Levofloxacino 500mg 10 Comprimidos Revestidos Genérico Prati-Donaduzzi
Vendido e entregue por Pedpharma
levofloxacino
500 MG c/ 10 Comps.
LEVOFLOXACINO HEMIIDRATADO
O levofloxacino é um antibiótico indicado para tratar infecções bacterianas sensíveis, como sinusite, bronquite crônica, pneumonia, infecções de pele e tecidos subcutâneos, infecções urinárias e osteomielite. Ele atua contra aeróbios Gram-positivos e Gram-negativos, além de alg…
levofloxacino é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O levofloxacino é um antibiótico indicado para tratar infecções bacterianas sensíveis, como sinusite, bronquite crônica, pneumonia, infecções de pele e tecidos subcutâneos, infecções urinárias e osteomielite. Ele atua contra aeróbios Gram-positivos e Gram-negativos, além de alguns outros micro-organismos como Chlamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae. O medicamento começa a agir logo após a administração, com efeito progressivo durante o tratamento até a eliminação da infecção.
Especificações
| Código do Produto | 10046326 |
|---|---|
| Marca | PRATI DONADUZZI |
| Código de Barras | 7899547528459 |
| Princípio ativo | LEVOFLOXACINO HEMIIDRATADO |
| Registro MS | 1256802600046 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); CONSERVAR EM LOCAL FRESCO; CONSERVAR EM LUGAR SECO; PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Levofloxacino
Prati-Donaduzzi
Comprimido revestido
500 mg
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
levofloxacino
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido de 500 mg em embalagens com 3, 5, 7, 10, 14, 70, 140 ou 210 comprimidos revestidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
levofloxacino hemi-hidratado...................................... 512,46 mg*
*equivalente a 500 mg de levofloxacino
excipiente q.s.p. .......................................................... 1 comprimido revestido
Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, lactose monoidratada, hipromelose, dióxido de silício, óleo
vegetal hidrogenado, talco, hiprolose, macrogol, corante dióxido de titânio, corante óxido de ferro amarelo e
corante óxido de ferro vermelho.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado no tratamento de infecções bacterianas causadas por agentes sensíveis ao
levofloxacino, tais como:
- Infecções do trato respiratório superior e inferior, incluindo sinusite, exacerbações agudas de bronquite crônica
e pneumonia.
- Infecções da pele e tecido subcutâneo, complicadas e não complicadas, tais como impetigo, abscessos,
furunculose, celulite e erisipela.
- Infecções do trato urinário, incluindo pielonefrite aguda.
- Osteomielite.
Como as fluoroquinolonas, incluindo levofloxacino, têm sido associadas a reações adversas graves, e pelo fato
de que, para alguns pacientes, infecções do trato urinário não complicadas, exacerbações bacterianas agudas de
bronquite crônica e sinusite aguda bacteriana podem ser autolimitadas, levofloxacino só deve ser indicado para
tratamento destas infecções em pacientes para os quais não existam opções de tratamento alternativas.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este é um medicamento pertencente ao grupo dos fármacos conhecidos como antibióticos. Este medicamento é
indicado para o tratamento de infecções causadas por bactérias sensíveis ao levofloxacino como:
Aeróbios Gram-positivos
Enterococcus (Streptococcus) faecalis, Staphylococcus aureus (MSSA), Staphylococcus epidermidis (MSSE),
Staphylococcus saprophyticus, Streptococcus agalactiae, Streptococcus pneumoniae (incluindo cepas de S.
pneumoniae resistentes a múltiplas drogas [MDRSP*]) e Streptococcus pyogenes.
* Isolados de MDRSP (S. pneumoniae resistente a múltiplas drogas) são cepas resistentes a dois ou mais dos
seguintes antibióticos: penicilina (MIC ≥ 2 mcg/mL), segunda geração de cefalosporinas, ex.: cefuroxima,
macrolídeos, tetraciclinas e trimetoprima / sulfametoxazol.
Aeróbios Gram-negativos
Citrobacter freundii, Enterobacter cloacae, Escherichia coli, Haemophilus influenzae, Haemophilus
parainfluenzae, Klebsiella oxytoca, Klebsiella pneumoniae, Legionella pneumophila, Moraxella catarrhalis,
Proteus mirabilis, Pseudomonas aeruginosa e Serratia marcescens.
Outros micro-organismos
Chlamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae.
A ação do medicamento inicia-se logo após a sua administração, continuando progressivamente com o decorrer
do tratamento, até a eliminação da infecção.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado se você apresentar hipersensibilidade (alergia) ao levofloxacino, a outros
agentes antimicrobianos derivados das quinolonas ou a quaisquer outros componentes da fórmula do produto.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Converse com seu médico se alguma das situações abaixo se aplicar a você:
Reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade (alergia): reações anafiláticas e/ou de hipersensibilidade
(alergia) graves e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes que receberam tratamento com quinolonas,
incluindo o levofloxacino. Essas reações frequentemente ocorrem após a primeira dose. Algumas reações foram
acompanhadas por colapso cardiovascular, hipotensão/choque (queda de pressão), convulsões, perda da
consciência, formigamento, angioedema (inchaço), obstrução das vias aéreas, dispneia (falta de ar), urticária,
coceira e outras reações cutâneas sérias. O tratamento com o levofloxacino deve ser interrompido imediatamente
diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).
Eventos decorrentes de mecanismos imunológicos desconhecidos: eventos graves e algumas vezes fatais
devidos a um mecanismo imunológico desconhecido foram relatados em pacientes tratados com quinolonas,
incluindo, raramente, o levofloxacino. Esses eventos podem ser severos e geralmente ocorrem após a
administração de doses múltiplas. As manifestações clínicas, isoladas ou associadas, podem incluir: febre,
erupção cutânea ou reações dermatológicas severas; vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos); artralgia (dor
nas articulações); mialgia (dores musculares); doença do soro (uma reação alérgica que causa febre, mal estar,
dor no corpo, dor articular, queda de pressão etc); pneumonite alérgica; nefrite intersticial; falência ou
insuficiência renal aguda; hepatite; icterícia; falência ou necrose hepática aguda; anemia, inclusive hemolítica e
aplástica; trombocitopenia, leucopenia; agranulocitose; pancitopenia e/ou outras anormalidades hematológicas.
O medicamento deve ser descontinuado imediatamente diante do aparecimento da primeira erupção cutânea ou
qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia) e medidas de suporte devem ser adotadas.
Hepatotoxicidade (dano ao fígado): foram recebidos relatos pós-comercialização muito raros de
hepatotoxicidade severa (incluindo hepatite aguda e eventos fatais) de pacientes tratados com o levofloxacino.
Caso se desenvolva, sinais e sintomas de hepatite, o tratamento deve ser descontinuado imediatamente.
Miastenia grave (doença neuromuscular que causa fraqueza muscular): o levofloxacino pode aumentar a
fraqueza muscular em pessoas com miastenia grave. Eventos adversos graves de pós-comercialização, incluindo
morte e necessidade de suporte ventilatório, têm sido associados com o uso de fluorquinolonas em pessoas com
miastenia grave. Evite o uso de levofloxacino se você tem histórico conhecido de miastenia grave.
Efeitos no sistema nervoso central: foram relatados convulsões, psicoses tóxicas (alteração neurológica) e
aumento da pressão intracraniana (incluindo pseudotumor cerebral) em pacientes em tratamento com derivados
quinolônicos, incluindo o levofloxacino. As quinolonas também podem provocar uma estimulação do sistema
nervoso central, podendo desencadear tremores, inquietação, nervosismo, ansiedade, tontura, confusão, delírio,
desorientação, alucinações, paranoia, depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos suicidas,
incluindo suicídio consumado, especialmente em pacientes com histórico clínico de depressão ou um fator de
risco para a depressão subjacente. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas reações ocorrerem
em pacientes em tratamento com o levofloxacino, o medicamento deve ser descontinuado e medidas adequadas
devem ser adotadas. Como todas as quinolonas, o levofloxacino deve ser usado com cautela em pacientes com
distúrbios do Sistema Nervoso Central, suspeitos ou confirmados, que possam predispor a convulsões ou
diminuir o limiar de convulsão (por exemplo, arteriosclerose cerebral severa, epilepsia) ou na presença de outros
fatores de risco que possam predispor a convulsões ou diminuição do limiar de convulsão (por exemplo,
tratamento com outros fármacos, distúrbio renal).
Neuropatia: foram relatados em pacientes recebendo quinolonas, inclusive levofloxacino, casos muito raros de
polineuropatia axonal de nervos sensoriais ou sensomotores acometendo axônios curtos e/ou longos (doenças
neurológicas) resultando em parestesias (sensação de formigamento), hipoestesias (diminuição da sensibilidade),
disestesias (alteração da sensibilidade) e fraqueza. Os sintomas podem ocorrer logo após o início do tratamento e
podem ser irreversíveis. Caso ocorra qualquer um dos sintomas acima o levofloxacino deve ser descontinuado
imediatamente.
Colite pseudomembranosa (inflamação do cólon): colite pseudomembranosa foi relatada com quase todos os
agentes antibacterianos, incluindo o levofloxacino e pode variar, em intensidade, desde leve até potencial risco
de vida. Por isso, informe seu médico caso você tenha diarreia após a administração de levofloxacino. Assim, é
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importante considerar esse diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia após a administração de qualquer
agente antibacteriano.
O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento excessivo
de Clostridium. Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é uma das causas primárias de
colite associada a antibióticos.
Prolongamento do intervalo QT: algumas quinolonas, incluindo o levofloxacino, têm sido associadas ao
prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e a casos infrequentes de arritmia. Durante o período pós-
comercialização, casos muito raros de Torsades de Pointes foram relatados em pacientes tomando levofloxacino.
Em geral, estes relatos envolveram pacientes que já apresentavam condições médicas associadas ou faziam uso
concomitante de outros medicamentos que poderiam ter contribuído para o evento. O levofloxacino deve ser
evitado caso você tenha histórico de prolongamento do intervalo QT, hipocalemia (diminuição do potássio) não
tratada ou estiver recebendo agentes antiarrítmicos classe IA (quinidina, procainamida) ou classe III
(amiodarona, sotalol).
Rupturas dos tendões: rupturas dos tendões do ombro, da mão, do tendão de Aquiles ou outros tendões,
exigindo reparação cirúrgica ou resultando em incapacidade prolongada foram relatadas em pacientes que
receberam quinolonas, incluindo o levofloxacino. Relatos ocorridos no período pós-comercialização indicam que
o risco pode ser maior em pacientes que estejam concomitantemente recebendo corticosteroides, especialmente
os idosos. O tratamento com levofloxacino deve ser descontinuado se você apresentar dor, inflamação ou ruptura
de tendão. Você deve repousar e evitar exercícios até que o diagnóstico de tendinite ou ruptura de tendão tenha
sido seguramente descartado. A ruptura de tendão pode ocorrer durante ou após a terapia com quinolonas,
incluindo o levofloxacino.
Insuficiência renal: deve-se ter cuidado ao administrar o levofloxacino em pacientes com insuficiência renal
(dos rins), pois o medicamento é excretado principalmente pelo rim. Se você tem insuficiência renal é necessário
o ajuste das doses para evitar o acúmulo de levofloxacino devido à diminuição da depuração.
Fototoxicidade: reações de fototoxicidade moderadas a severas foram observadas em pacientes expostos à luz
solar direta ou à luz ultravioleta (UV), enquanto recebiam tratamento com quinolonas. A excessiva exposição à
luz solar ou à luz ultravioleta deve ser evitada. Se ocorrer fototoxicidade, o tratamento deve ser descontinuado.
Monitoramento da glicose sanguínea: como no caso das outras quinolonas, foram relatados distúrbios na
glicose sanguínea em pacientes tratados com levofloxacino, geralmente em pacientes diabéticos em tratamento
concomitante com um agente hipoglicemiante oral ou com insulina. Casos graves de hipoglicemia que
resultaram em coma ou morte foram observados em pacientes diabéticos. Recomenda-se cuidadoso
monitoramento da glicose sanguínea, especialmente em pacientes diabéticos. Se ocorrer uma reação
hipoglicemiante, o tratamento com levofloxacino deve ser interrompido.
Cristalúria (presença de cristais na urina): embora não tenha sido relatada cristalúria nos estudos clínicos
realizados com o levofloxacino, é importante que você se mantenha hidratado para prevenir a formação de urina
altamente concentrada.
Distúrbios oftalmológicos (danos nos olhos): existem dados disponíveis sobre a ocorrência de descolamento de
retina e uveíte associadas ao uso sistêmico de fluoroquinolonas, incluindo o levofloxacino. Portanto, caso você
apresente alterações na visão ou algum outro sintoma ocular, procure imediatamente um oftalmologista.
Aneurisma e dissecção da aorta: estudos epidemiológicos relatam um aumento do risco de aneurisma e
dissecção da aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na população idosa. Portanto, as
fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e após consideração de
outras opções terapêuticas em pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes
diagnosticados com aneurisma aórtico preexistente e /ou dissecção aórtica, ou na presença de outros fatores de
risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção da aorta (por exemplo, síndrome de Marfan,
síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet,
hipertensão, aterosclerose conhecida).
Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar
imediatamente um médico.
Gravidez: este medicamento deverá ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício esperado superar o
risco potencial para o feto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
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Amamentação: devido ao potencial de ocorrência de reações adversas graves nos lactentes de mães em
tratamento com o levofloxacino, deve-se decidir entre interromper a amamentação ou descontinuar o tratamento
com o medicamento, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe.
Crianças: a segurança e a eficácia da utilização do levofloxacino em crianças e adolescentes não foram
estabelecidas. No entanto, já foi demonstrado que as quinolonas produzem erosão nas articulações que suportam
peso, bem como outros sinais de artropatia, em animais jovens de várias espécies. Portanto, a utilização do
levofloxacino nessas faixas etárias não é recomendada.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas
Este medicamento pode provocar efeitos neurológicos adversos como vertigem e tontura, portanto, você não
deve dirigir veículos, operar máquinas ou dedicar-se a outras atividades que exijam coordenação e alerta mental
até que se saiba qual a reação individual frente ao medicamento.
Interações medicamentosas e outras formas de interação
- A administração concomitante de comprimidos deste medicamento e antiácidos contendo cálcio, magnésio ou
alumínio, bem como sucralfato, cátions metálicos como ferro, preparações multivitamínicas contendo zinco ou
produtos que contenham qualquer uma dessas substâncias, podem interferir na absorção gastrintestinal do
levofloxacino, resultando em níveis na urina e no soro consideravelmente inferiores ao desejável. Esses agentes
devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administração do levofloxacino.
- A administração concomitante de levofloxacino e teofilina pode prolongar a meia-vida desta última, elevar os
níveis de teofilina no soro e aumentar o risco de reações adversas relacionadas à teofilina. Portanto, os níveis de
teofilina devem ser cuidadosamente monitorados e os necessários ajustes em suas doses devem ser realizados, se
necessário, quando o levofloxacino for administrado em conjunto. Reações adversas, incluindo convulsões,
podem ocorrer com ou sem a elevação do nível de teofilina no soro.
- A administração concomitante do levofloxacino com a digoxina não exige modificação das doses de
levofloxacino ou de digoxina.
- A administração concomitante do levofloxacino com ciclosporina não exige modificações de doses.
- Certos derivados quinolônicos, incluindo o levofloxacino, podem aumentar os efeitos do anticoagulante
varfarina ou de seus derivados. Quando estas substâncias forem administradas ao mesmo tempo, o tempo de
protrombina ou outros testes de coagulação aceitáveis devem ser monitorados cuidadosamente, principalmente
em pacientes idosos.
- Não se observou efeito significativo da probenecida ou da cimetidina na Cmáx do levofloxacino em estudo
clínico com indivíduos saudáveis. A AUC e a t1/2 do levofloxacino foram maiores, enquanto o CLr foi menor
durante tratamento concomitante deste medicamento com probenecida ou cimetidina comparadas a
levofloxacino apenas. Entretanto estas alterações não requerem ajuste de dose deste medicamento quando
coadministrado com probenecida ou cimetidina.
- A administração concomitante de fármacos anti-inflamatórios não esteroidais e de derivados quinolônicos,
incluindo o levofloxacino, pode aumentar o risco de estimulação do Sistema Nervoso Central e de convulsões.
- Alterações dos níveis de glicose sanguínea, incluindo hiperglicemia (aumento) e hipoglicemia (diminuição),
foram relatadas em pacientes tratados concomitantemente com quinolonas e agentes antidiabéticos. Portanto,
recomenda-se monitoramento cuidadoso da glicose sanguínea quando esses agentes forem administrados em
conjunto.
- A absorção e a biodisponibilidade do levofloxacino em indivíduos infectados com o HIV, com ou sem
tratamento concomitante com zidovudina, foram semelhantes. Portanto, não parece necessário realizar ajustes de
dose do levofloxacino, quando estiver sendo administrado concomitantemente com a zidovudina. Os efeitos do
levofloxacino sobre a farmacocinética da zidovudina não foram avaliados.
- Algumas quinolonas, incluindo levofloxacino, podem produzir resultado falso positivo para opioides em
exames de urina realizados em kits de imunoensaio comercialmente disponíveis. Dependendo da situação, pode
ser necessário confirmar a presença de opioides com métodos mais específicos.
- É desaconselhável a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com este medicamento.
Medidas gerais de higiene devem ser observadas para controlar fontes de infecções ou de reinfecções.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve manter este medicamento em temperatura ambiente (entre 15 °C e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
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Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Este medicamento apresenta-se na forma de um comprimido revestido, oblongo, não sulcado, cor rosa.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Posologia: a dose usual para pacientes adultos, com função renal normal, é de 500 mg, por via oral, a cada 24
horas.
Modo de usar: os comprimidos podem ser ingeridos independentemente das refeições. Caso necessário, a
administração de antiácidos contendo cálcio, magnésio ou alumínio, bem como de sucralfato, cátions divalentes
ou trivalentes como ferro, ou preparações polivitamínicas contendo zinco deve ser feita duas horas antes ou duas
horas após a administração deste medicamento.
Idosos: as doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das
doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins.
Crianças: este medicamento não deve ser usado em crianças e adolescentes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar seu medicamento, tome a próxima dose normalmente e continue seu tratamento
como recomendado pelo médico. Não dobre a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Dados de estudos clínicos
Você pode ter efeitos indesejáveis ao usar este medicamento. A seguir estão listadas algumas reações adversas
relatadas em estudos clínicos relacionadas ao tratamento com este medicamento.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- Infecções: monilíase;
- Distúrbios psiquiátricos: insônia;
- Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, tontura;
- Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: dispneia;
- Distúrbios gastrintestinais: náusea, diarreia, constipação, dor abdominal, vômitos, dispepsia;
- Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção cutânea, prurido;
- Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: vaginite;
- Distúrbios gerais: dor torácica.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- Infecções: monilíase genital;
- Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia, trombocitopenia, granulocitopenia;
- Distúrbios do sistema imunológico: reação alérgica;
- Distúrbios metabólicos e nutricionais: hiperglicemia, hipoglicemia, hipercalemia;
- Distúrbios psiquiátricos: ansiedade, agitação, confusão, depressão, alucinações, pesadelos, distúrbios do sono,
anorexia, sonhos anormais;
- Distúrbios do sistema nervoso: tremores, convulsões, parestesias, vertigem, hipertonia, hipercinesias, marcha
anormal, sonolência, síncope;
- Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: epistaxe;
- Distúrbios cardíacos: parada cardíaca, palpitação, taquicardia ventricular, arritmia ventricular;
- Distúrbios vasculares: flebite;
- Distúrbios gastrintestinais: gastrite, estomatite, pancreatite, esofagite, gastroenterite, glossite, colite
pseudomembranosa por C. difficile;
- Distúrbios hepatobiliares: função hepática anormal, enzimas hepáticas aumentadas, fosfatase alcalina
aumentada;
- Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: urticária;
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- Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: tendinite, artralgia, mialgia, dor esquelética;
- Distúrbios renais e urinários: função renal anormal, insuficiência renal aguda.
Dados de pós-comercialização
Reações adversas a medicamentos provenientes de relatos espontâneos durante a experiência pós-
comercialização mundial com este medicamento estão listadas a seguir.
As frequências abaixo refletem as taxas relatadas de reações adversas ao medicamento a partir de relatos
espontâneos e não representam estimativas mais precisas da incidência que pode ser obtida em estudos clínicos e
epidemiológicos.
Reação rara (ocorrendo em mais de 0,01% e menos de 0,1% dos pacientes que tomam este medicamento)
- Distúrbios cutâneos e subcutâneos do tecido: reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistémicos
(DRESS).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento, incluindo
relatos isolados)
- Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: erupções bolhosas incluindo Síndrome de Stevens-Johnson,
necrólise epidérmica tóxica; erupções provocadas por medicamentos; pustulose exantemática generalizada aguda
(PEGA) [alteração rara na pele que se caracteriza pelo desenvolvimento repentino de pústulas (pequenas
saliências na pele que se enchem de líquido ou pus) sobre áreas avermelhadas, acompanhada por febre alta e
baixa de leucócitos (um tipo de célula branca) do sangue]; eritema multiforme; vasculite leucocitoclástica e
reação de fotossensibilidade e hiperpigmentação da pele;
- Distúrbios do tecido musculoesquelético e conectivo: rabdomiólise, ruptura do tendão, dano muscular
incluindo ruptura;
- Distúrbios vasculares: vasodilatação;
- Distúrbios do sistema nervoso: anosmia, ageusia, parosmia, disgesia, neuropatia periférica (pode ser
irreversível), casos isolados de encefalopatia, eletroencefalograma anormal, exacerbação de miastenia grave,
disfonia, pseudotumor cerebral;
- Distúrbios ópticos: uveíte, distúrbios visuais incluindo diplopia, redução da acuidade visual, visão turva e
escotoma;
- Distúrbio da audição e labirinto: hipoacusia, tinido;
- Distúrbios psiquiátricos: psicose, paranoia, relatos isolados de ideação suicida, tentativa de suicídio e suicídio
consumado;
- Distúrbios hepáticos e biliares: insuficiência hepática (incluindo casos fatais), hepatite e icterícia;
- Distúrbios cardíacos: taquicardia, relatos isolados de Torsades de Pointes e prolongamento do intervalo QT
no eletrocardiograma;
- Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: relatos isolados de pneumonite alérgica;
- Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático: pancitopenia, anemia aplásica, leucopenia, anemia hemolítica e
eosinofilia;
- Distúrbios renais e urinários: nefrite intersticial;
- Distúrbios do sistema imune: reação de hipersensibilidade às vezes fatal, incluindo reação anafilactoide e
anafilática; choque anafilático; edema angioneurótico e doença do soro;
- Distúrbios gerais: falência múltipla de órgãos, febre;
- Laboratoriais: aumento do tempo de protrombina, prolongamento da taxa internacional normalizada e
aumento das enzimas musculares.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Se você ingeriu uma grande quantidade de levofloxacino comprimidos e se a ingestão for ainda recente, você
deve procurar atendimento médico imediatamente. Pode ser administrado carvão ativado para auxiliar na
remoção do fármaco ainda não absorvido. Você deverá ficar em observação e deverão ser tomadas as medidas de
hidratação adequadas. O levofloxacino não é removido de maneira eficiente através de hemodiálise ou diálise
peritoneal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
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III - DIZERES LEGAIS
MS - 1.2568.0260
Farmacêutico Responsável: Dr. Luiz Donaduzzi
CRF-PR 5842
Registrado e fabricado por:
PRATI, DONADUZZI & CIA LTDA
Rua Mitsugoro Tanaka, 145
Centro Industrial Nilton Arruda - Toledo - PR
CNPJ 73.856.593/0001-66
Indústria Brasileira
CAC - Centro de Atendimento ao Consumidor
0800-709-9333
[email protected]
www.pratidonaduzzi.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 19/03/2025.
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Anexo B
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
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8. QUAIS OS MALES QUE
ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP
VPS
Embalagens com 3,
5, 7, 10, 14, 70, 140
ou 210 comprimidos
revestidos.
Embalagens com 3,
5, 7 10, 14, 70, 100,
140, 200, 210, 280,
300, 350 ou 500
comprimidos
revestidos.
24/06/2019 0552434/19-2
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
Embalagens com 3,
5, 7 10, 14, 70, 140
ou 210 comprimidos
revestidos.
28/02/2019 0191411/19-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VP
Embalagens com 3,
5, 7 10, 14, 70, 140
ou 210 comprimidos
revestidos.
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Levofloxacino_bula_paciente
10
10/08/2017 1676684/17-9
10459 –
GENÉRICO
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC 60/12
- - - - -
VP
Embalagens com 3,
5, 7 10, 14, 70, 140
ou 210 comprimidos
revestidos.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10046326 |
|---|---|
| Marca | PRATI DONADUZZI |
| Código de Barras | 7899547528459 |
| Princípio ativo | LEVOFLOXACINO HEMIIDRATADO |
| Registro MS | 1256802600046 |
| Dosagem | 500 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); CONSERVAR EM LOCAL FRESCO; CONSERVAR EM LUGAR SECO; PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTIBIOTICOS SISTEMICOS SIMPLES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |