Oxycontin 20 Mg Comprimido Revestido De Liberação Prolongada Com 28 Mundipharma Brasil Produtos Medicos E Farmaceuticos Ltda.
Vendido e entregue por Pedpharma
OXYCONTIN
20 MG
CLORIDRATO DE OXICODONA
OXYCONTIN® é indicado para tratar dores moderadas a severas, necessitando administração contínua de analgesia, 24 horas por dia, por tempo prolongado. Funciona como um opioide semelhante à morfina, bloqueando as mensagens de dor enviadas ao cérebro ao atingir a corrente sanguín…
OXYCONTIN é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob prescrição médica com retenção de receita
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Sobre o produto
OXYCONTIN® é indicado para tratar dores moderadas a severas, necessitando administração contínua de analgesia, 24 horas por dia, por tempo prolongado. Funciona como um opioide semelhante à morfina, bloqueando as mensagens de dor enviadas ao cérebro ao atingir a corrente sanguínea.
Especificações
| Código do Produto | 10042600 |
|---|---|
| Marca | OXYCONTIN |
| Código de Barras | 7898586630246 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE OXICODONA |
| Registro MS | 1919800010152 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO DE LIBERAÇÃO PROLONGADA |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
Oxycontin®
Mundipharma Brasil Produtos Médicos e Farmacêuticos Ltda.
Comprimido Revestido de Liberação Prolongada
10mg, 20mg e 40mg
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OXYCONTIN®
cloridrato de oxicodona
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de liberação prolongada disponíveis nas concentrações:
- 10 mg em embalagens com 14 e 28 comprimidos.
- 20 mg em embalagens com 28 comprimidos.
- 40 mg em embalagens com 28 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
OXYCONTIN® 10 mg:
- Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém:
cloridrato de oxicodona ......................................................................................10,00 mg
(equivalente a 8,96 mg de oxicodona)
Excipientes: óxido de polietileno, estearato de magnésio, opadry® branco (hipromelose, hiprolose, dióxido de titânio,
macrogol).
OXYCONTIN® 20 mg:
- Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém:
cloridrato de oxicodona ......................................................................................20,00 mg
(equivalente a 17,9 mg de oxicodona)
Excipientes: óxido de polietileno, estearato de magnésio, opadry® rosa (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol,
polissorbato 80, óxido de ferro vermelho).
OXYCONTIN® 40 mg:
- Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém:
cloridrato de oxicodona ......................................................................................40,00 mg
(equivalente a 35,8 mg de oxicodona)
Excipientes: óxido de polietileno, estearato de magnésio, opadry® amarelo (hipromelose, dióxido de titânio, macrogol,
polissorbato 80, óxido de ferro amarelo).
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
OXYCONTIN® é indicado para o tratamento de dores moderadas a severas, quando é necessária a administração
contínua de um analgésico, 24 horas por dia, por período de tempo prolongado.
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2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
OXYCONTIN® é um opioide que atua como analgésico com ação semelhante à da morfina. Quando OXYCONTIN®
atinge a corrente sanguínea, bloqueia as mensagens de dor que são enviadas ao cérebro.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
OXYCONTIN® é contraindicado nos seguintes casos:
• Pacientes com alergia à oxicodona ou a qualquer outro componente da fórmula;
• Em situações nas quais os opioides são contraindicados, como por exemplo, para pacientes com histórico de
depressão respiratória e/ou insuficiência respiratória, asma brônquica severa;
• Pacientes com hipóxia (diminuição da quantidade de oxigênio no sangue) ou hipercapnia (aumento do gás
carbônico no sangue) aguda ou severa
• Pacientes acometidos ou que apresentem suspeita de íleo paralítico (problema no qual os movimentos
contráteis normais da parede do intestino se detêm temporariamente);
• Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica severa;
• Pacientes com cor pulmonale (insuficiência cardíaca, na qual há diminuição da capacidade do lado direito do
coração, devido à doença pulmonar).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres que estão amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?
A segurança e eficácia da oxicodona em pacientes menores de 18 anos não foram estabelecidas.
Depressão respiratória: A depressão respiratória representa o principal risco de todos os medicamentos com ação
agonista opioide.
Outras condições: Deve-se ter cautela ao se utilizar oxicodona em pacientes idosos debilitados ou pacientes com as
seguintes condições:
• função pulmonar severamente comprometida;
• apneia do sono;
• pacientes que estejam utilizando medicamentos depressores do sistema nervoso central (incluindo álcool) ou
inibidores da MAO (monoaminoxidase)
• tolerância, dependência, síndrome de abstinência;
• dependência psicológica (vício), histórico de abuso de substâncias e/ou álcool;
• lesão craniana, lesão intracraniana ou com aumento da pressão intracraniana, nível reduzido de consciência
sem origem conhecida;
• hipotensão (diminuição da pressão arterial);
• pancreatite;
• função dos rins ou fígado comprometidas;
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• mixedema (uma desordem de pele e tecidos, caracterizada por inchaços principalmente na face e pálpebras);
• hipotireoidismo;
• doença de Addison (doença caracterizada pela baixa produção de alguns hormônios, como o cortisol);
• hipertrofia prostática;
• Alcoolismo;
• psicose tóxica;
• delirium tremens (síndrome de abstinência, caracterizada por alucinações e tremedeira);
• qualquer condição que reduza a motilidade intestinal, incluindo constipação.
Distúrbios da Respiração Relacionados ao Sono
Opioides podem causar distúrbios respiratórios relacionados ao sono, incluindo Apneia Central do Sono (ACS) e
hipoxemia relacionada ao sono. O uso de opioides aumenta o risco de ACS de forma dose-dependente. Em pacientes
com ACS, deve ser considerada a redução da dose total de opioides. Opioides também podem causar piora da Apneia
do Sono pré-existente. (veja seção 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Uso concomitante com depressores do SNC (Sistema Nervoso Central)
O uso concomitante de oxicodona e depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) pode resultar em sedação,
depressão respiratória, coma e morte. Depressores do SNC incluem, mas não se limitam a: álcool, outros opioides,
gabapentinoides como pregabalina, ansiolíticos, sedativos (incluindo benzodiazepínicos), hipnóticos, antipsicóticos,
antidepressivos e fenotiazinas. Devido a esses riscos, tais medicamentos só devem ser utilizados ao mesmo tempo em
casos que um tratamento alternativo aos opioides não seja possível. Nesses casos, o médico irá indicar a dose e duração
de tratamento adequados.
É importante estar atento a sinais e sintomas de depressão respiratória e sedação, como por exemplo, falta de ar,
respiração rápida, cansaço excessivo e sonolência.
Inibidores de MAO
A oxicodona deve ser administrada com cautela em pacientes que estejam utilizando inibidores de monoaminoxidase
(normalmente usados para tratar depressão ou Doença de Parkinson, como os medicamentos que contêm
tranilcipromina, fenelzina, isocarboxazida, moclobemida e linezolida), ou que tenham recebido medicamentos desse
tipo nas duas últimas semanas. Informe seu médico caso tenha utilizado algum medicamento dessa categoria.
Tolerância, Dependência e Transtorno do Uso de Opioides* (abuso e dependência)
Os pacientes podem desenvolver tolerância e dependência física e/ou psicológica após repetidas administrações de
opioides como a oxicodona.
O abuso e o vício são separados e distintos da dependência física e da tolerância. Os profissionais de saúde devem estar
cientes de que o vício pode não ser acompanhado por tolerância e sintomas de dependência física em todos os adictos.
Além disso, o abuso de opioides pode ocorrer na ausência de vício verdadeiro.
A tolerância pode ocorrer tanto para os efeitos desejados quanto para os indesejados dos medicamentos e pode se
desenvolver em taxas diferentes para efeitos diferentes. No caso dos opioides, tais como a oxicodona, a tolerância
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geralmente se desenvolve mais lentamente à analgesia do que à depressão respiratória, e a tolerância aos efeitos da
constipação pode não ocorrer. A tolerância aos efeitos analgésicos de opioides é variável na ocorrência (por exemplo,
em diferentes indivíduos, se são utilizadas doses diferentes, se são utilizados opioides diferentes), mas não absoluta, isto
é, embora a tolerância possa reduzir o efeito analgésico, ela não deve eliminar completamente esse efeito.
O paciente pode desenvolver tolerância analgésica ao medicamento com o uso crônico e pode necessitar de doses
progressivamente maiores para manter o controle da dor (na ausência de progressão da doença ou outros fatores
externos). O uso prolongado de OXYCONTIN® pode levar à dependência física e uma síndrome de abstinência pode
ocorrer após a interrupção abrupta da terapia. Quando um paciente não mais requer tratamento com oxicodona, pode ser
aconselhável reduzir gradualmente a dose para prevenir sintomas de abstinência. Dado o aumento do risco de danos
graves associados ao aumento das doses, o uso de opioides deve ser limitado ao mínimo necessário para controlar a dor,
o que pode ajudar a limitar o desenvolvimento de tolerância e, portanto, de abstinência quando o medicamento é
descontinuado.
Embora o risco de dependência em qualquer indivíduo seja desconhecido, pode ocorrer em pacientes adequadamente
prescritos com oxicodona. A dependência pode ocorrer nas dosagens recomendadas e se o medicamento é mal utilizado
ou abusado (veja seção 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? para o risco de
dependência).
O uso repetido de OXYCONTIN® pode levar ao Transtorno do Uso de Opioides (TUO). Uma dose mais alta e uma
duração mais longa do tratamento com opioides podem aumentar o risco de desenvolver TUO. O abuso ou mau uso
intencional de OXYCONTIN® pode resultar em overdose e/ou morte. O risco de desenvolver TUO é aumentado em
pacientes com histórico pessoal ou familiar (pais ou irmãos) de transtornos por uso de substâncias (incluindo transtorno
por uso de álcool), em fumantes atuais ou em pacientes com histórico pessoal de outros transtornos de saúde mental
(ex.: depressão maior, ansiedade e transtornos de personalidade).
Antes de iniciar o tratamento com OXYCONTIN® e durante o tratamento, devem ser acordados com o médico os
objetivos do tratamento e um plano de descontinuação (veja seção 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Antes e durante o tratamento, o médico também deve informar o paciente sobre os riscos e sinais de TUO. Se esses
sinais ocorrerem, entre em contato com seu médico.
Os pacientes devem ser monitorizados quanto a sinais de alteração de comportamento, como a busca de medicamentos
(por exemplo, solicitações muito precoces de novas prescrições). O médico deve conduzir uma revisão de opioides
concomitantes e drogas psicoativas (como benzodiazepínicos). Para pacientes com sinais e sintomas de TUO, a consulta
com um especialista em dependência deve ser considerada.
*O Transtorno do Uso de Opioides é um padrão problemático de uso de opioides que leva a um prejuízo clinicamente
significativo ou angústia. TUO também foi classificado como Abuso de Opioides ou Dependência de Opioides e tem
sido referido como “vício em opioides”. Os critérios diagnósticos para TUO incluem tolerância e abstinência, mas estes
critérios não são esperados para indivíduos que tomam opioides apenas sob supervisão médica apropriada.
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É esperado que o abuso de formas orais por administração parenteral resulte em eventos adversos sérios, os quais
podem ser fatais.
Opioides não são terapia de primeira linha para dor crônica de origem não maligna, nem são recomendados como único
tratamento. Opioides devem ser utilizados como parte de um programa de tratamento extenso envolvendo outros
medicamentos e modalidades de tratamento. Pacientes com dor crônica de origem não maligna devem ser avaliados e
monitorados com relação ao vício e abuso da substância
Consulte o item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? para informações adicionais sobre os objetivos do
tratamento e descontinuação.
O comprimido deve ser ingerido inteiro, e não quebrado, mastigado ou esmagado. A administração de comprimido
quebrado, mastigado ou esmagado leva a uma rápida liberação e absorção de uma dose potencialmente fatal de
oxicodona (veja seção 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A
INDICADA DESTE MEDICAMENTO?).
Sensibilidade à dor
Pode ocorrer hiperalgesia (excessiva sensibilidade à dor) que não responda a um aumento adicional da dose de
oxicodona, particularmente quando usado em doses elevadas. Nesses casos, seu médico poderá avaliar a necessidade de
redução da dose ou alteração no opioide utilizado no tratamento.
Convulsões: A oxicodona, assim como todos opioides, pode agravar as convulsões em pacientes com transtornos
convulsivos.
Pessoas com dificuldade de deglutição: OXYCONTIN® não deve ser diluído ou umedecido antes de ser colocado na
boca, e deve-se tomar um comprimido por vez, com água suficiente para garantir a imediata deglutição deste.
Deve-se ter especial cautela ao se prescrever OXYCONTIN® a pacientes que apresentem dificuldade de deglutição ou
que apresentem distúrbios gastrintestinais que possam predispor à obstrução.
Utilização em doenças do trato gastrointestinal: Pacientes com distúrbios de trato gastrintestinal, tais como câncer de
esôfago ou câncer de cólon, com lúmen gastrintestinal reduzido apresentam maior risco de desenvolverem
complicações (obstrução intestinal, ou exacerbação de diverticulite, situações que podem requerer intervenção médica
para remoção do comprimido).
Utilização em doenças do trato pancreático/biliar: a oxicodona pode causar espasmo do esfíncter de Oddi [músculo
circular localizado na junção do colédoco (canal do fígado que é a principal via de eliminação de bile) com o duodeno
(parte inicial do intestino)], devendo ser usada com cautela em pacientes com doenças do trato biliar, inclusive
pancreatite aguda. Os opioides, inclusive a oxicodona, podem elevar o nível de amilase sérica (uma enzima).
Abdômen agudo: Em pacientes com quadros de abdômen agudo, a administração de qualquer analgésico opioide,
dentre eles a oxicodona, pode mascarar o diagnóstico ou o curso clínico.
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Utilização no pré e pós-operatório: não é aconselhável a utilização para uso pré-operatório nem no manejo da dor no
período pós-cirúrgico imediato (nas primeiras 12 a 24 horas após a cirurgia).
Efeitos no sistema endócrino
Os opioides, assim como a oxicodona, podem influenciar os eixos hipotalâmico-pituitário-adrenal ou gonadal. Algumas
alterações que podem ser observadas incluem um aumento da prolactina sérica e redução no cortisol e testosterona
plasmáticos (hormônios). Devido a essas alterações hormonais, sintomas clínicos podem se manifestar.
Gravidez e lactação
A oxicodona pode passar pela placenta e causar depressão respiratória no bebê ou outros sintomas de abstinência. Além
disso, a oxicodona também pode passar para o leite materno.
Deve-se evitar o máximo possível o uso deste medicamento em pacientes que estejam grávidas ou amamentando.
Não há dados em humanos disponíveis a respeito do efeito da oxicodona sobre a fertilidade.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres que estão amamentando sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Efeitos na capacidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem ser
prejudicadas.
Este medicamento pode causar doping.
Interações Medicamentosas
O uso concomitante de opioides com medicamentos sedativos, como benzodiazepínicos ou drogas relacionadas,
aumenta o risco de sedação, depressão respiratória, coma e morte, devido ao efeito aditivo de depressão no sistema
nervoso central. A dose e a duração do uso concomitante devem ser limitadas. Drogas que deprimem o sistema nervoso
central incluem, não se limitando a: álcool, outros opioides, gabapentinoides, como a pregabalina, ansiolíticos,
sedativos (incluindo os benzodiazepínicos), hipnóticos, antipsicóticos, antidepressivos e fenotiazinas.
A administração concomitante de oxicodona com anticolinérgicos ou medicamentos com atividade anticolinérgica (por
exemplo, antidepressivos tricíclicos, anti-histamínicos, anti-psicóticos, relaxantes musculares, medicamentos anti-
Parkinson) podem resultar em aumento dos efeitos adversos anticolinérgicos, como: nariz e garganta seca, dilatação da
pupila, aumento da frequência cardíaca, entre outros.
A administração concomitante com inibidores da monoaminoxidase, como por exemplo: tranilcipromina, moclobemida
e a selegina, ou nas duas semanas seguintes à descontinuação do uso é inadequada.
Os antibióticos macrolídeos (por exemplo, claritromicina), agentes antifúngicos azólicos (por exemplo, cetoconazol),
inibidores de protease (por exemplo, ritonavir), e suco de toranja podem levar a um aumento das concentrações de
oxicodona plasmática. Paroxetina e quinidina também podem apresentar este efeito.
Rifampicina, carbamazepina, fenitoína e erva de São João podem levar a uma redução das concentrações plasmáticas de
oxicodona.
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A administração concomitante de oxicodona com drogas serotoninérgicas, como inibidores seletivos da recaptação de
serotonina ou inibidores seletivos da recaptação de serotonina e norepinefrina (antidepressivos), podem causar
toxicidade serotoninérgica. Os sintomas de toxicidade serotoninérgica podem incluir alterações no status mental
(exemplo: agitação, alucinações, coma), instabilidade autonômica (exemplo: aumento da frequência cardíaca, variações
da pressão sanguínea, aumento da temperatura corpórea), anormalidades neuromusculares (exemplo: reflexos
aumentados, descoordenação, rigidez), e/ou sintomas gastrintestinais (exemplo: náusea, vomito, diarreia). Contate seu
médico imediatamente se você estiver sentindo qualquer um desses sintomas. A oxicodona deve ser utilizada com
cautela e pode ser necessária redução da dose em pacientes utilizando esses medicamentos.
Efeitos dos alimentos: Após a ingestão de uma refeição muito gordurosa, as concentrações do pico plasmático podem
ser aumentadas, quando comparado com a administração em jejum.
Suco de toranja e erva de São João podem apresentar efeitos no metabolismo da oxicodona.
Informe ao seu medico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
OXYCONTIN® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30°C), protegido da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use este medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Os comprimidos revestidos de OXYCONTIN® 10 mg são redondos, brancos, gravados com “OP” de um lado e “10” no
outro lado, fornecidos em blister de alumínio plástico transparente com 14 ou 28 comprimidos.
Os comprimidos revestidos de OXYCONTIN® 20 mg são redondos, rosas, gravados com “OP” de um lado e “20” no
outro lado, fornecidos em blister de alumínio plástico transparente com 28 comprimidos.
Os comprimidos revestidos de OXYCONTIN® 40 mg são redondos, amarelos, gravados com “OP” de um lado e “40”
no outro lado, fornecidos em blister de alumínio plástico transparente com 28 comprimidos.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto do medicamento, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
OXYCONTIN® comprimidos possui tecnologia anti-abuso, que dificulta a trituração/maceração do comprimido.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
A natureza da liberação prolongada da formulação permite que OXYCONTIN® seja administrado a cada 12 horas.
Embora a dosagem simétrica (doses matinal e vespertina iguais) a cada 12 horas seja adequada para a maioria dos
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pacientes, alguns deles poderão beneficiar-se de uma dosagem assimétrica (com a dose da manhã diferindo da dose da
tarde), ajustada ao caso. Normalmente é adequado o tratamento com um único opioide, usando-se terapia de 24 horas.
É recomendável que o medicamento seja administrado de maneira consistente em relação ao horário das refeições.
Informações para pacientes e cuidadores:
1. Não ajuste a dose de OXYCONTIN®, exceto com autorização do médico responsável.
2. É possível a evacuação das "matrizes" vazias dos comprimidos, seja por colostomia (exteriorização de parte do
intestino), seja nas fezes, o que não representa um fenômeno preocupante, já que a oxicodona já foi absorvida.
3. No caso de uso de OXYCONTIN® por um período maior que algumas poucas semanas, ao indicar-se o fim da
terapia, talvez seja aconselhável reduzir gradualmente a dose, evitando-se a suspensão abrupta; minimizando o
risco de sintomas de abstinência. Seu médico poderá indicar um programa de dosagem, a fim de implementar a
retirada gradual do medicamento.
Objetivos do tratamento e descontinuação
Antes de iniciar o tratamento com OXYCONTIN®, deve ser acordada com o médico uma estratégia de tratamento,
incluindo a duração e objetivos do tratamento e um plano para o fim do tratamento, de acordo com as diretrizes de
manejo da dor. Durante o tratamento, deve haver contato frequente entre o médico e o paciente para avaliar a
necessidade de continuação do tratamento, considerar a descontinuação e ajustar as doses, se necessário. Quando um
paciente não necessita mais de tratamento com oxicodona, pode ser aconselhável reduzir gradualmente a dose para
evitar sintomas de abstinência. Na ausência de controle adequado da dor, deve-se considerar a possibilidade de
hiperalgesia, tolerância e progressão da doença subjacente (veja seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?).
Pacientes com comprometimento renal ou hepático:
O médico deverá adequar a dose inicial de acordo com a situação do paciente. Normalmente, a dose inicial
recomendada para adultos deve ser reduzida a 50%, e a titulação de dose para adequado controle da dor deve ser
realizada de acordo com a situação clínica do paciente.
Uso em idosos: as concentrações de oxicodona no plasma são afetadas apenas parcialmente pela idade, sendo 15%
superiores em idosos, quando comparado a indivíduos jovens. Dessa forma, o médico deve avaliar a necessidade de
ajuste de dose.
Diferenças por sexo: em média, as mulheres apresentam concentrações plasmáticas médias de oxicodona até 25% mais
altas que os homens, após o ajuste por peso corpóreo.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
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As reações adversas apresentadas na tabela abaixo estão classificadas por sistema corpóreo e por incidência.
As reações adversas medicamentosas são típicas dos agonistas opioides totais. Podem ocorrer tolerância e dependência
(veja seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?).
As frequências são dadas conforme definido abaixo.
Reação muito comum: ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento
Reação comum: ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento
Reação incomum: ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento
Reação rara: ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento
Reação muito rara: ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento
Não conhecida: Não pode ser estimada pelos dados disponíveis
Sistema
corpóreo
Muito
comum
Comum Incomum Rara Muito rara Não
conhecida
Sistema
imunológico
Hipersensibilidade Reação
anafilática ou
anafilactoide
Metabolismo
e nutricional
Diminuição
do apetite
Desidratação
Psiquiátrico Ansiedade,
confusão,
insônia,
nervosismo,
pensamento
anormal,
depressão
Labilidade
emocional,
agitação, humor
eufórico,
alucinação,
diminuição da
libido
Agressão,
dependência*
Sistema
nervoso
Tontura, dor
de cabeça,
sonolência
Tremor,
letargia
(perda
temporária
ou completa
da
sensibilidade
e do
movimento)
Amnésia,
convulsão,
hipertonia
(aumento do tônus
muscular),
hipoestesia (perda
ou diminuição da
sensibilidade de
uma região do
corpo), contrações
musculares
involuntárias,
parestesia
(sensações
subjetivas na pele
como, por
exemplo, frio,
Hiperalgesia
(sensibilidade
exagerada à
dor ou
sensação
elevada a
estímulos
dolorosos)
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calor,
formigamento,
pressão, etc.),
distúrbio da fala,
desmaio,
disgeusia
(diminuição do
paladar)
Olhos Contração da
pupila,
comprometimento
visual
Ouvido e
labirinto
Vertigem
Cardíaco Palpitações (no
contexto da
síndrome de
retirada)
Vascular Vasodilatação Diminuição
da pressão
arterial,
Diminuição
da pressão
arterial ao se
levantar
Respiratório,
torácico e
mediastinal
Dificuldade
de respirar
Depressão
respiratória,
asfixia
síndrome de
apneia
central do
sono
(interrupção
da respiração
por alguns
segundos)
Gastrintestinal Constipação,
náusea,
vômito
Dor
abdominal,
diarreia,
boca seca,
indigestão
Dificuldade para
engolir o
comprimido,
regurgitação,
ânsia de vômito,
arroto, flatulência,
íleo paralítico
Cáries
dentais
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Hepatobiliar Aumento das
enzimas hepáticas
Redução do
fluxo biliar
Pele e tecido
subcutâneo
Coceira Suor
excessivo,
rash
Pele seca Urticária
(vergões
vermelhos
na pele
normalmente
em função
de uma
reação
alérgica)
Renal e
urinário
Retenção urinária
Reprodutivo e
mama
Disfunção erétil,
produção
inadequada de
hormônios
reprodutivos
Ausência do
fluxo
menstrual
Gerais e local
de
administração
Fraqueza,
cansaço
Calafrios,
inchaço, inchaço
periférico, mal-
estar, sede
Síndrome de
retirada
neonatal,
síndrome de
retirada,
tolerância à
droga*
Lesões,
intoxicações e
complicações
Medicamento
preso na garganta
*A frequência da dependência, da tolerância à droga e da síndrome de retirada não pode ser estimada a partir de
evidências disponíveis (por exemplo, estudos clínicos, relatos espontâneos e literatura médica) e, portanto, é
classificado como “não conhecido”. ‘Não conhecido’ não deve ser interpretado como uma indicação da raridade da
ocorrência de dependência, da tolerância à droga e da síndrome de retirada, mas como reflexo das limitações das
evidências disponíveis que não suportam uma estimativa precisa de frequência. (veja seção 4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?)
Dependência
A frequência na tabela acima em relação à dependência reflete a evidência atual, incluindo dados cumulativos de
ensaios clínicos e fontes adicionais de pós-comercialização, e indica que o risco de dependência com opioides é
altamente variável dependendo de: definição de dependência; duração do tratamento; dose; fatores de risco individuais
do paciente; e configurações clínicas.
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O uso crônico de OXYCONTIN® pode levar à dependência, mesmo em doses terapêuticas. O risco de dependência
pode variar dependendo dos fatores de risco individuais de um paciente, dosagem e duração do tratamento com
opioides.
Como opioide, a oxicodona expõe os usuários a riscos de dependência (tanto física quanto psicológica), vício, abuso e
uso indevido, bem como transtorno do uso de opioides e uso problemático de opioides. Embora o risco de dependência
em qualquer indivíduo seja desconhecido, pode ocorrer em pacientes adequadamente prescritos com oxicodona. A
dependência pode ocorrer nas doses recomendadas e se o medicamento for mal utilizado ou abusado. Os riscos são
aumentados em pacientes com histórico pessoal ou familiar de uso abusivo de substâncias (incluindo abuso ou
dependência de drogas ou álcool) ou doença mental (por exemplo, depressão maior). A frequência da dependência
também aumenta com o uso prolongado ou com doses mais altas de oxicodona.
Tolerância à droga e síndrome de abstinência
A frequência na tabela acima em relação à tolerância à droga e síndrome de abstinência reflete a alta variabilidade do
risco dependendo de: definição de tolerância e síndrome de abstinência; dose e duração do tratamento; e métodos de
avaliação e monitoramento (específicos para síndrome de abstinência). ‘Não conhecido’ não deve ser interpretado como
uma indicação da raridade da ocorrência de tolerância à droga e síndrome de abstinência, mas um reflexo das limitações
das evidências disponíveis que não suportam uma estimativa precisa da frequência. Como um opioide, a oxicodona
expõe usuários aos riscos de dependência (física e psicológica), tolerância e síndrome de abstinência.
Veja seção 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO? para monitoramento e
intervenções de redução de risco
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Procure ajuda médica imediatamente. Se a pessoa estiver inconsciente, nunca dê nada pela boca.
Superdoses agudas de oxicodona podem manifestar-se por depressão respiratória; sonolência progressiva até o estupor
(estado de inconsciência profunda) ou o coma; flacidez dos músculos esqueléticos; pele fria e pegajosa; pupilas
contraídas; bradicardia (frequência cardíaca baixa); hipotensão (pressão baixa); e morte.
Leucoencefalopatia tóxica (infecção oportunista) foi observada com overdose de oxicodona.
No tratamento da superdose de oxicodona deve-se atentar inicialmente ao restabelecimento das vias respiratórias.
Os antagonistas opioides puros, tais como a naloxona, são antídotos específicos contra os sintomas provocados por
superdose de opioide.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
MS – 1.9198.0001
-- 13 of 18 --
Importado por: Mundipharma Brasil Produtos Médicos e Farmacêuticos Ltda.
Avenida Guido Caloi, 1935, Bloco B, Parte A - Jardim São Luís
São Paulo – SP
CNPJ: 15.127.898/0001-30
SAC: 0800 038 6040
[email protected]
Fabricado por: Purdue Pharmaceuticals L.P.
Wilson - Estados Unidos da América
Embalado por: Sharp Packaging Services, LLC
Allentown - Estados Unidos da América
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM A RETENÇÃO DA RECEITA.
Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 04/07/2023
VE0223
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
No.
Expediente
Assunto Data do
expediente
No. do
expediente
Assunto Data de
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
08/08/2016 2159294/16
-2
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
15/03/2013 0202022/13-0 Registro de
Medicamento
Novo
18/07/2016 N/A N/A N/A
15/08/2016 2182309/16
-0
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
15/08/2016 2182309/16-0 Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula - RDC
60/12
15/08/2016 - Composição (descrição equivalência
sal-base)
- Quando não devo usar este
medicamento?
- O que devo saber antes de usar este
medicamento?
- Como devo usar este medicamento?
(adequação de texto sem alteração de
posologia)
- Quais os males que este medicamento
pode me causar?
- O que fazer se alguém usar uma
quantidade maior do que a indicada
deste medicamento?
- Composição (descrição equivalência
sal-base)
- Características farmacológicas
- Contraindicações
- Advertências e Precauções
- Interações medicamentosas
- Posologia e modo de usar (adequação
de texto sem alteração de posologia)
- Superdose
VP
VPS
Todas
14/07/2017 1454651/17
-5
Notificação
de Alteração
14/07/2017 1454651/17-5 Notificação
de Alteração
14/07/2017 - O que devo fazer antes de usar este
medicamento? (correções textuais;
VP Todas
-- 15 of 18 --
de Texto de
Bula – RDC
60/12
de Texto de
Bula - RDC
60/12
advertência sobre uso com
benzodiazepínicos e sobre efeitos no
sistema endócrino).
- Quais os males que este medicamento
pode me causar? (Adequação da frase
de alerta)
- Características farmacológicas
(Subitem “Farmacodinâmica”:
correções textuais; referência a seção
“Advertências e Precauções” no item
Sistema Endócrino)
- Advertências e Precauções
(Correções textuais; advertência sobre
uso com benzodiazepínicos e sobre
efeitos no sistema endócrino).
- Interações Medicamentosas
(Advertência sobre uso com
benzodiazepínicos)
- Reações Adversas (Adequação da
frase de alerta)
VPS
10/08/2017 1678330/17
-1
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
10/08/2017 1678330/17-1 Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
10/08/2017 Correção da descrição do excipiente
“óxido de polietileno”
VP e VPS Todas
18/01/2019 0052534/19
-1
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
17/07/2018 0571324/18-2 Ampliação
do prazo de
validade do
medicamento
24/12/2018 Ampliação do prazo de validade de 24
para 36 meses, conforme aprovado em
petição pós-registro específica
(Resolução RE 3455, publicada em
24/12/2018)
VPS Todas
28/05/2019 0473286/19
-3
Notificação
de Alteração
de Texto de
28/05/2019 0473286/19-3 Notificação
de Alteração
de Texto de
28/05/2019 Dizeres Legais – Atualização do
Responsável Técnico da Empresa
Retirada do termo “Registrado”
VP e VPS Todas
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Bula – RDC
60/12
Bula – RDC
60/12
Adequação do link do sistema Vigimed
para notificação de eventos adversos
VPS
06/11/2020 3897955/20
-1
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
06/11/2020 3897955/20-1 Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
06/11/2020 Dizeres Legais – Atualização do
Responsável Técnico da Empresa
Retirada do termo “Registrado”
Adequação da frase para notificação de
eventos adversos, conforme definido na
RDC 406/20
VP e VPS
VPS
Todas
01/12/2020 4241485/20
-7
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
01/12/2020 4225226/20-1 Redução do
prazo de
validade do
medicamento
- Redução do prazo de validade da
concentração 10 mg de 36 para 24
meses.
VPS 10 mg
08/01/2021 0090271/21
-3
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
08/01/2021 0090271/21-3 - Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
- Dizeres Legais – Atualização do
Endereço da Empresa
VP/VPS Todas
15/09/2022 4697798/22
-8
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
25/06/2020 2025694/20-9 11315 -
Alteração de
texto de bula
por avaliação
de dados
clínicos -
GESEF
11/08/2022 Itens 4, 6, 8
Itens 1, 3, 5, 6, 8, 9
VP
VPS
Todas
28/04/2023 0430140/23
-1
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
28/04/2023 0430140/23-1 Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
- Itens 4, 6, 8 e 9
Itens 5, 8, 9 e 10
VP
VPS
Todas
04/07/2023 0685255/23
-9
Notificação
de Alteração
de Texto de
04/07/2023 0685255/23-9 Notificação
de Alteração
de Texto de
- Dizeres Legais VP
VPS
Todas
-- 17 of 18 --
Bula – RDC
60/12
Bula – RDC
60/12
12/09/2023 Não
disponível
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
05/09/2023 0945226/23-5 Alteração de
razão social
do local de
fabricação do
medicamento
- Dizeres Legais VP
VPS
Todas
-- 18 of 18 --
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10042600 |
|---|---|
| Marca | OXYCONTIN |
| Código de Barras | 7898586630246 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE OXICODONA |
| Registro MS | 1919800010152 |
| Dosagem | 20 MG |
| Tipo | Novo |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO DE LIBERAÇÃO PROLONGADA |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |