Cloridrato De Paroxetina 10mg 20 Comprimidos Revestidos Genérico Geolab
Vendido e entregue por Pedpharma
cloridrato de paroxetina
10 MG
CLORIDRATO DE PAROXETINA
O cloridrato de paroxetina é usado para tratar adultos com transtorno depressivo maior, comportamentos obsessivo-compulsivos, ataques de pânico, ansiedade generalizada e transtorno de estresse pós-traumático. Ele eleva os níveis cerebrais de serotonina e pertence aos inibidores…
cloridrato de paroxetina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O cloridrato de paroxetina é usado para tratar adultos com transtorno depressivo maior, comportamentos obsessivo-compulsivos, ataques de pânico, ansiedade generalizada e transtorno de estresse pós-traumático. Ele eleva os níveis cerebrais de serotonina e pertence aos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Os sintomas não desaparecem imediatamente; a melhora é geralmente sentida algumas semanas após o início do tratamento. Pensamentos suicidas podem ocorrer até que o medicamento atinja seu pleno efeito.
Especificações
| Código do Produto | 99889 |
|---|---|
| Marca | GEOLAB |
| Código de Barras | 7899095257399 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE PAROXETINA |
| Registro MS | 1542303100098 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
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CLORIDRATO DE PAROXETINA
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
Comprimido Revestido
10 mg
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MODELO DE BULA PARA O PACIENTE
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.
cloridrato de paroxetina
Medicamento genérico, Lei n° 9.787 de 1999.
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:
Comprimido revestido 10mg: embalagens com 20 comprimidos.
USO ADULTO
USO ORAL
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido de cloridrato de paroxetina 10 mg contém:
paroxetina (sob a forma de cloridrato hemi-hidratado) * .................................................................................10 mg
Excipientes**...............................................................................................................q.s.p. 1 comprimido revestido
* Cada 1,138 mg de cloridrato de paroxetina hemi-hidratado equivale a 1,00 mg de paroxetina base.
**Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício,
estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de paroxetina é indicado para o tratamento de ADULTOS que apresentam algumas das condições abaixo:
− Transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros antidepressivos não tenham sido eficazes);
− Comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);
− Ataques de pânico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);
− Ansiedade generalizada (sensação de muita ansiedade ou nervosismo em situações rotineiras), inclusive em situações
que exigem contato social;
− Ansiedade seguida de evento traumático (transtorno de estresse pós-traumático): acidente de carro, assalto ou desastre
natural, como enchente ou terremoto.
O cloridrato de paroxetina não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (vide item
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? - Uso em crianças e adolescentes menores de
18 anos).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O cloridrato de paroxetina eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-hidroxitriptamina
ou 5-HT).
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O cloridrato de paroxetina pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da
serotonina (ISRS).
Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo geral,
se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento.
Às vezes os sintomas de depressão e outros transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida.
É possível que esses sintomas continuem ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa.
Informe seu médico imediatamente ou procure o hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento
estressante durante o início do tratamento ou em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando cloridrato de
paroxetina. Avise também seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem
durante o tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de paroxetina é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente
da fórmula.
Você não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos chamados de
inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar cloridrato de
paroxetina duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só deve iniciar
tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar cloridrato de paroxetina.
Você também não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente usados
para tratar esquizofrenia) (ver item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? – Interações
medicamentosas).
Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida, consulte
seu médico antes de iniciar tratamento com cloridrato de paroxetina.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção
podem estar prejudicadas.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Se você responder SIM a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, cloridrato de
paroxetina deve ser usado com cautela.
− Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da
monoaminoxidase (IMAO)?
− Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) um antibiótico chamado linezolida?
− Você usa medicamentos à base de tioridazina?
− Você usa medicamentos à base de pimozida?
− Você já apresentou crises de mania (hiperatividade, excitação e irritabilidade)?
− Você já apresentou episódios de alteração no humor alterando com períodos de depressão (transtorno bipolar de humor)?
− Você tem problemas no fígado, no coração ou nos rins?
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− Você sofre de epilepsia ou já teve um ataque epiléptico (crise convulsiva)?
− Você tem glaucoma (pressão alta nos olhos)?
− Você tem histórico de problemas de coagulação ou está se tratando com medicamentos que aumentam o risco de
sangramento?
− Você tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condição?
− Você faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?
− Você está em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?
− Você está utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou prevenção do câncer de mama)?
− Você tem algum histórico de distúrbios hemorrágicos (sangramento excessivo)?
Você está grávida, sob suspeita de gravidez ou amamentando? (ver item GRAVIDEZ E AMAMENTAÇÃO)
Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos
Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do
comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar
cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida. Durante o tratamento
com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Os pacientes e/ou seus cuidadores
devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive
desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de
ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.
Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)
Se você tem mais de 65 anos, cloridrato de paroxetina pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o
que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.
Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)
Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o cloridrato de paroxetina, podem
causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de cloridrato
de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento. Informe ao seu médico assim que
possível se apresentar algum desses sintomas.
Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica maligna
Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome
serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de cloridrato de paroxetina
em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco
deste grave efeito colateral. Outra condição conhecida como síndrome neuroléptica maligna é também uma reação adversa
rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.
Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas pode ocorrer:
− Tremores;
− Movimentos espasmódicos incontroláveis e súbitos;
− Rigidez nos músculos;
− Dificuldade em ficar parado;
− Sensação de agitação ou irritação;
− Sensação de calor ou de excesso de suor;
− Aumento da frequência cardíaca.
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A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum desses
sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.
Fratura óssea
Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de cloridrato de paroxetina. O risco ocorre durante
o tratamento e é maior nas fases iniciais.
Bebidas alcoólicas e cloridrato de paroxetina
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina e álcool não é recomendado.
Gravidez e amamentação
O cloridrato de paroxetina não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou
sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do
uso de cloridrato de paroxetina durante a gravidez.
Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas, em
bebês cujas mães faziam uso de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos descobriram que cerca de 1
em 50 bebês (2%) cujas mães receberam paroxetina no início da gravidez teve uma deficiência cardíaca, em comparação
com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na população em geral.
Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada em
bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo paroxetina, durante a gravidez. Na PPHN, a pressão sanguínea
nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que ocorre em bebês cujas
mães usaram antidepressivos como paroxetina no final da gravidez foi relatado como sendo 4 a 5 vezes maior do que o
risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos por 1.000 gestações.
Há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando paroxetina durante a gravidez. Não se sabe se estes são devido
ao uso de paroxetina.
Se você estiver em tratamento com cloridrato de paroxetina próximo ao final da gravidez, pode haver um risco
aumentado de sangramento vaginal excessivo logo após o nascimento, especialmente se você tiver um histórico de
distúrbios hemorrágicos. O seu médico deve estar ciente de que está em tratamento com cloridrato de paroxetina para
que possa aconselhá-la adequadamente. Se a paroxetina for usada até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em
bebês imediatamente após o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes
sintomas são devido ao uso de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou
fria, vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante,
músculos rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.
Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o
seu médico.
Tomar cloridrato de paroxetina próximo ao final da gravidez pode aumentar o risco de sangramento vaginal logo após
o parto, especialmente se houver histórico de distúrbios hemorrágicos. Seu médico deve estar ciente da tomada deste
medicamento para que possa melhor aconselhá-la.
Os componentes de cloridrato de paroxetina podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse com
seu médico antes de tomar cloridrato de paroxetina.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Fertilidade
Medicamentos como o cloridrato de paroxetina podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser
reduzida durante a utilização de cloridrato de paroxetina.
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Disfunção sexual
Os medicamentos ISRS, assim como o cloridrato de paroxetina, podem causar sintomas de disfunção sexual. Em alguns
casos, esses sintomas persistem após a descontinuação do tratamento (ver item “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas
Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se cloridrato de paroxetina lhe causa cansaço ou sono. Caso
isso ocorra, evite tais atividades.
Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem
estar prejudicadas.
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
cloridrato de paroxetina não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia de
cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.
Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de
pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do medicamento
em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e cognitivo.
Interações medicamentosas
Informe seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como cloridrato de paroxetina pode
modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação de cloridrato de paroxetina. Estes incluem
medicamentos naturais e os sem prescrição médica. É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos efeitos de
cloridrato de paroxetina:
− outros antidepressivos, como amitriptilina, nortriptilina, imipramina e desipramina;
− outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), lítio (usado no
tratamento de algumas desordens mentais), tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e Erva de São João
(usados para o tratamento da depressão), fentanila (utilizada em anestesia ou para tratar dor crônica);
− carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, normalmente usadas para o tratamento de convulsões ou epilepsia;
− perfenazina e risperidona, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da saúde mental;
− certos medicamentos usados no tratamento de irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias), como propafenona
e flecainida;
− prociclidina, usada no tratamento da doença de Parkinson ou de outros transtornos do movimento;
− pimozida ou tioridazina;
− fosamprenavir/ritonavir, usados no tratamento do HIV;
− rifampicina, usada no tratamento da tuberculose;
− atomoxetina, utilizada no tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
− metoprolol, usado no tratamento de pressão alta, irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias) e angina;
− mivacúrio e suxametônio (utilizados em anestesia);
− certos medicamentos que podem afetar a coagulação sanguínea e aumentar o sangramento, como anticoagulantes orais
(varfarina), AAS (ácido acetilsalicílico) e outros anti-inflamatórios não esteroidais (como o ibuprofeno);
− tamoxifeno (utilizado no tratamento ou prevenção do câncer de mama);
− substâncias que reduzem a acidez do estômago, como alguns alimentos, antiácidos, digoxina, propranolol e álcool.
Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com
cloridrato de paroxetina.
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Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do produto: O comprimido de cloridrato de paroxetina 10 mg é revestido, oblongo, amarelo ocre, com
vinco em um dos lados e liso do outro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Tome os comprimidos com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo de água), uma vez ao dia, pela
manhã, com algum alimento.
As doses podem variar de 10 mg a 60 mg ao dia, dependendo do tipo de tratamento (depressão, transtorno do pânico,
transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático) e da resposta individual às diferentes doses: seu
médico irá lhe orientar com quais doses você iniciará o tratamento e como elas serão aumentadas, se for o caso.
Se você tiver mais de 65 anos de idade, seu médico poderá lhe recomendar doses menores do que as usuais. A dose
máxima recomendada nestes casos é de 40 mg ao dia.
A duração do tratamento será em um período suficiente que garanta a eliminação dos sintomas. Esse período é variável
conforme o sintoma: para depressão, pode ser de vários meses, podendo ser mais longo para transtorno do pânico ou
transtorno obsessivo-compulsivo.
Parada repentina do tratamento: esses sintomas normalmente ocorrem nos primeiros dias de tratamento ou muito
raramente se você se esquecer de tomar uma dose. No entanto, é mais comum ocorrer se o tratamento for interrompido
abruptamente: sensação de mal-estar, enjoo, sudorese, sensação de alfinetadas, queimação ou sensações que se
assemelham a choques elétricos, distúrbios do sono, incluindo sonhos intensos, agitação ou ansiedade, vertigem (tontura),
tremores, confusão, inchaço, dor de cabeça e diarreia. Você não deve parar o tratamento sem o consentimento do seu
médico. No geral, esses sintomas são transitórios e desaparecem dentro de alguns dias, porém, caso você sinta que são
muito intensos, consulte o seu médico para que ele lhe oriente como suspender o tratamento mais vagarosamente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome cloridrato de paroxetina, no horário normal, na manhã seguinte. Não
tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do
tratamento e geralmente não causam sua suspensão.
Reações muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- enjoo;
- alterações da função sexual normal, como impotência e ejaculação precoce.
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- astenia (ausência ou perda da força muscular);
- ganho de peso corporal;
- sudorese (aumento do suor);
- prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca;
- bocejos;
- visão turva;
- vertigem, tremores e dor de cabeça;
- sonolência, dificuldade de dormir, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos);
- aumento dos níveis de colesterol do sangue;
- diminuição do apetite.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- alterações da frequência da urina tais como retenção urinária, incontinência urinária;
- erupções da pele (rash cutâneo);
- midríase (dilatação da pupila dos olhos);
- queda da pressão sanguínea quando você se levanta ou após permanecer muito tempo na mesma posição (hipotensão
postural);
- aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia sinusal);
- distúrbios extrapiramidais (houve relatos de distúrbios extrapiramidais, inclusive de distonia orofacial, ocorridos em
pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medicação neuroléptica);
- confusão, alucinações;
- sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas.
- redução na contagem de leucócitos (leucopenia).
Reações raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- hiperprolactinemia/ galactorreia - produção de leite (mesmo quando a mulher não estiver amamentando);
- alteração/ elevação dos resultados dos exames de enzimas do fígado;
- sensação de cansaço associada à incapacidade de permanecer sentado ou de pé (acatisia);
- convulsões;
- irresistível vontade de mover as pernas (síndrome das pernas inquietas);
- baixos níveis de sódio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);
- manifestações maníacas (tais sintomas também podem ser decorrentes de doença subjacente);
- distúrbios menstruais (incluindo menstruação prolongada, perda sanguínea fora do período menstrual ou ausência de
menstruação).
Reações muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
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- diminuição da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagulação);
- manifestações alérgicas graves, inclusive reações anafiláticas e angioedema (alergia grave que ocorre sob a pele);
- aumento dos níveis do hormônio (ADH) que causa retenção de líquidos/água;
- síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ADH);
- síndrome serotoninérgica (um grupo de sintomas que pode abranger agitação, confusão, sudorese, alucinações, aumento
dos reflexos, espasmo muscular, tremor e aceleração dos batimentos cardíacos);
- pressão alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);
- sangramento no estômago e intestino;
- problemas do fígado (como hepatite, às vezes associada com icterícia ou insuficiência hepática);
- inchaço dos braços e das pernas;
- reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica),
urticária, reações de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).
Reações de frequência desconhecida
- inflamação do intestino grosso (causando diarreia).
- sangramento vaginal intenso logo após o nascimento (hemorragia pós-parto) (ver item “O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”);
- Redução na contagem de leucócitos (leucopenia).
Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina
Reações comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes)
- tonteira;
- distúrbios sensoriais;
- distúrbios do sono (inclusive sonhos intensos);
- ansiedade;
- dor de cabeça.
Reações incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes):
- agitação;
- enjoo;
- tremor;
- confusão;
- sudorese;
- diarreia.
Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou muito
raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o tratamento de
forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os sintomas são
autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas
indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
Quando a paroxetina foi testada em crianças e adolescentes menores de 18 anos com transtorno depressivo maior,
transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis além dos registrados em adultos.
Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de idade, quando tratados com paroxetina,
foram:
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- alterações emocionais, inclusive autoflagelação, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e alterações de humor;
- hostilidade e comportamento irritável;
- diminuição do apetite;
- tremor (incontrolável);
- sudorese;
- inchaço;
- hiperatividade;
- agitação;
- hipercinesia.
Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do tratamento,
foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de comportamento
ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.
Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina. Esse risco é
maior durante as primeiras fases do tratamento.
Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas e Sinais
As experiências de superdosagem com paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações da pressão
arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.
Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial
quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no sistema
nervoso), com ou sem álcool.
Tratamento
Não se conhece um antídoto específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São
indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os
cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros nacionais
de intoxicações, quando disponíveis.
Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações
DIZERES LEGAIS
Registro 1.5423.0310
Registrado e Produzido por:
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
CNPJ: 03.485.572/0001-04
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VP. 1B QD.08-B MÓDULOS 01 A 08 - DAIA - ANÁPOLIS – GO
Ou
Produzido por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
CNPJ: 61.190.096/0008-69
Itapevi – SP
www.geolab.com.br
Indústria Brasileira
SAC: 0800 701 6080
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DA RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 10/12/2024.
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V.03_04/2025
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data da
Aprovação Itens de bula
Versões
(VP/VPS
)
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21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO
- Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– RDC 60/12
21/09/2021 Versão Inicial VP
10 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 10
10 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 20
30 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
31/10/2022 4882539/22-5
10452 -
GENÉRICO
- Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
31/10/2022 4882539/22-5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
31/10/2022 4. O que devo saber antes de usar este
medicamento? VP
10 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 20
22/04/2025 0539832/25-1
10452 -
GENÉRICO
- Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
22/04/2025 0539832/25-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
22/04/2025 Dizeres Legais VP
10 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 20
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V.03_04/2025
22/04/2025 0540159/25-5
10452 -
GENÉRICO
- Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula – RDC
60/12
22/04/2025 0540159/25-5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– RDC 60/12
22/04/2025 8. Quais o males que este medicamento
pode me causar? VP
10 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 20
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V.05_12/2025
CLORIDRATO DE PAROXETINA
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
Comprimido Revestido
20 mg
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V.05_12/2025
MODELO DE BULA PARA O PACIENTE
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.
cloridrato de paroxetina
Medicamento genérico, Lei n° 9.787 de 1999.
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:
Comprimidos Revestidos de 20 mg: Embalagens contendo 30 comprimidos
USO ADULTO
USO ORAL
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
paroxetina (sob a forma de cloridrato hemi-hidratado)* ..................................................................................... 22,76 mg*
excipientes** q.s.p. ........................................................................................................................ 1 comprimido revestido
*Cada 22,76mg de cloridrato de paroxetina hemihidratado equivale a 20,00 mg de paroxetina (Cada 1,138mg de
cloridrato de paroxetina hemihidratado equivale a 1,000 mg de paroxetina base)
**Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, estearato de
magnésio, hipromelose, dióxido de titânio e macrogol.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de paroxetina é indicado para o tratamento de ADULTOS que apresentam algumas das condições
abaixo:
-transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros antidepressivos não tenham sido eficazes);
- comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);
- ataques de pânico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);
- ansiedade generalizada (sensação de muita ansiedade ou nervosismo em situações rotineiras), inclusive em situações
que exigem contato social;
-ansiedade seguida de evento traumático (transtorno de estresse pós-traumático): acidente de carro, assalto ou desastre
natural, como enchente ou terremoto.
O cloridrato de paroxetina não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (ver item
Uso em Crianças e Adolescentes Menores de 18 Anos, em 4. “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
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V.05_12/2025
O cloridrato de paroxetina eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-
hidroxitriptamina, ou 5-HT).
O cloridrato de paroxetina pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da
serotonina (ISRS).
Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo
geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento. Às vezes os sintomas de depressão e outros
transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem
ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa. Informe seu médico imediatamente ou procure o
hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou
em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando cloridrato de paroxetina. Avise também seu médico se você
apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de paroxetina é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente
da fórmula. Você não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos
chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar
cloridrato de paroxetina duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só
deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar cloridrato
de paroxetina.
Você também não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente
usados para tratar esquizofrenia) (ver Interações Medicamentosas, item 4. “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?”).
Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida,
consulte seu médico antes de iniciar tratamento com cloridrato de paroxetina.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Se você responder SIM a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, cloridrato de
paroxetina deve ser usado com cautela.
• Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da
monoaminoxidase (IMAO)?
• Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) um antibiótico chamado linezolida?
• Você usa medicamentos à base de tioridazina?
• Você usa medicamentos à base de pimozida?
• Você já apresentou crises de mania (hiperatividade, excitação e irritabilidade)?
• Você já apresentou episódios de alteração no humor alterando com períodos de depressão (transtorno bipolar de
humor)?
• Você tem problemas no fígado, no coração ou nos rins?
• Você sofre de epilepsia ou já teve um ataque epiléptico (crise convulsiva)?
• Você tem glaucoma (pressão alta nos olhos)?
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V.05_12/2025
• Você tem histórico de problemas de coagulação ou está se tratando com medicamentos que aumentam o risco de
sangramento?
• Você tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condição?
• Você faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?
• Você está em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?
• Você está utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou prevenção do câncer de mama)?
• Você está grávida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?
Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos
Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do
comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar
cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida. Durante o tratamento
com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Os pacientes e/ou seus cuidadores
devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive
desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de
ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.
Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)
Se você tem mais de 65 anos, cloridrato de paroxetina pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o
que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.
Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)
Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o cloridrato de paroxetina, podem
causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de
cloridrato de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento. Informe o seu médico
assim que possível se apresentar algum desses sintomas.
Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica maligna
Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome
serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de cloridrato de paroxetina
em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco
deste grave efeito colateral. Outra condição, conhecida como síndrome neuroléptica maligna, é também uma reação
adversa rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.
Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas pode ocorrer:
- tremores;
- movimentos espasmódicos incontroláveis e súbitos;
- rigidez nos músculos;
- dificuldade em ficar parado;
- sensação de agitação ou irritação;
- sensação de calor ou de excesso de suor;
- aumento da frequência cardíaca.
A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum
desses sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.
Fratura óssea
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V.05_12/2025
Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de cloridrato de paroxetina. O risco ocorre durante
o tratamento e é maior nas fases iniciais.
Bebidas alcoólicas e cloridrato de paroxetina
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina e álcool não é recomendado.
Gravidez e amamentação
O cloridrato de paroxetina não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou
sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do
uso de cloridrato de paroxetina durante a gravidez.
Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas,
em bebês cujas mães faziam uso de cloridrato de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos
descobriram que cerca de 1 em 50 bebês (2%) cujas mães receberam cloridrato de paroxetina no início da gravidez
teve uma deficiência cardíaca, em comparação com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na
população em geral;
Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada
em bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo cloridrato de paroxetina, durante a gravidez. Na PPHN,
a pressão sanguínea nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que
ocorre em bebês cujas mães usaram antidepressivos como cloridrato de paroxetina no final da gravidez foi relatado
como sendo 4 a 5 vezes maior do que o risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos
por 1.000 gestações;
Há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando cloridrato de paroxetina durante a gravidez. Não se sabe
se estes são devido ao uso de cloridrato de paroxetina.
Se você estiver em tratamento com cloridrato de paroxetina próximo ao final da gravidez, pode haver um risco
aumentado de sangramento vaginal excessivo logo após o nascimento, especialmente se você tiver um histórico de
distúrbios hemorrágicos. O seu médico deve estar ciente de que está em tratamento com cloridrato de paroxetina para
que possa aconselhá-la adequadamente.
Se cloridrato de paroxetina for usado até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em bebês imediatamente após
o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes sintomas são devido ao uso
de cloridrato de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou fria,
vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante, músculos
rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.
Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o
seu médico.
Os componentes de cloridrato de paroxetina podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse
com seu médico antes de tomar cloridrato de paroxetina.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, sem orientação médica. Informe imediatamente
seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação
depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Disfunção sexual
Medicamentos como o cloridrato de paroxetina (chamados ISRSs) podem causar sintomas de disfunção. Em alguns
casos, esses sintomas continuaram mesmo após interrupção do tratamento.
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V.05_12/2025
Fertilidade
Medicamentos como o cloridrato de paroxetina podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser
reduzida durante a utilização de cloridrato de paroxetina.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas
Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se cloridrato de paroxetina lhe causa cansaço ou sono. Caso
isso ocorra, evite tais atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas
ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita). Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração
chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve
algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte. Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca),
insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos
(remédios para eliminar água do corpo).
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
O cloridrato de paroxetina não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia
de cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.
Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de
pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do
medicamento em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e
cognitivo.
Interações Medicamentosas
Informe seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como cloridrato de paroxetina
pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação do cloridrato de paroxetina. Estes
incluem medicamentos naturais e os sem prescrição médica. É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos
efeitos de cloridrato de paroxetina:
- outros antidepressivos, como amitriptilina, nortriptilina, imipramina e desipramina;
- outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), lítio (usado no
tratamento de algumas desordens mentais), tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e Erva de São João
(usados para o tratamento da depressão), fentanila (utilizada em anestesia ou para tratar dor crônica);
- carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, normalmente usados para o tratamento de convulsões ou epilepsia;
- perfenazina e risperidona, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da saúde mental; certos medicamentos
usados no tratamento de irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias), como propafenona e flecainida;
- prociclidina, usada no tratamento da doença de Parkinson ou de outros transtornos do movimento;
- pimozida ou tioridazina;
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V.05_12/2025
- fosamprenavir/ ritonavir, usados no tratamento do HIV;
- rifampicina, usada no tratamento da tuberculose;
- atomoxetina, utilizada no tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
- metoprolol, usado no tratamento de pressão alta, irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias) e angina;
- mivacúrio e suxametônio (utilizados em anestesia);
- certos medicamentos que podem afetar a coagulação sanguínea e aumentar o sangramento, como anticoagulantes orais
(varfarina), AAS (ácido acetilsalicílico) e outros anti-inflamatórios não esteroidais (como o ibuprofeno);
- tamoxifeno (utilizado no tratamento ou prevenção do câncer de mama);
- substâncias que reduzem a acidez do estômago, como alguns alimentos, antiácidos, digoxina, propranolol e álcool.
Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com
cloridrato de paroxetina.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
O cloridrato de paroxetina 20 mg apresenta-se na forma de comprimido revestido, oblongo, branco e com vinco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança o aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar
você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia. Recomenda-se tomar cloridrato de paroxetina em dose
única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água.
Posologia
As doses variam de acordo com a indicação do médico.
A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de cloridrato de
paroxetina por dia.
Se você tem mais de 65 anos, a dose máxima recomendada é de 40 mg (dois comprimidos) por dia.Seu médico pode
iniciar o tratamento com doses menores e aumentá-las com o passar do tempo. Para o tratamento de obsessões e
compulsões, o médico pode sugerir doses de cloridrato de paroxetina maiores que 60 mg (três comprimidos) por dia.
Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, você deve evitar a interrupção repentina do tratamento
com cloridrato de paroxetina. Seu médico irá recomendar o regime de descontinuação.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
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V.05_12/2025
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome cloridrato de paroxetina, no horário normal, na manhã seguinte.
Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do
tratamento e geralmente não causam sua suspensão.
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- enjoo;
- alterações da função sexual normal, como impotência e ejaculação precoce.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- astenia (ausência ou perda da força muscular);
- ganho de peso corporal;
- sudorese (aumento do suor);
- prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca;
- bocejos;
- visão turva;
- vertigem, tremores e dor de cabeça;
- sonolência, dificuldade de dormir, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos);
- aumento dos níveis de colesterol do sangue;
- diminuição do apetite.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- alterações da frequência da urina tais como retenção urinária e incontinência urinária;
- erupções da pele (rash cutâneo);
- midríase (dilatação da pupila dos olhos);
- queda da pressão sanguínea quando você se levanta ou após permanecer muito tempo na mesma posição (hipotensão
postural);
- aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia sinusal);
- distúrbios extrapiramidais (houve relatos de distúrbios extrapiramidais, inclusive de distonia orofacial, ocorridos em
pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medicação neuroléptica);
- confusão, alucinações;
- sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas;
- redução na contagem de leucócitos (leucopenia).
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- hiperprolactinemia/ galactorreia - produção de leite (mesmo quando a mulher não estiver amamentando);
- alteração/elevação dos resultados dos exames de enzimas do fígado;
- sensação de cansaço associada com incapacidade de permanecer sentado ou de pé (acatisia);
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- convulsões;
- irresistível vontade de mover as pernas (síndrome das pernas inquietas);
- baixos níveis de sódio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);
- manifestações maníacas (tais sintomas também podem ser decorrentes de doença subjacente);
- distúrbios menstruais (incluindo menstruação prolongada, perda sanguínea fora do período; menstrual ou ausência de
menstruação).
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- diminuição da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagulação);
- manifestações alérgicas graves, inclusive reações anafiláticas e angioedema (alergia grave que ocorre sob a pele);
- aumento dos níveis do hormônio (ADH) que causa retenção de líquidos/água;
- síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ADH);
- síndrome serotoninérgica (um grupo de sintomas que pode abranger agitação, confusão, sudorese, alucinações,
aumento dos reflexos, espasmo muscular, tremor e aceleração dos batimentos cardíacos);
- pressão alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);
- sangramento no estômago e intestino;
- problemas do fígado (como hepatite, às vezes associada com icterícia ou insuficiência hepática);
- inchaço dos braços e das pernas;
- reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica),
urticária, reações de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).
Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina
Reações comuns (ocorrem de 1% a 10% dos pacientes):
- tonteira;
- distúrbios sensoriais;
- distúrbios do sono (inclusive sonhos intensos);
- ansiedade;
- dor de cabeça.
Reações incomuns (ocorrem de 0,1% a 1% dos pacientes):
- agitação;
- enjoo;
- tremor;
- confusão;
- sudorese;
- diarreia.
Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou,
muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o
tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os
sintomas são autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias.
Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
Quando cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos, com transtorno
depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis
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V.05_12/2025
além dos registrados em adultos. Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de
idade, quando tratados com cloridrato de paroxetina foram:
- alterações emocionais, inclusive autoflagelação, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e alterações de
humor;
- hostilidade e comportamento irritável; diminuição do apetite;
- tremor (incontrolável);
- sudorese;
- inchaço;
- hiperatividade;
- agitação;
- hipercinesia.
Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do
tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de
comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.
Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina. Esse risco é
maior durante as primeiras fases do tratamento.
Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas e Sinais
As experiências de superdosagem de cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações
da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.
Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial
quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no
sistema nervoso), com ou sem álcool.
Tratamento
Não se conhece um antídoto específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São
indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os
cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros
nacionais de intoxicações, quando disponíveis.
Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro 1.5423.0310
Registrado e Produzido por:
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V.05_12/2025
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
CNPJ: 03.485.572/0001-04
VP. 1B QD.08-B MÓDULOS 01 A 08 - DAIA - ANÁPOLIS – GO
Ou
Produzido por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
CNPJ: 61.190.096/0008-69
Itapevi – SP
www.geolab.com.br
Indústria Brasileira
SAC: 0800 701 6080
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 24/09/2025.
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V.05_12/2025
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data da
Aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
21/09/2021 Versão Inicial VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
15/02/2023 0155530/23-2
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
15/02/2023 0155530/23-2
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
15/02/2023 Composição
(equivalência sal-base) VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
12/02/2025 0199249/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 0199249/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 Dizeres Legais VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
12/02/2025 0199336/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 0199336/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025
3. Quando não devo usar
este medicamento? 4. O
que devo saber antes de
usar este medicamento?
III – Dizeres Legais
VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
22/04/2025 0539695/25-4
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
22/04/2025 0539695/25-4
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
22/04/2025
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
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V.05_12/2025
12/12/2025 ---
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/12/2025 ---
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/12/2025
3. Quando não devo usar
este medicamento?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
Dizeres Legais
VP
20 MG COM REV CT
BL AL PLAS PVC
TRANS X 30
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V.05_12/2025
CLORIDRATO DE PAROXETINA
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
Comprimido Revestido
20 mg
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V.05_12/2025
MODELO DE BULA PARA O PACIENTE
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.
cloridrato de paroxetina
Medicamento genérico, Lei n° 9.787 de 1999.
FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:
Comprimidos Revestidos de 20 mg: Embalagens contendo 30 comprimidos.*
*Embalagem Governamental
USO ADULTO
USO ORAL
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
paroxetina (sob a forma de cloridrato hemi-hidratado)* ..................................................................................... 22,76 mg*
excipientes** q.s.p. ........................................................................................................................ 1 comprimido revestido
*Cada 22,76mg de cloridrato de paroxetina hemihidratado equivale a 20,00 mg de paroxetina (Cada 1,138mg de
cloridrato de paroxetina hemihidratado equivale a 1,000 mg de paroxetina base)
**Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício, estearato de
magnésio, hipromelose, dióxido de titânio e macrogol.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O cloridrato de paroxetina é indicado para o tratamento de ADULTOS que apresentam algumas das condições
abaixo:
-transtorno depressivo maior (mesmo que, anteriormente, outros antidepressivos não tenham sido eficazes);
- comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);
- ataques de pânico, inclusive os causados por fobia (pavor) de lugares abertos (agorafobia);
- ansiedade generalizada (sensação de muita ansiedade ou nervosismo em situações rotineiras), inclusive em situações
que exigem contato social;
-ansiedade seguida de evento traumático (transtorno de estresse pós-traumático): acidente de carro, assalto ou desastre
natural, como enchente ou terremoto.
O cloridrato de paroxetina não é indicado para o tratamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos (ver item
Uso em Crianças e Adolescentes Menores de 18 Anos, em 4. “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
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V.05_12/2025
O cloridrato de paroxetina eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro, a serotonina (5-
hidroxitriptamina, ou 5-HT).
O cloridrato de paroxetina pertence a uma classe de medicamentos chamados de inibidores seletivos da recaptação da
serotonina (ISRS).
Assim como outras substâncias dessa classe, pode não eliminar os sintomas imediatamente. Os pacientes, de modo
geral, se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento. Às vezes os sintomas de depressão e outros
transtornos psiquiátricos provocam pensamento e/ou comportamento suicida. É possível que esses sintomas continuem
ou aumentem até que o antidepressivo alcance sua ação completa. Informe seu médico imediatamente ou procure o
hospital mais próximo caso ocorra algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou
em qualquer outra fase enquanto você estiver tomando cloridrato de paroxetina. Avise também seu médico se você
apresentar qualquer piora da depressão ou se novos sintomas surgirem durante o tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O cloridrato de paroxetina é contraindicado para pacientes com alergia conhecida à droga ou a qualquer componente
da fórmula. Você não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que outros medicamentos antidepressivos
chamados de inibidores da MAO, com um antibiótico chamado linezolida e com azul de metileno. Só passe a usar
cloridrato de paroxetina duas semanas após ter deixado de tomar esse tipo de medicação. Da mesma forma, você só
deve iniciar tratamento com inibidores da MAO e os demais citados duas semanas após ter deixado de usar cloridrato
de paroxetina.
Você também não deve tomar cloridrato de paroxetina ao mesmo tempo que tioridazina ou pimozida (normalmente
usados para tratar esquizofrenia) (ver Interações Medicamentosas, item 4. “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?”).
Se você não tem certeza de estar usando inibidores da MAO ou medicamentos à base de tioridazina ou pimozida,
consulte seu médico antes de iniciar tratamento com cloridrato de paroxetina.
Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos de idade.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências e Precauções
Se você responder SIM a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico porque, nesses casos, cloridrato de
paroxetina deve ser usado com cautela.
• Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) medicamentos antidepressivos chamados de inibidores da
monoaminoxidase (IMAO)?
• Você usa (ou usou nas últimas duas semanas) um antibiótico chamado linezolida?
• Você usa medicamentos à base de tioridazina?
• Você usa medicamentos à base de pimozida?
• Você já apresentou crises de mania (hiperatividade, excitação e irritabilidade)?
• Você já apresentou episódios de alteração no humor alterando com períodos de depressão (transtorno bipolar de
humor)?
• Você tem problemas no fígado, no coração ou nos rins?
• Você sofre de epilepsia ou já teve um ataque epiléptico (crise convulsiva)?
• Você tem glaucoma (pressão alta nos olhos)?
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V.05_12/2025
• Você tem histórico de problemas de coagulação ou está se tratando com medicamentos que aumentam o risco de
sangramento?
• Você tem esquizofrenia ou toma medicamentos para tratar essa condição?
• Você faz alguma outra forma de tratamento antidepressivo?
• Você está em tratamento com eletroconvulsoterapia (ECT)?
• Você está utilizando tamoxifeno (usado para tratamento ou prevenção do câncer de mama)?
• Você está grávida, sob suspeita de gravidez ou amamentando?
Piora do quadro clínico e risco de suicídio entre adultos
Os adultos jovens, especialmente os que têm transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do
comportamento suicida durante o tratamento com cloridrato de paroxetina. Os médicos devem monitorar
cuidadosamente os pacientes que apresentam história de pensamento e/ou comportamento suicida. Durante o tratamento
com antidepressivos, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Os pacientes e/ou seus cuidadores
devem procurar auxílio médico imediatamente caso observarem qualquer piora do quadro geral (inclusive
desenvolvimento de novos sintomas) e/ou o aparecimento de comportamentos ou ideação suicidas, ou pensamentos de
ferir a si mesmos. Em caso de dúvida, peça orientação ao seu médico.
Hiponatremia (alteração nos níveis de sódio no sangue)
Se você tem mais de 65 anos, cloridrato de paroxetina pode provocar redução da concentração de sódio no sangue, o
que causa sonolência e fraqueza. Se já apresentou algum desses sintomas, consulte seu médico.
Acatisia (incapacidade do paciente de permanecer na mesma posição)
Alguns medicamentos usados para tratar alguns problemas de saúde mental, como o cloridrato de paroxetina, podem
causar uma sensação de inquietude interior e o desejo de se mover (acatisia). Este é um efeito colateral raro de
cloridrato de paroxetina e é mais provável de ocorrer nas primeiras semanas de tratamento. Informe o seu médico
assim que possível se apresentar algum desses sintomas.
Síndrome serotoninérgica/síndrome neuroléptica maligna
Alguns medicamentos aumentam a atividade da serotonina no cérebro e podem causar uma condição chamada síndrome
serotoninérgica. Esta é uma reação adversa muito rara de cloridrato de paroxetina. O uso de cloridrato de paroxetina
em combinação a outros medicamentos que também elevam a atividade da serotonina no cérebro pode aumentar o risco
deste grave efeito colateral. Outra condição, conhecida como síndrome neuroléptica maligna, é também uma reação
adversa rara de alguns medicamentos usados para tratar problemas de saúde mental.
Os sintomas de ambas as síndromes são semelhantes. Normalmente mais de um dos seguintes sintomas pode ocorrer:
- tremores;
- movimentos espasmódicos incontroláveis e súbitos;
- rigidez nos músculos;
- dificuldade em ficar parado;
- sensação de agitação ou irritação;
- sensação de calor ou de excesso de suor;
- aumento da frequência cardíaca.
A gravidade pode aumentar, levando a perda de consciência. Procure seu médico imediatamente, caso tenha algum
desses sintomas. Ele pode recomendar a interrupção do tratamento.
Fratura óssea
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V.05_12/2025
Há um aumento no risco de fratura óssea em pacientes fazendo uso de cloridrato de paroxetina. O risco ocorre durante
o tratamento e é maior nas fases iniciais.
Bebidas alcoólicas e cloridrato de paroxetina
O uso concomitante de cloridrato de paroxetina e álcool não é recomendado.
Gravidez e amamentação
O cloridrato de paroxetina não é normalmente recomendado para uso durante a gravidez. Se você estiver grávida ou
sob suspeita, converse com seu médico imediatamente. Ele irá avaliar os benefícios para você e os riscos para o bebê do
uso de cloridrato de paroxetina durante a gravidez.
Alguns estudos têm relatado um aumento no risco de deficiências congênitas, particularmente deficiências cardíacas,
em bebês cujas mães faziam uso de cloridrato de paroxetina nos primeiros meses de gravidez. Estes estudos
descobriram que cerca de 1 em 50 bebês (2%) cujas mães receberam cloridrato de paroxetina no início da gravidez
teve uma deficiência cardíaca, em comparação com a taxa normal de 1 em cada 100 bebês (1%) observada na
população em geral;
Uma complicação no nascimento chamada de hipertensão pulmonar persistente neonatal (PPHN) tem sido observada
em bebês cujas mães faziam uso de antidepressivos, incluindo cloridrato de paroxetina, durante a gravidez. Na PPHN,
a pressão sanguínea nos vasos sanguíneos entre o coração do bebê e os pulmões é muito alta. O risco de PPHN que
ocorre em bebês cujas mães usaram antidepressivos como cloridrato de paroxetina no final da gravidez foi relatado
como sendo 4 a 5 vezes maior do que o risco de PPHN observado na população em geral, que é de cerca de 1 a 2 casos
por 1.000 gestações;
Há relatos de nascimentos prematuros para as mães usando cloridrato de paroxetina durante a gravidez. Não se sabe
se estes são devido ao uso de cloridrato de paroxetina.
Se você estiver em tratamento com cloridrato de paroxetina próximo ao final da gravidez, pode haver um risco
aumentado de sangramento vaginal excessivo logo após o nascimento, especialmente se você tiver um histórico de
distúrbios hemorrágicos. O seu médico deve estar ciente de que está em tratamento com cloridrato de paroxetina para
que possa aconselhá-la adequadamente.
Se cloridrato de paroxetina for usado até o parto, os seguintes sintomas foram relatados em bebês imediatamente após
o nascimento ou dentro das primeiras 24 horas de vida. Mais uma vez, não se sabe se estes sintomas são devido ao uso
de cloridrato de paroxetina. Os sintomas são problemas com a respiração, pele azulada ou muito quente ou fria,
vômitos ou alteração na alimentação, sensação de muito cansaço, dificuldade para dormir ou choro constante, músculos
rígidos ou moles, tremores, nervosismo ou convulsões.
Caso seu bebê apresente algum desses sintomas no nascimento ou você esteja preocupada com a saúde dele, procure o
seu médico.
Os componentes de cloridrato de paroxetina podem passar pelo leite materno. Caso esteja amamentando, converse
com seu médico antes de tomar cloridrato de paroxetina.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas, sem orientação médica. Informe imediatamente
seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação
depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Disfunção sexual
Medicamentos como o cloridrato de paroxetina (chamados ISRSs) podem causar sintomas de disfunção. Em alguns
casos, esses sintomas continuaram mesmo após interrupção do tratamento.
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V.05_12/2025
Fertilidade
Medicamentos como o cloridrato de paroxetina podem afetar o seu esperma. A fertilidade em alguns homens pode ser
reduzida durante a utilização de cloridrato de paroxetina.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas
Antes de dirigir veículos ou de operar máquinas, observe se cloridrato de paroxetina lhe causa cansaço ou sono. Caso
isso ocorra, evite tais atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade
de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas
ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita). Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração
chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve
algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte. Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca),
insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos
(remédios para eliminar água do corpo).
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
O cloridrato de paroxetina não é recomendado para crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade. A eficácia
de cloridrato de paroxetina não foi demonstrada nesse grupo.
Os pacientes dessa faixa etária tratados com antidepressivos apresentam um aumento do risco de ocorrência de
pensamento e/ou comportamento suicida. Existem poucos dados sobre segurança de longo prazo do uso do
medicamento em crianças e adolescentes relacionados a crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental e
cognitivo.
Interações Medicamentosas
Informe seu médico se você usa ou usou recentemente outros medicamentos. Assim como cloridrato de paroxetina
pode modificar a ação de outros medicamentos, estes também podem afetar a ação do cloridrato de paroxetina. Estes
incluem medicamentos naturais e os sem prescrição médica. É possível que os seguintes medicamentos interfiram nos
efeitos de cloridrato de paroxetina:
- outros antidepressivos, como amitriptilina, nortriptilina, imipramina e desipramina;
- outras drogas que afetam a serotonina, como triptanos (usados para o tratamento da enxaqueca), lítio (usado no
tratamento de algumas desordens mentais), tramadol (usado para o tratamento da dor), triptofano e Erva de São João
(usados para o tratamento da depressão), fentanila (utilizada em anestesia ou para tratar dor crônica);
- carbamazepina, fenobarbital e fenitoína, normalmente usados para o tratamento de convulsões ou epilepsia;
- perfenazina e risperidona, utilizadas para o tratamento de alguns problemas da saúde mental; certos medicamentos
usados no tratamento de irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias), como propafenona e flecainida;
- prociclidina, usada no tratamento da doença de Parkinson ou de outros transtornos do movimento;
- pimozida ou tioridazina;
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- fosamprenavir/ ritonavir, usados no tratamento do HIV;
- rifampicina, usada no tratamento da tuberculose;
- atomoxetina, utilizada no tratamento do transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
- metoprolol, usado no tratamento de pressão alta, irregularidades dos batimentos cardíacos (arritmias) e angina;
- mivacúrio e suxametônio (utilizados em anestesia);
- certos medicamentos que podem afetar a coagulação sanguínea e aumentar o sangramento, como anticoagulantes orais
(varfarina), AAS (ácido acetilsalicílico) e outros anti-inflamatórios não esteroidais (como o ibuprofeno);
- tamoxifeno (utilizado no tratamento ou prevenção do câncer de mama);
- substâncias que reduzem a acidez do estômago, como alguns alimentos, antiácidos, digoxina, propranolol e álcool.
Assim como ocorre com o uso de outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com
cloridrato de paroxetina.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
O cloridrato de paroxetina 20 mg apresenta-se na forma de comprimido revestido, oblongo, branco e com vinco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança o aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar
Siga as instruções do médico sobre o modo de usar e os horários de tomar os comprimidos. Seu médico vai orientar
você sobre o número de comprimidos que deve usar por dia. Recomenda-se tomar cloridrato de paroxetina em dose
única diária, pela manhã, com a alimentação. Você deve engolir os comprimidos, de preferência com um copo de água.
Posologia
As doses variam de acordo com a indicação do médico.
A maior parte dos adultos deve tomar de 20 mg (um comprimido) a 40 mg (dois comprimidos) de cloridrato de
paroxetina por dia.
Se você tem mais de 65 anos, a dose máxima recomendada é de 40 mg (dois comprimidos) por dia.Seu médico pode
iniciar o tratamento com doses menores e aumentá-las com o passar do tempo. Para o tratamento de obsessões e
compulsões, o médico pode sugerir doses de cloridrato de paroxetina maiores que 60 mg (três comprimidos) por dia.
Assim como acontece com outros medicamentos psicoativos, você deve evitar a interrupção repentina do tratamento
com cloridrato de paroxetina. Seu médico irá recomendar o regime de descontinuação.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
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Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de uma dose, aguarde e tome cloridrato de paroxetina, no horário normal, na manhã seguinte.
Não tome nem administre duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Algumas das reações adversas listadas a seguir podem diminuir de intensidade e frequência com a continuação do
tratamento e geralmente não causam sua suspensão.
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- enjoo;
- alterações da função sexual normal, como impotência e ejaculação precoce.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- astenia (ausência ou perda da força muscular);
- ganho de peso corporal;
- sudorese (aumento do suor);
- prisão de ventre, diarreia, vômitos, boca seca;
- bocejos;
- visão turva;
- vertigem, tremores e dor de cabeça;
- sonolência, dificuldade de dormir, agitação, sonhos anormais (inclusive pesadelos);
- aumento dos níveis de colesterol do sangue;
- diminuição do apetite.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- alterações da frequência da urina tais como retenção urinária e incontinência urinária;
- erupções da pele (rash cutâneo);
- midríase (dilatação da pupila dos olhos);
- queda da pressão sanguínea quando você se levanta ou após permanecer muito tempo na mesma posição (hipotensão
postural);
- aceleração dos batimentos cardíacos (taquicardia sinusal);
- distúrbios extrapiramidais (houve relatos de distúrbios extrapiramidais, inclusive de distonia orofacial, ocorridos em
pacientes com transtornos de movimento subjacentes ou que faziam uso de medicação neuroléptica);
- confusão, alucinações;
- sangramento anormal, predominantemente da pele e das membranas mucosas;
- redução na contagem de leucócitos (leucopenia).
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- hiperprolactinemia/ galactorreia - produção de leite (mesmo quando a mulher não estiver amamentando);
- alteração/elevação dos resultados dos exames de enzimas do fígado;
- sensação de cansaço associada com incapacidade de permanecer sentado ou de pé (acatisia);
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- convulsões;
- irresistível vontade de mover as pernas (síndrome das pernas inquietas);
- baixos níveis de sódio no sangue, especialmente em pacientes idosos (hiponatremia);
- manifestações maníacas (tais sintomas também podem ser decorrentes de doença subjacente);
- distúrbios menstruais (incluindo menstruação prolongada, perda sanguínea fora do período; menstrual ou ausência de
menstruação).
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)
- diminuição da quantidade de plaquetas (elementos do sangue que ajudam na coagulação);
- manifestações alérgicas graves, inclusive reações anafiláticas e angioedema (alergia grave que ocorre sob a pele);
- aumento dos níveis do hormônio (ADH) que causa retenção de líquidos/água;
- síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ADH);
- síndrome serotoninérgica (um grupo de sintomas que pode abranger agitação, confusão, sudorese, alucinações,
aumento dos reflexos, espasmo muscular, tremor e aceleração dos batimentos cardíacos);
- pressão alta no interior dos olhos (glaucoma agudo);
- sangramento no estômago e intestino;
- problemas do fígado (como hepatite, às vezes associada com icterícia ou insuficiência hepática);
- inchaço dos braços e das pernas;
- reações cutâneas graves (incluindo eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica),
urticária, reações de fotossensibilidade (sensibilidade aos raios solares).
Sintomas observados na interrupção do tratamento com cloridrato de paroxetina
Reações comuns (ocorrem de 1% a 10% dos pacientes):
- tonteira;
- distúrbios sensoriais;
- distúrbios do sono (inclusive sonhos intensos);
- ansiedade;
- dor de cabeça.
Reações incomuns (ocorrem de 0,1% a 1% dos pacientes):
- agitação;
- enjoo;
- tremor;
- confusão;
- sudorese;
- diarreia.
Os sintomas decorrentes da interrupção do tratamento, quase sempre ocorrem nos primeiros dias de interrupção ou,
muito raramente, se você se esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comuns quando se interrompe o
tratamento de forma repentina. Nunca interrompa o tratamento sem consultar seu médico. Na maioria dos casos, os
sintomas são autolimitados (se resolvem por si sós) e desaparecem em alguns dias.
Entretanto, se você sentir que os sintomas indesejáveis são muito fortes, consulte seu médico para obter orientação.
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
Quando cloridrato de paroxetina foi testado em crianças e adolescentes menores de 18 anos, com transtorno
depressivo maior, transtorno obsessivo-compulsivo ou ansiedade social, observaram-se efeitos indesejáveis
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V.05_12/2025
além dos registrados em adultos. Os eventos indesejáveis mais comumente observados nos pacientes dessa faixa de
idade, quando tratados com cloridrato de paroxetina foram:
- alterações emocionais, inclusive autoflagelação, pensamento e/ou comportamento suicida, choro e alterações de
humor;
- hostilidade e comportamento irritável; diminuição do apetite;
- tremor (incontrolável);
- sudorese;
- inchaço;
- hiperatividade;
- agitação;
- hipercinesia.
Nas crianças e adolescentes dos estudos clínicos, durante o aumento de doses ou durante a descontinuação do
tratamento, foram observados: labilidade emocional (incluindo comportamento ou pensamento suicida, alterações de
comportamento ou choro), nervosismo, tonteira, náusea e dor abdominal.
Há aumento do risco de ocorrência de fratura óssea entre as pessoas que tomam cloridrato de paroxetina. Esse risco é
maior durante as primeiras fases do tratamento.
Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Sintomas e Sinais
As experiências de superdosagem de cloridrato de paroxetina demonstraram os seguintes sintomas: febre, alterações
da pressão arterial, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento do ritmo dos batimentos do coração.
Houve relatos ocasionais de coma ou alterações do eletrocardiograma, muito raramente com desfecho fatal, em especial
quando cloridrato de paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas (que atuam no
sistema nervoso), com ou sem álcool.
Tratamento
Não se conhece um antídoto específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem de qualquer antidepressivo. São
indicadas medidas de suporte geral, com monitoramento frequente dos sinais vitais, além de cuidadosa observação. Os
cuidados com o paciente devem estar de acordo com a indicação clínica ou com as recomendações dos centros
nacionais de intoxicações, quando disponíveis.
Se você suspeita de superdosagem, entre imediatamente em contato com o médico ou com o hospital mais próximo.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
Registro 1.5423.0310
Registrado e Produzido por:
-- 36 of 39 --
V.05_12/2025
Geolab Indústria Farmacêutica S/A
CNPJ: 03.485.572/0001-04
VP. 1B QD.08-B MÓDULOS 01 A 08 - DAIA - ANÁPOLIS – GO
Ou
Produzido por:
Eurofarma Laboratórios S.A.
CNPJ: 61.190.096/0008-69
Itapevi – SP
www.geolab.com.br
Indústria Brasileira
SAC: 0800 701 6080
USO SOB PRESCRIÇÃO E RETENÇÃO DA RECEITA
VENDA PROIBIDA AO COMÉRCIO
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 24/09/2025.
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V.05_12/2025
Anexo B
Histórico de Alteração para a Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/Notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data do
expediente
Número
expediente Assunto Data da
Aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
21/09/2021 3735811/21-3
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
21/09/2021 Versão Inicial VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
15/02/2023 0155530/23-2
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
15/02/2023 0155530/23-2
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
15/02/2023 Composição
(equivalência sal-base) VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
12/02/2025 0199249/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 0199249/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 Dizeres Legais VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
12/02/2025 0199336/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025 0199336/25-3
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/02/2025
3. Quando não devo
usar este
medicamento? 4. O que
devo saber antes de
usar este
medicamento? III –
Dizeres Legais
VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
22/04/2025 0539695/25-4
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
22/04/2025 0539695/25-4
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
22/04/2025
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
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V.05_12/2025
12/12/2025 ---
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/12/2025 ---
10452 -
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de texto
De bula – RDC
60/12
12/12/2025
3. Quando não devo
usar este
medicamento?
4. O que devo saber
antes de usar este
medicamento?
6. Como devo usar este
medicamento?
8. Quais os males que
este medicamento pode
me causar?
Dizeres Legais
VP
20 MG COM
REV CT BL
AL PLAS PVC
TRANS X 30
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 99889 |
|---|---|
| Marca | GEOLAB |
| Código de Barras | 7899095257399 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE PAROXETINA |
| Registro MS | 1542303100098 |
| Dosagem | 10 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTIDEPRESSIVOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |