Omeprazol 20mg Com 28 Cápsulas Duras De Liberação Retardada Germed
Vendido e entregue por Pedpharma
omeprazol
20 MG
OMEPRAZOL
O omeprazol é um medicamento indicado para tratar condições de produção excessiva de ácido no estômago, como úlceras gástricas e duodenais, refluxo gastroesofágico e a doença de Zollinger-Ellison. Além disso, é usado para tratar úlceras associadas à bactéria Helicobacter pylori…
omeprazol é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O omeprazol é um medicamento indicado para tratar condições de produção excessiva de ácido no estômago, como úlceras gástricas e duodenais, refluxo gastroesofágico e a doença de Zollinger-Ellison. Além disso, é usado para tratar úlceras associadas à bactéria Helicobacter pylori, dispepsia e para prevenir sangramentos no trato gastrointestinal superior de pacientes graves. Ele atua reduzindo a quantidade de ácido produzida pelo estômago.
Especificações
| Código do Produto | 40192 |
|---|---|
| Marca | EMS |
| Código de Barras | 7896004707419 |
| Princípio ativo | OMEPRAZOL |
| Registro MS | 1058309690053 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula Dura de Liberação Retardada |
| Classe terapêutica | ANTIULCEROSOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
omeprazol
GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Cápsula dura de liberação retardada
10 mg
-- 1 of 21 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
omeprazol
“Medicamento Genérico, Lei n°. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Cápsula dura de liberação retardada de 10 mg. Embalagem contendo 14, 30*, 60*, 90* ou 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de liberação retardada de 10 mg contém:
omeprazol....................................................................................................................................................10 mg
excipiente* q.s.p....................................................................................................................1 cap dura lib retard
*manitol, lactose, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico.
Componentes da cápsula: azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, dióxido de titânio e gelatina.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O omeprazol é indicado para tratar certas condições em que haja muita produção de ácido no estômago. É
usado para tratar úlceras gástricas (estômago) e duodenais (intestino), e o refluxo gastresofágico (quando o
suco gástrico do estômago volta para o esôfago). Muitas vezes o omeprazol é usado também na combinação
com outros antibióticos para tratar as úlceras associadas às infecções causadas pela bactéria Helycobacter
pylori. O omeprazol também pode ser usado para tratar a doença de Zollinger-Ellison, que é quando o
estômago passa a produzir ácido em excesso. Também é usado para tratar dispepsia, condição que causa
acidez, azia, arrotos ou indigestão. Em complementação, o omeprazol é usado para evitar sangramento do
trato gastrointestinal superior em pacientes seriamente doentes.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento, que possui como substância ativa o omeprazol, atua diminuindo a quantidade de ácido
produzida pelo estômago.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não deve ser utilizado por pessoas alérgicas ao omeprazol ou a qualquer componente de sua formulação.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Antes da utilização do omeprazol, você deve informar o seu médico sobre a presença das seguintes condições:
reação alérgica a este tipo de medicamento ou a quaisquer outros medicamentos; outros tipos de alergias,
como a algum alimento, corante, conservante ou a animais. A presença de outros problemas de saúde pode
afetar o uso deste medicamento. Avise ao seu médico se você apresentar: doença no fígado ou história de
doença hepática – essa doença pode levar ao aumento do omeprazol no seu organismo.
Lúpus eritematoso cutâneo subagudo (LECS) tem sido relatado com o uso de inibidores da bomba de prótons
(IBPs). Procure o seu médico imediatamente se ocorrerem lesões, especialmente em áreas da pele expostas ao
sol, principalmente se acompanhadas de artralgia (dor nas juntas), pois ele poderá considerar a descontinuação
do tratamento. A ocorrência de LECS com tratamento prévio com IBPs pode aumentar o risco de LECS com
outros IBPs.
Pacientes que interrompem um tratamento prolongado com medicamentos inibidores da bomba de prótons,
como omeprazol, possuem o risco de sofrer de hipersecreção gástrica de rebote. Seu médico poderá orientar
uma redução gradual da dose até a interrupção completa do tratamento.
Mulheres grávidas: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Atenção: Contém sacarose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de
sacarose-isomaltase. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes. Este medicamento não
deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-
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absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, dióxido de titânio que
podem, eventualmente, causar reações alérgicas.
O uso de omeprazol com alguns tipos de medicamentos não é recomendado, mas poderá ser necessário. Nesses
casos, seu médico poderá alterar a dose e a frequência dos medicamentos, como por exemplo: atazanavir,
clorazepato, delavirdina, metotrexato.
A utilização de álcool e tabaco também pode causar interações com alguns medicamentos. Converse com seu
médico a respeito.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não
use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Cápsula de gelatina dura de 10 mg, na cor azul na cabeça e branca no corpo, contendo pelletes branco a bege
claro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar as cápsulas com líquido, por via oral imediatamente antes das refeições, preferencialmente
pela manhã. Para pacientes que tiverem dificuldade em engolir, as cápsulas podem ser abertas e os
microgrânulos intactos misturados com pequena quantidade de suco de frutas ou água fria e tomados
imediatamente. Os microgrânulos não devem ser mastigados e nem misturados com leite antes da
administração. Pode demorar vários dias até que ocorra alívio das dores estomacais. Para ajudar no alívio
dessas dores, podem ser usados antiácidos junto com omeprazol, salvo orientação contrária do seu médico.
Utilize este medicamento durante o tratamento estabelecido pelo seu médico e mesmo que você já esteja se
sentindo bem, só interrompa o tratamento quando seu médico assim determinar.
- Adultos
Úlceras duodenais: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante duas a quatro semanas. Úlceras
gástricas e esofagite de refluxo: 20 mg uma vez ao dia, antes do café da manhã, durante quatro a oito
semanas.
Profilaxia de úlceras duodenais e esofagite de refluxo: 10 mg ou 20 mg antes do café da manhã.
Síndrome de Zollinger-Ellison: a dosagem deve ser individualizada de maneira a se administrar a menor
dose capaz de reduzir a secreção gástrica adequadamente. A posologia inicial é normalmente de 60 mg em
dose única; posologias superiores a 80 mg ao dia devem ser administradas em duas vezes.
- Esofagite de refluxo em crianças
Crianças com mais de 1 ano de idade: 10 mg em dose única administrada pela manhã com o auxílio de
líquido (água ou suco de frutas; mas não leite).
Crianças acima de 20 kg: 20 mg. Caso a criança tenha dificuldade para engolir, as cápsulas podem ser abertas
e o seu conteúdo pode ser misturado com líquido (água ou suco de frutas; mas não em leite) e ingerido
imediatamente. Se necessária, a dose poderá ser aumentada, a critério médico, até, no máximo, 40 mg ao dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma dose, procure tomá-la assim que possível. Se estiver próximo ao horário da
dose seguinte, despreze a dose esquecida e volte ao seu esquema normal. Não tome duas doses ao mesmo
tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Informe ao seu médico da ocorrência de efeitos, tais como:
Reação comum (ocorre entre ≥ 1% e < 10% dos pacientes): cefaleia (dor de cabeça), diarreia, constipação,
dor abdominal, náusea, flatulência (gases), vômito, regurgitação, infecção do trato respiratório superior,
tontura, rash (erupção cutânea), astenia (fraqueza), dor nas costas e tosse.
Reação incomum (ocorre entre ≥ 0,1% e < 1% dos pacientes): parestesia (sensação de formigamento),
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sonolência, insônia, vertigem. Aumento das enzimas hepáticas (alanina, aminotransferase, transaminase-
glutâmico-oxalacética-sérica, transpeptidase-gamaglutamil, fosfatase alcalina e bilirrubina). Erupção ou
prurido, urticária, mal-estar.
Reação rara (ocorre entre ≥ 0,01% e < 0,1% dos pacientes): confusão mental reversível, agitação,
agressividade, depressão, alucinações (especialmente em estado grave), ginecomastia (crescimento de mamas
em homens), xerostomia (boca seca), trombocitopenia (diminuição das plaquetas no sangue), agranulocitose
(diminuição dos glóbulos brancos do sangue), pancitopenia (diminuição das células do sangue), encefalopatia
hepática (em pacientes com insuficiência hepática grave pré-existente), hepatite com ou sem icterícia,
insuficiência hepática, artralgia (dor nas articulações), fraqueza muscular, mialgia (dor muscular),
fotossensibilidade (sensibilidade á luz), eritema multiforme (manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas,
ulcerações que podem acontecer em todo o corpo), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação
alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necrólise epidérmica tóxica (grandes
extensões da pele ficam vermelhas e morrem), alopecia (queda de cabelo), reações de hipersensibilidade
(angioedema, febre, broncoespasmo, nefrite intersticial, choque anafilático), aumento da transpiração, edema
periférico, turvação da visão, alteração do paladar, hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no
sangue), lúpus eritematoso cutâneo subagudo (lesões vermelhas ou acastanhadas principalmente nas áreas da
pele comumente expostas ao sol).
Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e não necessitam de atenção médica. Esses efeitos
indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à medicação. Seu
médico pode também ser capaz de lhe dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos
indesejáveis. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem ou incomodarem ou se você tiver
dúvidas.
- Experiência pós-comercialização: As reações adversas descritas abaixo foram identificadas durante a
comercialização de omeprazol. Estas reações foram relatadas espontaneamente por uma população de tamanho
desconhecido, portanto não é possível estimar a real frequência ou estabelecer uma relação de causalidade
com o medicamento.
Desordens cardíacas: angina, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), bradicardia (diminuição da
frequência cardíaca), palpitação.
Desordens da pele e tecido subcutâneo: eritema nodoso (nódulos vermelhos na pele), rash (erupção
cutânea), inflamação da pele, petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele), púrpura (presença de sangue
fora dos vasos), pele seca.
Desordens do ouvido e labirinto: tinido (zumbido).
Desordens do sistema linfático e hematológicas: anemia, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no
sangue), leucocitose (aumento dos glóbulos brancos no sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no
sangue), anemia hemolítica (anemia causada pela quebra de hemácias), anemia megaloblástica (produção de
hemácias gigantes e imaturas).
Desordens do sistema nervoso: tremor, letargia.
Desordens do sistema reprodutivo e mama: dor testicular.
Desordens do tecido músculo esquelético e conectivo: dor nas costas, espasmo muscular (cãibra), distúrbio
muscular, fratura óssea, miosite (inflamação muscular), dor nos membros inferiores, rabdomiólise (ruptura
das fibras musculares).
Desordens gastrintestinais: pancreatite, cólon irritável, descoloração fecal, estomatite, colite microscópica
(inflamação do cólon), gastrite atrófica, polipose glandular fúndica de estômago (tipo de pólipo),
hipergastrinemia (secreção excessiva de gastrina), esofagite (inflamação no esôfago), duodenite (inflamação
no duodeno), distensão abdominal, hipersecreção ácida de rebote (elevação anormal da produção de ácido
estomacal) após interrupção abrupta da medicação. Durante o tratamento prolongado, foi observada alta
frequência de aparecimento de cistos glandulares gástricos. Essas alterações são consequências fisiológicas da
pronunciada inibição da secreção ácida, sendo benignas e parecendo reversíveis.
Desordens genéticas, familiares ou congênitas: mutação genética.
Desordens gerais e problemas no local de administração: fadiga (cansaço), dor no peito, edema periférico
(inchaço em braços e pernas), atrofia da mucosa da língua.
Desordens hepatobiliares: necrose hepática, doença hepatocelular, doença colestática (doença das vias
biliares).
Desordens metabólicas e nutricionais: hipomagnesemia (diminuição da concentração de magnésio no
sangue), hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), hipercalemia (aumento da concentração de potássio
no sangue), diminuição da absorção de vitamina B12, anorexia (diminuição do apetite).
Desordens oculares: diplopia (visão dupla), irritação e inflamação ocular, síndrome do olho seco, atrofia
óptica (perda de fibras do nervo óptico), neuropatia óptica isquêmica anterior (infarto do nervo óptico) e
neurite óptica (inflamação do nervo óptico).
Desordens psiquiátricas: desordens psiquiátricas, desordens do sono, apatia, nervosismo, ansiedade, sonhos
anormais.
Desordens renais e urinárias: polaciúria (aumento da frequência urinária), nefrite intersticial (inflamação do
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tecido renal), piúria microscópica (presença de leucócitos na urina), proteinúria (presença de proteína na
urina), hematúria (presença de hemácias na urina), glicosúria (presença de glicose na urina), lesões renais,
dificuldade urinária.
Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais: epistaxe (sangramento nasal), dor de garganta, dispneia
(dificuldade para respirar).
Desordens vasculares: hipotensão (diminuição da pressão arterial), vasculite leucoclástica cutânea
(inflamação em vaso sanguíneo).
Infecções e infestações: infecções do trato urinário, pneumonia, candidíase esofágica, diarreia por
Clostridium difficile, superinfecção.
Investigação: creatinina sérica elevada, aumento da pressão arterial, aumento de peso.
Lesão, envenenamento ou complicações por procedimentos: efeito carcinogênico.
Neoplasias benignas, malignas e indefinidas: câncer gastroduodenal tem sido reportado em pacientes com
síndrome Zollinger-Ellison em tratamentos longos com omeprazol e acredita-se ser uma manifestação da
doença subjacente, que é conhecido por estar associado com tais tumores.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os sinais de uma provável superdosagem são: visão embaçada, confusão, sonolência, secura na boca,
batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, dor generalizada, dor de cabeça, suor excessivo, náusea ou
vômito. Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e não necessitam de atenção médica. Esses efeitos
indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à medicação. Seu
médico pode também ser capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos.
Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem ou se você tiver dúvidas a respeito de: dor de
estômago ou no abdômen; dor nas costas, dor no corpo, dor no peito, constipação (prisão de ventre), tosse,
diarreia ou fezes amolecidas, dificuldade para respirar, fraqueza, dor de cabeça, azia, perda da voz, dor
muscular, nariz entupido, náusea ou vômito, coriza, erupção ou coceira na pele, sintomas de resfriado, cansaço
ou sonolência anormais.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0583.0969
Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP – CEP: 13186-901
CNPJ: 45.992.062/0001-65
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Produzido por: EMS S/A
Hortolândia/SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
SAC: 0800-747 60 00
bula-pac-725848-GER-v1
-- 5 of 21 --
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº. expediente Assunto Data do
expediente
Nº. expediente Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações relacionadas
05/05/2020 1392690/20-0
10459 - GENÉRICO
-
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
Submissão eletrônica para
disponibilização do texto de
bula no Bulário eletrônico da
ANVISA.
VP/VPS
Embalagem contendo 14, 30*, 60*, 90*
ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar
23/04/2021 1556065/21-1
10452 - GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – publicação
no Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Embalagem contendo 14, 30*, 60*, 90*
ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar
27/08/2021 3380009/21-1
10452 - GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – publicação
no Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O que devo saber antes de
usar este
medicamento?
8. Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
VP Embalagem contendo 14,30*, 60*, 90*
ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar 5. Advertências e precauções
9. Reações adversas VPS
26/04/2022 2536831/22-1
10452 - GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA DIZERES LEGAIS VP / VPS
Cápsula dura de liberação retardada de
10 mg. Embalagem contendo 14, 30*,
60*, 90* e 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
- -
10452 - GENÉRICO
-
Notificação de
Alteração de Texto
de Bula – RDC
60/12
NA NA NA NA
3. Quando não devo usar
este medicamento?
4. O que devo saber antes
de usar este medicamento?
Dizeres Legais
VP Cápsula dura de liberação retardada de
10 mg. Embalagem contendo 14, 30*,
60*, 90* ou 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
-- 6 of 21 --
4. Contraindicações
5. Advertências e
Precauções
Dizeres Legais
VPS
-- 7 of 21 --
omeprazol
GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Cápsula dura de liberação retardada
20 mg e 40 mg
-- 8 of 21 --
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
omeprazol
“Medicamento Genérico, Lei n°. 9.787, de 1999”
APRESENTAÇÕES
Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg. Embalagem contendo 7, 14, 28, 30*, 60*, 90* ou 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
Cápsula dura de liberação retardada de 40 mg. Embalagem contendo 07, 14, 28, 30*, 60*, 90* ou 350**
unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 2 ANOS E COM MAIS DE 20 KG
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula dura de liberação retardada de 20 mg contém:
omeprazol..........................................................................................................................................................20 mg
excipiente* q.s.p..........................................................................................................................1 cap dura lib retard
*manitol, lactose, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico,
Componentes da cápsula: azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, amarelo de tartrazina, óxido de ferro
vermelho, dióxido de titânio e gelatina.
Cada cápsula dura de liberação retardada de 40 mg contém:
omeprazol...........................................................................................................................................................40 mg
excipiente* q.s.p...........................................................................................................................1 cap dura lib retard
*manitol, lactose, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose e álcool cetílico.
Componentes da cápsula: vermelho allura 129, azul brilhante, dióxido de titânio e gelatina.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O omeprazol cápsula dura de liberação retardada é indicado para:
• Tratamento de úlcera duodenal (intestino) em adultos;
• Tratamento de úlcera gástrica (estômago) benigna em adultos;
• Erradicação da bactéria Helicobacter pylori para reduzir o risco de retorno da úlcera duodenal (intestino) em
adultos. Muitas vezes esse tratamento é realizado em combinação com antibióticos adequados como a
claritromicina e amoxicilina;
• Tratamento da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) sintomático (doença causada pela volta do conteúdo
do estômago para o esôfago). O medicamento é indicado para o tratamento da azia e outros sintomas causados por
essa doença em pacientes pediátricos acima de 2 anos e com mais de 20 Kg e adultos;
• Tratamento da Esofagite Erosiva (inflamação do esôfago) causada pelo Refluxo Gastroesofágico em pacientes
pediátricos acima de 2 anos e com mais de 20 Kg e adultos;
• Manutenção da cicatrização da Esofagite Erosiva (inflamação do esôfago) causada pelo Refluxo Gastresofágico
em pacientes pediátricos acima de 2 anos e com mais de 20 Kg e adultos;
• Tratamento do excesso de produção de ácido no estômago em adultos causada por doenças como a síndrome de
Zollinger-Ellison, adenomas endócrinos múltiplos e a mastocitose sistêmica.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O omeprazol cápsulas duras de liberação retardada é um medicamento inibidor da bomba de prótons (IBP) e
consequentemente reduz a quantidade de ácido no seu estômago.
O início da ação do omeprazol ocorre em uma hora, com o efeito máximo ocorrendo dentro de duas horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Contraindicações
O omeprazol cápsula dura de liberação retardada é contraindicado a pacientes alérgicos aos benzimidazóis
substituídos (medicamentos que incluem o omeprazol e outros com estrutura química semelhante, como, por
exemplo, o pantoprazol) ou a qualquer componente da formulação. As reações de hipersensibilidade (alérgicas)
podem incluir anafilaxia (reações alérgicas muito intensas), choque anafilático (colapso provocado por uma intensa
-- 9 of 21 --
reação alérgica), angioedema (inchaço), broncoespasmo (dificuldade em respirar), nefrite tubulointersticial aguda
(inflamação/infecção nos rins) e urticária (coceira na pele). (vide “8. Quais os males que este medicamento pode me
causar? - Advertências e precauções”).
Para informações sobre quando não se deve utilizar os antibióticos (claritromicina e amoxicilina) geralmente
indicados em combinação com omeprazol (vide “1. Para que este medicamento é indicado?), consultar a seção “3.
Quando não devo usar este medicamento?” das bulas dos antibióticos.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes recebendo medicamentos contendo rilpivirina.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e precauções
Antes da utilização deste medicamento, você deve informar o seu médico sobre reação alérgica a este tipo de
medicamento ou a quaisquer outros medicamentos, ou outros tipos de alergias.
• Presença de Malignidade Gástrica (câncer no estômago)
A resposta dos sintomas ao tratamento com omeprazol não exclui a presença de malignidade gástrica (câncer no
estômago). A presença de qualquer sintoma de alarme, como perda de peso não intencional, vômitos recorrentes
ou com sangue, fezes sanguinolentas, deve ser informada a seu médico, o qual poderá providenciar investigações
adicionais.
• Nefrite Tubulointersticial Aguda (inflamação/infecção nos rins)
A nefrite tubulointersticial aguda já foi observada em pacientes que fizeram o uso deste medicamento e pode
ocorrer em qualquer momento durante o tratamento. Seus sinais e sintomas são variados, desde reações de
hipersensibilidade (alergia) até sintomas inespecíficos de diminuição da função nos rins, como náusea, mal-estar
e anorexia (distúrbio alimentar). Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar uma diminuição da
quantidade de urina ou sangue na urina.
• Diarreia associada a bactéria Clostridium difficile
O tratamento com IBP, como o omeprazol, pode aumentar o risco de infecção por bactéria Clostridium difficile,
especialmente em pacientes hospitalizados. Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar diarreia que
não melhora, fezes aquosas, dor no estômago e febre que não passa, assim como se você está fazendo uso de
antibióticos junto com omeprazol.
• Fratura (quebra/lesão) Óssea
O tratamento com Inibidores da Bomba de Prótons (IBP) pode estar associado a um aumento do risco de fraturas
relacionadas à osteoporose no quadril, no punho ou na coluna. O risco de fratura foi maior em pacientes que
receberam altas doses e tratamento a longo prazo com IBP (um ano ou mais). Informe ao seu médico se você tem
osteoporose.
• Reações adversas cutâneas (na pele) graves
Reações adversas graves foram relatadas com o uso de omeprazol, incluindo Síndrome de Stevens-Johnson e
Necrólise Epidérmica Tóxica (formas graves de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes
áreas do corpo), reações medicamentosas com eosinofilia e sintomas sistêmicos (reações de hipersensibilidade) e
pustulose exantemática aguda (erupções com pus na pele). Interrompa o uso de omeprazol aos primeiros sinais ou
sintomas de reações adversas cutâneas graves ou outros sinais de hipersensibilidade e informe ao seu médico
imediatamente.
• Lúpus Eritematoso Cutâneo (na pele) e Sistêmico (em todo o corpo)
Lúpus eritematoso cutâneo (na pele) e lúpus eritematoso sistêmico (em todo o corpo) são doenças inflamatórias
autoimunes (células de defesa do organismo atacam outras células ou órgãos do corpo) relatadas em pacientes que
tomam IBP, incluindo o omeprazol. Foram relatados tanto o desenvolvimento de lúpus eritematoso quanto a piora
da doença já existente. Evite o uso de IBP por mais tempo do que indicado pelo seu médico. Se você observar
sinais ou sintomas como lesões, especialmente nas áreas da pele expostas ao sol e se acompanhada de dor nas
juntas (artralgia), informe imediatamente ao seu médico.
• Interação com clopidogrel
Evite o uso concomitante de omeprazol com clopidogrel (vide “Interações medicamentosas”).
• Deficiência de cianocobalamina (vitamina B-12)
O tratamento diário, com qualquer medicação ácido-supressora, durante um longo período de tempo (por exemplo,
mais de 3 anos), pode levar à má absorção de cianocobalamina (vitamina B-12) causada por hipocloridria ou
acloridria (baixa ou ausência de produção de ácido do estômago). Os sintomas mais comuns relacionados a
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deficiência desta vitamina são: anemia, fraqueza, cansaço, perda de memória, lesões na língua, formigamento ou
dormência nos pés, mãos, braços e/ou pernas e transtornos depressivos. Caso você apresente um ou mais destes
sintomas procure seu médico.
Referência: Paniz C. et al. Fisiopatologia da deficiência de vitamina B12 e seu diagnóstico laboratorial. J. Bras.
Patol. Med. Lab. 41 (5) Outubro 2005.
• Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue) e Metabolismo Mineral
Hipomagnesemia tem sido raramente relatada em pacientes tratados com IBP por pelo menos três meses, na
maioria dos casos após um ano de tratamento. Eventos adversos graves incluem tetania (contração involuntária de
alguns músculos), arritmias (frequência cardíaca anormal) e convulsões. A hipomagnesemia pode levar a
hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue) e a hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue).
Informe ao médico caso apresente histórico de valores baixos de magnésio, potássio ou cálcio no sangue, ou tenha
hipoparatireoidismo, pois o monitoramento dos níveis desses minerais no sangue pode ser necessário.
Se você faz uso prolongado de omeprazol com digoxina ou diuréticos, informe aos profissionais de saúde para que
estes avaliem a necessidade de exames adicionais.
• Interação com Erva de São João ou rifampicina
O uso concomitante de omeprazol com esses medicamentos deve ser evitado (vide “Interações medicamentosas”).
• Interações com exames diagnósticos para Tumores Neuroendócrinos
A quantidade no sangue de uma substância chamada cromogranina A aumenta devido à diminuição da acidez do
estômago produzida pelo uso de medicamentos como o omeprazol. O aumento dessa substância no sangue pode
interferir em exames diagnósticos de tumores neuroendócrinos (tumores de glândulas do cérebro que produzem
hormônios). Informe ao seu médico caso você tenha que realizar um exame diagnóstico de tumores
neuroendócrinos, pois a interrupção temporária do tratamento com omeprazol poderá ser necessária (vide
“Interferência em exames laboratoriais com o uso de omeprazol”).
• Interação com metotrexato
O uso concomitante de IBP como o omeprazol com metotrexato (principalmente em altas doses) pode aumentar e
prolongar a quantidade no sangue de metotrexato e/ou do seu metabólito, o que pode causar toxicidades
relacionadas ao metotrexato. Informe ao seu médico caso você esteja fazendo uso de metotrexato, pois a
interrupção temporária do tratamento com omeprazol poderá ser necessária (vide “Interações medicamentosas”).
• Pólipos de glândulas fúndicas (crescimento de glândulas do fundo do estômago)
O uso de IBP pode aumentar o risco de pólipos de glândulas fúndicas (crescimento de glândulas do fundo do
estômago) com o uso prolongado, especialmente após um ano. Evite o uso de IBP por mais tempo do que indicado
pelo seu médico.
Populações Específicas
Gravidez
Não existem estudos adequados e bem controlados com o omeprazol em mulheres grávidas. Dados disponíveis
não demonstram um risco aumentado de má formação hereditária grave ou outros resultados adversos na gravidez
com uso de omeprazol no primeiro trimestre. Estudos em animais com doses maiores que as recomendadas para
humanos apresentaram toxicidade reprodutiva.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Amamentação
Dados indicam que o omeprazol pode estar presente no leite materno. Portanto, a decisão sobre continuar ou
descontinuar a amamentação, ou interromper o tratamento com omeprazol deve ser tomada pelo médico em
consideração ao benefício da amamentação para a criança e o benefício do tratamento as mulheres.
Se você estiver grávida, pensando em engravidar ou estiver amamentando, consulte o médico antes de
utilizar este medicamento.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da
lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Idosos
Não existem dados que reportem diferenças na segurança e eficácia, assim como na resposta ao tratamento com
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omeprazol entre os idosos e jovens. Contudo, estudos demonstraram que a eliminação do omeprazol do sangue foi
um pouco diminuída e a concentração de omeprazol no sangue foi aumentada em indivíduos idosos. Por isso, uma
maior sensibilidade de alguns indivíduos idosos ao omeprazol não pode ser descartada.
Crianças
O uso de omeprazol está limitado apenas para crianças acima de 2 anos e com mais de 20 Kg apenas para o
tratamento de: Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) sintomático, Esofagite Erosiva (inflamação do
esôfago) causada pelo Refluxo Gastroesofágico e na Manutenção da cicatrização da Esofagite Erosiva (inflamação
do esôfago) causada pelo Refluxo Gastresofágico.
O responsável deve informar ao médico caso observe alguma reação adversa relacionada ao sistema respiratório
da criança, pois estas reações podem ser mais frequentes entre a faixa etária de 2 a 16 anos (vide “8. Quais os
males que este medicamento pode me causar?”).
Para uso em crianças abaixo de 2 anos e com peso entre 10kg até 20 Kg, para as indicações mencionadas, a
concentração indicada é de 10 mg.
Insuficiência hepática (problemas no fígado) e asiáticos
O omeprazol não é indicado para pacientes com insuficiência hepática e população asiática para manutenção da
cicatrização da Esofagite Erosiva (inflamação do esôfago) causada pelo Refluxo Gastroesofágico, pois esse
medicamento possui a concentração de 10 mg, que é a dose recomendada para esses pacientes.
Interações medicamentosas
Na tabela a seguir constam as informações dos medicamentos ou exames laboratoriais que podem ter seu efeito
alterado pelo uso combinado com omeprazol, assim como os medicamentos que podem alterar o efeito do
omeprazol. Caso você esteja tomando alguns destes medicamentos, informe ao seu médico. Ele dará a melhor
orientação sobre como proceder, pois, poderá ser necessário substituir ou alterar a dose e a frequência destes
medicamentos.
Interações medicamentosas
Medicamentos ou
Exames laboratoriais
Efeito
Antirretrovirais Alguns medicamentos antirretrovirais (por exemplo, rilpivirina,
atazanavir e nelfinavir), quando usados concomitantemente com o
omeprazol, podem ter o efeito antiviral reduzido e resistência a estes
medicamentos. O uso de rilpivirina concomitante com omeprazol é
contraindicado. Também deve ser evitado o uso concomitante de
atazanavir e nelfinavir com omeprazol. Antirretrovirais (por exemplo,
saquinavir) quando usado concomitantemente com omeprazol podem
ter a toxicidade aumentada. Para informações sobre interações
medicamentos com outros antirretrovirais, consultar a bula dos
medicamentos antirretrovirais específicos.
varfarina Pode ocorrer aumento da INR e tempo de protrombina (relacionados
ao tempo de coagulação sanguínea) em pacientes com uso de IBP,
incluindo omeprazol, podendo levar a sangramento anormal e até a
morte.
metotrexato A utilização concomitante de omeprazol com metotrexato
(principalmente em doses altas) pode elevar e prolongar as
concentrações de metotrexato e/ou do seu metabólito no sangue,
levando a possibilidade de toxicidade do metotrexato.
clopidogrel A utilização concomitante de omeprazol 80 mg com clopidogrel reduz
a concentração do metabólito do clopidogrel no sangue e também
diminui a inibição das plaquetas (redução das células que realizam a
coagulação sanguínea).
citalopram A utilização de omeprazol com citalopram promove o aumento da
exposição (concentração na circulação sanguínea) do citalopram,
levando a um aumento no risco de prolongamento do intervalo QT
(alteração grave dos batimentos cardíacos).
cilostazol A utilização concomitante de omeprazol com cilostazol aumenta a
exposição (concentração na circulação sanguínea) de um dos
metabólitos ativos do cilostazol.
fenitoína A utilização concomitante de omeprazol com fenitoína aumenta a
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exposição (concentração na circulação sanguínea) da fenitoína.
diazepam A utilização concomitante de omeprazol com diazepam aumenta a
exposição (concentração na circulação sanguínea) do diazepam.
digoxina A utilização concomitante de omeprazol com digoxina aumenta a
exposição (concentração na circulação sanguínea) da digoxina.
Medicamentos dependentes do
pH gástrico (do estômago)
para absorção (por exemplo,
sais de ferro, erlotinibe,
dasatinibe, nilotinibe,
micofenolato de mofetila,
cetoconazol/itraconazol)
O omeprazol pode reduzir a absorção desses medicamentos devido à
redução da acidez no estômago. O uso de micofenolato de mofetila em
pacientes transplantados deve ser monitorado.
Tratamento combinado com
claritromicina e amoxicilina
A administração concomitante de claritromicina com outros
medicamentos pode levar a reações adversas graves, incluindo
arritmias (frequência cardíaca anormal) potencialmente fatais, e está
contraindicada. A amoxicilina também apresenta interações
medicamentosas.
Para mais informações consultar a seção “3. Quando não devo usar
este medicamento?" e a seção “4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?” nas bulas de claritromicina e amoxicilina.
tacrolimo A utilização concomitante de omeprazol com tacrolimo pode promover
aumento da exposição (concentração na circulação sanguínea) do
tacrolimo.
Outros medicamentos Existem relatos clínicos da interação de medicamentos como
ciclosporina e dissulfiram com omeprazol.
Efeito de outros
medicamentos em
omeprazol
Alguns medicamentos indutores das enzimas CYP2C19 ou CYP3A4
como erva de São João, rifampicina e ritonavir podem diminuir a
exposição (concentração na circulação sanguínea) de omeprazol.
Medicamentos que são inibidores das enzimas CYP2C19 ou CYP3A4
como o voriconazol podem aumentar a exposição (concentração na
circulação sanguínea) de omeprazol.
Interferência em exames
laboratoriais com o uso de
omeprazol
Informe ao seu médico caso esteja fazendo alguma investigação para
diagnóstico de tumores neuroendócrinos (tumores de glândulas do
cérebro que produzem hormônios), pois talvez seja necessária a
interrupção temporária do uso de omeprazol, visto que esse
medicamento pode aumentar os níveis de cromogranina A, geralmente
avaliada neste diagnóstico.
O omeprazol também pode causar interação com teste de estimulação
do hormônio secretina e gerar resultados falso-positivos em testes de
urina para THC (tetrahidrocanabinol).
Carcinogênese, mutagênese, prejuízo da fertilidade
Estudos em ratos mostraram a ocorrência de tumores gástricos e cerebrais, hiperplasia (aumento de células
benignas) e tumores de células ECL (células neuroendócrinas encontradas nas glândulas da mucosa do estômago)
após uso de elevadas doses de omeprazol. Também foram relatados danos genéticos em ensaios in vitro com
linfócitos humanos, in vivo e em células da medula óssea. Em contrapartida, o Teste de Ames (estudo realizado
com bactérias para verificar o potencial de substâncias causarem mutação genética) mostrou ausência de
mutagenicidade. Também não foram observados efeitos sobre a fertilidade e o desempenho reprodutivo de ratos.
Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/cápsula.
Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
Contém sacarose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g/cápsula
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Cápsula dura de liberação retardada de 20 mg:
Atenção: Contém os corantes azul brilhante, vermelho de eritrosina dissódica, amarelo de tartrazina, óxido
de ferro vermelho e dióxido de titânio
Este produto contém amarelo de TARTRAZINA, que pode causar reações alérgicas, como a asma,
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especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.
Cápsula dura de liberação retardada de 40 mg:
Atenção: Contém os corantes vermelho allura 129, azul brilhante e dióxido de titânio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Aspecto do medicamento:
Cápsula de gelatina dura de 20 mg, na cor caramelo na cabeça e rosa no corpo, contendo peletes branco a bege
claro.
Cápsula de gelatina dura de 40 mg, na cor azul na cabeça e branca no corpo, contendo peletes branco a bege claro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
O omeprazol cápsula dura de liberação retardada deve ser administrado via oral, antes das refeições,
preferencialmente pela manhã.
Tome omeprazol cápsulas duras de liberação retardada, tal como prescrito pelo seu médico.
Não altere a sua dose ou pare de tomar as cápsulas duras de liberação retardada de omeprazol sem falar com o seu
médico.
As cápsulas duras de liberação retardada de omeprazol são geralmente tomadas uma vez por dia. Seu médico lhe
dirá a hora do dia para tornar, com base em sua condição médica.
Pode demorar vários dias até que ocorra alívio das dores estomacais.
Os antiácidos podem ser utilizados concomitantemente com cápsulas duras de liberação retardada de omeprazol.
Ingerir a cápsula inteira de omeprazol com água potável. Não mastigar nem esmagar as cápsulas.
Para pacientes que tiverem dificuldade em engolir, as cápsulas podem ser abertas conforme descrito a seguir:
1. Em um recipiente limpo, adicionar uma colher de sopa de purê de maça. O purê de maça não pode estar
quente e deve ser macio o suficiente para que seja engolido pelo paciente sem a necessidade de mastigar.
2. Abrir a cápsula com cuidado para evitar perda do conteúdo.
3. Esvaziar a cápsula no recipiente onde o purê de maça foi colocado. Tenha certeza de que não restou
microgrânulos nas cápsulas.
4. Misturar delicadamente os microgrânulos do medicamento com o purê de maça. A mistura deve ser feita
delicadamente para evitar que os microgrânulos sejam amassados.
5. Engolir a mistura de purê de maçã com os microgrânulos imediatamente após o preparo com o auxílio de
um copo de água fresca. Tenha certeza de que todos os microgrânulos foram engolidos e que não há sobras
no recipiente onde fez a mistura. A mistura não deve ser guardada para uso posterior.
6. Os microgrânulos não devem ser mastigados, amassados e nem misturados com leite antes da administração.
Posologia
Posologia recomendada para adultos por indicação
A tabela a seguir demonstra a posologia recomendada de omeprazol cápsula dura de liberação retardada em
pacientes adultos por indicação.
Posologia em pacientes adultos por indicação.
Indicação Posologia (via oral) Duração do tratamento
Tratamento de úlcera
duodenal (intestino)
20 mg por dia 4 semanas*
Tratamento Triplo
omeprazol 20 mg
amoxicilina 1000 mg
10 dias
Em pacientes com úlcera
presente no início do tratamento,
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Erradicação da bactéria
Helicobacter pylori para
reduzir o risco de retorno da
úlcera duodenal (intestino)
claritromicina 500 mg
Tomar os 3 medicamentos 2
vezes ao dia
o médico poderá indicar a
continuação do uso de
omeprazol 20 mg uma vez ao dia
por mais 18 dias para
cicatrização da úlcera e alívio
dos sintomas.
Tratamento duplo
omeprazol 40 mg uma vez ao dia
claritromicina 500 mg três vezes
ao dia
14 dias
Em pacientes com úlcera
presente no início do tratamento,
o médico poderá recomendar a
continuação do uso por 14 dias
adicionais de omeprazol 20 mg
uma vez ao dia para cicatrização
da úlcera e alívio dos sintomas.
Tratamento de úlcera gástrica
(estômago) benigna
40 mg uma vez ao dia 4 a 8 semanas
Tratamento da Doença do
Refluxo Gastroesofágico
(DRGE) sintomático
20 mg uma vez ao dia Até 4 semanas
Tratamento da Esofagite
Erosiva (inflamação do
esôfago) causada pelo Refluxo
Gastroesofágico
20 mg uma vez ao dia 4 a 8 semanas1
Manutenção da cicatrização
da Esofagite Erosiva
(inflamação do esôfago)
causada pelo Refluxo
Gastroesofágico
20 mg uma vez ao dia** Os estudos controlados não se
estendem além de 12 meses.
Tratamento do excesso de
produção de ácido no
estômago em adultos causado
por doenças como a síndrome
de Zollinger-Ellison,
adenomas endócrinos
múltiplos e mastocitose
sistêmica.
A dose inicial é de 60 mg uma
vez ao dia; ajustar-se às
necessidades do paciente. As
doses diárias maiores que 80 mg
devem ser administradas em
doses divididas.
Doses de até 120 mg três vezes ao
dia foram administradas.
O uso do omeprazol não é
limitado e poderá ser indicado
pelo médico pelo tempo que este
julgar necessário. Alguns
pacientes com síndrome de
Zollinger-Ellison podem ter uso
prolongado de omeprazol.
* A maioria dos pacientes se recupera em 4 semanas; alguns pacientes podem necessitar de 4 semanas adicionais
de tratamento para alcançar a recuperação.
** Nos casos em que o médico recomendar a redução da dose para 10 mg uma vez por dia em pacientes com
insuficiência hepática (problemas no fígado) e pacientes asiáticos para a manutenção da cicatrização da Esofagite
Erosiva (inflamação do esôfago) causada pelo refluxo gastroesofágico, o uso de omeprazol é indicado, pois há
disponibilidade deste medicamento na concentração de 10 mg (vide “4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?).
1 Se um paciente não responder a 8 semanas de tratamento, podem ser administradas 4 semanas adicionais de
tratamento. Se houver recorrência de sintomas de Esofagite devido ao refluxo ou Doença do Refluxo
Gastroesofágico (por exemplo, azia), podem ser considerados ciclos adicionais de 4 a 8 semanas de cápsulas duras
de omeprazol liberação retardada.
Posologia pediátrica recomendada por indicação
A tabela a seguir demonstra a posologia recomendada de omeprazol cápsula dura de liberação retardada em
pacientes pediátricos por indicação.
Posologia pediátrica recomendada por indicação
Indicação Posologia para cápsulas de liberação retardada de omeprazol
Posologia e duração
Idade do
paciente
Posologia Baseada em
Peso (mg) (via oral)
Posologia e duração
Tratamento da Doença
do Refluxo Gastroesofágico
(DRGE) sintomático
Acima de 2 anos Mais de 20 kg: 20 mg Uma vez por dia
até 4 semanas
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Tratamento da Esofagite
Erosiva (inflamação do
esôfago) causada pelo
Refluxo Gastroesofágico
Acima de 2 anos Mais de 20 kg: 20 mg Uma vez por dia por 4 a
8 semanas*
Manutenção da
cicatrização da Esofagite
Erosiva (inflamação do
esôfago) causada pelo
Refluxo Gastroesofágico
Acima de 2 anos Mais de 20 kg: 20 mg Uma vez por dia.
Os estudos controlados
não se estendem além
de 12 meses.
* Se um paciente não responder a 8 semanas de tratamento, podem ser administradas 4 semanas adicionais de
tratamento. Se houver recorrência de sintomas de Esofagite devido ao refluxo ou Doença do Refluxo
Gastroesofágico (por exemplo, azia), podem ser considerados ciclos adicionais de 4 a 8 semanas de omeprazol
cápsulas duras de liberação retardada.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se uma dose de omeprazol cápsula dura de liberação retardada for esquecida, tome-a assim que lembrar. No
entanto, se estiver próximo ao horário da próxima dose, não tome a dose esquecida e tome a próxima dose. Não
tome duas doses ao mesmo tempo, para compensar uma dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Experiências em estudos clínicos com omeprazol
As reações adversas do uso de omeprazol sem combinação com outros medicamentos tem respostas variadas entre
diferentes populações e estudos no mundo. Ensaios clínicos mundiais com pacientes tratados com omeprazol
apresentaram como reações adversas mais comuns (≥ 2% da população estudada): dor de cabeça (7%), dor
abdominal (5%), náusea (4%), diarreia (4%), vômitos (3%) e flatulência (gases) (3%). As reações adversas
adicionais (≥ 1% da população estudada) incluíram regurgitação ácida (2%), infecção do trato respiratório superior
(infecção nariz, faringe, laringe e traqueia) (2%), constipação (prisão de ventre) (2%), tontura (2%), erupção
cutânea (mudança coloração ou textura pele) (2%), astenia (fraqueza) (1%), dor nas costas (1%) e tosse (1%).
Pacientes com mais de 65 anos de idade apresentaram reações adversas semelhantes ao de pacientes com 65 anos
de idade ou menos e pacientes pediátricos apresentaram reações adversas semelhantes ao de pacientes adultos,
com exceção das reações adversas do sistema respiratório, frequentemente relatadas na faixa etária de 2 a 16 anos
e lesões acidentais foram relatadas em (4%) desta população.
Experiências estudos clínicos de omeprazol combinado com outros medicamentos no tratamento para
erradicação de H. pylori
As reações adversas mais frequentes do omeprazol quando utilizado em tratamento duplo (com claritromicina)
foram: alteração do paladar (15%), descoloração da língua (2%), rinite (irritação e inchaço da membrana mucosa
do nariz) (2%), faringite (inflamação na garganta) (1%) e síndrome gripal (1%) e quando usado em tratamento
triplo (com claritromicina e amoxicilina) foram: diarreia (14%), alteração do paladar (10%) e cefaleia (dor de
cabeça) (7%).
Informe ao seu médico da ocorrência de efeitos, tais como:
Reação comum (≥ 1% e < 10%): dor de cabeça, dor abdominal, náusea, diarreia, vômitos, flatulência (gases),
regurgitação ácida, infecção do trato respiratório superior (infecção nariz, faringe, laringe e traqueia), constipação
(prisão de ventre), tontura, erupção cutânea (mudança coloração ou textura da pele), astenia (fraqueza), dor nas
costas e tosse.
As reações adversas consideradas graves para omeprazol são (vide “4. O que devo saber antes de usar este
medicamento?):
• Nefrite tubulointersticial aguda (inflamação/infecção nos rins);
• Diarreia associada a bactéria Clostridium difficile;
• Fratura (quebra/lesão) óssea;
• Lúpus eritematoso cutâneo e sistêmico (doença inflamatória autoimune na pele e no corpo);
• Deficiência de cianocobalamina (vitamina B-12);
• Hipomagnesemia (valor baixo do magnésio no sangue) que pode levar a hipocalcemia (baixos níveis de cálcio
no sangue) e a hipocalemia (baixos níveis de potássio no sangue);
• Pólipos da glândula fúndica (crescimento de glândulas no fundo do estômago).
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Seu médico pode também ser capaz de lhe dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos
indesejáveis. Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem ou incomodarem, ou se você tiver
dúvidas.
Algumas reações adversas abaixo foram identificadas durante a comercialização de medicamentos contendo
omeprazol.
Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade (alérgicas), incluindo anafilaxia (reações alérgicas por todo
o corpo), choque anafilático (colapso provocado por uma intensa reação alérgica), angioedema (inchaço),
broncoespasmo (dificuldade em respirar), nefrite intersticial (inflamação/infecção nos rins), urticária (coceira na
pele); febre; dor; fadiga (cansaço); mal-estar; lúpus eritematoso sistêmico (doença inflamatória autoimune no
corpo).
Cardiovasculares (sistema circulatório): dor no peito, taquicardia (aumento da frequência cardíaca), bradicardia
(diminuição da frequência cardíaca), palpitações, pressão arterial elevada, edema periférico (inchaço nas
extremidades).
Endócrinas (glândulas do corpo): ginecomastia (crescimento de mamas em homens).
Gastrointestinais (do sistema digestivo): pancreatite (inflamação de pâncreas) (algumas fatais), anorexia
(distúrbio alimentar), cólon irritável (distúrbio intestinal), descoloração fecal (nas fezes), candidíase esofágica
(infecção por fungo no esôfago), atrofia (diminuição) da mucosa da língua, estomatite (inflamação da parte interna
da boca), inchaço abdominal, boca seca, colite microscópica (inflamação do cólon), pólipos da glândula fúndica
(crescimento das glândulas no fundo do estômago). Foram relatados tumores gastroduodenais (estomago e/ou
intestino) em pacientes com síndrome Zollinger-Ellison em tratamento a longo prazo com omeprazol.
Hepáticas (doenças que acometem o fígado, o pâncreas e as vias biliares): doença hepática (no fígado)
incluindo insuficiência hepática (algumas fatais), necrose hepática (morte de tecido do fígado) (algumas fatais),
encefalopatia hepática (alteração no estado de consciência por problemas no fígado), doença hepatocelular (células
do fígado), doença colestática (doença nas vias biliares), hepatite mista (doença no fígado), icterícia (coloração
amarelada ou alaranjada na pele e branco dos olhos) e aumento das enzimas hepáticas (do fígado) (alanina,
aminotransferase, aspartato aminotransferase, gama glutamiltransferase, fosfatase alcalina e bilirrubina).
Infecções e Infestações: diarreia associada a bactéria Clostridium difficile.
Distúrbios do Metabolismo e Nutricionais: hipoglicemia (diminuição glicose no sangue), hipomagnesemia
(valor baixo magnésio no sangue), com ou sem hipocalcemia (baixos níveis de cálcio no sangue) e/ou hipocalemia
(baixos níveis de potássio no sangue), ganho de peso.
Musculoesqueléticas (distúrbios ou lesões que ocorrem nos músculos, nervos, articulações entre outros):
fraqueza muscular, mialgia (dor muscular), cãibras musculares, dor nas articulações, dor nas pernas, fratura
(quebra/lesão) óssea.
Sistema Nervoso/Psiquiátrico: distúrbios psiquiátricos e do sono, incluindo depressão, agitação, agressividade,
alucinações, confusão, insônia, nervosismo, apatia (perda de interesse), sonolência, ansiedade e anormalidades dos
sonhos (sonhos anormais), tremores, parestesia (sensação de formigamento), vertigem (sensação de girar quando
está tudo parado).
Respiratórias: epistaxe (sangramento nasal), dor faríngea (dor de garganta).
Pele: reações cutâneas (pele) generalizadas graves, incluindo necrólise epidérmica tóxica (formas graves de reação
alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) (algumas fatais), síndrome de Stevens-
Johnson, lúpus eritematoso cutâneo (doença inflamatória autoimune na pele) e eritema multiforme (manchas
vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que podem acontecer em todo o corpo), fotossensibilidade
(sensibilidade a luz), urticária (coceira na pele), erupção (mudança coloração ou textura), inflamação da pele,
prurido (coceira), petéquias (pequenos pontos vermelhos na pele), púrpura (manchas vermelhas na pele), alopecia
(queda de cabelo), pele seca, hiperidrose (suor excessivo).
Alterações sensoriais: zumbido, perversão gustativa (alteração paladar).
Oculares (visão): atrofia óptica (perda de fibras do nervo óptico), neuropatia óptica isquêmica anterior (inflamação
causada pela diminuição da irrigação sanguínea no olho), neurite óptica (inflamação do nervo do olho), síndrome
do olho seco, irritação ocular (nos olhos), visão turva, visão dupla.
Sistema urinário: nefrite intersticial (inflamação/infecção nos rins), hematúria (presença de células vermelhas na
urina), proteinúria (presença de proteína na urina), creatinina sérica elevada, piúria microscópica (presença de
glóbulos brancos na urina), infecção do trato urinário, glicosúria (presença de glicose na urina), frequência urinária
(urinar várias vezes ao dia), dor testicular (nos testículos).
Hematológicas (sistema sanguíneo): agranulocitose (diminuição dos glóbulos brancos do sangue) (algumas
fatais), anemia hemolítica (anemia causada pelo rompimento de células vermelhas), pancitopenia (diminuição das
células do sangue), neutropenia (diminuição dos neutrófilos no sangue), anemia (diminuição das células vermelhas
do sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulação (plaquetas) no sangue), leucopenia (redução
dos glóbulos brancos no sangue), leucocitose (aumento dos glóbulos brancos no sangue).
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Foram recebidos relatos de superdosagem para omeprazol em humanos. Os sinais de uma provável superdosagem
são: visão embaçada, confusão, sonolência, secura na boca, batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, rubor
(vermelhidão), dor de cabeça, suor excessivo, náusea ou vômito e outras reações adversas já observadas durante o
uso de omeprazol (vide “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?). Não é conhecido nenhum
antídoto específico para superdosagem de omeprazol.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0583.0969
Registrado por: GERMED FARMACÊUTICA LTDA
Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08
Bairro Chácara Assay
Hortolândia/SP – CEP: 13186-901
CNPJ: 45.992.062/0001-65
INDÚSTRIA BRASILEIRA
Produzido por: EMS S/A
Hortolândia/SP
Ou
Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA
Manaus/AM
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
SAC: 0800-747 60 00
Esta bula foi atualizada conforme e Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 03/10/2025.
bula-pac-725848-GER-v2
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Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº. expediente Assunto Data do
expediente
Nº. expediente Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações relacionadas
05/05/2020 1392690/20-0
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
– publicação no
Bulário
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
Submissão eletrônica para
disponibilização do texto de
bula no Bulário eletrônico da
ANVISA.
VP/VPS
Embalagem contendo 14, 30*, 60*,
90* ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar
23/04/2021 1556065/21-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A 9. REAÇÕES ADVERSAS VPS
Embalagem contendo 14, 30*, 60*,
90* ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar
27/08/2021 3380009/21-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
N/A N/A N/A N/A
4. O que devo saber antes de
usar este
medicamento?
8. Quais os males que este
medicamento pode me
causar?
VP Embalagem contendo 14,30*, 60*,
90* ou 350**
cápsulas duras de liberação retardada
*Embalagem fracionada
**Embalagem hospitalar 5. Advertências e precauções
9. Reações adversas VPS
26/04/2022 2536831/22-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC
60/12
NA NA NA NA DIZERES LEGAIS VP / VPS
Cápsula dura de liberação retardada
de 20 mg. Embalagem contendo 07,
14, 28, 30*, 60*, 90* ou 350**
unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
-- 19 of 21 --
06/12/2024 1672066/24-7
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA
Todos os itens em virtude da
utilização de um novo
Referência definido pela
Anvisa.
VP/VPS
Cápsula dura de liberação retardada
de 20 mg. Embalagem contendo 07,
14, 28, 30*, 60*, 90* ou 350**
unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
Cápsula dura de liberação
retardada de 40 mg. Embalagem
contendo 07, 14, 28, 30*, 60*,
90* ou 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
- -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA
4. O que devo saber antes de
usar este
medicamento?
5. Advertências e
Precauções
VP/VPS Cápsula dura de liberação retardada
de 20 mg. Embalagem contendo 07,
14, 28, 30*, 60*, 90* ou 350**
unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
Cápsula dura de liberação
retardada de 40 mg. Embalagem
contendo 07, 14, 28, 30*, 60*,
90* ou 350** unidades.
*Embalagem fracionável
**Embalagem hospitalar
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Especificações
| Código do Produto | 40192 |
|---|---|
| Marca | EMS |
| Código de Barras | 7896004707419 |
| Princípio ativo | OMEPRAZOL |
| Registro MS | 1058309690053 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Cápsula Dura de Liberação Retardada |
| Classe terapêutica | ANTIULCEROSOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |