentos, incluindo a fluoxetina, podem aumentar o risco de sangramentos,
incluindo sangramentos gastrointestinais (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Sendo assim, aconselha-se precaução a pacientes que tomam fluoxetina junto com anticoagulantes e/ou
produtos medicinais que afetam a função das plaquetas (por exemplo: anti-inflamatórios não esteroidais e
ASPIRINA®) e em pacientes com tendência a sangramentos.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado
a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
O desenvolvimento de uma síndrome serotoninérgica potencialmente fatal foi relatado com
medicamentos, incluindo cloridrato de fluoxetina, por si só, mas particularmente com o uso concomitante
de outros medicamentos serotoninérgicos (incluindo triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio,
tramadol, triptofano, buspirona e Erva de São João) e com medicamentos que prejudicam o metabolismo
da serotonina (em particular, IMAOs, tanto as que se destinam ao tratamento de distúrbios psiquiátricos e
também outros, tais como linezolida e azul de metileno intravenoso).
Os sintomas da síndrome serotoninérgica podem incluir alterações do estado mental (por exemplo:
agitação, alucinações, delirium e coma), instabilidade autonômica (por exemplo: taquicardia, pressão
arterial instável, tontura, sudorese, rubor, hipertermia), sintomas neuromusculares (por exemplo: tremor,
rigidez, mioclonia, hiperreflexia, falta de coordenação), convulsões e/ou sintomas gastrointestinais (por
exemplo: náusea, vômito, diarreia). Os pacientes devem ser monitorados para o surgimento da síndrome
serotoninérgica.
O uso concomitante de cloridrato de fluoxetina com IMAOs com o propósito de tratar distúrbios
psiquiátricos contraindicado. O cloridrato de fluoxetina também não deve ser iniciado em um paciente
sendo tratado com IMAOs tais como linezolida ou azul de metileno intravenoso. Todos os relatórios com
azul de metileno que forneceram informações sobre a via de administração intravenosa envolveram
administração na faixa de dose de 1 mg/Kg a 8 mg/Kg. Não há relatos envolvendo a administração de
azul de metileno por outras vias (tais como comprimidos orais ou injeção local do tecido) ou em doses
mais baixas. Pode haver circunstâncias em que é necessário iniciar o tratamento com um IMAO, como
linezolida ou azul de metileno intravenoso em um paciente tomando O cloridrato de fluoxetina. O
cloridrato de fluoxetina deve ser interrompido antes de iniciar o tratamento com o IMAO (vide
“Contraindicações”). Se o uso concomitante de cloridrato de fluoxetina com outros medicamentos
serotoninérgicos, ou seja, triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, buspirona,
triptofano e Erva de São João é clinicamente justificado, os pacientes devem ser informados de um
potencial risco aumentado para síndrome serotoninérgica, particularmente no início do tratamento e
aumento de dose. O tratamento com cloridrato de fluoxetina e quaisquer agentes serotoninérgicos
concomitantes, deve ser descontinuado imediatamente se ocorrerem os eventos acima e o tratamento
sintomático de suporte deve ser iniciado. A fluoxetina é excretada no leite materno. Portanto mulheres
que estejam amamentando devem comunicar ao médico antes de iniciar o tratamento com cloridrato de
fluoxetina.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período
da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Não houve evidência de carcinogenicidade (capacidade de induzir câncer) ou mutagênese (capacidade de
induzir mutações) a partir de estudos in vitro ou em animais.
Os estudos em animais revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres
grávidas. O uso de fluoxetina após a vigésima semana de gestação pode estar associado ao aumento de
risco de hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido. Resultados de um número de estudos
epidemiológicos avaliando o risco de gestantes expostas ao cloridrato de fluoxetina foram inconsistentes e
não apresentaram evidências conclusivas de um risco aumentado de malformação congênita. Entretanto,
uma metanálise sugere um risco potencial de defeitos cardiovasculares em bebês de mulheres expostas ao
cloridrato de fluoxetina durante o primeiro trimestre da gravidez, comparado aos bebês de mulheres que
não foram expostas ao cloridrato de fluoxetina.
Deve-se ter cuidado com o uso da fluoxetina durante a gestação, particularmente no final da gravidez,
quando os sintomas transitórios de retirada da droga (ex: tremores transitórios, dificuldades na
amamentação, taquipneia (respiração acelerada) e irritabilidade) foram raramente relatados em recém-
nascidos após o uso da droga próximo ao término da gravidez.
O uso do cloridrato de fluoxetina deve ser considerado durante a gravidez somente se os benefícios
do tratamento justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não
tratamento da depressão.
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Houve relatos, pós-comercialização, de hemorragia pós-parto em gestantes que estavam em uso de
fluoxetina durante a gravidez. O efeito da fluoxetina sobre o trabalho de parto e nascimento nos seres
humanos é desconhecido.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O cloridrato de fluoxetina pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas até que tenha certeza de que seu desempenho
não foi afetado, principalmente no início do tratamento e após aumentos de dose, pois sua
habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso deste medicamento pode
causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Atenção: contém os corantes azul brilhante, vermelho allura 129 e dióxido de titânio.
Interações Medicamento – Medicamento
O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com cautela em pacientes tomando os seguintes
medicamentos: Medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas
pelo fígado: Sistema P4502D6. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de
medicamentos (ex: clorpromazina, propranolol, propafenona, paracetamol).
Medicamentos ativos no sistema nervoso central, tais como fenitoína, carbamazepina, haloperidol,
clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina sofrem alterações nos níveis sanguíneos
e foram observadas, em alguns casos, manifestações clínicas de toxicidade.
O uso concomitante de outras drogas com atividade serotoninérgica (exemplo: inibidores seletivos da
recaptação da serotonina, inibidores seletivos da recaptação da noradrenalina, triptanos ou tramadol)
podem resultar numa síndrome serotoninérgica.
A administração de drogas que interajam com fluoxetina e norfluoxetina pode produzir consequências ao
paciente após a interrupção do tratamento com fluoxetina.
Drogas que se ligam às proteínas do plasma (ex: ácido acetilsalicílico, fenitoína, diclofenaco, diazepam)
podem causar uma mudança na concentração plasmática do cloridrato de fluoxetina.
varfarina – podem ocorrer efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e
sintomas), incluindo sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência
quando a fluoxetina e a varfarina foram administradas concomitantemente.
ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não hormonais – AINES (ex. diclofenaco, ibuprofeno,
nimesulida, naproxeno), ácido acetilsalicílico, varfarina, etc. - estudos epidemiológicos têm demonstrado
uma associação entre o uso de drogas psicotrópicas (que interferem na recaptação da serotonina) e a
ocorrência de aumento de sangramento gastrointestinal, que também tem sido demonstrado durante o uso
concomitante de uma droga psicotrópica com um AINE ou ácido acetilsalicílico.
tioridazina - existe o risco da ocorrência de eventos adversos graves como arritmias cardíacas graves,
podendo ser fatal, quando administrada com fluoxetina. Não deve ser realizada a administração
concomitante de tioridazina com fluoxetina ou deve-se aguardar no mínimo 5 semanas após o término do
tratamento com fluoxetina para se administrar a tioridazina.
Interação Medicamento - Tratamento
Tratamento eletroconvulsivo - houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando a
fluoxetina e que receberam tratamento eletroconvulsivo.
Interações Medicamento – Substância Química
álcool - em testes formais, não se verificou que a fluoxetina aumentasse os níveis sanguíneos de álcool ou
potenciasse os efeitos do álcool. No entanto, a combinação do álcool com o tratamento com cloridrato de
fluoxetina não é aconselhável.
Alimentos: o cloridrato de fluoxetina pode ser administrado com alimentos sem que interações
medicamentosas ocorram.
Interações Medicamento – Planta Medicinal
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Hypericum perforatum (Erva de São João) - podem ocorrer interações farmacodinâmicas entre a
fluoxetina e o produto à base da planta erva de S. João (Hypericum perforatum), que poderão resultar
num aumento de efeitos indesejáveis, como a síndrome serotoninérgica.
nicotina: não há estudos que relatam a possibilidade de interação entre o cloridrato de fluoxetina e
nicotina.
Exames laboratoriais e não laboratoriais: não há estudos em humanos a respeito desta interação.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 ºC a 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento: cápsula de gelatina dura, de cor azul na tampa e no corpo, contendo
granulado branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente das
refeições.
Depressão
A dose inicial recomendada é de 20 mg/dia (2 cápsulas de 10 mg).
Bulimia Nervosa
A dose recomendada é de 60 mg/dia (6 cápsulas de 10 mg).
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
A dose recomendada é de 20 mg a 60 mg/dia (2 a 6 cápsulas de 10 mg).
Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM - TPM)
A dose recomendada é de 20 mg/dia (2 cápsulas de 10 mg) administrada continuamente (durante todos os
dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias antes do início
previsto da menstruação, até o primeiro dia do fluxo menstrual. A dose deverá ser repetida a cada novo
ciclo menstrual).
Para todas as indicações
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas.
Idade
Não há dados que demonstre a necessidade de doses alternativas tendo como base somente a idade do
paciente.
Doenças e/ou terapias concomitantes: uma dose mais baixa ou menos frequente deve ser considerada
em pacientes com comprometimento hepático, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando
vários medicamentos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível. Se o horário da próxima dose
estiver próximo, pule a dose esquecida e continue o esquema habitual. Não tome doses duplas.
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Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatados os seguintes efeitos adversos (males) com o uso do cloridrato de fluoxetina:
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ansiedade,
diarreia, sonolência, fraqueza geral, dor de cabeça, hiperidrose (excesso de suor), insônia, náusea (enjoo),
nervosismo, bocejo.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor
abdominal (barriga) com cólicas, diminuição do desejo sexual, impotência sexual, ereção prolongada
(priapismo), queda de cabelo, dor torácica (dor no peito), calafrios (tremores), tosse, constipação (prisão
de ventre), tonturas, falta ou perda de apetite, fadiga (cansaço), alteração da concentração ou raciocínio,
congestão nasal, prurido na pele (coceira), zumbido, vômito, perda de peso, aumento da frequência
urinária, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações), taquiarritmia (batimentos acelerados do
coração), febre, flatulência (gases), visão anormal (turva, aumento da pupila), dismenorreia (cólica
menstrual), dispneia (falta de ar), urticária (alergia da pele), xerostomia (secura da boca),
fotossensibilidade da pele (maior sensibilidade da pele ao sol).
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): função
hepática (do fígado) anormal, reações alérgicas, hepatite medicamentosa (causada pelo medicamento),
sintomas de gripe, sintomas de hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), aumento do risco de
sangramento, linfadenopatia (crescimento dos gânglios linfáticos), alterações de humor, ganho de peso,
ideia e comportamento suicidas.
Reações com frequência desconhecida: sintomas autonômicos (incluindo secura da boca, sudorese,
vasodilatação, calafrios), hipersensibilidade (incluindo coceira, erupções da pele, urticária, reação
anafilactoide, vasculite, reação semelhante à doença do soro, angioedema), disfagia (dificuldade de
engolir), dispepsia (indigestão), alteração do paladar, equimose (manchas avermelhadas),
tremor/movimento anormal (incluindo contração, ataxia, síndrome buco-glossal, mioclonia, tremor),
anorexia (incluindo perda de peso), palpitação, inquietação psicomotora, vertigem, reação maníaca,
distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), convulsões.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os casos de superdose de fluoxetina isolada geralmente têm uma evolução favorável. Os sintomas de
superdose incluem náusea (enjoo), vômito, convulsões, disfunção cardiovascular variando desde arritmias
assintomáticas (alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo de alterações no
eletrocardiograma (do ritmo cardíaco até parada cardíaca (incluindo muitos casos raros de Torsade de
Pointes)), disfunção pulmonar e sinais de alteração do Sistema Nervoso Central - SNC (variando de
excitação ao coma). Os casos de morte têm sido extremamente raros.
No caso de superdose com cloridrato de fluoxetina verifique as condições do paciente quanto à respiração
e batimentos cardíacos e encaminhe-o rapidamente a um local de atendimento médico. Não é conhecido
antídoto específico. A diurese forçada, diálise, hemoperfusão e transfusão provavelmente não são
indicados. No tratamento da superdose deve ser considerada a possibilidade do envolvimento de múltiplas
drogas.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0235.0818
Registrado e produzido por: EMS S/A.
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
CNPJ: 57.507.378/0003-65
Indústria Brasileira
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Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA.
Manaus/AM
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
SAC: 0800-019 19 14
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 09/12/2025.
bula-pac-190086-EMS-v1
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº.
expediente Assunto Data do
expediente
Nº.
expediente Assunto Data da
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
16/04/2019 0343308/19-
1
10459 –
GENÉRICO –
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
– RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Submissão eletrônica para
disponibilização do texto de
bula no Bulário eletrônico
da ANVISA
VP / VPS
Cápsula dura de 10 mg.
Embalagem contendo 7, 10, 14,
20, 21, 28, 30 ou 60 cápsulas.
14/04/2021 1431639/21-
1
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Cápsula dura de 10 mg.
Embalagem contendo 7, 10, 14,
20, 21, 28, 30 ou 60 cápsulas.
24/08/2022 4601452/22-
8
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A DIZERES LEGAIS VP/VPS
Cápsula dura de 10 mg.
Embalagem contendo 7, 10, 14,
20, 21, 28, 30 ou 60 unidades.
- -
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Padronização interna
1. Para que este
medicamento é indicado?
3. Quando não devo usar
este medicamento?
4. O que devo saber antes de
usar este medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
7. O que devo fazer quando
eu me esquecer de usar este
medicamento?
9. O que fazer se alguém
VP
Cápsula dura de 10 mg.
Embalagem contendo 7, 10, 14,
20, 21, 28, 30 ou 60 unidades
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III – Dizeres legais
Padronização interna
1. Indicações
5. Advertências e
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6. Interações
medicamentosas
8. Posologia e modo de usar
10. Superdose
III – Dizeres legais
VPS
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 50033 |
|---|---|
| Marca | EMS |
| Código de Barras | 7896004720432 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1023508180141 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |