Cloridrato De Fluoxetina 20mg Com 30 Comprimidos Revestidos Germed
Vendido e entregue por Pedpharma
cloridrato de fluoxetina
20 MG
CLORIDRATO DE FLUOXETINA
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar a depressão, associada ou não à ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo TPM, irritabilidade e disforia. Ele aumenta os níveis de serotonina no cére…
cloridrato de fluoxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de fluoxetina é indicado para tratar a depressão, associada ou não à ansiedade, bulimia nervosa, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo TPM, irritabilidade e disforia. Ele aumenta os níveis de serotonina no cérebro, melhorando os sintomas dessas condições. A resposta ao tratamento é observada após algumas semanas, e a absorção ocorre em 6 a 8 horas após administração oral.
Especificações
| Código do Produto | 44241 |
|---|---|
| Marca | GERMED |
| Código de Barras | 7896004711799 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1058303760076 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
cloridrato de fluoxetina
GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Comprimido revestido
20 mg
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
cloridrato de fluoxetina
“Medicamento Genérico, Lei nº. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido de 20 mg. Embalagem contendo 7, 10, 14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou 500*
unidades.
*Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 20 mg contém:
cloridrato de fluoxetina*...................................................................................................................22,36 mg
excipiente** q.s.p.............................................................................................................................1 com rev
*equivalente a 20 mg de fluoxetina.
**celulose microcristalina, croscarmelose sódica, óleo vegetal hidrogenado, dióxido de silício, estearato
de magnésio, etilcelulose, hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de fluoxetina é indicado para o tratamento da depressão, associada ou não a ansiedade.
Também é indicado para o tratamento da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e
do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), incluindo tensão pré-menstrual (TPM), irritabilidade e
disforia (mal-estar provocado pela ansiedade).
A eficácia de cloridrato de fluoxetina durante o uso no longo prazo (mais de 13 semanas no tratamento do
transtorno obsessivo-compulsivo e mais de 16 semanas no tratamento da bulimia nervosa) não foi
sistematicamente avaliada em estudos controlados com placebo. Portanto, o médico deve reavaliar
periodicamente o uso de cloridrato de fluoxetina em tratamentos a longo prazo.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de fluoxetina aumenta os níveis de serotonina no cérebro, resultando em melhora dos
sintomas da depressão, associada ou não a ansiedade, da bulimia nervosa, do transtorno obsessivo-
compulsivo (TOC) e do transtorno disfórico pré-menstrual.
A resposta terapêutica de cloridrato de fluoxetina é observada algumas semanas após o início do
tratamento. No entanto, se o paciente não apresentar melhora dos sintomas, o médico deverá avaliar e
reajustar a dose utilizada.
O cloridrato de fluoxetina é bem absorvido após administração oral. Concentrações plasmáticas máximas
são alcançadas dentro de 6 a 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina não deve ser usado por pacientes alérgicos à fluoxetina ou a qualquer um dos
seus excipientes.
O cloridrato de fluoxetina não deve ser administrado a pacientes que estão utilizando inibidores da
monoaminoxidase (IMAO), reversíveis ou não, como por exemplo, tranilcipromina e moclobemida.
Nesse caso, o paciente deverá esperar no mínimo 14 dias após a suspensão do tratamento com IMAO para
iniciar o tratamento com o cloridrato de fluoxetina. O paciente deverá deixar um intervalo de pelo menos
5 semanas (ou talvez mais, dependendo da avaliação médica, especialmente se o cloridrato de fluoxetina
foi prescrito para o tratamento crônico e/ou em altas doses) após a suspensão do tratamento com
cloridrato de fluoxetina e o início de tratamento com um IMAO ou tioridazina.
O uso combinado de cloridrato de fluoxetina com um IMAO pode causar eventos adversos graves,
podendo ser fatal.
O cloridrato de fluoxetina é contraindicado para pacientes em uso de pimozida.
tioridazina: cloridrato de fluoxetina não deve ser usado em combinação com tioridazina ou dentro
de, pelo menos, cinco semanas após a suspensão de cloridrato de fluoxetina (vide “Interações
Medicamento-Medicamento”).
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4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções: a possibilidade de uma tentativa de suicídio é característica de um quadro
depressivo e de outras desordens psiquiátricas. Assim como outros antidepressivos, com atividade
farmacológica semelhante, casos isolados de ideação e comportamentos suicida foram relatados durante o
tratamento com o cloridrato de fluoxetina ou logo após a interrupção do tratamento. Embora não tenha
sido estabelecida uma relação causal exclusiva para o cloridrato de fluoxetina em induzir a tais
comportamentos, uma avaliação em conjunto de vários antidepressivos (incluindo o cloridrato de
fluoxetina) indica um aumento de risco potencial para ideias e comportamentos suicidas em pacientes
pediátricos e adultos jovens (< 25 anos), em comparação ao placebo. O médico deve ser consultado
imediatamente caso o paciente, independente da sua idade, relatar quaisquer pensamentos suicidas em
qualquer fase do tratamento; o médico deve orientar os pacientes a relatar a qualquer momento aflições
ou sentimentos diferentes observados durante o tratamento. Em uma análise de estudos controlados em
adultos com transtorno depressivo maior, os fatores de risco para suicídio com ambos, placebo e
cloridrato de fluoxetina, foram os seguintes:
- Antes do tratamento: maior gravidade da depressão e presença de pensamento de morte.
- Durante o tratamento: piora da depressão e desenvolvimento de insônia. O desenvolvimento de
ativação psicomotora grave (por exemplo: agitação, acatisia e pânico) também foi um fator de risco
durante o tratamento com cloridrato de fluoxetina. A presença ou surgimento dessas condições antes ou
durante o tratamento sugere que seu médico deve levar em consideração o aumento do monitoramento
clínico ou possível alteração da terapia.
O cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com precaução em pacientes com condições clínicas que
predispõem a arritmias (alteração dos batimentos cardíacos) ou exposição aumentada à fluoxetina (por
exemplo, mau funcionamento do fígado).
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode
ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita
de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos,
especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do
coração no eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Erupção de pele, reações de hipersensibilidade imediata e sistêmica (reações anafilactoides) e reações
sistêmicas progressivas, algumas vezes graves e envolvendo pele, fígado, rins ou pulmões, foram
relatadas por pacientes tratados com cloridrato de fluoxetina. Após o aparecimento de erupção cutânea ou
de outra reação alérgica para a qual uma causa não pode ser identificada, o cloridrato de fluoxetina deverá
ser suspenso.
Assim como com outros medicamentos usados no tratamento da depressão, o cloridrato de fluoxetina
deve ser administrado com cuidado a pacientes com histórico de convulsões.
Foram relatados casos de hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue) em pacientes tratados
com cloridrato de fluoxetina. A maioria desses casos ocorreu em pacientes idosos e em pacientes que
estavam tomando diuréticos (medicamentos que facilitam a eliminação de urina) ou com diminuição da
quantidade de líquidos no organismo.
Em pacientes com diabetes, ocorreu hipoglicemia (baixa taxa de açúcar no sangue) durante a terapia com
cloridrato de fluoxetina e hiperglicemia (alta taxa de açúcar no sangue) após a suspensão do
medicamento. Portanto, a dose de insulina e/ou hipoglicemiante oral deve ser ajustada quando o
tratamento com o cloridrato de fluoxetina for estabelecido e após a sua suspensão.
O cloridrato de fluoxetina deve ser utilizado com cuidado em pacientes com pressão intraocular elevada
ou naqueles que tenham risco de glaucoma de ângulo estreito agudo (doença caracterizada pelo aumento
da pressão intraocular que causa intensa dor nos olhos e perda repentina da visão).
Alguns tipos de medicamentos, incluindo a fluoxetina, podem aumentar o risco de sangramentos,
incluindo sangramentos gastrointestinais (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Sendo assim, aconselha-se precaução a pacientes que tomam fluoxetina junto com anticoagulantes e/ou
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produtos medicinais que afetam a função das plaquetas (por exemplo: anti-inflamatórios não esteroidais e
ASPIRINA®) e em pacientes com tendência a sangramentos.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado
a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
O desenvolvimento de uma síndrome potencialmente fatal foi relatado com o uso de cloridrato de
fluoxetina sozinho ou em conjunto com outros medicamentos da classe serotoninérgica (incluindo
triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, triptofano, buspirona e Erva de São João) e
com medicamentos que prejudicam o metabolismo da serotonina (em particular, inibidores da
monoaminoxidase, linezolida e azul de metileno intravenoso).
Os sintomas desta síndrome podem incluir alterações do estado mental (por exemplo, agitação,
alucinações, delirium e coma), instabilidade autonômica [por exemplo, taquicardia (batimentos cardíacos
acelerados), pressão arterial instável, tontura, sudorese (suor em excesso), rubor (vermelhidão da pele),
hipertermia (febre)], sintomas neuromusculares [por exemplo, tremor, rigidez, mioclonia (movimentos
involuntários muito bruscos dos braços e pernas durante o sono), hiperreflexia (reações de reflexo
exageradas), falta de coordenação], convulsões (contração involuntária e intensa dos músculos) e/ou
sintomas gastrointestinais [por exemplo, náusea (vontade de vomitar), vômito, diarreia].
O uso concomitante do cloridrato de fluoxetina com inibidores da monoaminoxidase com o propósito a
tratar distúrbios psiquiátricos é contraindicado. O cloridrato de fluoxetina também não deve ser iniciado
em paciente sendo tratado com inibidores da monoaminoxidase tais como linezolida ou azul de metileno
por via venosa. O cloridrato de fluoxetina deve ser interrompido antes de iniciar o tratamento com um
inibidor da monoaminoxidase.
Se o tratamento concomitante de cloridrato de fluoxetina com uma outra droga serotoninérgica, ou seja,
triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, buspirona, triptofano e Erva de São João,
for clinicamente indicado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o
início do tratamento e no aumento da dose.
O uso do cloridrato de fluoxetina deve ser considerado durante a gravidez somente se os benefícios do
tratamento justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não tratamento da
depressão.
Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados, raramente, sintomas transitórios de
retirada [exemplos: tremores transitórios, dificuldade na amamentação, taquipneia (respiração rápida) e
irritabilidade] em recém-nascidos cujas mães fizeram uso do cloridrato de fluoxetina próximo ao término
da gravidez. Houve relatos, pós-comercialização, de hemorragia pós-parto em gestantes que estavam em
uso de fluoxetina durante a gravidez.
Se o uso concomitante de cloridrato de fluoxetina com outros medicamentos serotoninérgicos, ou seja,
triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, buspirona, triptofano e Erva de São João é
clinicamente justificado, os pacientes devem ser informados de um potencial risco aumentado para
síndrome serotoninérgica, particularmente no início do tratamento e aumento de dose. O tratamento com
cloridrato de fluoxetina e quaisquer agentes serotoninérgicos concomitantes, deve ser descontinuado
imediatamente se ocorrerem os eventos acima e o tratamento sintomático de suporte deve ser iniciado.
Não houve evidência de carcinogenicidade ou mutagênese a partir de estudos em laboratório ou em
animais.
Os estudos em animais revelaram risco, mas não existem estudos disponíveis realizados em mulheres
grávidas. O uso de fluoxetina após a vigésima semana de gestação pode estar associado ao aumento de
risco de hipertensão pulmonar persistente no recém-nascido. Resultados de um número de estudos
epidemiológicos avaliando o risco de gestantes expostas ao cloridrato de fluoxetina foram inconsistentes e
não apresentaram evidências conclusivas de um risco aumentado de malformação congênita. Entretanto,
uma metanálise sugere um risco potencial de defeitos cardiovasculares em bebês de mulheres expostas ao
cloridrato de fluoxetina durante o primeiro trimestre da gravidez, comparado aos bebês de mulheres que
não foram expostas ao cloridrato de fluoxetina.
O uso de cloridrato de fluoxetina deve ser considerado durante a gravidez somente se os benefícios
do tratamento justificarem o risco potencial para o feto, tendo em conta os riscos do não
tratamento da depressão.
Deve-se ter cuidado no final da gravidez, pois foram relatados, raramente, sintomas transitórios de
retirada (exemplo: tremores transitórios, dificuldade na amamentação, taquipneia e irritabilidade), em
recém-nascidos cujas mães fizeram uso de cloridrato de fluoxetina próximo ao término da gravidez.
Houve relatos, pós-comercialização, de hemorragia pós-parto em gestantes que estavam em uso de
fluoxetina durante a gravidez.
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O cloridrato de fluoxetina é excretado no leite humano. Portanto, deve-se ter cuidado quando este
medicamento for administrado a mulheres que estejam amamentando.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período
da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O efeito de cloridrato de fluoxetina sobre o trabalho de parto e nascimento nos seres humanos é
desconhecido.
Não foram observadas diferenças na segurança e eficácia do cloridrato de fluoxetina entre pacientes
idosos e jovens. Outros relatos de experiências clínicas não identificaram diferenças nas respostas de
pacientes jovens ou idosos, mas uma sensibilidade maior de alguns indivíduos idosos não pode ser
excluída.
A segurança e eficácia de cloridrato de fluoxetina em crianças ainda não foram estabelecidas.
O cloridrato de fluoxetina pode interferir na capacidade de julgamento, pensamento e ação.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas até que tenha certeza de que seu desempenho
não foi afetado, principalmente no início do tratamento e após aumentos de dose, pois sua
habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas. O uso deste medicamento pode
causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Interações Medicamento - Medicamento: O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado com
cuidado em pacientes que estejam tomando os seguintes medicamentos: medicamentos que são
metabolizados por um subgrupo específico de enzimas produzidas pelo fígado: Sistema P4502D6. Peça
ao seu médico informações mais detalhadas sobre essa classe de medicamentos; medicamentos que agem
no sistema nervoso central, tais como: fenitoína, carbamazepina, haloperidol, clozapina, diazepam,
alprazolam, lítio, imipramina e desipramina; drogas que se ligam às proteínas do plasma; ácido
acetilsalicílico (exemplo: ASPIRINA®) e anti-inflamatórios não estereoidais. Peça ao seu médico
informações mais detalhadas sobre essa classe de medicamentos, pois estudos tem demonstrado uma
associação entre o uso de medicamentos da classe da fluoxetina e a ocorrência de sangramento
gastrintestinal, que também tem sido demonstrado durante o uso concomitante de medicamentos da classe
da fluoxetina com um anti-inflamatório não esteroidal ou ácido acetilsalicílico.
Efeitos anticoagulantes alterados (valores de laboratório e/ou sinais clínicos e sintomas), incluindo
sangramento, sem um padrão consistente, foram reportados com pouca frequência quando o cloridrato de
fluoxetina e a varfarina foram coadministrados. Portanto, os pacientes em tratamento com varfarina
devem ser cuidadosamente monitorados quanto à coagulação quando se inicia ou interrompe o tratamento
com o cloridrato de fluoxetina.
Interações Medicamento - Tratamento
Houve raros relatos de convulsões prolongadas em pacientes usando o cloridrato de fluoxetina juntamente
com tratamento eletroconvulsivo.
A administração de drogas que interajam com fluoxetina e norfluoxetina pode produzir consequências ao
paciente após a interrupção do tratamento com cloridrato de fluoxetina.
tioridazina: devido ao risco de arritmias ventriculares graves e de morte súbita, potencialmente associada
com uma elevação dos níveis de tioridazina, não deve ser realizada a administração concomitante de
tioridazina com cloridrato de fluoxetina ou, deve-se aguardar no mínimo 5 semanas após o término do
tratamento com cloridrato de fluoxetina para se administrar a tioridazina.
Interações Medicamento – Substância Química
Em testes formais, o cloridrato de fluoxetina não aumentou os níveis de álcool no sangue ou intensificou
os efeitos do álcool. Entretanto, a combinação do cloridrato de fluoxetina e álcool não é aconselhável.
Alimentos: O cloridrato de fluoxetina pode ser administrado com alimentos sem que interações ocorram.
Interações Medicamento – Planta Medicinal
A Erva de São João, também conhecida como Hypericum perforatum, pode interagir com o cloridrato de
fluoxetina, aumentando os efeitos adversos como a síndrome serotoninérgica (quadro caracterizado por
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alterações no estado mental e na atividade neuromuscular em combinação com disfunção do sistema
nervoso autônomo).
Nicotina: não há estudos que relatem a possibilidade de interação entre cloridrato de fluoxetina e
nicotina.
Exames laboratoriais e não laboratoriais: não há estudos em humanos a respeito da interação entre
cloridrato de fluoxetina e exames laboratoriais e não laboratoriais.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Comprimido revestido na cor branca, circular, biconvexo e monossectado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de fluoxetina deve ser administrado por via oral e pode ser tomado independente das
refeições.
Dosagem
Depressão
A dose recomendada é de 20 mg/dia.
Bulimia Nervosa
A dose recomendada é de 60 mg/dia.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
A dose recomendada é de 20 mg/dia a 60 mg/dia.
Transtorno Disfórico Pré-Menstrual
A dose recomendada é de 20 mg/dia administrada continuamente (durante todos os dias do ciclo
menstrual) ou intermitentemente (isto é, uso diário, com início 14 dias antes do começo previsto da
menstruação até o primeiro dia do fluxo menstrual). A dose deverá ser repetida a cada novo ciclo
menstrual.
Doenças e/ou terapias concomitantes
Deve ser considerada uma dose mais baixa ou menos frequente em pacientes com comprometimento do
fígado, doenças concomitantes ou naqueles que estejam tomando vários medicamentos.
A dose recomendada pode ser aumentada ou diminuída. Doses acima de 80 mg/dia não foram
sistematicamente avaliadas. Não há dados que demonstrem a necessidade de doses alternativas tendo
como base somente a idade do paciente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você deixe de tomar uma dose, deverá tomá-la assim que possível. Se o horário da próxima dose
estiver próximo, pule a dose esquecida e continue o esquema habitual. Não tome doses duplas.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas com o uso do cloridrato de fluoxetina:
Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
diarreia, náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço) [incluindo astenia (perda ou diminuição da força
muscular)], dor de cabeça e insônia (incluindo despertar cedo, insônia inicial, insônia de manutenção do
sono), síndrome gripal (doença aguda com sintomas de febre, tosse ou dor de garganta, na ausência de
outros diagnósticos), faringite (inflamação da faringe) e sinusite (inflamação dos seios da face).
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações
(sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), visão turva, boca seca,
dispepsia (indisposição gastrointestinal), vômitos, calafrios, sensação de tremor, diminuição de peso,
prolongamento do intervalo QT (prolongamento do período de condução elétrica no coração, o que pode
ser causa de alterações do batimento cardíaco), diminuição do apetite [incluindo anorexia (falta de
apetite)], distúrbio de atenção, vertigem (falsa sensação de movimentos), disgeusia (alteração do paladar),
letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), sonolência (incluindo hipersonia e sedação),
tremor, sonhos anormais (incluindo pesadelos), ansiedade, diminuição da libido [incluindo perda da libido
(desejo sexual)], nervosismo, inquietação, distúrbio do sono, tensão, micções (ato de urinar) frequentes
[incluindo polaciúria (ato de urinar com maior frequência)], distúrbios da ejaculação, sangramentos
ginecológicos, disfunção erétil (dificuldade de obtenção e/ou manutenção da ereção do pênis), bocejo,
hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira), erupções da pele e erupção cutânea eritematosa no
cordão umbilical, urticária (erupções da pele com coceira), rubor (vermelhidão da pele) [incluindo
fogachos (sensação de calor pelo corpo)] e labilidade emocional (instabilidade emocional).
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): midríase
(dilatação da pupila dos olhos), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação
de frio, sensação de calor, mal-estar, contusão, contração muscular, hiperatividade psicomotora [incluindo
acatisia (incapacidade de ficar parado) ataxia (falta de coordenação dos movimentos), distúrbios do
equilíbrio, bruxismo (ranger de dentes), discinesia (movimentos involuntários), mioclonia (movimentos
involuntários muito bruscos dos braços e pernas durante o sono), despersonalização, humor elevado,
humor eufórico, alteração do orgasmo [incluindo anorgasmia (incapacidade de ter orgasmo)], pensamento
anormal, disúria (dificuldade ou dor para urinar), alopecia (perda de cabelos), suor frio, tendência
aumentada para contusão, hipotensão (diminuição da pressão sanguínea), epistaxe (sangramento pelo
nariz), gastroenterite (inflamação aguda que compromete os órgãos do sistema gastrointestinal),
hipertonia (tensão excessiva dos músculos, artérias ou outro tecido do organismo), aumento da libido
(aumento do desejo sexual), reação paranoica (desconfiança ou suspeita altamente exagerada ou
injustificada), arritmia (irregularidade dos batimentos cardíacos), tontura (alteração do equilíbrio
corporal), constipação (intestino preso), flatulência (gases) e febre (aumento da temperatura corporal).
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor no
esôfago, reação anafilática (reação alérgica grave generalizada), doença do soro, síndrome buco-glossal
(problemas no sistema nervoso que atingem a boca – especialmente a língua), convulsão (contração
involuntária e intensa dos músculos), hipomania (afeto exaltado, irritado, sem alterações dos sentidos),
mania (crise de euforia), angioedema (coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele),
equimose (mancha roxa na pele devido à presença de sangue no tecido), reação de fotossensibilidade
(reação da pele por sensibilidade à luz), vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos) e vasodilatação
(aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos), edema de laringe (inchaço da laringe), petéquias (pequenos
pontos vermelhos na pele ou mucosas, causados por pequena hemorragia de vasos sanguíneos), púrpura
(manchas e placas de cor roxa na pele, órgãos e mucosas) e síndrome abdominal aguda (dor no abdome,
de aparecimento relativamente rápido, e que pode afetar em maior ou menor intensidade o organismo
como um todo).
Não relatados: distúrbios na micção (ato de urinar).
Relatos pós-comercialização: secreção inapropriada do hormônio antidiurético, hepatite idiossincrática
(inflamação do fígado) muito rara, síndrome serotoninérgica (quadro caracterizado por alteração no
estado mental, na atividade neuromuscular e sistema nervoso autônomo), priapismo (ereção do pênis
prolongada ou dolorida), eritema multiforme (lesões avermelhadas na pele), comprometimento da
memória, disfunção sexual (ocasionalmente persistindo após a descontinuação do uso), sangramento
gastrointestinal [incluindo hemorragia (sangramento excessivo) das varizes localizadas no esôfago,
sangramento gengival e da boca, hematêmese (vômito de sangue), hematoquezia (eliminação de sangue
através do reto), hematomas (intra-abdominal e peritoneal), hemorragia (anal, esofágica, gástrica,
gastrointestinal superior e inferior, hemorroidal, peritoneal e retal), diarreia hemorrágica e enterocolites
(inflamação do intestino delgado e do cólon), diverticulite (inflamação de bolsas circulares que se
desenvolvem na parede do intestino) hemorrágica, gastrite hemorrágica, melena (fezes pretas) e úlcera
hemorrágica (esofágica, gástrica e duodenal)], galactorreia (saída de leite pelas mamas),
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hiperprolactinemia (produção excessiva do hormônio prolactina), anemia aplástica (doença em que ocorre
a diminuição da produção de todas as células produzidas pela medula óssea), fibrilação atrial (frequência
cardíaca irregular), catarata (embaçamento da membrana que fica no olho), acidente vascular cerebral
(derrame cerebral), icterícia colestática (amarelamento dos fluidos e tecidos do organismo devido à
alteração da produção de uma substância chamada bilirrubina), pneumonia eosinofílica [acúmulo de um
tipo de glóbulo branco (eosinófilo) no pulmão], ginecomastia (aumento das mamas em homens), parada
cardíaca (parada dos batimentos do coração), neurite óptica (inflamação do nervo óptico), pancreatite
(inflamação do pâncreas), embolia pulmonar (entupimento de um vaso no pulmão), hipertensão pulmonar
(aumento da pressão nas artérias dos pulmões), síndrome de Stevens-Johnson (tipo grave de inflamação
da pele desencadeada por uma reação alérgica), trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no
sangue), púrpura trombocitopênica (destruição das plaquetas no sangue) e comportamento violento.
Sintomas de descontinuação: sintomas de descontinuação foram reportados quando o tratamento com o
cloridrato de fluoxetina foi interrompido. A interrupção abrupta do tratamento deve ser evitada. Procure
orientação do seu médico para suspensão do tratamento. Os sintomas mais comuns reportados incluem
tontura, alterações do sono, distúrbios sensoriais/parestesia (adormecimento ou formigamento de partes
do corpo), ansiedade, agitação, astenia (perda ou diminuição da força física), confusão, dor de cabeça e
irritabilidade.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os casos de superdose do cloridrato de fluoxetina isolado geralmente têm uma evolução favorável. Os
sintomas de superdose incluem náusea, vômito, convulsões, disfunção cardiovascular variando desde
arritmias assintomáticas (alteração dos batimentos cardíacos sem sintomas) ou indicativo de alterações no
eletrocardiograma do prolongamento do QTc até parada cardíaca (incluindo muitos casos raros de
Torsade de Pointes), disfunção pulmonar e sinais de alteração do sistema nervoso central (variando de
excitação ao coma). Os relatos de morte por superdose de cloridrato de fluoxetina isolado têm sido
extremamente raros. No caso de superdose com cloridrato de fluoxetina verifique as condições do
paciente quanto à respiração e batimentos cardíacos e o encaminhe rapidamente a um local de
atendimento médico. Nenhum antídoto é conhecido. Diurese (eliminação de urina) forçada, diálise,
hemoperfusão e transfusão sanguínea não são indicados. No caso de overdose, considere a possibilidade
de que tenha sido usada outra droga ou medicamento simultaneamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0583.0376
Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP - CEP: 13186-901
CNPJ: 45.992.062/0001-65
Indústria brasileira
Produzido por: EMS S/A
Hortolândia/SP
Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA
Manaus/AM
-- 8 of 13 --
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
SAC: 0800 747 60 00
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 09/12/2025.
bula-pac-169532-GER-v4
-- 9 of 13 --
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS) Apresentações relacionadas
15/03/2019 0231933/19-1
10459 –
GENÉRICO –
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
– RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Atualização de texto de
bula conforme bula
padrão publicada no
bulário.
Submissão eletrônica
para disponibilização do
texto de bula no Bulário
eletrônico da ANVISA
VP / VPS
cloridrato de fluoxetina 20mg
Caixas com 7, 10, 14, 20, 21, 28,
30, 60, 450* ou 500*
comprimidos revestidos.
*Embalagem Hospitalar.
30/10/2019 2639687/19-4
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
26/12/2013 0011667/14-0
10146 -
GENÉRICO -
Alteração de
local de
fabricação do
medicamento
de liberação
convencional
30/09/2019
DIZERES LEGAIS VP / VPS
cloridrato de fluoxetina 20mg
Caixas com 7, 10, 14, 20, 21, 28,
30, 60, 450* ou 500*
comprimidos revestidos.
*Embalagem Hospitalar.
01/12/2017 2254756/17-8
11022 - RDC
73/2016 -
GENÉRICO -
Inclusão de
local de
fabricação de
medicamento
de liberação
convencional
18/10/2019
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
9. REAÇÕES
ADVERSAS VPS
cloridrato de fluoxetina 20mg
Caixas com 7, 10, 14, 20, 21, 28,
30, 60, 450* ou 500*
comprimidos revestidos.
-- 10 of 13 --
17/04/2021 1470003/21-4 Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A *Embalagem Hospitalar.
24/08/2022 4601591/22-8
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A DIZERES LEGAIS VP/VPS
Comprimido revestido de 20
mg. Embalagem contendo 7, 10,
14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou
500* unidades.
*Embalagem hospitalar
03/03/2023 0217299/23-7
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP
VPS
Comprimido revestido de 20
mg. Embalagem contendo 7, 10,
14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou
500* unidades.
*Embalagem hospitalar
01/09/2023 0931602/23-8
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A I - IDENTIFICAÇÃO
DO MEDICAMENTO
VP
VPS
Comprimido revestido de 20
mg. Embalagem contendo 7, 10,
14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou
500* unidades.
*Embalagem hospitalar
0097524/25-
5 23/01/2025
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
3. QUANDO NÃO
DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E
POR QUANTO
TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
VPS
Comprimido revestido de 20
mg. Embalagem contendo 7, 10,
14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou
500* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 11 of 13 --
6. COMO DEVO
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
- -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula -
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
1. Para que este
medicamento é
indicado?
3. Quando não devo
usar este medicamento?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
7. O que devo fazer
quando eu me esquecer
de usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
9. O que fazer se
alguém usar uma
quantidade maior do
que a indicada deste
medicamento?
Dizeres Legais
VP
Comprimido revestido de 20
mg. Embalagem contendo 7, 10,
14, 20, 21, 28, 30, 60, 450* ou
500* unidades.
*Embalagem hospitalar
-- 12 of 13 --
2. Resultados de
Eficácia
3. Características
Farmacológicas
4. Contraindicações
5. Advertências e
Precauções
6. Interações
Medicamentosas
7. Cuidados de
armazenamento do
medicamento
8. Posologia e modo de
usar
9. Reações Adversas
III - Dizeres legais
VPS
-- 13 of 13 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 44241 |
|---|---|
| Marca | GERMED |
| Código de Barras | 7896004711799 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE FLUOXETINA |
| Registro MS | 1058303760076 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |