Olanzapina 2,5 Mg Comprimido Revestido Com 30 Biolab-Sanus Farma
Vendido e entregue por Pedpharma
OLANZAPINA
2.5 MG
OLANZAPINA
Olanzapina é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais em adultos, aliviando sintomas positivos e negativos. É eficaz também para tratar episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar em adultos, além de prevenir a …
OLANZAPINA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Olanzapina é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais em adultos, aliviando sintomas positivos e negativos. É eficaz também para tratar episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar em adultos, além de prevenir a recorrência desses episódios. Olanzapina, classificada como antipsicótico, melhora sintomas de esquizofrenia e transtornos bipolares ao agir no Sistema Nervoso Central. A melhora inicial nos sintomas é observada na primeira semana de tratamento.
Especificações
| Código do Produto | 85061 |
|---|---|
| Marca | BIOLAB |
| Código de Barras | 7898146827758 |
| Princípio ativo | OLANZAPINA |
| Registro MS | 1097403190035 |
| Dosagem | 2.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Biolab Sanus olanzapina (Paciente) – 09/2021 – 1
olanzapina
2,5 mg, 5 mg e 10 mg
Comprimidos revestidos
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
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Biolab Sanus olanzapina (Paciente) – 09/2021 – 2
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
olanzapina
Medicamento genérico - lei 9787/99
APRESENTAÇÕES
Embalagens contendo 30 comprimidos revestidos de 2,5 mg, 5 mg ou 10 mg.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 2,5 mg contém:
olanzapina.......................................................................................................................................2,5 mg
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, hidroxipropilcelulose de
baixa substituição (LH-11), hidroxipropilcelulose, estearato de magnésio, opadry AMB branco (álcool
polivinílico, dióxido de titânio, talco, lecitina de soja, goma xantana).
Cada comprimido revestido de 5 mg contém:
olanzapina........................................................................................................................................5,0 mg
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, hidroxipropilcelulose de
baixa substituição (LH-11), hidroxipropilcelulose, estearato de magnésio, opadry AMB branco (álcool
polivinílico, dióxido de titânio, talco, lecitina de soja, goma xantana).
Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
olanzapina......................................................................................................................................10,0 mg
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, crospovidona, hidroxipropilcelulose de
baixa substituição (LH-11), hidroxipropilcelulose, estearato de magnésio, opadry AMB branco (álcool
polivinílico, dióxido de titânio, talco, lecitina de soja, goma xantana).
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Olanzapina é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos
mentais (psicoses) em adultos, nos quais sintomas positivos (exemplo: delírios, alucinações, alterações
de pensamento, hostilidade e desconfiança) e/ou sintomas negativos (exemplo: afeto diminuído,
isolamento emocional/social e pobreza de linguagem) são proeminentes. Olanzapina alivia também os
sintomas afetivos secundários na esquizofrenia e os transtornos relacionados. Olanzapina é eficaz na
manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo nos pacientes adultos que responderam
ao tratamento inicial.
Olanzapina, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, é indicada para o tratamento
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Biolab Sanus olanzapina (Paciente) – 09/2021 – 3
de episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar em pacientes adultos, com ou sem sintomas
psicóticos e, com ou sem ciclagem rápida. Olanzapina é indicada para prolongar o tempo entre os
episódios e reduzir as taxas de recorrência dos episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno
bipolar.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Olanzapina é um medicamento classificado como antipsicótico e que age no Sistema Nervoso Central,
ocasionando a melhora dos sintomas em pacientes com esquizofrenia e outros transtornos mentais
(psicoses), e dos episódios maníacos (euforia) e mistos do transtorno afetivo bipolar. Além disso, nos
pacientes com transtorno afetivo bipolar, previne novas fases de mania e depressão.
O mecanismo de ação de olanzapina no tratamento da esquizofrenia, e no tratamento de episódios de
mania aguda ou mistos do transtorno bipolar é desconhecido. Quando olanzapina é utilizada por via
oral (pela boca), em doses diárias entre 5 e 20 mg, para o tratamento da esquizofrenia e outras condições
relacionadas, ou em doses diárias de pelo menos 15 mg para o tratamento de mania (ou episódios mistos)
associada a transtorno bipolar, você e/ou o seu médico podem verificar uma melhora inicial nos
sintomas gerais destas condições na primeira semana de tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Olanzapina não deve ser usada por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um dos componentes
da formulação do medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
O desenvolvimento da síndrome neuroléptica maligna (SNM), um conjunto de sintomas complexos e
potencialmente fatais, foi associado com olanzapina. Portanto, o aparecimento de sinais e/ou sintomas
associados a essa síndrome exige a descontinuação do tratamento com olanzapina.
O uso de olanzapina foi associado ao desenvolvimento de discinesia tardia (movimentos repetitivos
involuntários). Caso o paciente desenvolva sinais e/ou sintomas dessa doença, o médico deverá
considerar o ajuste da dose ou a interrupção do tratamento com olanzapina. Síndrome DRESS (reação
à droga com eosinofilia e sintomas sistêmicos) tem sido relatada com a exposição à olanzapina,
consistindo de uma combinação de três ou mais dos seguintes eventos: reação cutânea [por exemplo,
rash cutâneo ou dermatite esfoliativa (vermelhidão da pele com descamação generalizada)], eosinofilia
[aumento de eosinófilos (um tipo de célula branca do sangue)], febre, linfadenopatia (doença que afeta
os nódulos linfáticos) e uma ou mais complicações sistêmicas, tais como hepatite (inflamação do
fígado), nefrite (inflamação do rim), pneumonite (inflamação dos pulmões), miocardite [inflamação do
miocárdio (músculo do coração)] e pericardite [inflamação do pericárdio (membrana que reveste o
coração)]. Em caso de suspeita de DRESS, descontinuar o tratamento com olanzapina.
Olanzapina deve ser utilizada cuidadosamente nos seguintes tipos de pacientes: histórico de convulsão
(sincronização anormal da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias da
musculatura, com movimentos desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado mental
ou outros sintomas psíquicos) ou que estão sujeitos a fatores que possam desencadear convulsão, direta
ou indiretamente; aumento da próstata; íleo paralítico (alteração do funcionamento de uma parte do
intestino); glaucoma de ângulo estreito (doença caracterizada por episódios súbitos de aumento de
pressão dentro do olho, geralmente em um dos olhos) ou condições relacionadas; alterações na
contagem de células sanguíneas; história de depressão/toxicidade da medula óssea induzida por drogas;
depressão da medula óssea causada por doença concomitante; radioterapia ou quimioterapia; TGP e/ou
TGO (enzimas do fígado) elevadas; com sinais e sintomas de insuficiência hepática ou outras doenças
que atinjam o fígado, diminuindo a sua função, e pacientes que estejam em tratamento com
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medicamentos que são tóxicos ao fígado.
Em pacientes com diabetes ou com predisposição a esta doença, e que estejam em tratamento com
olanzapina, recomenda-se o acompanhamento médico devido ao aumento da frequência desta doença
em pacientes com esquizofrenia.
Foram observadas alterações indesejáveis dos lipídios (triglicérides e/ou colesterol) em pacientes
tratados com olanzapina. Portanto, recomenda-se monitoramento clínico adequado.
Em dados pós-comercialização relatados com olanzapina, o evento morte súbita cardíaca presumida
(MSC) foi relatado muito raramente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos,
incluindo olanzapina.
Olanzapina não está aprovada para o tratamento de pacientes idosos com psicose associada à
demência.
Em pacientes idosos, com psicose associada à demência, a eficácia de olanzapina não foi estabelecida
e, durante estudos clínicos com olanzapina, ocorreram eventos adversos cerebrovasculares (exemplo:
derrame cerebral). Entretanto, todos os pacientes que apresentaram estes tipos de eventos tinham fatores
de riscos preexistentes conhecidos para os mesmos. Foi observado um aumento na ocorrência de mortes
nesta população em especial, contudo também havia fatores de risco preexistentes para o aumento da
mortalidade. Outros eventos observados nesta classe de pacientes foram: marcha anormal, quedas,
incontinência urinária e pneumonia.
Recomenda-se que a pressão arterial em pacientes acima de 65 anos e em tratamento com olanzapina
seja medida periodicamente. Deve-se ter cautela quando olanzapina for prescrita com drogas que
sabidamente alteram o eletrocardiograma, indicando alteração da condução de impulsos nervosos para
o coração, especialmente em pacientes idosos. Como com outras drogas de ação no Sistema Nervoso
Central (SNC), olanzapina deve ser usada com cuidado em pacientes idosos com demência.
Olanzapina pode causar hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar) associada
com vertigem, aceleração ou diminuição dos batimentos cardíacos e síncope (desmaio) em alguns
pacientes, especialmente durante o período inicial de titulação da dose. Os riscos de hipotensão
ortostática e síncope podem ser diminuídos ao se adotar uma terapia inicial com 5 mg de olanzapina,
administrada uma vez ao dia. Se ocorrer hipotensão, uma titulação mais gradual para a dose-alvo deve
ser considerada.
Não há estudos adequados e bem controlados com olanzapina em mulheres grávidas. A paciente deve
notificar seu médico se ficar grávida ou se pretender engravidar durante o tratamento com olanzapina.
Dado que a experiência em humanos é limitada, esta droga deve ser usada na gravidez somente se os
potenciais benefícios para a paciente justificarem os riscos aos quais o feto estará sujeito.
Em um estudo em mulheres saudáveis e lactantes (amamentando), a olanzapina foi excretada no leite
materno. Portanto, as pacientes devem ser aconselhadas a não amamentar no caso de estarem recebendo
olanzapina.
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Devido ao fato de olanzapina poder causar sonolência, os pacientes devem ser alertados quando
operarem máquinas, incluindo automóveis, enquanto estiverem em tratamento com olanzapina.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua
habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que
apresentem intolerância à lactose.
Interações medicamentosas
Olanzapina poderá interagir com os seguintes medicamentos: inibidores ou indutores das isoenzimas
do citocromo P450, inibidores potentes da CYP1A2, carbamazepina, carvão ativado, fluoxetina e
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fluvoxamina. Deve-se ter cuidado adicional quando olanzapina for administrado em combinação com
drogas que agem no Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo o álcool. O hábito de fumar pode
interferir no tratamento com olanzapina.
A absorção da olanzapina não é afetada por alimentos.
Entre em contato com o seu médico se você está utilizando, pretende utilizar ou parou de utilizar um
medicamento com ou sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial de
interação com outros medicamentos.
Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre olanzapina e testes
laboratoriais e não laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre olanzapina e testes
laboratoriais e não laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Olanzapina deve ser guardada à temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC), na embalagem original.
Proteger da luz. O produto deve ser mantido dentro de sua embalagem até o momento do uso.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto físico
Olanzapina 2,5 mg: comprimido branco ou quase branco, revestido, redondo, biconvexo, apresentando
a inscrição “ON” em uma das faces e logo da empresa na outra face.
Olanzapina 5 mg: comprimido branco ou quase branco, revestido, redondo, biconvexo, apresentando
a inscrição “ON” e “5” em uma das faces e logo da empresa na outra face.
Olanzapina 10 mg: comprimido branco ou quase branco, revestido, redondo, biconvexo, apresentando
a inscrição “ON” e “10” em uma das faces e logo da empresa na outra face.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar
Olanzapina deve ser administrada por via oral, podendo ser tomada independentemente das refeições.
Dosagem
Dose para pacientes com esquizofrenia e transtornos relacionados: a dose inicial recomendada de
olanzapina é de 10 mg, administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições. A dose diária
deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg. O aumento de dose
diária acima daquela de rotina (10 mg) só é recomendado após avaliação médica.
Dose para pacientes com mania aguda associada ao transtorno bipolar: a dose inicial recomendada
de olanzapina é de 15 mg, administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada
uma vez ao dia em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições. A dose diária
deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg. O aumento de dose
acima da sugerida diariamente só é recomendado após avaliação médica e geralmente deve ocorrer em
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intervalos não inferiores a 24 horas.
Prevenção de recorrência do transtorno bipolar: pacientes que já estavam recebendo olanzapina
para tratamento de episódio maníaco devem inicialmente continuar o tratamento com a mesma dose. A
dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para pacientes que já estão em remissão. A dose diária pode
ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20
mg/dia.
Considerações gerais sobre a administração de olanzapina em populações especiais:
Dose para pacientes idosos: uma dose inicial mais baixa (5 mg/dia) pode ser considerada para pacientes
idosos ou quando fatores clínicos justificarem tal dose.
Dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) ou renal (mau
funcionamento dos rins): uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com
insuficiência hepática moderada ou renal grave. Deve-se ter cautela para aumentar a dose.
Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores
(sexo feminino, idoso e não fumante) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina. O uso de
olanzapina em monoterapia não foi estudado em pacientes com menos de 13 anos de idade.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso se esqueça de tomar uma dose de olanzapina, você deverá tomá-la assim que lembrar. Se estiver
quase no horário da próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima dose no horário planejado.
Não tome duas doses de olanzapina no mesmo horário.
Não tome mais do que a quantidade total de olanzapina recomendada pelo médico para o período de
24 horas.
Para prevenir eventos adversos graves, não pare de tomar olanzapina repentinamente. Você pode
apresentar suor, náusea e vômito, se parar repentinamente de tomar olanzapina.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas durante os estudos clínicos e/ou durante a experiência
obtida após a comercialização de olanzapina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
ganho de peso, ganho de peso acima de 7% do peso corporal, hipotensão ortostática (diminuição da
pressão arterial ao se levantar), sonolência, aumento da prolactina (hormônio da lactação), aumento das
taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores
limítrofes para aumentados).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): astenia
(fraqueza), pirexia (febre), ganho de peso acima de 15% do peso corporal, fadiga (cansaço), constipação
(prisão de ventre), boca seca, aumento do apetite, edema periférico (inchaço), artralgia (dor nas
articulações), acatisia (inquietação motora), tontura, elevação de TGO e TGP (enzimas do fígado),
aumento da fosfatase alcalina (enzima presente predominantemente no fígado), glicosúria (presença de
glicose na urina), aumento da gama-glutamiltransferase (enzima dos rins, fígado e vias biliares),
aumento do ácido úrico (substância produzida naturalmente pelo organismo), leucopenia (diminuição
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de células brancas do sangue), eosinofilia (aumento de um tipo de célula branca no sangue) e aumento
das taxas de colesterol total, triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores
normais para aumentados).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
fotossensibilidade (sensibilidade à luz), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), distensão
abdominal, hipersecreção salivar (saliva em excesso), amnésia (perda de memória), síndrome das pernas
inquietas, epistaxe (sangramento pelo nariz) e gagueira.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hepatite
(inflamação do fígado), hiperglicemia (aumento da taxa de glicose no sangue), convulsão (sincronização
anormal da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias da musculatura, com
movimentos desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado mental, ou outros sintomas
psíquicos) e erupção cutânea (feridas na pele).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
reação alérgica [exemplo: reação anafilactóide (reação alérgica grave generalizada), angioedema
(coceira seguida de inchaço nas camadas mais profundas da pele), prurido (coceira) ou urticária
(erupção da pele com coceira)], reações após suspensão do medicamento [exemplo: diaforese
(sudorese), náusea (vontade de vomitar) e vômito], tromboembolismo venoso [obstrução da veia por
coágulo (incluindo embolia pulmonar e trombose venosa profunda)], pancreatite (inflamação do
pâncreas), trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue), icterícia (coloração amarelada da
pele, mucosas e secreções), coma diabético (perda da consciência devido ao diabetes), cetoacidose
diabética (uma complicação perigosa do diabetes causada pela hiperglicemia grave),
hipercolesterolemia (aumento da taxa de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (aumento da taxa
de triglicérides no sangue), rabdomiólise (lesão muscular grave), alopecia (perda de cabelos), reação à
droga com eosinofilia [aumento de eosinófilos (um tipo de célula branca no sangue)] associado a
sintomas sistêmicos (Síndrome DRESS), priapismo (ereção do pênis contínua por mais de 4 horas,
acompanhada de dor), incontinência urinária, retenção urinária, aumento de bilirrubina total (condição
que pode indicar um problema no fígado) e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea
(proteína encontrada especialmente nos músculos).
Foram relatadas as seguintes reações adversas somente durante os estudos clínicos de olanzapina:
Eventos adversos observados em pacientes idosos com psicose associada à demência:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
marcha anormal e quedas.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
incontinência urinária e pneumonia.
Eventos adversos observados em pacientes com psicose induzida por alguns tipos de
medicamentos e associada à doença de Parkinson:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
alucinações e piora dos sintomas parkinsonianos.
Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ou
valproato:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
ganho de peso, boca seca, aumento de apetite e tremores.
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Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbio
da fala.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdosagem com olanzapina incluem taquicardia
(aumento dos batimentos cardíacos), agitação/agressividade, disartria (alteração na articulação das
palavras), vários sintomas extrapiramidais (exemplo: tremores, movimentos involuntários) e redução
do nível de consciência, variando da sedação ao coma.
Outras ocorrências significantes do ponto de vista médico incluem delirium (confusão mental),
convulsão (sincronização anormal da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias
da musculatura, com movimentos desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado
mental, ou outros sintomas psíquicos), possível síndrome neuroléptica maligna [complicação rara,
porém potencialmente fatal, caracterizada por excessiva elevação da temperatura do corpo, rigidez
muscular e alteração do nível de consciência, associados à disfunção autonômica (pressão sanguínea
instável, suor em excesso e aumento dos batimentos cardíacos)], depressão respiratória, aspiração,
hipertensão ou hipotensão (aumento ou diminuição da pressão sanguínea), arritmias cardíacas (alteração
dos batimentos cardíacos) e parada cardiorrespiratória. Casos fatais foram relatados com superdosagens
agudas tão baixas quanto 450 mg de olanzapina por via oral, porém também foram relatados casos de
sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de olanzapina por via oral.
Tratamento: não existe antídoto específico para olanzapina. A indução de vômito não é recomendada.
Em caso de suspeita de superdosagem, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não
tente dar qualquer medicamento para o paciente sem o conhecimento de um médico, pois isso pode
piorar o quadro.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico
e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.
I) DIZERES LEGAIS
Reg. MS. nº 1.0974.0319
Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Jr. - CRF-SP nº 5143
Fabricado por:
Actavis Ltd.
Zejtun – Malta
Importado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Av. Paulo Ayres, 280 - Taboão da Serra – SP
CEP 06767-220
CNPJ 49.475.833/0001-06
Embalado por:
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.
Bragança Paulista – SP
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Indústria Brasileira
SAC 0800 724 6522
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 14/06/2021.
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Histórico de alterações do texto de bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº.
expediente
Assunto Data do
expediente
No.
expediente
Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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relacionadas
-- --
10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula - RDC
60/12
03/05/2021 1711203216
11198 -
GENÉRICO - Solicitação
de Transferência de
Titularidade de Registro
(operação comercial)
14/06/2021 Dizeres legais VP/VPS
2,5 mg, 5 mg
ou 10 mg,
embalagens
com 30
comprimidos
revestidos.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 85061 |
|---|---|
| Marca | BIOLAB |
| Código de Barras | 7898146827758 |
| Princípio ativo | OLANZAPINA |
| Registro MS | 1097403190035 |
| Dosagem | 2.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |