Oestrogel 0,6 Mg/G Gel Com 80 G + Válvula Indicadora De Dose Dos Besins Healthcare Brasil Comercial E Distribuidora De Medicamentos Ltda
Vendido e entregue por Pedpharma
OESTROGEL
80 G
OESTROGEL® (estradiol hemi-hidratado) é indicado para tratar sintomas de deficiência de estrogênio devido à menopausa (natural ou cirúrgica), como ondas de calor, suor noturno, atrofia vaginal, distúrbios do sono e astenia, além de prevenir a osteoporose pós-menopausa. O medica…
OESTROGEL é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
OESTROGEL® (estradiol hemi-hidratado) é indicado para tratar sintomas de deficiência de estrogênio devido à menopausa (natural ou cirúrgica), como ondas de calor, suor noturno, atrofia vaginal, distúrbios do sono e astenia, além de prevenir a osteoporose pós-menopausa. O medicamento atua como terapia hormonal, fornecendo o hormônio feminino estradiol, cuja produção é reduzida durante a menopausa.
Bula
OESTROGEL®
(estradiol)
BESINS HEALTHCARE BRASIL
Gel
0,6 mg/g
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BULA PARA PACIENTE
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
OESTROGEL®
estradiol
APRESENTAÇÃO
Gel – estradiol 0,6 mg/g – embalagem com tubo de plástico de 80 g com válvula dosadora.
VIA TRANSDÉRMICA
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada 1 g do gel contém:
estradiol hemi-hidratado (equivalente a 0,6 mg de estradiol) ................................................................................0,62 mg.
Excipientes: carbomer, trolamina, álcool etílico e água purificada.
Este medicamento contém 47,4% de álcool (etanol) e pode causar intoxicação, especialmente em crianças.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Oestrogel® é indicado para o tratamento de sinais e sintomas oriundos da deficiência do estrogênio relacionados a
menopausa natural ou cirúrgica (ondas de calor, transpiração noturna, atrofia vaginal, vulvar e uretral e distúrbio no sono e
astenia) e prevenção da osteoporose (perda óssea) pós-menopausa.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Oestrogel® funciona como uma terapia hormonal, fornecendo o hormônio sexual feminino estradiol, que está reduzido na
menopausa.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar Oestrogel® nas seguintes condições:
• Hipersensibilidade (alergia) a qualquer um dos componentes da fórmula;
• Câncer de mama conhecido, prévio ou em suspeita;
• Câncer estrogênio-dependente suspeito ou conhecido (ex.: câncer endometrial);
• Sangramento vaginal de origem não determinada;
• Hiperplasia endometrial não tratada.
• Doença tromboembólica venosa atual ou prévia – tromboflebite (coágulo de sangue no interior do vaso com inflamação),
trombose venosa profunda (coágulo de sangue no interior de vasos profundos) e embolia pulmonar (deslocamento do
coágulo de sangue até o local da obstrução);
• Doença tromboembólica arterial atual ou recente – por exemplo, angina, acidentes vasculares cerebrais (derrames) ou
coronários (infarto);
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• Doença cardíaca embólica (obstrução, entupimento dos vasos cardíacos);
• Doença hepática aguda ou histórico de doença hepática, desde que os testes de função hepática não tenham retornado ao
normal;
• Gravidez suspeita ou confirmada;
• Porfiria (grupo de doenças genéticas raras causadas pelo acúmulo de substâncias que compõem a hemoglobina, a proteína
que transporta oxigênio no sangue).
Interrompa imediatamente a utilização e consulte seu médico, se:
Ocorrer qualquer um destes casos citados acima, enquanto estiver fazendo uso do medicamento Oestrogel®, ou se uma das
situações a seguir se apresentar:
• Hepatite ou mau funcionamento de seu fígado;
• Pressão arterial aumentar muito bruscamente;
• Tiver pela primeira vez dores de cabeça do tipo enxaqueca;
• Gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Este medicamento é contraindicado para o uso
por lactantes (mulheres amamentando).
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Precauções e advertências
• Oestrogel® não apresenta efeito anticoncepcional.
• Alguns estudos têm relatado aumento modesto no risco do câncer de mama em mulheres que fazem uso do tratamento de
reposição hormonal com estrógenos por períodos prolongados (mais de cinco anos).
• Géis a base de álcool são inflamáveis. Evite fogo, chama ou fumar após a aplicação de Oestrogel® até sua secagem.
• O fumo pode aumentar o risco de desenvolvimento de problemas cardíacos ou vasculares em pacientes que estejam
fazendo uso dessa medicação. Este risco aumenta em relação direta com a idade do paciente e o número de cigarros fumados
por dia.
• Os agentes queratolíticos, géis ou cremes depilatórios e óleos podem alterar a absorção do estradiol hemi-hidratado,
portanto recomenda-se evitar a aplicação do gel nos locais onde estes produtos tenham sido utilizados.
• Quando o estrogênio for prescrito a mulheres na pós-menopausa com útero, o uso associado de progesterona deve ser
avaliado devido ao risco de câncer do endométrio. O tempo de uso de Oestrogel® deve ser de acordo com metas de
tratamento e com a avaliação de riscos para cada mulher pelo médico.
• Pacientes em terapia de reposição com estrogênio podem necessitar de doses maiores do hormônio tireoidiano.
• Estrogênios podem causar algum grau de retenção de líquidos. Pacientes portadoras de condições que possam ser
influenciadas por este fator, como disfunção cardíaca ou renal devem ser monitorizadas cuidadosamente enquanto usarem
este medicamento.
• Estrogênios devem ser usados com cautela em pacientes com hipocalcemia grave (redução severa do cálcio no sangue).
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• Pacientes com colestase (redução do fluxo da bile) recorrente ou prurido (coceira) reincidente durante a gravidez,
insuficiência renal, epilepsia (convulsões), asma, história familiar de câncer de mama, doença de fígado ou otospongiose
(ou otosclerose, doença do ouvido que causa surdez progressiva), também merecem monitorização cuidadosa.
• Os benefícios e riscos do tratamento devem ser avaliados e monitorados com cautela em pacientes com asma, diabetes,
epilepsia, enxaqueca, endometriose, hemangiomas hepáticos (crescimento dos vasos sanguíneos no fígado), hiperplasia
(espessamento) endometrial, fibroma uterino (ou mioma), tumores benignos da pele, lúpus eritematoso sistêmico, tumor da
hipófise secretor de prolactina (hormônio do leite) e porfiria (doença metabólica do sangue).
• Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema (inchaço pelo corpo) hereditário e
adquirido.
O Oestrogel® não exerce nenhum efeito nefasto sobre o colesterol e triglicérides, sobre os fatores de coagulação, o substrato
renina (ligado ao risco de hipertensão) e as globulinas de ligação aos hormônios sexuais (sinais de sobrecarga hepática).
Elevações ALT (alanina aminotransferase)
Medicamentos para o vírus da hepatite C (HCV) (como o regime de combinação ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e
dasabuvir com e sem ribavirina, bem como um regime com glecaprevir/pibrentasvir ou sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir)
podem causar aumentos nos resultados dos testes sanguíneos da função hepática (aumento da enzima hepática ALT) em
mulheres usando contraceptivos hormonais combinados contendo etinilestradiol. Oestrogel® contém estradiol em vez de
etinilestradiol. Não se sabe se pode ocorrer um aumento da enzima hepática ALT quando se utiliza Oestrogel® com este
regime de combinação de HCV. O seu médico irá aconselhá-lo.
Hiperplasia do endométrio
O emprego de longa duração de estrógenos sem a adição de progestagênios aumenta o risco de crescimento anormal e de
câncer da mucosa do útero, nas mulheres com útero. Para diminuir esse risco, é necessário que os estrógenos sejam
utilizados em associação com uma progesterona no mínimo 12 dias por mês.
Hemorragias de ruptura
Durante os primeiros meses do tratamento podem ocorrer hemorragias de ruptura. O médico deverá ser avisado caso essas
hemorragias de ruptura ocorram ainda alguns meses após o início do tratamento ou comecem somente após alguns meses.
Cuidado suplementar para as preparações de estrógenos em monoterapia
Os estrógenos sozinhos podem provocar uma degeneração dos focos residuais de endometriose. As mulheres nas quais o
útero foi retirado, devido à endometriose, e nas quais focos de endometriose estão presentes, receberão prescrições
suplementares de progestagênios.
Terapia de Reposição Hormonal (TRH) e câncer de mama
Estudos mostraram que o risco de câncer de mama é aumentado nas mulheres que, durante alguns anos, utilizaram
estrógenos ou combinações de estrógenos-progestagênios. O risco aumenta com a duração do tratamento pela TRH e parece
novamente diminuir até o nível de partida durante os cinco anos que seguem à interrupção de TRH.
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As mulheres que utilizam uma TRH combinada têm um risco ligeiramente mais elevado de câncer de mama que as mulheres
que utilizam somente estrógenos.
As preparações combinadas podem aumentar a densidade das imagens mamográficas. Isso pode atrapalhar a detecção
radiológica do câncer de mama.
TRH e Trombose
Resulta dos estudos que as mulheres que utilizam a TRH têm um risco duas a três vezes maior de ter trombose venosa
(formação de coágulo sanguíneo em uma veia das pernas, pulmões ou em outras partes do corpo) que as mulheres que não
utilizam a TRH. Estima-se que, em um período de 5 anos, para 1.000 mulheres que não utilizam TRH, cerca de 3 casos de
trombose venosa ocorrem na faixa de idade de 50 a 59 anos e 8 na faixa de idade de 60 a 69 anos. Estima-se que, para 1.000
mulheres com boa saúde que utilizam a TRH, haja 4 casos a mais de trombose venosa na faixa de idade de 50 a 59 anos e
cerca de 9 na faixa de idade de 60 a 69 anos. Esse risco suplementar é mais elevado durante o primeiro ano de uso da TRH.
O risco de trombose venosa é maior:
- se você tiver tido anteriormente uma trombose venosa ou se você tiver um distúrbio da coagulação;
- se houver casos de trombose venosa em seus parentes diretos;
- se você sofrer de lúpus eritematoso sistêmico (afecção específica do sistema imunológico).
Não se sabe com certeza se o fato de se ter varizes leva a um risco maior de trombose venosa.
Se uma dessas situações for aplicável ao paciente ou tiver sido no passado ou no caso de abortos espontâneos repetidos, um
exame deve primeiramente ser feito para excluir uma predisposição à trombose venosa. Até que isso tenha sido feito ou
antes que um tratamento com anticoagulante tenha sido iniciado, o tratamento com a TRH é contraindicado. Se o paciente
já utilizar um anticoagulante, as vantagens e os inconvenientes da TRH devem ser cuidadosamente pesados.
Há também situações em que o risco de trombose venosa é temporariamente elevado:
- após um acidente;
- quando de grandes intervenções cirúrgicas;
- se durante um longo período, o paciente puder se mexer só um pouco (por exemplo, se tiver que ficar de repouso na cama).
Nessas situações, pode ser necessário a interrupção temporária – eventualmente já 4-6 semanas antes de uma operação –
da utilização de Oestrogel®.
Se durante a utilização de Oestrogel®, o paciente tiver uma trombose venosa ou uma embolia pulmonar, deve-se
imediatamente interromper a administração de Oestrogel®.
TRH e Afecções das Artérias Coronárias do Coração
Resulta de dois grandes estudos com um determinado tipo de TRH (estrógenos conjugados combinados com acetato de
medroxiprogesterona) que o risco de doenças cardiovasculares durante o primeiro ano do uso de TRH foi aumentado. Não
se tem ainda certeza se isso vale também para outros tipos de medicamentos utilizados para a TRH.
TRH e Acidente Vascular Cerebral
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Resulta de um estudo com um determinado tipo de TRH (estrógenos conjugados combinados com acetato de
medroxiprogesterona) que o risco de acidente vascular cerebral durante o uso dessa TRH foi aumentado.
Estima-se que, em um período de 5 anos, para 1000 mulheres que não utilizam TRH, cerca de 3 casos de acidente vascular
cerebral ocorrem nas idades de 50 a 59 anos e 11 nas idades de 60 a 69 anos. Estima-se que, para 1000 mulheres com boa
saúde que fazem uso da TRH, cerca de um caso a mais de acidente vascular cerebral ocorrerá nas idades de 50 a 59 anos e
cerca de 4 nas idades de 60 a 69 anos. Não está claro se isso vale também para outros tipos de medicamentos de TRH.
TRH e Câncer de Ovário
Em determinados estudos se menciona um risco acrescido de câncer dos ovários em mulheres sem útero que utilizam
estrógenos durante mais de 5 a 10 anos. O risco de câncer do ovário durante o uso por um longo período de estrógenos
combinados com progestagênios não é conhecido.
TRH e outras Afecções
O uso de Oestrogel® pode levar ao acúmulo de líquido no corpo. Por isso, se o funcionamento do coração ou rins estiver
prejudicado no paciente, este deverá ser particularmente acompanhado durante o uso de Oestrogel®.
Em determinados casos, o teor de colesterol pode aumentar fortemente durante o uso de estrógenos via oral e em raros
casos levar à inflamação do pâncreas. Se o paciente tiver uma hipertrigliceridemia, este deverá, portanto, ser especialmente
acompanhado durante o uso desses estrógenos.
Gravidez
Se ocorrer gravidez durante o uso de Oestrogel® para TRH, o tratamento deve ser interrompido imediatamente.
Lactação (amamentação)
Oestrogel® não é indicado durante a lactação.
Foi demonstrado que a administração de estrogênio a mães que amamentam diminui a quantidade e a qualidade do leite, e
quantidades detectáveis foram identificadas no leite materno.
Crianças
Oestrogel® não é indicado para uso pediátrico e não há dados clínicos sobre o uso em crianças.
Idosos
Terapia hormonal com estrogênio mais progestinas (hormônio com efeito similar à progesterona) aumenta o risco de
demência em mulheres pós-menopausa com 65 anos ou mais.
Interações medicamentosas
• Existe risco de redução da eficácia do estrogênio quando administrado em conjunto com indutores enzimáticos, como
anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital, fenitoína e primidona), barbitúricos, griseofulvina, rifabutina e
rifampicina. Embora a existência de tais interações ainda não esteja descrita com estrogênio por via transdérmica, poderá
ser necessário monitoramento clínico e possível ajuste na dose de estrogênio.
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• Corticoides têm sua ação aumentada.
• Anticoagulantes orais têm a sua ação diminuída.
• Fármacos inibidores do citocromo CYP3A4 (eritromicina, claritromicina, cetoconazol, itraconazol e ritonavir) e suco de
grapefruit podem aumentar a concentração de estrogênios e podem resultar em efeitos indesejáveis.
• Foi demonstrado que os contraceptivos hormonais que contêm estrogênios diminuem significativamente as concentrações
plasmáticas de lamotrigina quando coadministrados. Isso acontece devido à indução da glucuronidação da lamotrigina e
pode impactar no controle de convulsões. Embora a interação potencial entre a terapia de reposição hormonal e a
lamotrigina não tenha sido estudada, espera-se que exista uma interação semelhante, que pode levar a uma redução do
controle de convulsões nas mulheres que tomam ambos os medicamentos em conjunto.
Interações com testes laboratoriais
• Oestrogel® pode acelerar o tempo de protrombina, o tempo parcial de tromboplastina e o tempo de agregação plaquetária,
aumentar a contagem de plaquetas e alterar os fatores de coagulação.
• Oestrogel® pode influenciar os níveis dos hormônios da tireoide na circulação total.
• Pode ocorrer elevação dos níveis de outras proteínas de ligação no sangue.
• Oestrogel® pode aumentar a concentração plasmática do colesterol HDL, HDL2 e dos triglicerídeos, além de reduzir a
concentração do colesterol LDL.
Interações farmacodinâmicas
Durante os ensaios clínicos com o regime de medicamentos combinados para HCV (vírus da hepatite)
ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir com e sem ribavirina, elevações de ALT (enzima hepática) superiores a 5
vezes o limite superior do normal (LSN) foram significativamente mais frequentes em mulheres que utilizam medicamentos
contendo etinilestradiol, tais como contraceptivos hormonais combinados (CHCs). Além disso, também em pacientes
tratados com glecaprevir/pibrentasvir ou sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir, foram observadas elevações de ALT em
mulheres usando medicamentos contendo etinilestradiol, como CHCs. Mulheres que usam medicamentos contendo
estrogênios além do etinilestradiol, como o estradiol e ombitasvir/paritaprevir/ritonavir e dasabuvir com ou sem ribavirina,
tiveram uma taxa de elevação de ALT semelhante àquelas que não receberam estrogênios; no entanto, devido ao número
limitado de mulheres que tomam estes outros estrogênios, recomenda-se cautela na coadministração com os seguintes
esquemas medicamentosos combinados de ombitasvir/paritaprevir/ritonavir com ou sem dasabuvir e também o esquema
com ribavirina, glecaprevir/pibrentasvir ou sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir.
Na administração transdérmica, evita-se o efeito de primeira passagem no fígado, portanto a TRH com estrogênios (e
progestágenos) aplicados pela via transdérmica pode ser menos afetado do que os hormônios orais devido aos indutores
enzimáticos.
O uso concomitante de quaisquer medicamentos para a pele que alterem a produção de pele (por exemplo, medicamentos
citotóxicos) deve ser evitado.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Informe seu médico da ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após seu término.
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Informe seu médico se está amamentando.
Não use medicamentos sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Cuidados de conservação
Oestrogel® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) em sua embalagem original.
Após aberto, válido por 30 dias.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas
Gel transparente e homogêneo.
Características organolépticas
Odor alcoólico.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Uso transdérmico.
Este medicamento é de uso externo e não deve ser ingerido.
Deve-se tomar cuidado para assegurar a limpeza da pele e mãos durante a aplicação.
• Para o tubo de plástico de 80 g com válvula dosadora, antes do primeiro uso, pressionar completamente a válvula dosadora
três vezes, descartando-se o gel liberado. Posteriormente, administrar a quantidade prescrita.
• Oestrogel® deve ser aplicado pela manhã ou à noite, na pele limpa e seca com as mãos, preferencialmente após o banho.
• Espalhar o gel preferencialmente no abdômen, coxas, braços, ombros ou ainda na região lombar. Não aplicar nas mamas,
nas superfícies mucosas ou na pele irritada.
• Se uma consistência pegajosa persistir por mais de três minutos após a aplicação, isso significa que uma superfície de pele
muito pequena foi coberta. Considere espalhar o gel mais amplamente na próxima aplicação.
• Oestrogel® deverá ser aplicado sempre no mesmo horário. Não é necessário massagear.
• O gel não provoca manchas, porém é aconselhável deixar o produto secar por aproximadamente dois minutos antes de
vestir-se.
• Evitar o uso de outro produto no local escolhido para a aplicação do gel.
• Após a aplicação do Oestrogel® lavar as mãos com água e sabão.
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• Não lavar o local da aplicação até após uma hora.
Posologia
Aplicar uma medida (2,5 g de gel, equivalente a 1,5 mg de estradiol). Para apresentação de tubo plástico 80 g com válvula
dosadora, a cada acionamento libera-se 1,25 g de gel (equivalente a 0,75 mg de estradiol). Administrar a dose recomendada
pelo período de 24 a 28 dias por mês, de acordo com a prescrição médica.
Em algumas pacientes a absorção de estradiol é insuficiente pela via transdérmica. Nesses casos, se os sintomas
relacionados à deficiência de estrogênio persistirem, recomenda-se o uso de uma dose maior, outra forma ou outra via de
administração do hormônio.
Se necessário, a dose pode ser readaptada após dois ou três ciclos de tratamento, de acordo com os sintomas clínicos e
avaliação médica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esquecer de aplicar o medicamento, a orientação é não dobrar a dose no dia seguinte. Se a próxima dose for em um
intervalo menor que 12 horas, espere e aplique a dose normal no dia seguinte. Se o intervalo for maior que 12 horas, aplicar
a dose esquecida e a dose normal do próximo dia. O esquecimento da dose diária do gel pode ocasionar pequeno
sangramento vaginal.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Após o tratamento com estradiol em gel, os efeitos indesejáveis são geralmente leves e raramente requerem a retirada do
tratamento. Os efeitos indesejáveis, se houver, geralmente ocorrem durante os primeiros meses de tratamento.
Os efeitos indesejáveis observados com produtos de TRH são apresentados na tabela 1. As reações adversas a medicamentos
(RAMs) foram categorizadas como comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento),
incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos
pacientes que utilizam este medicamento) ou muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este
medicamento).
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Tabela 1: Tabulação de reações adversas a medicamentos com base no relatório de frequência para total cumulativo de estradiol
Classe de Sistema de órgãos Comum (> 1/100 e ≤ 1/10) Incomum (>1/1.000 e ≤1/100) Rara (>1/10.000 e ≤1/1.000) Muito rara (≤ 1/10.000)
Distúrbios do metabolismo e da
nutrição
Intolerância à glicose
Transtornos psiquiátricos Nervosismo, depressão Mudança na libido
Distúrbios do sistema nervoso Cefaleia Enxaqueca, vertigem,
sonolência
Agravamento da epilepsia
Distúrbios gastrointestinais Náusea, dor abdominal, cólicas-
abdominais, inchaço
abdominal, vômitos
Flatulência
Distúrbios oculares Intolerância a lentes de contato
Distúrbios vasculares Trombose venosa superficial ou
profunda, tromboflebite
Hipertensão arterial
Distúrbios hepatobiliares Testes hepáticos alterados,
adenomas hepáticos, colelitíase
Colestase e icterícia
Distúrbios da pele e do tecido
subcutâneo Rash cutâneo, prurido, cloasma Descoloração da pele, acne
Distúrbios musculoesqueléticos
e do tecido conjuntivo
Cólicas musculares, dores nos
membros Artralgia Dor óssea
Distúrbios do sistema
reprodutivo e da mama
Inchaço/dor nos seios, aumento
dos seios, dismenorreia,
menorragia, metrorragia,
leucorreia, sangramentos
(spottings), distúrbios
Neoplasia benigna da mama,
pólipo uterino, aumento de
volume de fibromiomas
uterinos, leiomioma,
vaginite/candidíase vaginal,
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menstruais, hiperplasia
endometrial
endometriose, mastodinia,
agravamento de tumores
estrógeno dependentes
Distúrbios gerais e condições
do local de administração
Mudança de peso (aumento ou
diminuição), retenção de água
com edema periférico
Retenção sódica, sensação de
inchaço, astenia
Reação anafilática (em
mulheres, histórico de reação
alérgica)
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Risco de câncer de mama
• Um risco até 2 vezes maior de ter um diagnóstico de câncer de mama é relatado em mulheres que fazem terapia
combinada de estrogênio-progestagênio por mais de 5 anos.
• O risco aumentado em usuárias de terapia somente com estrogênio é menor do que o observado em usuárias de
combinações de estrogênio-progestagênio.
• O nível de risco depende da duração do uso.
Estimativas de risco absoluto com base nos resultados do maior ensaio randomizado controlado por placebo e da maior
meta-análise de estudos epidemiológicos prospectivos são apresentadas.
Maior meta-análise de estudos epidemiológicos prospectivos – Risco adicional estimado de câncer de mama após 5
anos de uso em mulheres com IMC 27 (kg/m²)
Idade no
início da TRH
(anos)
Incidência por 1.000
nunca usuárias de TRH
ao longo de 5 anos (50-
54 anos)1
Taxa de risco Casos adicionais por 1.000
usuárias de TRH após 5 anos
TRH de estrógeno isolado
50 13,3 1,2 2,7
Estrógeno-progestagênio combinados
50 13,3 1,6 8,0
1 Retirado das taxas de incidência de base na Inglaterra em 2015 em mulheres com IMC 27
(kg/m²)
Nota: Como a incidência de base do câncer de mama difere por país da Europa, o número de
casos adicionais de câncer de mama também mudará proporcionalmente.
Maior meta-análise de estudos epidemiológicos prospectivos - Risco adicional estimado de câncer de mama após 10
anos de uso em mulheres com IMC 27 (kg/m²)
Idade no início da
TRH (anos)
Incidência por 1000 não
usuárias de TRH ao longo de
10 anos (50-59 anos)1
Taxa de risco Casos adicionais por 1.000
usuárias de TRH após 10 anos
TRH de estrógeno isolado
50 26,6 1,3 7,1
Estrógeno-progestagênio combinados
50 26,6 1,8 20,8
1 Retirado das taxas de incidência de base na Inglaterra em 2015 em mulheres com IMC 27 (kg/m²)
Nota: Como a incidência de base do câncer de mama difere por país da Europa, o número de casos adicionais
de câncer de mama também mudará proporcionalmente.
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Estudos WHI nos EUA – risco adicional de câncer de mama após uso de 5 anos
Faixa etária
(anos)
Incidência por 1.000
mulheres no braço
placebo por mais de 5
anos
Taxa de risco e IC
95%
Casos adicionais por 1.000
usuárias de TRH por mais de
5 anos (IC 95%)
CEE estrógeno isolado
50 – 79 21 0,8 (0,7 – 1,0) -4 (-6 – 0)1
CEE+MPA estrógeno e progestagênio2
50 – 79 17 1,2 (1,0 – 1,5) +4 (0 – 9)
1 Estudo WHI em mulheres sem útero, que não mostraram um aumento no risco de câncer de
mama.
2Quando a análise s e restringiu às mulheres que não haviam utilizado TRH anteriormente
ao estudo não houve risco aumentado aparente durante os primeiros 5 anos de tratamento:
após 5 anos o risco era maior do que em não usuárias.
Risco de câncer endometrial
Em mulheres na pós-menopausa com útero que não estão usando TRH, o risco de câncer endometrial é de cerca de 5 em
cada 1.000 mulheres.
Em mulheres com útero, o uso de TRH de estrógeno isolado não é recomendado, porque aumenta o risco de câncer
endometrial. Dependendo da duração do uso de terapia de estrógeno isolado e da dosagem de estrógeno, o aumento no
risco de câncer endometrial em estudos epidemiológicos variou entre 5 e 55 casos extras diagnosticados em cada 1.000
mulheres entre idades de 50 e 65 anos.
A adição de um progestágeno à terapia de estrógeno isolado durante pelo menos 12 dias por ciclo pode evitar este risco
aumentado. No Estudo de um Milhão de Mulheres, a utilização de 5 anos da TRH combinada (sequencial ou contínua) não
aumentou o risco de câncer endometrial [(RR de 1,0 (0,8-1,2)].
Câncer de ovário
O uso prolongado de TRH com estrógeno isolado ou associado ao progestágeno tem sido associado a um risco
ligeiramente aumentado de ter diagnóstico de câncer de ovário. Uma metanálise de 52 estudos epidemiológicos relatou um
risco aumentado de câncer de ovário em mulheres em uso de TRH, em comparação com mulheres que nunca usaram TRH
(RR 1,43; IC de 95%; 1,31-1,56). Para mulheres de 50 a 54 anos em uso de TRH há 5 anos foi demonstrado próximo a 1
caso extra a cada 2.000 usuárias. Nas mulheres de 50 a 54 anos que não fazem terapia de reposição hormonal, cerca de 2
mulheres em 2.000 serão diagnosticadas com câncer de ovário após um período de 5 anos.
Distúrbios cardiovasculares
Risco de tromboembolismo venoso
A TRH está associada a um risco relativo aumentado de 1,3 a 3 vezes de desenvolver tromboembolismo venoso (TEV), ou
seja, trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. A ocorrência de tal evento é mais provável no primeiro ano do uso
de TRH. Resultados dos estudos WHI são apresentados:
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BULA PARA PACIENTE
13
Estudo WHI – Risco adicional de TEV com uso por mais de 5 anos
Faixa etária (anos) Incidência por 1.000
mulheres no braço
placebo por mais de 5
anos
Taxa de risco e IC
95%
Casos adicionais por
1.000 usuárias de
TRH (IC 95%)
Estrógeno isolado oral1
50 – 59 7 1,2 (0,6 – 2,4) 1 (-3 – 10)
Estrógeno-progestagênio orais combinados
50 – 59 4 2,3 (1,2 – 4,3) 5 (1 – 13)
1 Estudo em mulheres sem útero.
Risco de doença arterial coronariana
O risco de doença arterial coronariana é ligeiramente aumentado em usuárias de TRH combinada de estrógeno e
progestágeno em idade superior a 60 anos.
Risco de AVC isquêmico
O uso de terapia de estrógeno isolado e de estrógeno e progestágeno associados está associado com um aumento de risco
relativo de até 1,5 vezes de acidente vascular cerebral isquêmico. O risco de AVC hemorrágico não é aumentado durante
o uso da TRH.
Este risco relativo não é dependente da idade ou duração do uso, mas como o risco basal é fortemente dependente da
idade, o risco geral de acidente vascular cerebral em mulheres que usam TRH irá aumentar com a idade.
Estudos combinados de WHI – Risco adicional de AVC isquêmico1 com uso por mais de 5 anos
Faixa etária
(anos)
Incidência por 1.000
mulheres no braço
placebo por mais de 5
anos
Taxa de risco e IC
95%
Casos adicionais por 1.000
usuárias de TRH por mais de
5 anos
50 – 59 8 1,3 (1,1 – 1,6) 3 (1 – 5)
1 Nenhuma diferenciação foi feita entre AVC isquêmico e hemorrágico.
Os efeitos indesejáveis a seguir ocorrem com as TRH:
• Tumores benignos e malignos influenciados pelos hormônios estrógenos, por exemplo, câncer da mucosa uterina (câncer
do endométrio);
• Crise cardíaca (infarto do miocárdio) e acidente vascular cerebral (AVC);
• Afecções da vesícula biliar;
• Afecções da pele, tais como:
• Cloasma (manchas pigmentadas amarelo-amarronzadas, chamadas também de manchas de gravidez);
• Eritema multiforme (forma de erupção onde existem também nódulos vesículas ou uma retenção de líquido);
• Eritema nodoso (forma de erupção com nódulos azul-avermelhados dolorosos);
• Púrpura vascular (pequenos pontos de hemorragias na pele).
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BULA PARA PACIENTE
14
• Sintomas de demência.
Nas mulheres que utilizam uma TRH, ocorrem mais frequentemente uma trombose venosa e uma embolia pulmonar do que
nas mulheres que não fazem uso de TRH.
Nas mulheres que utilizam uma TRH, o risco de câncer de mama é um pouco mais elevado e aumenta com o número de
anos de utilização da TRH. Estima-se que, em 1000 mulheres que não utilizam TRH, haja cerca de 32 casos na faixa de
idade de 50-64 anos que terão câncer de mama. Estima-se que, para 1000 mulheres que fazem uso de TRH durante 5 anos
ou fizeram uso dela recentemente, haja cerca de 2 a 6 casos suplementares de câncer de mama. Se a TRH for utilizada
durante 10 anos, esse aumento pode atingir até cerca de 5 a 19 casos suplementares para 1000 usuárias. O número de casos
suplementares de câncer de mama não depende da idade na qual você iniciou o tratamento TRH (com a condição de que
você tenha iniciado a TRH em uma idade compreendida entre 45 e 65 anos).
Nas mulheres que têm útero e que utilizam uma TRH contendo unicamente um estrógeno, o risco de câncer da mucosa
uterina é ampliado e aumenta com o número de anos de utilização da TRH. Estima-se que, das 1000 mulheres que não
utilizam TRH, haja cerca de 5 mulheres na faixa de idade de 50-65 anos que terão câncer de útero. Em função da duração
e da importância da dose, estima-se que, para 1000 mulheres que utilizam somente um estrógeno, haja cerca de 10-60 casos
suplementares de câncer da mucosa do útero.
Experiência pós-comercialização
Reações adversas medicamentosas suspeitas foram relatadas espontaneamente em associação com a administração de
estradiol em gel transdérmico/tópico em mulheres com idade ≥40 anos. A experiência pós-comercialização está sujeita a
subnotificação, especialmente no que diz respeito a reações adversas medicamentosas triviais e bem conhecidas. As reações
relatadas mais frequentemente (não incluindo aquelas associadas à indicação do tratamento) foram:
• Distúrbios gerais e condições do local de administração: Reação no local da aplicação;
• Distúrbios do sistema imunológico: Hipersensibilidade;
• Distúrbio do sistema nervoso: Dor de cabeça e ansiedade;
• Distúrbios psiquiátricos: Insônia;
• Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: Artralgia;
• Distúrbios gastrointestinais: Náusea;
• Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama: Dor na mama.
O estradiol em gel é prescrito para mulheres na pós-menopausa para aliviar os sintomas de deficiência de estrogênio e
reduzir o risco de osteoporose.
Os estrogênios exógenos podem induzir ou exacerbar os sintomas de angioedema hereditário e adquirido.
A frequência cumulativa de angioedema com frequência "desconhecida" foi extremamente baixa após mais de 35 anos de
experiência internacional e atualmente não atende aos parâmetros para inclusão nesta seção. Os ataques de angioedema
hereditário (AEH) podem piorar em mulheres que tomam anticoncepcionais orais (ACOs) contendo estrogênio. Foi relatado
que os ACOs somente com progestina reduzem a frequência dos ataques. A apresentação tardia desta doença e a
precipitação de ataques por doses fisiológicas de terapia de reposição de estrogênio tornam este um caso altamente
incomum.
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BULA PARA PACIENTE
15
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Em caso de superdosagem deve-se interromper o uso de Oestrogel® e procurar orientação médica.
Os efeitos de superdosagem podem ser: inchaço das mamas, aumento da barriga e ventre, enjoo, vômito, ansiedade e
irritabilidade. Esses sinais desaparecem quando a dose é reduzida.
Em caso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível.
Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro: 1.8759.0002
Produzido por:
Besins Manufacturing Belgium
Drogenbos – Bélgica
Importado e Registrado por:
Besins Healthcare Brasil Comercial e Distribuidora de Medicamentos Ltda.
Av. Monte Líbano (LOT M II P I LOGÍSTICO), 1.481, Anexo 1.507 – Jardim Ermida I – Jundiaí - SP
CNPJ 11.082.598/0003-93
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 27/08/2025.
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BULA PARA PACIENTE
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente
Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
01/07/2014 0518041/14-4 10458 –
MEDICAMENTO
NOVO - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula – publicação
no Bulário RDC
60/12
10/01/2012 0028618/12-4 1455 –
MEDICAMENTO
NOVO - Registro de
Concentração Nova no
País
14/10/2013 Inclusão Inicial VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB AL X 80 G
+ REGUA DOS
0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
23/12/2017 2316544/17-8 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
11/05/2015 0416957/15-3 10218 –
MEDICAMENTO
NOVO - Ampliação do
prazo de validade
27/11/2017 VP:5
VPS: 7
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
20/12/2019 3519956/19-3 10458 - Inclusão
Inicial de Texto de
Bula - RDC 60/12
- - - - VP: Dizeres
Legais
VPS: Dizeres
Legais
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
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BULA PARA PACIENTE
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
23/04/2021 1554513/21-0 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - - VP:
Composição, 5,
7, 8, 9.
VPS:
Composição, 9.
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
08/07/2021 2653671/21-2 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
24/06/2021 2448062/21-2 11005 - RDC 73/2016 -
NOVO - Alteração de
razão social do local de
fabricação do
medicamento
24/06/2021 VP: Dizeres
Legais
VPS: Dizeres
Legais
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
02/01/2023 0000489/23-9 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - - VP: 4
VPS: 5 e 6
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
04/04/2023 0337847/23-1 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
21/03/2023 0279823/23-9 11005 – RDC 73/2016 –
NOVO – Alteração de
razão social do local de
21/03/2023 VP: Dizeres
Legais
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
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BULA PARA PACIENTE
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
fabricação do
medicamento
VPS: Dizeres
Legais
26/01/2024 0101389/24-8 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
23/10/2023 1143876/23-7 70144 – AFE – Alteração
– Modificação na
extensão do CNPJ da
matriz, exclusivamente
em virtude do ato
declaratório executivo nº
37/2007 da Receita
Federal do Brasil (exceto
AFE Produtos para Saúde
– por estabelecimento)
29/12/2023 VP: Dizeres
Legais
VPS: Dizeres
Legais
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
01/02/2024 0127210/24-5 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - - VP: 4
VPS: 6
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
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BULA PARA PACIENTE
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
02/04/2025 0452096/25-1 10451 –
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
- - - - VP: 3, 4, 6 e 8
VPS: 4, 5, 6, 8 e
9
VP e VPS 0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
27/08/2025 N/A
10451 -
MEDICAMENTO
NOVO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula –publicação
no Bulário RDC
60/12
- - - -
VP: Capa,
Identificação do
medicamento,
Apresentação,
Composição, 6,
8, Dizeres
Legais
VPS: Capa,
Identificação do
medicamento,
Composição, 3,
8, 9, Dizeres
Legais
VP e VPS
0,6 MG/G GEL
CT TB PLAS X
80 G + VAL DOS
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