Olanzapina 2,5mg Genérico Biosintética 30 Comprimidos Revestidos
Vendido e entregue por Pedpharma
OLANZAPINA
2.5 MG
OLANZAPINA
A olanzapina é indicada para tratamento agudo e manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais, aliviando sintomas positivos e negativos, e também para tratamento de episódios de mania aguda ou mistos no transtorno bipolar, prolongando o tempo entre os episódios. Func…
OLANZAPINA é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
A olanzapina é indicada para tratamento agudo e manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais, aliviando sintomas positivos e negativos, e também para tratamento de episódios de mania aguda ou mistos no transtorno bipolar, prolongando o tempo entre os episódios. Funciona como antipsicótico, agindo no sistema nervoso central, melhorando sintomas em esquizofrenia, psicoses e transtorno bipolar. A melhora pode ser observada na primeira semana de tratamento, com doses diárias de 5-20 mg.
Especificações
| Código do Produto | 10019135 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTÉTICA |
| Código de Barras | 7896181918493 |
| Princípio ativo | OLANZAPINA |
| Registro MS | 1057306420030 |
| Dosagem | 2.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL 1 |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
olanzapina
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I – IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
olanzapina
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos de 2,5 mg: embalagem com 30 comprimidos.
Comprimidos de 5 mg: embalagem com 30 comprimidos.
Comprimidos de 10 mg: embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de 2,5 mg contém:
olanzapina ...................................................................................................................................................... 2,5 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 5 mg contém:
olanzapina ......................................................................................................................................................... 5 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 10 mg contém:
olanzapina ....................................................................................................................................................... 10 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, crospovidona, hipromelose e estearato de magnésio.
II – INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
A olanzapina é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos mentais
(psicoses) em adultos, nos quais sintomas positivos (por exemplo: delírios, alucinações, alterações de
pensamento, hostilidade e desconfiança) e/ou sintomas negativos (por exemplo: afeto diminuído, isolamento
emocional/social e pobreza de linguagem) são proeminentes. A olanzapina alivia também os sintomas afetivos
secundários na esquizofrenia e os transtornos relacionados. A olanzapina é eficaz na manutenção da melhora
clínica durante o tratamento contínuo nos pacientes adultos que responderam ao tratamento inicial.
A olanzapina, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, é indicada para o tratamento de
episódios de mania aguda ou mistos de transtorno bipolar em pacientes adultos, com ou sem sintomas psicóticos
e, com ou sem ciclagem rápida. A olanzapina é indicada para prolongar o tempo entre os episódios e reduzir as
taxas de recorrência dos episódios de mania, mistos ou depressivos, no transtorno bipolar.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
A olanzapina é um medicamento classificado como antipsicótico e que age no sistema nervoso central,
ocasionando a melhora dos sintomas em pacientes com esquizofrenia e outros transtornos mentais (psicoses), e
dos episódios maníacos (euforia) e mistos do transtorno afetivo bipolar. Além disso, nos pacientes com
transtorno afetivo bipolar, previne novas fases de mania e depressão.
O mecanismo de ação da olanzapina no tratamento da esquizofrenia e no tratamento de episódios de mania
aguda ou mistos do transtorno bipolar é desconhecido. Quando a olanzapina é utilizada por via oral (pela boca),
em doses diárias entre 5 e 20 mg, para o tratamento da esquizofrenia e outras condições relacionadas, ou em
doses diárias de pelo menos 15 mg para o tratamento de mania (ou episódios mistos) associada ao transtorno
bipolar, você e/ou o seu médico podem verificar uma melhora inicial nos sintomas gerais destas condições na
primeira semana de tratamento.
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3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser usado por pacientes alérgicos a olanzapina ou a qualquer um dos componentes
da formulação do medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
O desenvolvimento da síndrome neuroléptica maligna (SNM), um conjunto de sintomas complexos e
potencialmente fatais, foi associado com olanzapina. Portanto, o aparecimento de sinais e/ou sintomas
associados a essa síndrome exige a descontinuação do tratamento com olanzapina.
O uso de olanzapina foi associado ao desenvolvimento de discinesia tardia (movimentos repetitivos
involuntários). Caso o paciente desenvolva sinais e/ou sintomas dessa doença, o médico deverá considerar o
ajuste da dose ou a interrupção do tratamento com olanzapina. Síndrome DRESS (reação à droga com eosinofilia
e sintomas sistêmicos) tem sido relatada com a exposição à olanzapina, consistindo de uma combinação de três
ou mais dos seguintes eventos: reação cutânea (por exemplo, rash cutâneo ou dermatite esfoliativa −
vermelhidão da pele com descamação generalizada), eosinofilia (aumento de eosinófilos − um tipo de célula
branca do sangue), febre, linfadenopatia (doença que afeta os nódulos linfáticos) e uma ou mais complicações
sistêmicas, tais como hepatite (inflamação do fígado), nefrite (inflamação dos rins), pneumonite (inflamação dos
pulmões), miocardite − inflamação do miocárdio (músculo do coração) e pericardite − inflamação do pericárdio
(membrana que reveste o coração). Em caso de suspeita de DRESS, descontinuar o tratamento com olanzapina.
A olanzapina deve ser utilizada cuidadosamente nos seguintes tipos de pacientes: histórico de convulsão
(sincronização anormal da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias da musculatura,
com movimentos desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado mental ou outros sintomas
psíquicos) ou que estão sujeitos a fatores que possam desencadear convulsão, direta ou indiretamente; aumento
da próstata; íleo paralítico (alteração do funcionamento de uma parte do intestino); glaucoma de ângulo estreito
(doença caracterizada por episódios súbitos de aumento de pressão dentro do olho, geralmente em um dos olhos)
ou condições relacionadas; alterações na contagem de células sanguíneas; história de depressão/toxicidade da
medula óssea induzida por drogas; depressão da medula óssea causada por doença concomitante; radioterapia ou
quimioterapia; TGP e/ou TGO (enzimas do fígado) elevadas; com sinais e sintomas de insuficiência hepática ou
outras doenças que atinjam o fígado, diminuindo a sua função, e pacientes que estejam em tratamento com
medicamentos que são tóxicos ao fígado.
Em pacientes com diabetes ou com predisposição a esta doença, e que estejam em tratamento com olanzapina,
recomenda-se o acompanhamento médico devido ao aumento da frequência desta doença em pacientes com
esquizofrenia.
Foram observadas alterações indesejáveis dos lipídios (triglicérides e/ou colesterol) em pacientes tratados com
olanzapina. Portanto, recomenda-se monitoramento clínico adequado.
Em dados pós-comercialização relatados com olanzapina, o evento morte súbita cardíaca presumida (MSC) foi
relatado muito raramente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos, incluindo olanzapina.
A olanzapina não está aprovada para o tratamento de pacientes idosos com psicose associada à demência.
Em pacientes idosos, com psicose associada à demência, a eficácia de olanzapina não foi estabelecida e, durante
estudos clínicos com olanzapina, ocorreram eventos adversos cerebrovasculares (por exemplo: derrame
cerebral).
Entretanto, todos os pacientes que apresentaram estes tipos de eventos tinham fatores de riscos preexistentes
conhecidos para os mesmos. Foi observado um aumento na ocorrência de mortes nesta população em especial.
Contudo, também havia fatores de risco preexistentes para o aumento da mortalidade. Outros eventos observados
nesta classe de pacientes foram: marcha anormal, quedas, incontinência urinária e pneumonia.
Recomenda-se que a pressão arterial em pacientes acima de 65 anos e em tratamento com olanzapina seja
medida periodicamente. Deve-se ter cautela quando olanzapina for prescrita com drogas que sabidamente
alteram o eletrocardiograma, indicando alteração da condução de impulsos nervosos para o coração,
especialmente em pacientes idosos. Como com outras drogas de ação no sistema nervoso central (SNC),
olanzapina deve ser usada com cuidado em pacientes idosos com demência.
A olanzapina pode causar hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar) associada com
vertigem, aceleração ou diminuição dos batimentos cardíacos e síncope (desmaio) em alguns pacientes,
especialmente durante o período inicial de titulação da dose. Os riscos de hipotensão ortostática e síncope podem
ser diminuídos ao se adotar uma terapia inicial com 5 mg de olanzapina, administrada uma vez ao dia. Se ocorrer
hipotensão, uma titulação mais gradual para a dose-alvo deve ser considerada.
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Não há estudos adequados e bem controlados com olanzapina em mulheres grávidas. A paciente deve notificar
seu médico se ficar grávida ou se pretender engravidar durante o tratamento com olanzapina. Dado que a
experiência em humanos é limitada, olanzapina deve ser usada na gravidez somente se os potenciais benefícios
para a paciente justificarem os riscos aos quais o feto estará sujeito.
Em um estudo em mulheres saudáveis e lactantes (amamentando), a olanzapina foi excretada no leite materno.
Portanto, as pacientes devem ser aconselhadas a não amamentar no caso de estar recebendo olanzapina.
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
Devido ao fato de olanzapina poder causar sonolência, os pacientes devem ser alertados quando operarem
máquinas ou dirigir veículos enquanto estiverem em tratamento com olanzapina.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e
atenção podem estar prejudicadas.
Este medicamento contém LACTOSE. Portanto, deve ser usado com cautela em pacientes que
apresentarem intolerância à lactose.
Interações medicamentosas
A olanzapina poderá interagir com os seguintes medicamentos: inibidores ou indutores das isoenzimas do
citocromo P450, inibidores potentes da CYP1A2, carbamazepina, carvão ativado, fluoxetina e fluvoxamina.
Deve-se ter cuidado adicional quando olanzapina for administrada em combinação com drogas que agem no
sistema nervoso central (SNC), incluindo o álcool. O hábito de fumar pode interferir no tratamento com
olanzapina.
A absorção da olanzapina não é afetada por alimentos.
Entre em contato com o seu médico se você está utilizando, pretende utilizar ou parou de utilizar um
medicamento com ou sem prescrição médica, incluindo fitoterápicos, uma vez que existe potencial de interação
com outros medicamentos. Nenhum estudo clínico foi conduzido para avaliar possíveis interações entre
olanzapina e testes laboratoriais e não laboratoriais. Não há conhecimento de interações entre olanzapina e testes
laboratoriais e não laboratoriais.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Olanzapina 2,5 mg: comprimidos de formato circular, de cor amarela, bicôncavos e lisos em ambas as faces.
Olanzapina 5 mg: comprimidos de formato circular, de cor amarela, bicôncavos e lisos em ambas as faces.
Olanzapina 10 mg: comprimidos de formato circular, de cor amarela, bicôncavos, com o logo “a” em uma face e
uma linha na outra face.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Como usar
A olanzapina deve ser administrada por via oral, podendo ser tomada independentemente das refeições.
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Dosagem
Dose para pacientes com esquizofrenia e transtornos relacionados: a dose inicial recomendada de olanzapina
é de 10 mg, administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições. A dose diária deve ser ajustada de
acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 mg a 20 mg. O aumento da dose diária acima daquela de
rotina (10 mg) só é recomendado após avaliação médica.
Dose para pacientes com mania aguda associada ao transtorno bipolar: a dose inicial recomendada de
olanzapina é de 15 mg, administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez ao dia
em combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições. A dose diária deve ser ajustada de
acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 mg a 20 mg. O aumento de dose acima da sugerida
diariamente só é recomendado após avaliação médica e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a
24 horas.
Prevenção de recorrência do transtorno bipolar: pacientes que já estavam recebendo olanzapina para
tratamento de episódio maníaco devem inicialmente continuar o tratamento com a mesma dose. A dose inicial
recomendada é de 10 mg/dia para pacientes que já estão em remissão. A dose diária pode ser subsequentemente
ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 mg a 20 mg/dia.
Considerações gerais sobre a administração de olanzapina em populações especiais:
Dose para pacientes idosos: uma dose inicial mais baixa (5 mg/dia) pode ser considerada para pacientes idosos
ou quando fatores clínicos justificarem tal dose.
Dose para pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) ou renal (mau funcionamento
dos rins): uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com insuficiência hepática moderada, ou
renal grave. Deve-se ter cautela para aumentar a dose.
Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo
feminino, idoso e não fumante) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina. O uso de olanzapina em
monoterapia não foi estudado em pacientes com menos de 13 anos de idade.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso se esqueça de tomar uma dose de olanzapina, você deverá tomá-la assim que se lembrar. Se estiver quase
no horário da próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima dose no horário planejado. Não tome duas
doses de olanzapina no mesmo horário.
Não tome mais do que a quantidade total de olanzapina recomendada pelo médico para o período de 24 horas.
Para prevenir eventos adversos graves, não pare de tomar olanzapina repentinamente. Você pode apresentar suor,
náusea e vômito se parar repentinamente de tomar olanzapina.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Foram relatadas as seguintes reações adversas durante os estudos clínicos e/ou durante a experiência obtida após
a comercialização de olanzapina:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de
peso, ganho de peso acima de 7% do peso corporal, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se
levantar), sonolência, aumento da prolactina (hormônio da lactação), aumento das taxas de colesterol total,
triglicérides e glicose no sangue quando dosados em jejum (de valores limítrofes para aumentados).
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): astenia
(fraqueza), pirexia (febre), ganho de peso acima de 15% do peso corporal, fadiga (cansaço), constipação (prisão
de ventre), boca seca, aumento do apetite, edema periférico (inchaço), artralgia (dor nas articulações), acatisia
(inquietação motora), tontura, elevação de TGO e TGP (enzimas do fígado), aumento da fosfatase alcalina
(enzima presente predominantemente no fígado), glicosúria (presença de glicose na urina), aumento da
gamaglutamiltransferase (enzima dos rins, fígado e vias biliares), aumento do ácido úrico (substância produzida
naturalmente pelo organismo), leucopenia (diminuição de células brancas do sangue), eosinofilia (aumento de
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um tipo de célula branca no sangue) e aumento das taxas de colesterol total̶ triglicérides e glicose no sangue
quando dosados em jejum̶ (de valores normais para aumentados).
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
fotossensibilidade (sensibilidade à luz), bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), distensão abdominal,
hipersecreção salivar (saliva em excesso), amnésia (perda de memória), síndrome das pernas inquietas, epistaxe
(sangramento pelo nariz) e gagueira.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hepatite
(inflamação do fígado), hiperglicemia (aumento da taxa de glicose no sangue), convulsão (sincronização anormal
da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias da musculatura, com movimentos
desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado mental ou outros sintomas psíquicos) e erupção
cutânea (feridas na pele).
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação
alérgica, por exemplo: reação anafilactoide (reação alérgica grave generalizada), angioedema (coceira seguida de
inchaço nas camadas mais profundas da pele), prurido (coceira) ou urticária (erupção da pele com coceira),
reações após suspensão do medicamento, por exemplo: diaforese (sudorese), náusea (vontade de vomitar) e
vômito, tromboembolismo venoso (obstrução da veia por coágulo [incluindo embolia pulmonar e trombose
venosa profunda]), pancreatite (inflamação do pâncreas), trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue),
icterícia (coloração amarelada da pele, mucosas e secreções), coma diabético (perda da consciência devido ao
diabetes), cetoacidose diabética (uma complicação perigosa do diabetes causada pela hiperglicemia grave),
hipercolesterolemia (aumento da taxa de colesterol no sangue), hipertrigliceridemia (aumento da taxa de
triglicérides no sangue), rabdomiólise (lesão muscular grave), alopecia (perda de cabelos), reação à droga com
eosinofilia (aumento de eosinófilos [um tipo de célula branca no sangue]) associado a sintomas sistêmicos
(síndrome DRESS), priapismo (ereção do pênis contínua por mais de 4 horas, acompanhada de dor),
incontinência urinária, retenção urinária, aumento de bilirrubina total (condição que pode indicar um problema
no fígado) e aumento dos níveis de creatinofosfoquinase sanguínea (proteína encontrada especialmente nos
músculos).
Foram relatadas as seguintes reações adversas somente durante os estudos clínicos de olanzapina:
Eventos adversos observados em pacientes idosos com psicose associada à demência:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): marcha
anormal e quedas.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): incontinência
urinária e pneumonia.
Eventos adversos observados em pacientes com psicose induzida por alguns tipos de medicamentos e
associada à doença de Parkinson:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
alucinações e piora dos sintomas parkinsonianos.
Eventos adversos observados em pacientes com mania recebendo terapia combinada com lítio ou
valproato:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): ganho de
peso, boca seca, aumento de apetite e tremores.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbio da fala.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Os sintomas mais comumente relatados em caso de superdosagem com olanzapina incluem taquicardia (aumento
dos batimentos cardíacos), agitação/agressividade, disartria (alteração na articulação das palavras), vários
sintomas extrapiramidais (exemplo: tremores e movimentos involuntários) e redução do nível de consciência,
variando da sedação ao coma.
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Outras ocorrências significantes do ponto de vista médico incluem delirium (confusão mental), convulsão
(sincronização anormal da atividade elétrica dos neurônios, gerando contrações involuntárias da musculatura,
com movimentos desordenados, desvio dos olhos e tremores, alterações do estado mental ou outros sintomas
psíquicos), possível síndrome neuroléptica maligna (complicação rara, porém potencialmente fatal, caracterizada
por excessiva elevação da temperatura do corpo, rigidez muscular e alteração do nível de consciência, associados
à disfunção autonômica – pressão sanguínea instável, suor em excesso e aumento dos batimentos cardíacos),
depressão respiratória, aspiração, hipertensão ou hipotensão (aumento ou diminuição da pressão sanguínea),
arritmias cardíacas (alteração dos batimentos cardíacos) e parada cardiorrespiratória. Casos fatais foram
relatados com superdosagens agudas tão baixas quanto 450 mg de olanzapina por via oral, porém também foram
relatados casos de sobrevida após uma superdose aguda de aproximadamente 2 g de olanzapina por via oral.
Tratamento: não existe antídoto específico para olanzapina. A indução de vômito não é recomendada. Em caso
de suspeita de superdosagem, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não tente dar qualquer
medicamento para o paciente sem o conhecimento de um médico, pois isso pode piorar o quadro.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS
MS – 1.0573.0642
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP n° 30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
Ou
Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Cabo de Santo Agostinho - PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
04/07/2013 0541519/13-5
10459 - GENÉRICO
- Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Inclusão Inicial VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
06/09/2016 2257194/16-9
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR
UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE
A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
VP Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
11/10/2017 2104305/17-1
10452 - GENÉRICO
- Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VP Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
26/07/2018 0597050/18-4
10452 -GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
-- 8 of 10 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/06/2019 0502486/19-2
10452 -GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
12/12/2018 1212133/18-9
1959 -
GENERICO -
Solicitação de
Transferência de
Titularidade de
Registro
(Incorporação de
Empresa)
04/02/2019
VP
III – DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III – DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
04/11/2019 2689859/19-4
10452 -GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
17/02/2020 0464622/20-3
10452 -GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula - RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
09/12/2020 4353552/20-6
10452 -GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – publicação
no bulário - RDC
60/12
23/11/2020 4127499/20-7
11016 - RDC
73/2016 -
GENÉRICO -
Inclusão de local
de embalagem
primária do
medicamento
VP
III. DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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GENÉRICO -
Inclusão de local
de fabricação de
medicamento
de liberação
convencional
- III. DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
2,5 mg; 5 mg e 10 mg
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10019135 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTÉTICA |
| Código de Barras | 7896181918493 |
| Princípio ativo | OLANZAPINA |
| Registro MS | 1057306420030 |
| Dosagem | 2.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL 1 |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO SIMPLES |
| Classe terapêutica | ANTIPSICOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |