Cloridrato De Fluoxetina 20 Mg Cápsula Dura Com 30 Eurofarma - Momenta
Vendido e entregue por Pedpharma
cloridrato de fluoxetina
20 MG
CLORIDRATO DE FLUOXETINA
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo TPM, irritabilidade e disforia. Ele funciona aumentando os níveis de serotonina no cé…
cloridrato de fluoxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar depressão, com ou sem ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo TPM, irritabilidade e disforia. Ele funciona aumentando os níveis de serotonina no cérebro, melhorando sintomas dessas condições. A absorção do medicamento ocorre após administração oral, atingindo níveis máximos no plasma em 6 a 8 horas. A resposta terapêutica é observada semanas após o início do tratamento.
Especificações
| Código do Produto | 134331 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA |
| Código de Barras | 7891317022587 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1004311590096 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto acima de 18 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
cloridrato de fluoxetina
Bula para paciente
Cápsula dura
10 mg
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de fluoxetina
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÕES
Cápsulas duras 10 mg: embalagem com 28 cápsulas duras.
USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS
COMPOSIÇÃO:
Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina*....................................................11,18 mg
Excipientes**............................................................ q.s.p. 1 cápsula
* Cada 11,18 mg de cloridrato de fluoxetina equivalem à 10 mg de fluoxetina base.
**Excipientes: amido e dióxido de silício.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é destinado ao tratamento da depressão associada ou não com ansiedade, bulimia
nervosa (transtorno alimentar), do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) (ansiedade caracterizada por
pensamentos obsessivos) e do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual
(TPM), irritabilidade e disforia (mudança repentina e passageira de ânimo como sentimentos de tristeza,
pena, angústia).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O medicamento contém cloridrato de fluoxetina, um inibidor seletivo da recaptação do neurotransmissor
serotonina (substância sedativa e calmante que participa da comunicação das células do cérebro).
Havendo desequilíbrio na quantidade de serotonina, a depressão pode ocorrer ou se acentuar. A fluoxetina
tem como função aumentar a serotonina do cérebro, ajudando a controlar os sintomas da depressão,
permitindo à pessoa maior bem-estar. A fluoxetina é bem absorvida após administração oral e atinge a
concentração máxima dentro de 6 a 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O medicamento cloridrato de fluoxetina é contraindicado para pacientes alérgicos à fluoxetina ou a
qualquer um dos componentes da fórmula. É contraindicado também para pacientes que estão utilizando
outros inibidores da monoaminoxidase – IMAO (outra classe de antidepressivos), reversíveis ou não,
como por exemplo, o sulfato de tranilcipromina, puro ou em associação e a moclobemida. Esta
contraindicação permanece até no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com qualquer IMAO
para iniciar o tratamento com o cloridrato de fluoxetina. O uso em combinação de cloridrato de fluoxetina
com tioridazida é contraindicado devido ao risco da ocorrência de efeitos adversos graves, podendo ser
fatal. O medicamento cloridrato de fluoxetina é contraindicado para pacientes em uso de pimozida. Caso
esteja usando algum destes medicamentos o médico deverá ser informado, pois o tratamento deverá ser
suspenso antes de iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, cloridrato de fluoxetina deve
ser administrado com cuidado a pacientes com história de convulsões.
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Não pare de tomar o cloridrato de fluoxetina sem antes falar com seu médico. A parada repentina pode
causar outros sintomas.
Os antidepressivos são medicamentos utilizados no tratamento da depressão e de outras doenças. É
importante conversar com seu médico sobre os riscos de tratá-las ou de não tratá-las. Os pacientes e seus
familiares ou outros cuidadores devem discutir todas as opções de tratamento com o profissional de
saúde, não apenas o uso de antidepressivos.
Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante o tratamento e
hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do medicamento. Portanto, a dose de
insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina e
após a sua suspensão.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do cloridrato de fluoxetina em pacientes idosos
e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de pacientes
jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser excluída.
A segurança e eficácia de cloridrato de fluoxetina em crianças ainda não foram estabelecidas.
A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo. Assim como outros
antidepressivos, casos isolados de ideação (formação da ideia) e comportamentos suicidas foram relatados
durante o tratamento com a fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora uma causa
exclusiva para a fluoxetina em induzir a tais comportamentos, não tenha sido estabelecida, uma avaliação
em conjunto de vários antidepressivos indica um aumento de risco potencial para ideias e
comportamentos suicidas em pacientes pediátricos. Os médicos devem ser consultados imediatamente se
os pacientes de todas as idades relatarem quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento.
Erupção de pele, reações anafiláticas (reações alérgicas graves) e reações sistêmicas progressivas,
algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins e pulmões podem ocorrer com pacientes tratados
com fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou de outra reação alérgica informar
imediatamente seu médico.
Foram relatados casos de hiponatremia (baixa quantidade de sódio no sangue) na maioria dos pacientes
idosos ou pacientes que estavam utilizando diuréticos (Ex: furosemida, hidroclorotiazida).
A fluoxetina é excretada no leite materno. Portanto mulheres que estejam amamentando devem
comunicar ao médico antes de iniciar o tratamento com cloridrato de fluoxetina.
Não houve evidência de carcinogenicidade (capacidade de induzir câncer) ou mutagênese (capacidade de
induzir mutações) a partir de estudos in vitro ou em animais.
Deve-se ter cuidado com o uso da fluoxetina durante a gestação, particularmente no final da gravidez,
quando os sintomas transitórios de retirada da droga (Ex: tremores transitórios, dificuldades na
alimentação, taquipneia (respiração acelerada) e irritabilidade) foram raramente relatados em recém-
nascidos após o uso da droga próximo ao termo. A fluoxetina pode ser administrada durante a gravidez se
os benefícios do tratamento justificarem o risco potencial desta droga. O uso de fluoxetina após a
vigésima semana de gestação pode estar associado ao aumento de risco de hipertensão pulmonar
persistente no recém-nascido.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento, pois sua habilidade e
capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o
paciente a quedas ou acidentes.
Interações Medicamento – Medicamento
O medicamento cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com cautela em pacientes tomando os
seguintes medicamentos:
Medicamentos que são metabolizados pelo fígado (ex: clorpromazina, propranolol, propafenona,
paracetamol).
Medicamentos ativos no sistema nervoso central, tais como fenitoína, carbamazepina, haloperidol,
clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina sofrem alterações nos níveis
sanguíneos.
Drogas que se ligam às proteínas do plasma (Ex: ácido acetilsalicílico, fenitoína, diclofenaco, diazepam)
podem causar uma mudança na concentração plasmática do cloridrato de fluoxetina.
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Varfarina – podem ocorrer efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e
sintomas), incluindo sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência
quando a fluoxetina e a varfarina foram administradas concomitantemente.
Ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não-hormonais – AINES (ex. diclofenaco, ibuprofeno,
nimesulida, naproxeno) - estudos epidemiológicos têm demonstrado uma associação entre o uso de
drogas psicotrópicas (que interferem na recaptação da serotonina) e a ocorrência de aumento de
sangramento gastrointestinal, que também tem sido demonstrado durante o uso concomitante de uma
droga psicotrópica com um AINE ou ácido acetilsalicílico.
Tioridazina - existe o risco da ocorrência de eventos adversos graves como arritmias cardíacas graves,
podendo ser fatal, quando administrada com fluoxetina.
Interação Medicamento - Tratamento
Tratamento eletroconvulsivo - houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando a
fluoxetina e que receberam tratamento eletroconvulsivo.
Interações Medicamento – Substância Química
Álcool - em testes formais, não se verificou que a fluoxetina aumentasse os níveis sanguíneos de álcool
ou potenciasse os efeitos do álcool. No entanto, a combinação do álcool com o tratamento com cloridrato
de fluoxetina não é aconselhável.
Interações Medicamento – Planta Medicinal
Hypericum perforatum (Erva de São João) - podem ocorrer interações farmacodinâmicas entre a
fluoxetina e o produto à base da planta erva de S. João (Hypericum perforatum), que poderão resultar
num aumento de efeitos indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do produto: Cápsula gelatinosa dura nº 03 de tampa e corpo branco, contendo pó branco,
homogêneo, livre de impurezas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar
cloridrato de fluoxetina deve ser administrado por via oral
Dosagem
Depressão: a dose inicial recomendada de 20 mg/dia (2 cápsulas de 10mg).
Bulimia Nervosa: a dose recomendada é de 60 mg/dia (6 cápsulas de 10mg).
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): a dose recomendada é de 20 mg/dia a 60 mg/dia (2 a 6
cápsulas de 10mg).
Transtorno Disfórico Pré-menstrual (TDPM - TPM): a dose recomendada é de 20 mg/dia
administrada continuamente (durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso
diário, com início 14 dias antes do início previsto da menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual.
A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo menstrual).
Para todas as indicações: A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de
80mg/dia não foram sistematicamente avaliadas.
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
Idade: Não há dados que demonstre a necessidade de doses alternativas tendo como base somente a idade
do paciente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tome a dose assim que se lembrar dela. Entretanto, se estiver próximo o horário da dose seguinte, pule a
dose esquecida e continue o tratamento conforme prescrito. Não utilize o dobro da dose para compensar
uma dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatados os seguintes efeitos adversos (males) com o uso do cloridrato de fluoxetina:
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ansiedade,
diarreia, sonolência, fraqueza geral, dor de cabeça, hiperidrose (excesso de suor), insônia, náusea (enjoo),
nervosismo, bocejo.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor
abdominal (barriga) com cólicas, diminuição do desejo sexual, impotência sexual, ereção prolongada
(priapismo), queda de cabelo, dor torácica (dor no peito), calafrios (tremores), tosse, constipação (prisão
de ventre), tonturas, falta ou perda de apetite, fadiga (cansaço), alteração da concentração ou raciocínio,
congestão nasal, prurido na pele (coceira), zumbido, vômito, perda de peso, aumento da frequência
urinária, mialgia (dor muscular), artralgia (dor nas articulações), taquiarritmia (batimentos acelerados do
coração), febre, flatulência (gases), visão anormal (turva, aumento da pupila), dismenorreia (cólica
menstrual), dispneia (falta de ar), urticária (alergia da pele), xerostomia (secura da boca),
fotossensibilidade da pele (maior sensibilidade da pele ao sol).
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): função
hepática (do fígado) anormal, reações alérgicas, hepatite medicamentosa (causada pelo medicamento),
sintomas de gripe, sintomas de hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), aumento do risco de
sangramento, linfadenopatia (crescimento dos gânglios linfáticos), alterações de humor, ganho de peso,
ideia e comportamento suicidas.
Reações com frequência desconhecida: sintomas autonômicos (incluindo secura da boca, sudorese,
vasodilatação, calafrios), hipersensibilidade (incluindo coceira, erupções da pele, urticária, reação
anafilactoide, vasculite, reação semelhante à doença do soro, angioedema), disfagia (dificuldade de
engolir), dispepsia (indigestão), alteração do paladar, equimose (manchas avermelhadas),
tremor/movimento anormal (incluindo contração, ataxia, síndrome buco-glossal, mioclonia, tremor),
anorexia (incluindo perda de peso), palpitação, inquietação psicomotora, vertigem, reação maníaca,
distúrbios do sono (incluindo sonhos anormais), convulsões.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Neste caso, os sintomas que podem ocorrer são: náusea (enjoo), vômito, convulsões, disfunção
cardiovascular (variação do ritmo cardíaco até parada cardíaca), disfunção pulmonar e sinais de alteração
do Sistema Nervoso Central - SNC (variando de excitação ao coma). Os casos de morte têm sido
extremamente raros.
No caso de superdose com cloridrato de fluoxetina verifique as condições do paciente quanto à respiração
e batimentos cardíacos e encaminhe-o rapidamente a um local de atendimento médico.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
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DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.1159
Registrado e produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3565
Itapevi - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 21/02/2019.
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera
bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No do
expedient
e
Assunto
Data do
expedient
e
No do
expedient
e
Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VP
S)
Apresentaçõ
es
relacionadas
22/10/2015 Não
aplicável
10459 –
GENÉRICO
– Inclusão
Inicial de
texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não aplicável VP Cápsula dura
10 mg
28/06/2016 1993184/
16-1
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4.O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
8.Quais os
males que este
medicamento
pode me
causar?
Dizeres legais
VP Cápsula dura
10 mg
13/01/2021 0165007/
21-6
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4.O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
VP Cápsula dura
10 mg
18/01/2021 0223726/
21-1
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP Cápsula dura
20 mg
28/09/2022 4755965/
22-5
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP Cápsula dura
20 mg
05/06/2024 0754967/
24-7
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Dizeres
legais? VP Cápsula dura
20 mg
Não
aplicável
Não
aplicável
10452 –
GENÉRICO
– Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
5. Onde, como
e por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
Dizeres
Legais
VP Cápsula dura
20 mg
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cloridrato de fluoxetina
Bula para paciente
Cápsula dura
20 mg
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de fluoxetina
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÕES
Cápsulas duras 20 mg: embalagem com 28 e 30 cápsulas duras
USO ORAL
USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS
COMPOSIÇÃO:
Cada cápsula contém:
cloridrato de fluoxetina*....................................................22,36 mg
Excipientes**............................................................ q.s.p. 1 cápsula
* Cada 22,36 mg de cloridrato de fluoxetina equivalem à 20 mg de fluoxetina base.
**Excipientes: amido, celulose microcristalina, hipromelose.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de fluoxetina é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não à ansiedade.
Também é indicado para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e
do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e
disforia (mal-estar provocado pela ansiedade).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de fluoxetina aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando em melhora dos
sintomas da depressão, associada ou não à ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-
compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual.
A resposta terapêutica do cloridrato de fluoxetina é observada algumas semanas após o início do
tratamento. No entanto, se o paciente não apresentar melhora dos sintomas, o médico deverá avaliar e
reajustar a dose utilizada.
O cloridrato de fluoxetina é bem absorvido após administração oral. Concentrações plasmáticas máximas
são alcançadas dentro de 6 a 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos
seus excipientes. O cloridrato de fluoxetina não deve ser administrado a pacientes que estão utilizando
inibidores da monoaminoxidase (IMAO), reversíveis ou não, como por exemplo, o sulfato de
tranilcipromina (puro ou em associação) e o moclobemida. Nesse caso, o paciente deverá esperar no
mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para iniciar o tratamento com o cloridrato de
fluoxetina. O paciente deverá deixar um intervalo de pelo menos 5 semanas (ou talvez mais, dependendo
da avaliação médica, especialmente se o cloridrato de fluoxetina foi prescrito para o tratamento crônico
e/ou em altas doses) após a suspensão do tratamento com o cloridrato de fluoxetina e o início de
tratamento com um IMAO ou tioridazina. O uso combinado de cloridrato de fluoxetina com um IMAO
pode causar eventos adversos graves, podendo ser fatal.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.
Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou amamentando sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
A possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro depressivo e de outras
desordens psiquiátricas. Assim como outros antidepressivos, com atividade farmacológica semelhante,
casos isolados de ideação e comportamentos suicidas foram relatados durante o tratamento com cloridrato
de fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora não tenha sido estabelecida uma relação
causal exclusiva para cloridrato de fluoxetina em induzir a tais comportamentos, uma avaliação em
conjunto de vários antidepressivos (incluindo o cloridrato de fluoxetina) indica um aumento de risco
potencial para ideias e comportamentos suicidas em pacientes pediátricos e adultos jovens (< 25 anos),
em comparação ao placebo. O médico deve ser consultado imediatamente caso o paciente, independente
da sua idade, relatar quaisquer pensamentos suicidas em qualquer fase do tratamento; o médico deve
orientar os pacientes a relatar a qualquer momento aflições ou sentimentos diferentes observados durante
o tratamento.
O cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com precaução em pacientes com condições clínicas que
predispõem a arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou exposição aumentada à fluoxetina (por
exemplo, mau funcionamento do fígado).
Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica (reações anafilactoides) e reações
sistêmicas progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins ou pulmões, foram
relatadas por pacientes tratados com cloridrato de fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou
de outra reação alérgica para a qual uma causa não pode ser identificada, cloridrato de fluoxetina deverá
ser suspenso.
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, cloridrato de fluoxetina deve
ser administrado com cuidado a pacientes com histórico de convulsões.
Foram relatados casos de hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue) em pacientes tratados
com cloridrato de fluoxetina. A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em pacientes que
estavam tomando diuréticos (medicamentos que facilitam a eliminação de urina) ou com diminuição da
quantidade de líquidos no organismo.
Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com
cloridrato de fluoxetina e hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do
medicamento. Portanto, a dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o
tratamento com cloridrato de fluoxetina) for estabelecido e após a sua suspensão.
O cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão intraocular elevada
ou naqueles que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo (doença caracterizada pelo aumento
da pressão intraocular que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da visão).
O desenvolvimento de uma síndrome potencialmente fatal foi relatado com o uso de cloridrato de
fluoxetina sozinho ou em conjunto com outros medicamentos da classe serotoninérgica (incluindo
triptanos) e com medicamentos que prejudicam o metabolismo da serotonina (em particular, inibidores da
monoaminoxidase).
Os sintomas desta síndrome podem incluir alterações do estado mental (por exemplo, agitação,
alucinações, delirium e coma), instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia (batimentos cardíacos
acelerados), pressão arterial instável, tontura, sudorese (suor em excesso), rubor (vermelhidão da pele),
hipertermia (febre)], sintomas neuromusculares [por exemplo, tremor, rigidez, mioclonia (movimentos
involuntários muito bruscos dos braços e pernas durante o sono), hiperreflexia (reações de reflexo
exageradas), falta de coordenação], convulsões (contração involuntária e intensa dos músculos) e/ou
sintomas gastrintestinais [por exemplo, náusea (vontade de vomitar), vômito, diarreia].
O uso concomitante de cloridrato de fluoxetina com inibidores da monoaminoxidase com o propósito a
tratar distúrbios psiquiátricos é contraindicada. O cloridrato de fluoxetina também não deve ser iniciado
em paciente sendo tratado com inibidores da monoaminoxidase tais como linezolida ou azul de metileno
por via venosa. O cloridrato de fluoxetina deve ser interrompido antes de iniciar o tratamento com um
inibidor da monoaminoxidase.
Se o tratamento concomitante de cloridrato de fluoxetina com uma outra droga serotoninérgica, ou seja,
triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, buspirona, triptofano e Erva de São João,
for clinicamente indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o
início do tratamento e no aumento da dose.
O uso de cloridrato de fluoxetina deve ser considerado durante a gravidez somente se os benefícios do
tratamento justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não tratamento da
depressão.
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados, raramente, sintomas transitórios de
retirada [exemplos: tremores transitórios, dificuldade na amamentação, taquipneia (respiração rápida) e
irritabilidade] em recém-nascidos cujas mães fizeram uso de cloridrato de fluoxetina próximo ao término
da gravidez. Houve relatos, pós-comercialização de hemorragiapós-parto em gestantes que estavam em
uso de fluoxetina durante a gravidez.
O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este
medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou amamentando sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia de cloridrato de fluoxetina entre pacientes
idosos e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de
pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser
excluída.
O uso de cloridrato de fluoxetina em crianças menores de 7 anos não foi estudado. O uso deste
medicamento nesta população específica deve ocorrer sob supervisão médica.
O cloridrato de fluoxetina pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação. Portanto,
durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, até que tenha certeza de
que seu desempenho não foi afetado.
Interações medicamentosas
O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com cuidado em pacientes que estejam tomando os
seguintes medicamentos:
• medicamentos que são metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas pelo fígado:
Sistema P4502D6. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de medicamentos;
• medicamentos que agem no sistema nervoso central, tais como: fenitoína, carbamazepina, haloperidol,
clozapina, diazepam, alprazolam, lítio, imipramina e desipramina;
• drogas que se ligam às proteínas do plasma;
• ácido acetilsalicílico (exemplo: ASPIRINA®);
• anti-inflamatórios não estereoidais. Peça ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe
de medicamentos.
Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e sintomas), incluindo
sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência quando cloridrato de
fluoxetina e a varfarina foram coadministrados. Portanto, os pacientes em tratamento com varfarina
devem ser cuidadosamente monitorados quanto à coagulação quando se inicia ou interrompe o tratamento
com cloridrato de fluoxetina.
Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando cloridrato de fluoxetina juntamente
com tratamento eletroconvulsivo.
Em testes formais, cloridrato de fluoxetina não aumentou os níveis de álcool no sangue ou intensificou os
efeitos do álcool. Entretanto, a combinação de cloridrato de fluoxetina e álcool não é aconselhável.
O cloridrato de fluoxetina pode ser administrado com alimentos sem que interações ocorram.
A Erva de São João, também conhecida como Hypericum perforatum, pode interagir com cloridrato de
fluoxetina, aumentando os efeitos adversos como a síndrome serotoninérgica (quadro caracterizado por
alterações no estado mental e na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema
nervoso autônomo).
Não há estudos que relatem a possibilidade de interação entre cloridrato de fluoxetina e nicotina.
Não há estudos em humanos a respeito da interação entre cloridrato de fluoxetina e exames laboratoriais e
não laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do produto: cápsula de gelatina (azul/branco), contendo pó branco, homogêneo, livre de
impurezas estranhas.
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Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente das
refeições.
Dosagem
Depressão: a dose recomendada é de 20 mg/dia.
Bulimia Nervosa: a dose recomendada é de 60 mg/dia.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: a dose recomendada é de 20 mg/dia a 60 mg/dia.
Transtorno Disfórico Pré-menstrual: a dose recomendada é de 20 mg/dia administrada continuamente
(durante todos os dias do ciclo menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias
antes do começo previsto da menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual). A dose deverá ser
repetida a cada novo ciclo menstrual.
Doenças e/ou Terapias Concomitantes: deve ser considerada uma dose mais baixa ou menos frequente
em pacientes com comprometimento do fígado, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando
vários medicamentos.
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas. Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo
como base somente a idade do paciente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso o paciente deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível.
Não tomar mais que a quantidade de cloridrato de fluoxetina recomendada pelo médico para período de
24 horas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas com o uso do cloridrato de fluoxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
diarreia, náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço) [incluindo astenia (perda ou diminuição da força
muscular)], dor de cabeça e insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial, insônia de manutenção do
sono), síndrome gripal (doença aguda com sintomas de febre, tosse ou dor de garganta, na ausência de
outros diagnósticos), faringite (inflamação da faringe) e sinusite (inflamação dos seios da face).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações
(sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), visão turva, boca seca,
dispepsia (indisposição gastrintestinal), vômitos, calafrios, sensação de agitação, diminuição de peso,
prolongamento do intervalo QT (prolongamento do período de condução elétrica no coração, o que pode
ser causa de alterações do batimento cardíaco), diminuição do apetite [incluindo anorexia (falta de
apetite)], distúrbio de atenção, vertigem (falsa sensação de movimentos), disgeusia (alteração do paladar),
letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), sonolência (incluindo hipersonia e sedação),
tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos), ansiedade, diminuição da libido [incluindo perda da libido
(desejo sexual)], nervosismo, inquietação, distúrbio do sono, tensão, micções (ato de urinar) frequentes
[incluindo polaciúria (ato de urinar com maior frequência)], distúrbios da ejaculação, sangramentos
ginecológicos, disfunção erétil (dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis), bocejo,
hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira), erupções da pele, urticária (erupções da pele com
coceira), rubor (vermelhidão da pele) [incluindo fogachos (sensação de calor pelo corpo)] e labilidade
emocional (instabilidade emocional).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): midríase
(dilatação da pupila dos olhos), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação
de frio, sensação de calor, mal-estar, contusão, contração muscular, hiperatividade psicomotora
[incluindo acatisia (incapacidade de ficar parado), ataxia (falta de coordenação dos movimentos),
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distúrbios do equilíbrio, bruxismo (ranger de dentes), discinesia (movimentos involuntários), mioclonia
(movimentos involuntários muito bruscos dos braços e pernas durante o sono), despersonalização, humor
elevado, humor eufórico, alteração do orgasmo [incluindo anorgasmia (incapacidade de ter orgasmo)],
pensamento anormal, disúria (dificuldade ou dor para urinar), alopecia (perda de cabelos), suor frio,
tendência aumentada para contusão, hipotensão (diminuição da pressão sanguínea), epistaxe
(sangramento pelo nariz), gastroenterite (inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema
gastrintestinal), hipertonia (tensão excessiva dos músculos, artérias ou outro tecido do organismo),
aumento da libido (aumento do desejo sexual), reação paranoica (desconfiança ou suspeita altamente
exagerada ou injustificada), arritmia (irregularidade dos batimentos cardíacos), tontura (alteração
do equilíbrio corporal), constipação (intestino preso), flatulência (gases) e febre (aumento da temperatura
corporal)
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor no
esôfago, reação anafilática (reação alérgica grave generalizada), doença do soro, síndrome buco-glossal
(problemas no sistema nervoso que atingem a boca – especialmente a língua), convulsão (contração
involuntária e intensa dos músculos), hipomania (afeto exaltado, irritado, sem alterações dos sentidos),
mania (crise de euforia), angioedema (coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele),
equimose (mancha roxa na pele devido à presença de sangue no tecido), reação de fotossensibilidade
(reação da pele por sensibilidade à luz), vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) e vasodilatação
(aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos), edema de laringe (inchaço da laringe), petéquias
(pequenos pontos vermelhos na pele ou mucosas, causados por pequena hemorragia de vasos
sanguíneos), púrpura (manchas e placas de cor roxa na pele, órgãos e mucosas) e síndrome abdominal
aguda (dor no abdome, de aparecimento relativamente rápido, e que pode afetar em maior ou menor
intensidade o organismo como um todo).
Não relatados: distúrbios na micção (ato de urinar).
Relatos pós-comercialização: secreção inapropriada do hormônio antidiurético, hepatite idiossincrática
(inflamação do fígado) muito rara, síndrome serotoninérgica (quadro caracterizado por alteração no
estado mental, na atividade neuromuscular e sistema nervoso autônomo), priapismo (ereção do pênis
prolongada ou dolorida), eritema multiforme (lesões avermelhadas na pele), comprometimento da
memória, disfunção sexual (ocasionalmente persistindo após a descontinuação do uso), sangramento
gastrintestinal [incluindo hemorragia (sangramento excessivo) das varizes localizadas no esôfago,
sangramento gengival e da boca, hematêmese (vômito de sangue), hematoquezia (eliminação de sangue
através do reto), hematomas (intra-abdominal e peritoneal), hemorragia (anal, esofágica, gástrica,
gastrintestinal superior e inferior, hemorroidal, peritoneal e retal), diarreia hemorrágica e enterocolites
(inflamação do intestino delgado e do cólon), diverticulite (inflamação de bolsas circulares que se
desenvolvem na parede do intestino) hemorrágica, gastrite hemorrágica, melena (fezes pretas) e úlcera
hemorrágica (esofágica, gástrica e duodenal)], galactorreia (saída de leite pelas
mamas),hiperprolactinemia (produção excessiva do hormônio prolactina), anemia aplástica (doença em
que ocorre a diminuição da produção de todas as células produzidas pela medula óssea), fibrilação atrial
(frequência cardíaca irregular), catarata (embaçamento da membrana que fica no olho), acidente vascular
cerebral (derrame cerebral), icterícia colestática (amarelamento dos fluidos e tecidos do organismo devido
à alteração da produção de uma substância chamada bilirrubina), pneumonia eosinofílica [acúmulo de um
tipo de glóbulo branco (eosinófilo) no pulmão], ginecomastia (aumento das mamas em homens), parada
cardíaca (parada dos batimentos do coração), neurite óptica (inflamação do nervo óptico), pancreatite
(inflamação do pâncreas), embolia pulmonar (entupimento de um vaso no pulmão), hipertensão pulmonar
(aumento da pressão nas artérias dos pulmões), síndrome de Stevens-Johnson (tipo grave de inflamação
da pele desencadeada por uma reação alérgica), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no
sangue), púrpura trombocitopênica (destruição das plaquetas no sangue) e comportamento violento.
Sintomas de descontinuação: sintomas de descontinuação foram reportados quando o tratamento com
cloridrato de fluoxetina foi interrompido. A interrupção abrupta do tratamento deve ser evitada. Procure
orientação do seu médico para suspensão do tratamento. Os sintomas mais comuns reportados incluem
tontura, alterações do sono, distúrbios sensoriais/parestesia (adormecimento ou formigamento de partes
do corpo), ansiedade, agitação, astenia (perda ou diminuição da força física), confusão, dor de cabeça e
irritabilidade.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
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cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os casos de superdose de cloridrato de fluoxetina isolado geralmente têm uma evolução favorável. Os
sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular variando desde
arritmias assintomáticas (alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo de alterações no
eletrocardiograma (incluindo muitos casos raros de Torsade de Pointes), disfunção pulmonar e sinais de
alteração do sistema nervoso central (variando de excitação ao coma). Os relatos de morte por superdose
de cloridrato de fluoxetina isolado têm sido extremamente raros. No caso de superdose com cloridrato de
fluoxetina verifique as condições do paciente quanto à respiração e batimentos cardíacos e o encaminhe
rapidamente a um local de atendimento médico. Nenhum antídoto é conhecido. Diurese (eliminação de
urina) forçada, hemoperfusão e transfusão sanguínea não são indicados. No caso de overdose, considere a
possibilidade de que tenha sido usada outra droga ou medicamento simultaneamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0043.1159
Registrado e produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3565
Itapevi - SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada
pela ANVISA em 20/04/2022. !
!
!
!
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera
bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No do
expedient
e
Assunto
Data do
expedient
e
No do
expedient
e
Assunto Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VP
S)
Apresentaçõ
es
relacionadas
22/10/2015 Não
aplicável
10459 –
GENÉRICO –
Inclusão
Inicial de
texto de Bula
– RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não aplicável VP Cápsula dura
20 mg
28/06/2016 19931841
61
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4.O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
8.Quais os
males que este
medicamento
pode me
causar?
Dizeres legais
VP Cápsula dura
20 mg
13/01/2021 01650072
16
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
4.O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
VP Cápsula dura
20 mg
18/01/2021 0223726/2
1-1
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP Cápsula dura
20 mg
28/09/2022 4755965/2
2-5
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP Cápsula dura
20 mg
05/06/2024 0754967/2
4-7
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento
6. Como devo
usar este
medicamento
8. Quais os
males que este
medicamento
pode me
causar
Dizeres Legais
VP Cápsula dura
20 mg
Não aplicável Não
aplicável
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
VP Cápsula dura
20 mg
-- 15 of 16 --
cloridrato de fluoxetina_caps dura_V07_VP VERSÃO 07 - Esta versão altera a versão anterior
medicamento?
5. Onde, como
e por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
Dizeres Legais
-- 16 of 16 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 134331 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA |
| Código de Barras | 7891317022587 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1004311590096 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto acima de 18 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula dura |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |