Melleril 10 Mg Comprimido Revestido Com 20 Medquimica
Vendido e entregue por Pedpharma
MELLERIL
10 MG
CLORIDRATO DE TIORIDAZINA
MELLERIL® (cloridrato de tioridazina) é indicado para o tratamento de esquizofrenia crônica ou exacerbações agudas em adultos não responsivos a outros antipsicóticos devido a baixa efetividade ou intolerância a reações adversas. Atua sobre sintomas da esquizofrenia com baixa te…
MELLERIL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
MELLERIL® (cloridrato de tioridazina) é indicado para o tratamento de esquizofrenia crônica ou exacerbações agudas em adultos não responsivos a outros antipsicóticos devido a baixa efetividade ou intolerância a reações adversas. Atua sobre sintomas da esquizofrenia com baixa tendência a causar efeitos extrapiramidais e baixa atividade antiemética. Seus efeitos positivos em pacientes esquizofrênicos podem levar de duas a seis semanas ou mais para se manifestar. Pode ser necessário um ECG antes do tratamento.
Especificações
| Código do Produto | 130340 |
|---|---|
| Marca | VALEANT |
| Código de Barras | 7896862993238 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE TIORIDAZINA |
| Registro MS | 1091701380011 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | NEUROLEPTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
MELLERIL®
cloridrato de tioridazina
MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.
Comprimido revestido
10 mg, 25 mg, 50 mg, 100 mg
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Melleril®
cloridrato de tioridazina
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Comprimidos revestidos - embalagem com 20 comprimidos revestidos de 10 mg, 25 mg, 50 mg ou 100
mg.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de MELLERIL® de 10 mg, 25 mg, 50 mg ou 100 mg contém,
respectivamente, 10 mg, 25 mg, 50 mg ou 100 mg de cloridrato de tioridazina.
Excipientes: amido, povidona, lactose monoidratada, talco, dióxido de silício, estearato de magnésio,
goma arábica, dióxido de titânio, azul de indigotina (somente para as dosagens de 10 mg e 100 mg),
palmitato de cetila, óxido de ferro amarelo (exceto para a dosagem de 50 mg), óxido de ferro marrom
(somente para a dosagem de 25 mg), sacarose, água e álcool etílico.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
MELLERIL® é indicado para pacientes adultos no tratamento da esquizofrenia crônica ou exacerbações
agudas não responsivas ao tratamento com outros fármacos antipsicóticos, por causa de baixa efetividade
ou incapacidade de alcançar uma dose eficaz devido a reações adversas intoleráveis destes medicamentos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
MELLERIL® atua sobre os sintomas da esquizofrenia.
MELLERIL® é um neuroléptico com atividade farmacológica básica similar à de outras fenotiazinas,
mas seu espectro clínico mostra diferenças significativas em relação a outros agentes dessa classe. As
características típicas de MELLERIL® são sua baixa tendência de causar efeitos extrapiramidais (os
sintomas extrapiramidais são os relacionados à coordenação e movimento, ex: tremores, tiques, rigidez,
hipersalivação) e sua baixa atividade antiemética.
Geralmente são necessárias duas a três semanas ou mais para demonstrar efeitos positivos inequivocados
em pacientes esquizofrênicos hospitalizados. O benefício máximo pode requerer seis semanas a seis
meses para se desenvolver em pacientes psicóticos crônicos. Em contraste, a melhora de pacientes
psicóticos agudos pode ser observada em 24 a 48 horas.
Antes de se iniciar o tratamento com MELLERIL®, deve ser realizado ECG (eletrocardiograma) para
excluir pacientes com doença cardiovascular relevante preexistente.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MELLERIL® é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à tioridazina ou a outros
componentes da formulação.
MELLERIL® também é contraindicado em pacientes com história de reações de hipersensibilidade a
outras fenotiazina (exemplo: clorpromazina, levomeprazina, trifluoperazina) e de doença cardiovascular
grave.
MELLERIL® deve ser usado durante a gravidez somente se os benefícios para a mãe suplantarem
os possíveis riscos para o feto. Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do
tratamento ou após o seu término. (Categoria C).
Mães tratadas com MELLERIL® não devem amamentar.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências
Sintomas extrapiramidais
Uma variedade de síndromes neurológicas, em particular envolvendo o sistema extrapiramidal, ocorrem
após o uso de várias drogas antipsicóticas: distonia aguda, acatisia (incapacidade de se manter imóvel),
parkinsonismo e discinesia tardia (incapacidade de iniciar o movimento). Apesar do risco com a
tioridazina ser relativamente baixo e virtualmente ausente em doses baixas, podem ocorrer sintomas
extrapiramidais, especialmente, com altas doses de MELLERIL®.
Existem relatos raros de discinesia tardia em pacientes que estejam recebendo tioridazina. Apesar de
nenhuma associação clara entre o desenvolvimento desta síndrome e a duração do tratamento com droga
antipsicótica ter sido mostrada, a descontinuação ou redução à dose mínima efetiva deve ser considerada
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em pacientes que desenvolvam sinais e sintomas de discinesia tardia durante terapia com MELLERIL®.
Tais sintomas podem gradualmente piorar ou até mesmo ocorrer após a descontinuação do tratamento.
Síndrome neuroléptica maligna (SNM)
Esta síndrome foi relatada em casos muito raros em associação com tioridazina. Esta síndrome é uma
doença potencialmente fatal caracterizada por rigidez muscular, hipertermia, alteração de consciência e
disfunção autonômica (pulso ou pressão irregulares, taquicardia, diaforese (suor e transpiração excessiva)
e arritmias cardíacas). Sinais adicionais podem incluir creatinina fosfoquinase elevada, mioglobinúria
(rabdomiólise) e insuficiência renal aguda.
Nos casos em que a SNM se desenvolve e em pacientes com febre alta inexplicável, sem manifestações
clínicas adicionais de SNM, MELLERIL® deve ser descontinuado.
Se um paciente necessita de tratamento com drogas antipsicóticas após recuperação de SNM, a
reintrodução da terapia deve ser cuidadosamente considerada, uma vez que recorrências de SNM foram
relatadas.
Limiar convulsivo
Muitas drogas neurolépticas, incluindo a tioridazina, podem diminuir o limiar convulsivo e induzir
padrões de descarga no ECG (eletrocardiograma) que são associados a distúrbios epilépticos.
MELLERIL®, entretanto, mostrou ser útil no tratamento de distúrbios de comportamento em pacientes
epilépticos. Em tais casos, a medicação anticonvulsivante deve ser mantida, a dosagem de antipsicóticos
deve ser aumentada gradativamente e a possibilidade de interações e ajustes da dose de antiepiléptico
deve ser considerada.
Doença Cardiovascular
É aconselhável cautela em pacientes com história de doença cardiovascular, especialmente em idosos e
naqueles com insuficiência cardíaca congestiva, distúrbios de condução, arritmias, síndrome congênita do
QT prolongado ou instabilidade circulatória (ver “Quando não devo usar este medicamento?”). Antes de
se iniciar o tratamento com MELLERIL®, deve ser feito ECG a fim de se excluir pacientes com doença
cardiovascular relevante preexistente (ver “Quando não devo usar este medicamento?”). Assim, aumentos
no intervalo QT, parada cardíaca, arritmias cardíacas e muito raramente arritmia torsade de pointes foram
relatadas em associação com tioridazina; casos isolados foram fatais. Essas alterações são usualmente
confinadas a altas doses e são mais prováveis de ocorrerem quando os níveis sanguíneos de potássio estão
baixos. Relatos ocasionais implicaram a terapia com fenotiazina em alguns casos de morte súbita. Apesar
da retrospectiva de tais casos ser difícil de interpretar, casos isolados de morte súbita em indivíduos
jovens aparentemente saudáveis podem ser diretamente atribuíveis a arritmias cardíacas seguidas de
tratamento com tioridazina.
Precauções
Recomenda-se precaução em pacientes com glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática ou doença
cardiovascular (doença cardiovascular grave é contraindicação).
Propriedades anticolinérgicas: em virtude de suas propriedades anticolinérgicas, MELLERIL® deve ser
utilizado com cautela em pacientes com histórico de glaucoma de ângulo estreito, aumento de pressão
intraocular, retenção urinária (como na hipertrofia prostática) e constipação crônica.
Disfunções hepáticas: em pacientes com doença hepática é necessário o monitoramento regular da
função hepática.
Discrasias sanguíneas: embora a incidência de leucopenia e/ou agranulocitose com MELLERIL® seja
baixa, como com qualquer outro fenotiazínico, deve-se realizar hemogramas regularmente durante os
primeiros meses de tratamento e imediatamente, se ocorrerem sinais clínicos sugestivos de discrasia
sanguínea.
Pressão arterial: hipotensão ortostática é frequentemente observada em pacientes aos quais é
administrada a tioridazina. Ao iniciar o tratamento com MELLERIL®, aconselha-se checar a pressão
arterial, especialmente em idosos e pacientes com hipotensão postural ou com circulação lábil.
Álcool: como o álcool pode potencializar o risco de reações hepatotóxicas, hipertermia, acatisia, distonia
ou outros transtornos do SNC, o seu consumo durante a terapia com tioridazina deve ser evitado.
Tolerância: tolerância aos efeitos sedativos das fenotiazinas e tolerância cruzada entre fármacos
antipsicóticos foram relatadas. A tolerância pode também ser a responsável pelo aparecimento de
sintomas causados pela retirada do fármaco.
Quando a terapêutica a longo prazo é descontinuada, uma redução gradual da dosagem durante várias
semanas é recomendada, uma vez que a retirada abrupta de medicamentos neurolépticos pode causar, em
alguns pacientes recebendo altas doses ou tratamento de longa duração, sintomas como náusea, vômito,
distúrbios gástricos, tremores, tonturas, ansiedade, agitação e insônia assim como sinais discinéticos
transitórios. Isso pode predizer incorretamente o início de um episódio depressivo ou psicótico.
Exames laboratoriais (hemograma e testes de função hepática) devem ser feitos conforme orientação de
seu médico.
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Pacientes idosos
Foi relatado que o risco de fraturas de quadril está aumentado em pacientes idosos recebendo
antipsicóticos, sugerindo que a sedação induzida por antipsicóticos ou a hipotensão ortostática pode
aumentar o risco de quedas neste grupo de pacientes.
Existem algumas evidências de que o uso de antipsicóticos para o controle de complicações
comportamentais da demência pode aumentar o índice de declínio cognitivo. Há relatos de que pacientes
idosos com demência, especialmente demência de Lewy-body, são altamente suscetíveis aos efeitos
colaterais extrapiramidais das drogas antipsicóticas, e a reação pode ser extremamente grave, em alguns
casos fatal. Caso haja necessidade do uso dessas drogas em pacientes idosos com demência, doses muito
baixas devem ser administradas e cuidado especial deve ser dedicado em caso de suspeita de demência
tipo Lewy-body, uma vez que pode ocorrer súbita deterioração com risco de vida. Preparações do tipo
depot não devem ser usadas neste grupo de pacientes.
Gravidez e lactação: mães que utilizam MELLERIL® não devem amamentar. MELLERIL® deve
ser usado durante a gravidez somente se os benefícios para a mãe suplantarem os possíveis riscos
para o feto. Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após
o seu término.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista (Categoria C).
Devido ao efeito sedativo, deve-se ter cuidado em atividades que necessitem atenção, como dirigir
veículos e/ou operar máquinas.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade
e atenção podem estar prejudicadas.
Interações medicamentosas
MELLERIL® acentua o efeito depressor do SNC causado por bebidas alcoólicas e outras substâncias
depressoras tais como benzodiazepinas, maprotilina ou anestésicos gerais, sedativos e anti-histamínicos.
Deve-se ter cautela na administração concomitante com: levodopa, vasoconstritores adrenérgicos (por
exemplo, efedrina e fenilefrina), inibidores da MAO, lítio, anti-hipertensivos e betabloqueadores,
antiácidos e antidiarreicos, quinidina, antiarrítmicos, diuréticos tiazidicos, antidiabéticos, agentes
anticolinérgicos, cimetidina, fluoxetina, paroxetina, outros inibidores seletivos da recaptação de
serotonina e moclobemida, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, barbitúricos e anticoagulantes.
Antidiabéticos: fenotiazinas afetam o metabolismo de carboidratos e, portanto, podem interferir no
controle de pacientes diabéticos.
Atenção diabéticos este medicamento contém SACAROSE.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento
(incluindo medicamentos fitoterápicos, homeopáticos, chás).
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).
MELLERIL® comprimidos revestidos possui 24 meses de validade a partir de sua data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
MELLERIL® 10 mg - Comprimido revestido circular, liso e brilhante, biconvexo e de cor verde oliva.
MELLERIL® 25 mg - Comprimido revestido circular, brilhante e liso, biconvexo e de cor marrom.
MELLERIL® 50 mg - Comprimido revestido circular, biconvexo e de cor branca.
MELLERIL® 100 mg - Comprimido revestido circular, liso e brilhante, biconvexo e de cor verde
acinzentada.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MELLERIL® deve ser utilizado apenas por via oral.
A posologia e o horário de tomada do medicamento devem ser ajustados individualmente, de acordo com
a natureza e a gravidade dos sintomas. Recomenda-se iniciar com doses baixas e aumentá-las
gradativamente até que se atinja o nível plenamente eficaz. As quantidades diárias totais de
MELLERIL® comprimidos revestidos são geralmente administrados em 2 a 4 doses.
Esquizofrenia e exacerbações agudas
Exacerbações agudas em pacientes psicóticos adultos: 100 a 600 mg/dia até um máximo de 800 mg/dia.
Esquizofrenia crônica: 100 a 600 mg/dia em pacientes hospitalizados e 50 a 300 mg/dia em pacientes
ambulatoriais.
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Em pacientes que apresentam sobrepeso, insuficiência renal ou hepática recomenda-se uma dose inicial
particularmente baixa seguida por pequenos aumentos.
A dosagem ótima de medicamentos antipsicóticos algumas vezes é difícil de ser determinada e pode ser
necessário um esquema terapêutico flexível com ajustes de doses. Isto também pode ajudar a reduzir a
incidência de efeitos colaterais.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome-o assim que puder. Se for quase hora da próxima
dose, espere até lá para tomar o remédio e pule a dose esquecida. Não use medicamento extra para
compensar uma dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como com outras fenotiazinas, os efeitos colaterais de MELLERIL® são dose-dependentes e
normalmente representam efeitos farmacológicos exagerados. As reações adversas são leves e transitórias
dentro da faixa de dosagem recomendada. As reações adversas mais graves foram observadas
principalmente com doses elevadas; em doses menores, as frequências são muito baixas e efeitos adversos
como sintomas extrapiramidais e desordens sanguíneas são muito raros.
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sedação e
sonolência.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, boca
seca, visão borrada, distúrbios de acomodação visual, congestão nasal, hipotensão ortostática e
galactorreia (é a produção de leite fora do período pós-parto ou de lactação. Pode ocorrer no sexo
masculino).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão,
agitação, alucinação, irritabilidade, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, constipação, perda de
apetite, retenção ou incontinência urinária, alterações no ECG (eletrocardiograma) tais como
prolongamento do intervalo QT, taquicardia, amenorreia, irregularidades menstruais, alteração de peso,
distúrbios de ereção, inibição da ejaculação e anormalidade das enzimas hepáticas.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
pseudoparkinsonismo, convulsões, sintomas extrapiramidais (tremor, rigidez muscular, acatisia,
discinesia, distonia), hipercinesia, discinesia tardia, palidez e tremor, arritmias, priapismo, leucopenia,
agranulocitose, trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), hepatite, dermatite,
erupções cutâneas, urticária, erupções alérgicas, fotossensibilidade, inchaço da parótida, hipertermia,
depressão respiratória. Raros casos de retinopatia pigmentar após tratamento prolongado, principalmente
com doses superiores à dose máxima recomendada de 800 mg por dia.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
depressão, insônia, pesadelos, reações psicóticas, síndrome neuroléptica maligna, íleo paralítico, torsade
de pointes e parada cardíaca, ambos podendo resultar em morte súbita, inchaço das mamas, edema
periférico, anemia e leucocitose.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas: boca seca, náusea, vômito, íleo paralítico, congestão nasal, retenção urinária, visão borrada,
rabdomiólise, sedação, confusão, agitação, sonolência, desorientação, efeitos extrapiramidais,
hipercinesia, hipertermia, convulsões, coma, torsade de pointes, parada cardíaca, taquicardia, arritmia,
hipotensão, colapso e morte. Depressão respiratória, parada respiratória e edema pulmonar.
Tratamento: lavagem gástrica, seguida de administração de carvão ativado. A indução de êmese deve ser
evitada devido ao risco de reações distônicas e o potencial de aspirar o vômito. Cuidados gerais e
monitorização de possíveis efeitos sobre os sistemas cardiovascular, respiratório e nervoso central.
O tratamento para a hipotensão pode exigir fluidos intravenosos e vasopressores. As potentes
propriedades bloqueadoras alfa-adrenérgicas da fenotiazina tornam o uso de vasopressores com
propriedades mistas de agonistas alfa e beta-adrenérgicos, incluindo adrenalina e dopamina, inapropriado,
podendo resultar em vasodilatação paradoxal e hipotensão.
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Em caso de convulsões, os barbitúricos devem ser evitados, uma vez que eles podem potencializar a
depressão respiratória induzida pela fenotiazina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. E notifique
a empresa através do seu serviço de atendimento.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA.
M.S. nº. 1.0917.0138
Farm. Resp.: Dr. Jadir Vieira Junior - CRF - MG nº. 10.681
Registrado por:
MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Fernando Lamarca, 255, sala 201 – Distrito Industrial
CEP: 36.092-030 – Juiz de Fora – MG
CNPJ: 17.875.154/0001-20
Indústria Brasileira
Fabricado por:
CELLERA FARMACÊUTICA S. A.
Alameda Capovilla, 129 - Indaiatuba – SP
Indústria Brasileira
SAC: 0800 032 4087
[email protected]
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Histórico de alteração de bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
Expediente Assunto
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto
Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/06/2023
O expediente
será gerado
após o
protocolo desta
petição.
(10458) -
MEDICAMEN
TO NOVO -
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
19/12/2022 5069566/22-9
11200 -
MEDICAMENTO
NOVO -
SOLICITAÇÃO DE
TRANSFERÊNCIA
DE TITULARIDADE
DE REGISTRO
(OPERAÇÃO
COMERCIAL)
06/02/2023 Dizeres Legais VP
- 10 MG COM REV
CT BL AL PLAS
TRANS X 20;
- 25 MG COM REV
CT BL AL PLAS
TRANS X 20;
- 50 MG COM REV
CT BL AL PLAS
TRANS X 20;
- 100 MG COM
REV CT BL AL
PLAS TRANS X 20;
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MELLERIL®
cloridrato de tioridazina
MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.
Comprimido de liberação prolongada
200 mg
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Melleril®
cloridrato de tioridazina
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO
Comprimidos de liberação prolongada 200 mg - embalagem com 20 comprimidos de liberação
prolongada.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
O comprimido de liberação prolongada contém 200 mg de cloridrato de tioridazina.
Excipientes: acetato de polivinila, emulsão de silicone 30%, celacefato, celulose microcristalina, álcool
cetílico, estearato de magnésio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho, acetona e álcool
etílico.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
MELLERIL® é indicado para pacientes adultos no tratamento da esquizofrenia crônica ou exacerbações
agudas não responsivas ao tratamento com outros fármacos antipsicóticos, por causa de baixa efetividade
ou incapacidade de alcançar uma dose eficaz devido a reações adversas intoleráveis destes medicamentos.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
MELLERIL® atua sobre os sintomas da esquizofrenia.
MELLERIL® é um neuroléptico com atividade farmacológica básica similar à de outras fenotiazinas,
mas seu espectro clínico mostra diferenças significativas em relação a outros agentes dessa classe. As
características típicas de MELLERIL® são sua baixa tendência de causar efeitos extrapiramidais (os
sintomas extrapiramidais são os relacionados à coordenação e movimento, ex: tremores, tiques, rigidez,
hipersalivação) e sua baixa atividade antiemética.
MELLERIL® é absorvido rápida e completamente no trato gastrointestinal. Concentrações plasmáticas
máximas são obtidas 2 a 4 horas após a ingestão. Com MELLERIL® comprimidos de liberação
prolongada, a absorção é prolongada, sendo atingidas concentrações plasmáticas máximas 2 a 4 horas
mais tarde do que com as formas que não possuem
liberação prolongada.
Geralmente são necessárias duas a três semanas ou mais para demonstrar efeitos positivos inequivocados
em pacientes esquizofrênicos hospitalizados. O benefício máximo pode requerer seis semanas a seis
meses para se desenvolver em pacientes psicóticos crônicos. Em contraste, a melhora de pacientes
psicóticos agudos pode ser observada em 24 a 48 horas.
Antes de se iniciar o tratamento com MELLERIL®, deve ser realizado ECG (eletrocardiograma) para
excluir pacientes com doença cardiovascular relevante preexistente.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MELLERIL® é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade à tioridazina ou a outros
componentes da formulação. MELLERIL® também é contraindicado em pacientes com história de
reações de hipersensibilidade a outras fenotiazina (exemplo: clorpromazina, levomeprazina,
trifluoperazina) e de doença cardiovascular grave.
MELLERIL® deve ser usado durante a gravidez somente se os benefícios para a mãe suplantarem
os possíveis riscos para o feto. Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do
tratamento ou após o seu término (Categoria C).
Mães tratadas com MELLERIL® não devem amamentar.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências
Sintomas extrapiramidais
Uma variedade de síndromes neurológicas, em particular envolvendo o sistema extrapiramidal, ocorrem
após o uso de várias drogas antipsicóticas: distonia aguda, acatisia (incapacidade de se manter imóvel),
parkinsonismo e discinesia tardia (incapacidade de iniciar o movimento). Apesar do risco com a
tioridazina ser relativamente baixo e virtualmente ausente em doses baixas, podem ocorrer sintomas
extrapiramidais, especialmente, com altas doses de MELLERIL®.
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Existem relatos raros de discinesia tardia em pacientes que estejam recebendo tioridazina. Apesar de
nenhuma associação clara entre o desenvolvimento desta síndrome e a duração do tratamento com droga
antipsicótica ter sido mostrada, a descontinuação ou redução à dose mínima efetiva deve ser considerada
em pacientes que desenvolvam sinais e sintomas de discinesia tardia durante terapia com MELLERIL®.
Tais sintomas podem gradualmente piorar ou até mesmo ocorrer após a descontinuação do tratamento.
Síndrome neuroléptica maligna (SNM)
Esta síndrome foi relatada em casos muito raros em associação com tioridazina. Esta síndrome é uma
doença potencialmente fatal caracterizada por rigidez muscular, hipertermia, alteração de consciência e
disfunção autonômica (pulso ou pressão irregulares, taquicardia, diaforese (suor e transpiração excessiva)
e arritmias cardíacas). Sinais adicionais podem incluir creatinina fosfoquinase elevada, mioglobinúria
(rabdomiólise) e insuficiência renal aguda.
Nos casos em que a SNM se desenvolve e em pacientes com febre alta inexplicável, sem manifestações
clínicas adicionais de SNM, MELLERIL® deve ser descontinuado.
Se um paciente necessita de tratamento com drogas antipsicóticas após recuperação de SNM, a
reintrodução da terapia deve ser cuidadosamente considerada, uma vez que recorrências de SNM foram
relatadas.
Limiar convulsivo
Muitas drogas neurolépticas, incluindo a tioridazina, podem diminuir o limiar convulsivo e induzir
padrões de descarga no ECG (eletrocardiograma) que são associados a distúrbios epilépticos.
MELLERIL®, entretanto, mostrou ser útil no tratamento de distúrbios de comportamento em pacientes
epilépticos. Em tais casos, a medicação anticonvulsivante deve ser mantida, a dosagem de antipsicóticos
deve ser aumentada gradativamente e a possibilidade de interações e ajustes da dose de antiepiléptico
deve ser considerada (ver Interações Medicamentosas).
Doença Cardiovascular
É aconselhável cautela em pacientes com história de doença cardiovascular, especialmente em idosos e
naqueles com insuficiência cardíaca congestiva, distúrbios de condução, arritmias, síndrome congênita do
QT prolongado ou instabilidade circulatória. Antes de se iniciar o tratamento com MELLERIL®, deve
ser feito ECG a fim de se excluir pacientes com doença cardiovascular relevante preexistente. Assim,
aumentos no intervalo QT, parada cardíaca, arritmias cardíacas e muito raramente arritmia torsade de
pointes foram relatadas em associação com tioridazina; casos isolados foram fatais. Essas alterações são
usualmente confinadas a altas doses e são mais prováveis de ocorrerem quando os níveis sanguíneos de
potássio estão baixos. Relatos ocasionais implicaram a terapia com fenotiazina em alguns casos de morte
súbita. Apesar da retrospectiva de tais casos ser difícil de interpretar, casos isolados de morte súbita em
indivíduos jovens aparentemente saudáveis podem ser diretamente atribuíveis a arritmias cardíacas
seguidas de tratamento com tioridazina.
Precauções
Recomenda-se precaução em pacientes com glaucoma de ângulo estreito, hipertrofia prostática ou doença
cardiovascular (doença cardiovascular grave é contraindicação).
Propriedades anticolinérgicas: em virtude de suas propriedades anticolinérgicas, MELLERIL® deve
ser utilizado com cautela em pacientes com histórico de glaucoma de ângulo estreito, aumento de pressão
intraocular, retenção urinária (como na hipertrofia prostática) e constipação crônica.
Disfunções hepáticas: em pacientes com doença hepática é necessário o monitoramento regular da
função hepática.
Discrasias sanguíneas: embora a incidência de leucopenia e/ou agranulocitose com MELLERIL® seja
baixa, como com qualquer outro fenotiazínico, deve-se realizar hemogramas regularmente durante os
primeiros meses de tratamento e imediatamente, se ocorrerem sinais clínicos sugestivos de discrasia
sanguínea.
Pressão arterial: hipotensão ortostática é frequentemente observada em pacientes aos quais é
administrada a tioridazina. Ao iniciar o tratamento com MELLERIL®, aconselha-se checar a pressão
arterial, especialmente em idosos e pacientes com hipotensão postural ou com circulação lábil.
Álcool: como o álcool pode potencializar o risco de reações hepatotóxicas, hipertermia, acatisia, distonia
ou outros transtornos do SNC, o seu consumo durante a terapia com tioridazina deve ser evitado.
Tolerância: tolerância aos efeitos sedativos das fenotiazinas e tolerância cruzada entre fármacos
antipsicóticos foram relatadas. A tolerância pode também ser a responsável pelo aparecimento de
sintomas causados pela retirada do fármaco.
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Quando a terapêutica a longo prazo é descontinuada, uma redução gradual da dosagem durante várias
semanas é recomendada, uma vez que a retirada abrupta de medicamentos neurolépticos pode causar, em
alguns pacientes recebendo altas doses ou tratamento de longa duração, sintomas como náusea, vômito,
distúrbios gástricos, tremores, tonturas, ansiedade, agitação e insônia assim como sinais discinéticos
transitórios. Isso pode predizer incorretamente o início de um episódio depressivo ou psicótico.
Exames laboratoriais (hemograma e testes de função hepática) devem ser feitos conforme
orientação de seu médico.
Pacientes idosos
Foi relatado que o risco de fraturas de quadril está aumentado em pacientes idosos recebendo
antipsicóticos, sugerindo que a sedação induzida por antipsicóticos ou a hipotensão ortostática pode
aumentar o risco de quedas neste grupo de pacientes.
Existem algumas evidências de que o uso de antipsicóticos para o controle de complicações
comportamentais da demência pode aumentar o índice de declínio cognitivo. Há relatos de que pacientes
idosos com demência, e specialmente demência de Lewy-body, são altamente suscetíveis aos efeitos
colaterais extrapiramidais das drogas antipsicóticas, e a reação pode ser extremamente grave, em alguns
casos fatal. Caso haja necessidade do uso dessas drogas em pacientes idosos com demência, doses muito
baixas devem ser administradas e cuidado especial deve ser dedicado em caso de suspeita de demência
tipo Lewy-body, uma vez que pode ocorrer súbita deterioração com risco de vida. Preparações do tipo
depot não devem ser usadas neste grupo de pacientes.
Gravidez e lactação: mães que utilizam MELLERIL® não devem amamentar. MELLERIL® deve
ser usado durante a gravidez somente se os benefícios para a mãe suplantarem os possíveis riscos
para o feto. Informe o seu médico sobre a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após
o seu término.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista (Categoria C).
Devido ao efeito sedativo, deve-se ter cuidado em atividades que necessitem atenção, como dirigir
veículos e/ou operar máquinas.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade
e atenção podem estar prejudicadas.
Interações medicamentosas
MELLERIL® acentua o efeito depressor do SNC causado por bebidas alcoólicas e outras substâncias
depressoras tais como benzodiazepinas, maprotilina ou anestésicos gerais, sedativos e anti-histamínicos.
Deve-se ter cautela na administração concomitante com: levodopa, vasoconstritores adrenérgicos (por
exemplo, efedrina e fenilefrina), inibidores da MAO, lítio, anti-hipertensivos e betabloqueadores,
antiácidos e antidiarreicos, quinidina, antiarrítmicos, diuréticos tiazidicos, antidiabéticos, agentes
anticolinérgicos, cimetidina, fluoxetina, paroxetina, outros inibidores seletivos da recaptação de
serotonina e moclobemida, antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos, barbitúricos e anticoagulantes.
Antidiabéticos: fenotiazinas afetam o metabolismo de carboidratos e, portanto, podem interferir no
controle de pacientes diabéticos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento
(incluindo medicamentos fitoterápicos, homeopáticos, chás).
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).
MELLERIL® Comprimido de liberação prolongada possui 24 meses de validade a partir de sua data de
fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Comprimido redondo, biplano, com manchas amarelas e vermelhas com pontos brancos.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
MELLERIL® deve ser utilizado apenas por via oral.
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A posologia e o horário de tomada do medicamento devem ser ajustados individualmente, de acordo com
a natureza e a gravidade dos sintomas. Recomenda-se iniciar com doses baixas e aumentá-las
gradativamente até que se atinja o nível plenamente eficaz. As quantidades diárias totais de
MELLERIL® comprimidos de liberação prolongada são geralmente administradas em 2 a 4 doses.
Esquizofrenia e exacerbações agudas
Exacerbações agudas em pacientes psicóticos adultos: 100 a 600 mg/dia até um máximo de 800 mg/dia.
Esquizofrenia crônica: 100 a 600 mg/dia em pacientes hospitalizados e 50 a 300 mg/dia em pacientes
ambulatoriais.
Em pacientes que apresentam sobrepeso, insuficiência renal ou hepática recomenda-se uma dose inicial
particularmente baixa seguida por pequenos aumentos.
A dosagem ótima de medicamentos antipsicóticos algumas vezes é difícil de ser determinada e pode ser
necessário um esquema terapêutico flexível com ajustes de doses. Isto também pode ajudar a reduzir a
incidência de efeitos colaterais.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome-o assim que puder. Se for quase hora da próxima
dose, espere até lá para tomar o remédio e pule a dose esquecida. Não use medicamento extra para
compensar uma dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como com outras fenotiazinas, os efeitos colaterais de MELLERIL® são dose-dependentes e
normalmente representam efeitos farmacológicos exagerados. As reações adversas são leves e transitórias
dentro da faixa de dosagem recomendada. As reações adversas mais graves foram observadas
principalmente com doses elevadas; em doses menores, as frequências são muito baixas e efeitos adversos
como sintomas extrapiramidais e desordens sanguíneas são muito raros.
Reação muito comum (ocorre em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sedação e
sonolência.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): tontura, boca
seca, visão borrada, distúrbios de acomodação visual, congestão nasal, hipotensão ortostática e
galactorreia (é a produção de leite fora do período pós-parto ou de lactação. Pode ocorrer no sexo
masculino).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão,
agitação, alucinação, irritabilidade, dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, constipação, perda de
apetite, retenção ou incontinência urinária, alterações no ECG (eletrocardiograma) tais como
prolongamento do intervalo QT, taquicardia, amenorreia, irregularidades menstruais, alteração de peso,
distúrbios de ereção, inibição da ejaculação e anormalidade das enzimas hepáticas.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): pseudo-
parkinsonismo, convulsões, sintomas extrapiramidais (tremor, rigidez muscular, acatisia, discinesia,
distonia), hipercinesia, discinesia tardia, palidez e tremor, arritmias, priapismo, leucopenia,
agranulocitose, trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), hepatite, dermatite,
erupções cutâneas, urticária, erupções alérgicas, fotossensibilidade, inchaço da parótida, hipertermia,
depressão respiratória. Raros casos de retinopatia pigmentar após tratamento prolongado, principalmente
com doses superiores à dose máxima recomendada de 800 mg por dia.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
depressão, insônia, pesadelos, reações psicóticas, síndrome neuroléptica maligna, íleo paralítico, torsade
de pointes e parada cardíaca, ambos podendo resultar em morte súbita, inchaço das mamas, edema
periférico, anemia e leucocitose.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Em caso de superdosagem aguda com MELLERIL® 200 mg comprimidos de liberação prolongada, use
uma sonda gástrica com o maior diâmetro possível.
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Sintomas: boca seca, náusea, vômito, íleo paralítico, congestão nasal, retenção urinária, visão borrada,
rabdomiólise, sedação, confusão, agitação, sonolência, desorientação, efeitos extrapiramidais,
hipercinesia, hipertermia, convulsões, coma, torsade de pointes, parada cardíaca, taquicardia, arritmia,
hipotensão, colapso e morte. Depressão respiratória, parada respiratória e edema pulmonar.
Tratamento: lavagem gástrica, seguida de administração de carvão ativado. A indução de êmese deve ser
evitada devido ao risco de reações distônicas e o potencial de aspirar o vômito. Cuidados gerais e
monitorização de possíveis efeitos sobre os sistemas cardiovascular, respiratório e nervoso central.
O tratamento para a hipotensão pode exigir fluidos intravenosos e vasopressores. As potentes
propriedades bloqueadoras alfa-adrenérgicas da fenotiazina tornam o uso de vasopressores com
propriedades mistas de agonistas alfa e beta-adrenérgicos, incluindo adrenalina e dopamina, inapropriado,
podendo resultar em vasodilatação paradoxal e hipotensão.
Em caso de convulsões, os barbitúricos devem ser evitados, uma vez que eles podem potencializar a
depressão respiratória induzida pela fenotiazina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. E notifique
a empresa através do seu serviço de atendimento.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA.
M.S. nº. 1.0917.0138
Farm. Resp.: Dr. Jadir Vieira Junior - CRF - MG nº. 10.681
Registrado por:
MEDQUÍMICA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA.
Rua Fernando Lamarca, 255, sala 201 – Distrito Industrial
CEP: 36.092-030 – Juiz de Fora – MG
CNPJ: 17.875.154/0001-20
Indústria Brasileira
Fabricado por:
CELLERA FARMACÊUTICA S. A.
Alameda Capovilla, 129 - Indaiatuba – SP
Indústria Brasileira
SAC: 0800 032 4087
[email protected]
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Histórico de alteração de bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
Expediente Assunto
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto
Data de
aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/06/2023
O expediente
será gerado
após o
protocolo desta
petição.
(10458) -
MEDICAMEN
TO NOVO -
Inclusão Inicial
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
19/12/2022 5069566/22-9
(11200)
MEDICAMENTO
NOVO -
SOLICITAÇÃO DE
TRANSFERÊNCIA
DE TITULARIDADE
DE REGISTRO
(OPERAÇÃO
COMERCIAL)
06/02/2023 Dizeres Legais VP
- 200 MG COM
LIB PROL CT FR
VD AMB X 20.
-- 14 of 14 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 130340 |
|---|---|
| Marca | VALEANT |
| Código de Barras | 7896862993238 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE TIORIDAZINA |
| Registro MS | 1091701380011 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | NEUROLEPTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |