Perlid 1mg/Ml Solução Oral Com 30ml + Seringa Dosadora Prati Donaduzzi
Vendido e entregue por Pedpharma
PERLID
risperidona
PERLID é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Bula
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Perlid
(risperidona)
Prati-Donaduzzi
Solução
1 mg/mL
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Perlid
risperidona
MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA
APRESENTAÇÃO
Solução de 1 mg/mL em embalagem com 1 frasco de 30 mL acompanhado de seringa dosadora.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 5 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada mL da solução contém:
risperidona ............................................. 1 mg
veículo q.s.p............................................ 1 mL
Excipientes: ácido tartárico, ácido benzoico, hidróxido de sódio e água purificada.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Perlid é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto significa
que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento, às emoções e/ou
às atividades, tais como: confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que
não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido, etc. Perlid
também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes transtornos. Perlid pode ser usado tanto
em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos). Além disso, após o alívio dos sintomas,
Perlid é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para prevenir recaídas. A substância ativa do Perlid é a
risperidona.
Perlid também é usado, por até 12 semanas, em demência relacionada à doença de Alzheimer moderada a grave,
especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos (tais como acreditar em coisas que
não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem).
Outra condição para a qual você pode receber Perlid é a mania, caracterizada por sintomas como humor elevado,
expansivo ou irritável, autoestima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar, pensamento
acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento, incluindo
comportamentos inadequados ou agressivos. Perlid também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade
associada ao transtorno autista, em crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, autoagressão
deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Os medicamentos antipsicóticos afetam compostos químicos que permitem a comunicação entre as células nervosas
(neurotransmissores). Estes compostos químicos são a dopamina e a serotonina. Não se sabe exatamente como
Perlid funciona. Entretanto, parece reajustar o equilíbrio entre a dopamina e a serotonina no organismo. O controle
dos sintomas é observado com o decorrer do tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Não tome Perlid se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A alergia pode
ser reconhecida, por exemplo, por erupção da pele, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço facial. Na
ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Estudos em pacientes idosos com demência demonstraram que risperidona administrada isoladamente ou com
furosemida, está associada a um maior índice de óbito. Informe seu médico se você estiver tomando furosemida.
A furosemida é um medicamento utilizado para o tratamento de pressão alta ou inchaço de partes do corpo pelo
acúmulo de excesso de fluido. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes recebendo outros
diuréticos concomitantemente com risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator geral
de risco para mortalidade e deve, portanto, ser evitada cuidadosamente em pacientes idosos com demência.
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Em pacientes idosos com demência, alterações repentinas no estado mental, fraqueza repentina ou paralisia da face,
braços ou pernas, especialmente de um lado ou casos de fala arrastada têm sido observados. Se algum destes
sintomas ocorrer, mesmo que durante um curto período de tempo, procure seu médico imediatamente.
O uso de risperidona com medicamentos para o tratamento de pressão alta pode resultar em pressão baixa.
Portanto, se você precisar usar risperidona e medicamentos para reduzir a pressão arterial, consulte o seu médico.
Diga a seu médico se você ou alguém em sua família tem histórico de coágulos no sangue. Estes coágulos foram
encontrados nos pulmões e pernas de pacientes que utilizam risperidona. Coágulos de sangue nos pulmões podem
ser fatais. Em poucas pessoas usando medicamentos chamados de “antagonistas alfa 1a-adrenérgicos”, incluindo a
risperidona, durante um tratamento prolongado, Perlid pode causar contraturas involuntárias no rosto. Se isto
acontecer, consulte seu médico.
Perlid também pode provocar, muito raramente, um estado de confusão mental, redução da consciência, febre alta,
ou sensação de contratura muscular. Nestes casos, procure seu médico imediatamente e informe que você está
tomando risperidona. Como números perigosamente baixos de um certo tipo de células brancas do sangue,
necessárias no combate a infecções no seu sangue, têm sido encontrados muito raramente em pacientes tomando
risperidona, seu médico deverá verificar sua contagem de células brancas. Diga a seu médico se você sabe que já
apresentou níveis baixos de células brancas no passado (que podem ou não ter sido causados por outros
medicamentos). Aumento de açúcar no sangue tem sido relatado muito raramente. Procure seu médico se você
apresentar sintomas como sede excessiva ou aumento da vontade de urinar.
Perlid deve ser usado com cuidado e apenas após a consulta com o seu médico, se você tiver problemas de coração,
particularmente ritmo cardíaco irregular, anormalidades da atividade elétrica do coração (síndrome do intervalo QT
longo) ou se usar medicamentos que podem alterar a atividade elétrica do coração.
Durante uma operação nos olhos por turvação do cristalino (catarata), a pupila (círculo preto no meio do olho) pode
não aumentar de tamanho conforme necessário. Além disso, durante a cirurgia, a íris (parte colorida do olho) pode
se tornar flácida, provocando danos nos olhos. Informe seu médico que você está fazendo o uso de Perlid, caso
esteja planejando uma operação nos olhos.
Alguns medicamentos (bloqueadores alfa-adrenérgicos) provocam ereção prolongada e dolorosa do pênis, a qual foi
relatada, também, com risperidona no período de vigilância pós-comercialização.
Perlid apresenta efeito antiemético (inibição do vômito) que pode mascarar os efeitos e sintomas da superdosagem
com certos medicamentos ou de condições como obstrução intestinal, síndrome de Reye e tumor cerebral. Como
ocorre com outros antipsicóticos, Perlid deve ser usado com cautela em pacientes com história de convulsões ou
outras condições que potencialmente reduzem o limiar de convulsão. Portanto, informe ao médico se você tem ou já
teve convulsões no passado ou outras condições que potencialmente reduzem o limiar de convulsão. Agentes
antipsicóticos podem comprometer a capacidade do corpo de reduzir a temperatura central. Portanto, informe ao
médico se você realiza exercícios intensos, se expõe a calor intenso, exerce atividades que causam desidratação ou
faz uso concomitante de medicamentos com atividade colinérgica.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo
cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de
morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou
outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue.
Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam
prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma), medicamentos para
arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do
corpo).
Ganho de peso: tente comer moderadamente, pois Perlid pode induzir ganho de peso.
Doenças cardiovasculares, diabetes, insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado), doença de
Parkinson, demência de corpos de Lewy, ou epilepsia: se você sofre de algum destes problemas, informe seu
médico. Supervisão médica cuidadosa pode ser necessária durante o tratamento com Perlid e a posologia talvez
tenha que ser ajustada.
Idosos: pessoas idosas devem tomar doses menores de Perlid do que as prescritas para os demais pacientes adultos
(vide COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Efeitos na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas: Perlid pode afetar sua vigilância ou sua capacidade
para dirigir.
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Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante o tratamento antes de seu médico avaliar sua
sensibilidade a risperidona, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Gravidez: se você está grávida ou planejando engravidar, você deve conversar com seu médico, que decidirá se
você pode ou não tomar Perlid.
Agitação, rigidez muscular e/ou fraqueza, sonolência, agitação, problemas respiratórios ou dificuldade na
alimentação, podem ocorrer nos recém-nascidos de mães que usaram risperidona no último trimestre de sua
gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-
dentista.
Amamentação: não amamente se estiver tomando Perlid. Consulte seu médico neste caso.
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação
depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Interação com alimentos: os alimentos não afetam a absorção de risperidona.
Ingestão concomitante com outros medicamentos e álcool: Perlid pode intensificar o efeito do álcool e de
medicamentos que reduzem a capacidade para reagir ("tranquilizantes", analgésicos narcóticos, certos anti-
histamínicos, certos antidepressivos). Assim, não ingira bebidas alcoólicas e tome estes medicamentos apenas se seu
médico prescrevê-los.
Informe seu médico se você está tomando remédios para tratar doença de Parkinson, pois alguns deles (agonistas
dopaminérgicos como a levodopa) podem agir contrariamente à risperidona.
Perlid deve ser utilizado com precaução com medicamentos que aumentem a atividade do sistema nervoso central
(psicoestimulantes como o metilfenidato).
Se você estiver tomando medicamentos para pressão alta, consulte o seu médico, uma vez que tomar esses
medicamentos com risperidona pode fazer com que a pressão arterial caia demais.
Perlid deve ser usado com cuidado quando você estiver usando medicamentos que alteram a atividade elétrica do
coração, como, entre outros, mas não restrito a: medicamentos para malária, distúrbios do ritmo cardíaco, alergias,
outros antipsicóticos, antidepressivos, diuréticos ou outros medicamentos que afetem os eletrólitos no organismo
(sódio, potássio, magnésio). Alguns medicamentos, quando tomados com risperidona, podem aumentar ou diminuir
o nível de risperidona no seu sangue. Portanto, informe ao médico se você iniciar e/ou interromper o tratamento com
algum dos medicamentos a seguir, pois pode ser necessário alterar a dose de risperidona.
Medicamentos que podem aumentar o nível de risperidona em seu sangue: a fluoxetina e a paroxetina,
medicamentos utilizados principalmente no tratamento da depressão e distúrbios da ansiedade; itraconazol e
cetoconazol, medicamentos para o tratamento de infecções causadas por fungos; certos medicamentos usados no
tratamento da AIDS, tais como ritonavir; verapamil, um medicamento usado para tratar pressão alta e/ou ritmo
anormal do coração; sertralina e fluvoxamina, medicamentos usados para tratar depressão e outros transtornos
psiquiátricos.
Medicamentos que podem diminuir o nível de risperidona no seu sangue: carbamazepina, um medicamento
usado principalmente para epilepsia ou neuralgia do trigêmeo (crises de dor intensa na face); rifampicina, um
medicamento para tratar algumas infecções.
A cimetidina e a ranitidina, dois medicamentos para redução da acidez estomacal, podem aumentar levemente a
quantidade de risperidona no sangue, mas é improvável que possam alterar os efeitos de Perlid. A eritromicina, um
antibiótico, não apresenta efeito sobre o nível de risperidona no sangue. O topiramato, um medicamento utilizado
para tratar epilepsia e enxaqueca, não apresenta um efeito significativo sobre o nível de Perlid no sangue. A
galantamina e a donepezila, medicamentos utilizados no tratamento da demência, não apresentam efeitos sobre
Perlid. Risperidona não demonstrou efeitos sobre o lítio e o valproato, dois medicamentos utilizados no tratamento
da mania, ou sobre a digoxina, um medicamento para o coração.
Tomar Perlid com furosemida, um medicamento utilizado para tratar condições como insuficiência cardíaca e
hipertensão, pode ser uma associação perigosa em idosos com demência. Informe seu médico se você estiver
tomando furosemida.
Informe seu médico se você está tomando qualquer outro medicamento. Ele decidirá quais os medicamentos que
você pode utilizar com risperidona.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
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Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Após aberto, válido por 60 dias.
Perlid apresenta-se na forma de uma solução límpida e incolor.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar: Perlid é apresentado na forma de solução que deve ser tomada por via oral.
A solução oral contém 1 mg de risperidona por mL. A solução é acondicionada em frascos de 30 mL, acompanhado
de uma seringa dosadora, com a qual você pode retirar a quantidade exata da solução. Uma seringa cheia contém 3
mL de solução. A menor quantidade que você poderá retirar do frasco com a seringa dosadora é 0,25 mL, o que
corresponde a 0,25 mg de risperidona.
Você pode tomar Perlid com as refeições ou entre elas. A solução pode ser adicionada a qualquer bebida não
alcoólica, com exceção de chá.
É muito importante que a quantidade correta de Perlid seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa. É por isto
que seu médico ajustará a quantidade de solução, até que o efeito desejado seja obtido. Então, siga as instruções de
seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem consultá-lo.
Instruções para a utilização da seringa dosadora
Abra o frasco do medicamento e desembale a seringa dosadora e o adaptador do frasco. Siga os passos descritos
abaixo:
1. Segure o frasco com firmeza e insira o adaptador no bocal do frasco.
2. Encaixe a seringa dosadora no adaptador do frasco. Certifique-se de que esta está bem encaixada.
3. Vire e segure firmemente o frasco deixando-o na posição vertical e apoie a seringa com o dedo sem soltá-la. Puxe
cuidadosamente o êmbolo medindo o volume em mL conforme a dose recomendada pelo médico.
4. Desvire o frasco e desencaixe a seringa dosadora do adaptador. Transfira o conteúdo da seringa em qualquer
bebida não alcoólica, exceto chá, empurrando o êmbolo até o final da seringa.
5.Tampe o frasco e não retire o adaptador.
Lave bem a seringa dosadora com água corrente.
Posologia
Esquizofrenia: adultos: Perlid pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2
mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada,
ou ser posteriormente individualizada, se necessário. A maioria dos pacientes beneficia-se de doses entre 4 e 6
mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser
apropriada. Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas, e
podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e,
portanto, não devem ser usadas. Um benzodiazepínico pode ser associado à risperidona quando uma sedação
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adicional for necessária; populações especiais: idosos (65 anos ou mais): a dose inicial recomendada é de 0,5 mg,
duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 a 2
mg, duas vezes ao dia; pacientes pediátricos (13 a 17 anos): recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia,
administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em
intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada
de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram
estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da
dose diária, duas vezes por dia. Não existem estudos sobre o uso de risperidona em crianças menores de 13 anos de
idade. Transferência de outros antipsicóticos para risperidona: quando medicamente apropriado, é recomendado
que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Perlid é iniciada. Se for
também medicamente apropriado, iniciar a terapia com risperidona no lugar da próxima injeção programada de
antipsicóticos “depot”. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada pelo
médico. Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência relacionada à doença de
Alzheimer: a dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada
individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A
dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem beneficiar-
se com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez
ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Perlid deve ser
avaliado e justificado periodicamente. Transtorno do humor bipolar: mania: adultos: para uso associado a
estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Perlid de 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser
ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos
pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 e 6 mg/dia. Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose inicial de
Perlid de 2 ou 3 mg uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não
inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 2-6 mg/dia. Populações especiais: pacientes pediátricos (10 a 17
anos): recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite.
Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 ou 1
mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 e 6
mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas. Os pacientes que apresentarem sonolência persistente
podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia. Assim como todos os
tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Perlid deve ser avaliado e justificado constantemente. Não existem
estudos sobre risperidona no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade. Autismo: pacientes
pediátricos (5 a 17 anos): a dose de Perlid deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do
paciente. O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para
pacientes com peso ≥ 20 kg. No dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e
em 0,5 mg/dia para pacientes com peso ≥ 20 kg. Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada ao redor
do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose
devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos ≥ 2 semanas em aumentos de 0,25
mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes ≥ 20 kg. Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não
excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes ≥ 20 kg ou 3,5 mg em pacientes
> 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos.
Doses de risperidona em pacientes pediátricos com autismo (total em mg/dia)
Peso Dias 1-3 Dias 4-14+ Incrementos quando for necessário
aumentar a dose
Intervalo
posológico
< 20 kg 0,25 mg 0,5 mg + 0,25 mg em intervalos ≥ 2 semanas 0,5 mg – 1,5 mg
≥ 20 kg 0,5 mg 1,0 mg + 0,5 mg em intervalos ≥ 2 semanas 1,0 mg – 2,5 mg*
* pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia.
Perlid pode ser administrado uma vez ao dia ou duas vezes ao dia.
Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia
para duas vezes ao dia ou uma vez ao dia ao deitar-se. Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida
e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança. Não
há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade. Insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado):
pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa
do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da
fração livre da risperidona. Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser
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divididas e a titulação da dose deve ser mais lenta em pacientes com insuficiência renal ou hepática. Perlid deve ser
usado com cautela nestes grupos de pacientes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você estiver no início do tratamento com Perlid e esquecer de tomar uma dose do medicamento, você deve tomá-
la assim que se lembrar, em vez de tomar a próxima dose. Continue a tomar as próximas doses conforme
programado.
Se você já estiver em tratamento com Perlid há algum tempo, não tome a dose esquecida e tome a próxima dose
conforme programado.
Nunca tome mais de 16 mg por dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Assim como todos os medicamentos, a risperidona pode causar efeitos adversos. As reações adversas relacionadas
ao tratamento com Perlid estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico.
Dados de estudos clínicos: reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em paciente com
transtorno autista: as seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona em 3 estudos clínicos em
pacientes pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do
que 5%: Distúrbio gastrintestinal: vômito, constipação, boca seca, náusea, hipersecreção salivar. Distúrbios
gerais e condições no local da administração: fadiga, febre, sede. Infecções e infestações: nasofaringite, rinite,
infecção do trato respiratório superior. Investigações: aumento de peso. Distúrbios do metabolismo e nutrição:
aumento de apetite. Distúrbios do sistema nervoso: sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura,
parkinsonismo*. Distúrbios renal e urinário: enurese (incontinência urinária). Distúrbios respiratório, torácico e
do mediastino: tosse, coriza, congestão nasal. Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção cutânea.
*Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda
denteada e tensão muscular.
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários transtornos
psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações adversas foi de
intensidade leve a moderada. Adultos: as seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos
tratados com risperidona: infecções e infestações: nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite,
infecção do trato urinário; distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia; distúrbios do sistema
imunológico: hipersensibilidade; distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade, nervosismo; distúrbios do sistema
nervoso: Parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos, tornando
seus movimentos irregulares e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois
reiniciando. Outros sinais de Parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso,
aumento da saliva, e perda da expressão do rosto)*, acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação
motora e sensação de tremor muscular)*, sonolência, tontura, sedação, tremor*, distonia (contração involuntária
lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora,
geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, boca, língua ou
mandíbula)*, letargia, tontura postural, discinesia* (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir
movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos ou contorções), síncope (desmaio); distúrbios oftalmológicos:
visão turva; distúrbios auditivos e do labirinto: dor de ouvido; distúrbios cardíacos: taquicardia (batimentos
acelerados do coração); distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa ao se levantar), hipotensão
(pressão baixa); distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal, dispneia (encurtamento da
respiração), epistaxe (sangramento pelo nariz), congestão sinusal; distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação,
dispepsia, vômitos, diarreia, hipersecreção salivar (secreção excessiva de saliva), boca seca, desconforto abdominal,
dor abdominal, desconforto estomacal, dor na região superior do abdômen; distúrbios da pele e do tecido
subcutâneo: erupção cutânea, pele seca, caspa, dermatite seborreica, hiperqueratose; distúrbios
musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor nas costas, artralgia (dor nas articulações), dor nas extremidades;
distúrbios renais e urinários: incontinência (falta de controle) urinária; distúrbios do sistema reprodutor e das
mamas: falha na ejaculação; distúrbios gerais: fadiga, astenia, febre, dor torácica; testes: aumento da creatina
fosfoquinase no sangue, aumento da frequência cardíaca.
*Parkinsonismo inclui: distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, Parkinsonismo, rigidez em roda
denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e Doença de Parkinson. Acatisia
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inclui: acatisia e agitação. Distonia inclui: distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias,
contratura muscular, oculogiração, paralisia da língua. Tremores incluem: tremores e tremor Parkinsoniano de
repouso. Discinesia inclui: discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose. Idosos: as
seguintes reações adversas foram relatadas por ≥ 1% dos pacientes idosos com demência tratados com risperidona,
incluindo apenas as reações não mencionadas anteriormente ou as reações adversas com frequência maior ou igual a
duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas anteriormente: infecções e infestações: infecção do trato
urinário, pneumonia, celulite; distúrbios nutricionais e do metabolismo: diminuição do apetite; distúrbios
psiquiátricos: estado confusional; distúrbios do sistema nervoso: letargia, ataque isquêmico transitório, nível
deprimido de consciência, produção excessiva de saliva, acidente vascular cerebral (perda repentina do suprimento
de sangue ao cérebro); distúrbios oftalmológicos: conjuntivite; distúrbios vasculares: hipotensão (pressão baixa);
distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, rinorreia (secreção nasal); distúrbios gastrintestinais:
disfagia (dificuldade para engolir), fecaloma (fezes muito duras); distúrbios da pele e do tecido subcutâneo:
eritema (vermelhidão da pele); distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: postura anormal, inchaço
articular; distúrbios gerais: edema periférico, febre, distúrbio de marcha, edema depressível; testes: aumento da
temperatura corporal. Pacientes pediátricos: as seguintes reações adversas foram observadas por ≥ 1% dos
pacientes pediátricos tratados com risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas para os pacientes
adultos ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas
mencionadas para os pacientes adultos. Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, rinite, gripe;
distúrbios nutricionais e do metabolismo: apetite aumentado; distúrbios psiquiátricos: insônia de manutenção,
apatia; distúrbios do sistema nervoso: sonolência, cefaleia, sedação, tontura, tremores, produção excessiva de
saliva, disartria (problemas com a fala), distúrbio da atenção, distúrbio do equilíbrio, hipersonia (períodos de sono
excessivamente longos); distúrbios cardíacos: palpitações (vibração ou sensação anormal de esmagamento no
peito); distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, rinorreia (secreção nasal), epistaxe
(sangramento nasal), dor faringolaringeana (dor de garganta), congestão pulmonar; distúrbios gastrintestinais:
vômitos, dor na região superior do abdome, diarreia, hipersecreção salivar, desconforto estomacal, dor abdominal;
distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: prurido, acne; distúrbios musculoesqueléticos e do tecido
conjuntivo: mialgia (dor muscular), dor no pescoço; distúrbios renais e urinários: enurese (perda involuntária de
urina), incontinência urinária, polaciúria (urinar com maior frequência); distúrbios do sistema reprodutor e das
mamas: galactorreia (produção anormal de leite); distúrbios gerais: fadiga, febre, sensação anormal, letargia,
desconforto torácico. Testes: aumento do peso, prolactina sanguínea aumentada (cujos sintomas podem incluir, nos
homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual, e, em mulheres,
ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual). Outros dados de estudos clínicos: a
seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos, em ≥ 1% e <1% dos pacientes adultos, idosos
com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona (composto ativo resultante da
metabolização da risperidona). As seguintes reações adversas foram observadas em ≥ 1% dos pacientes adultos,
idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona: distúrbios psiquiátricos:
agitação, insônia*; distúrbios do sistema nervoso: acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação
motora e sensação de tremor muscular)*, discinesia (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir
movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos ou contorções)*, distonia (contração involuntária lenta ou
sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora,
geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, boca, língua ou
mandíbula)*, Parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos,
tornando seus movimentos irregulares, e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois
reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso,
aumento da saliva, e perda da expressão do rosto)*; distúrbios vasculares: hipertensão (pressão alta); distúrbios
musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor musculoesquelética; distúrbios gerais e condições no local de
administração: marcha anormal, edema*, dor; lesões, envenenamento e complicações do procedimento: queda.
*Insônia inclui: insônia inicial, insônia média. Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas,
inquietação. Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio do movimento, contração muscular,
mioclonia. Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia,
laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo,
pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo, trismo. Parkinsonismo
inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, produção de saliva aumentada, sintomas extrapiramidais,
reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular, rigidez musculoesquelética. Edema inclui: edema
generalizado, edema periférico, edema depressível.
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As seguintes reações adversas foram observadas em < 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes
pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona: infecções e infestações: acarodermatite (inflamação da pele
causada por ácaros), bronquite, cistite (infecção da bexiga), infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção
localizada, onicomicose (micose nas unhas), infecção no trato respiratório, tonsilite, infecção viral; distúrbios do
sangue e sistema linfático: contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia, contagem
reduzida de leucócitos; distúrbios endócrinos: presença de glicose na urina, hiperprolactinemia (aumento do
hormônio prolactina no sangue, cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em
obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros
problemas com o ciclo menstrual); distúrbios metabólicos e nutricionais: anorexia (falta de apetite), aumento do
colesterol sanguíneo, aumento do triglicérides sanguíneo, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), polidipsia
(sede excessiva), diminuição do peso; distúrbios psiquiátricos: embotamento afetivo (falta de emoção), depressão,
redução da libido (desejo sexual), pesadelo, distúrbio do sono; distúrbios do sistema nervoso: distúrbio vascular
cerebral (problemas nos vasos sanguíneos do cérebro), convulsão*, coordenação anormal, coma diabético (coma
devido à diabetes não controlada), hipoestesia (sensibilidade diminuída ao estímulo), perda da consciência,
parestesia (sensação de formigamento, pontadas ou dormência na pele), hiperatividade psicomotora, discinesia
tardia (contorções ou movimentos involuntários na face, língua, ou outras partes do corpo que você não pode
controlar), ausência de resposta a estímulos; distúrbios oftalmológicos: olhos secos, crise oculógira, crosta na
margem da pálpebra, glaucoma (aumento da pressão dentro do globo ocular), aumento do lacrimejamento,
hiperemia ocular (vermelhidão dos olhos); distúrbios do ouvido e labirinto: tinido, vertigem; distúrbios
cardíacos: bloqueio atrioventricular (interrupção da condução entre a parte superior e inferior do coração),
bradicardia (batimentos lentos do coração), distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma
com QT prolongado, arritmia sinusal; distúrbios vasculares: rubor; distúrbios respiratórios, torácicos e do
mediastino: disfonia (dor ou dificuldade para falar), hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios
respiratórios, congestão do trato respiratório, chiado; distúrbios gastrintestinais: queilite (eritema e ulceração no
canto da boca), incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua, dor de dente; distúrbios
hepatobiliares: aumento da gama-glutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas, aumento das transaminases;
distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele, lesão da pele;
distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: rigidez articular, fraqueza muscular, rabdomiólise
(destruição das fibras musculares e dor nos músculos); distúrbios renais e urinários: disúria (dificuldade ou dor ao
urinar); distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: amenorreia (ausência de menstruação), secreção das
mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia (aumento das mamas), distúrbio da menstruação*,
disfunção sexual, secreção vaginal; distúrbios gerais e condições no local de administração: redução da
temperatura do corpo, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência (retirada do medicamento), edema de face,
mal-estar, frieza nas extremidades, sede; lesões, envenenamento e complicações do procedimento: dor do
procedimento. *Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal. Distúrbio da menstruação inclui: menstruação
irregular, oligomenorreia (menstruação escassa).
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas
não relatadas por pacientes tratados com este medicamento: distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática
(reação alérgica grave com inchaço que pode envolver a garganta e levar a dificuldade em respirar); distúrbios
metabólicos e nutricionais: hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue); distúrbios psiquiátricos: catatonia
(condição em que a pessoa não se mexe ou responde a estímulos embora esteja acordada; anorgasmia (incapacidade
de alcançar o orgasmo); distúrbios do sistema nervoso: instabilidade da cabeça, síndrome neuroléptica maligna
(confusão, redução ou perda da consciência, febre alta, e rigidez muscular grave); distúrbios oftalmológicos:
distúrbio do movimento dos olhos, fotofobia (hipersensibilidade dos olhos à luz); distúrbios cardíacos: síndrome
da taquicardia postural ortostática; distúrbios gastrintestinais: obstrução intestinal; distúrbios da pele e do tecido
subcutâneo: erupção medicamentosa, urticária; distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: desconforto das
mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas, atraso na menstruação; distúrbios gerais e condições no
local de administração: endurecimento. Dados pós-comercialização: as reações adversas observadas com a
risperidona e/ou paliperidona durante a experiência após o início da comercialização deste medicamento estão
descritas a seguir. Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este
medicamento), incluindo relatos isolados: distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose (redução
de um tipo de células brancas do sangue), trombocitopenia (redução das plaquetas, células do sangue que auxiliam
na interrupção do sangramento); distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético
(hormônio que controla o volume de urina); distúrbios metabólicos e nutricionais: Diabetes mellitus, cetoacidose
diabética (complicações da diabetes não controlada que podem ser fatais), hipoglicemia (diminuição do nível de
açúcar no sangue), intoxicação por água; distúrbios psiquiátricos: mania (humor eufórico), sonambulismo,
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transtorno alimentar relacionado ao sono; distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (perda do paladar ou sensação
de gosto estranho); distúrbios oftalmológicos: síndrome de íris flácida (intraoperatória), uma condição que pode
ocorrer durante a cirurgia de catarata em pacientes que utilizam ou já utilizaram risperidona; distúrbios cardíacos:
fibrilação atrial (ritmo anormal do coração); distúrbios vasculares: trombose venosa profunda (coágulos de sangue
nas pernas), embolia pulmonar (coágulos de sangue nos pulmões); distúrbios respiratórios, torácicos e do
mediastino: síndrome da apneia do sono (dificuldade para respirar durante o sono); distúrbios gastrintestinais:
pancreatite (inflamação do pâncreas), íleo (obstrução do intestino); distúrbios hepatobiliares: icterícia (pele e olhos
amarelados); distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema (reação alérgica grave caracterizada por
febre, inchaço da boca, face, lábio ou língua, falta de ar, coceira, erupção cutânea e, algumas vezes, queda na
pressão arterial), alopecia (queda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (erupção
cutânea grave ou que pode levar a risco de morte, com bolhas e descamação da pele, que pode começar na região da
boca, nariz, olhos e órgãos genitais e se espalhar para outras áreas do corpo); distúrbios renais e urinários:
retenção urinária; gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal (síndrome de
retirada do medicamento que ocorre em recém-nascidos); distúrbios do sistema reprodutor e das mamas:
priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis); distúrbios gerais: hipotermia (redução da temperatura do
corpo). Deve-se enfatizar que muitas pessoas não terão nenhum desses problemas. Então, não hesite em relatar
qualquer efeito indesejável ao seu médico ou farmacêutico. Além disso, informe seu médico ou farmacêutico se
você notar qualquer efeito adverso não mencionado nesta bula.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE
MEDICAMENTO?
Na superdosagem, um ou mais dos seguintes sinais podem ocorrer: redução do nível de consciência, sonolência,
sono, tremores excessivos, rigidez muscular excessiva, batimento cardíaco rápido e pressão arterial baixa. Foram
relatados casos de condução elétrica anormal no coração (prolongamento do intervalo QT) e convulsão. A
superdosagem pode acontecer se você tomar outros medicamentos juntos com a risperidona. Se você apresentar os
sintomas acima, contate o seu médico.
Enquanto isso, você sempre pode começar a tratar esses distúrbios com carvão ativado, o qual absorve qualquer
medicamento ainda presente no estômago.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a
embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.2568.0292
Registrado e produzido por:
PRATI, DONADUZZI & CIA LTDA
Rua Mitsugoro Tanaka, 145
Centro Industrial Nilton Arruda - Toledo - PR
CNPJ 73.856.593/0001-66
Indústria Brasileira
SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800-709-9333
[email protected]
www.pratidonaduzzi.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 20/12/2024.
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11
Anexo B
Histórico de alteração para a bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente No. expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
III - DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Embalagem com
1 ou 100 frascos
de 30 mL
acompanhado de
1 ou 100 seringas
dosadoras.
18/10/2024 1437840/24-8
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - -
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III - DIZERES LEGAIS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III - DIZERES LEGAIS
VP
VPS
Embalagem com
1 ou 100 frascos
de 30 mL
acompanhado de
seringas
dosadoras.
26/10/2023 1165846/23-3
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - -
6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. POSOLOGIA E MODO DE USAR
VP
VPS
Embalagem com
1 ou 100 frascos
de 30 mL
acompanhado de
seringas
dosadoras.
-- 12 of 13 --
Perlid_risperidona_bula_paciente
12
05/10/2022 4784024/22-1
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - -
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
VP
VPS
Embalagem com
1 ou 100 frascos
de 30 mL
acompanhado de
seringas
dosadoras.
14/05/2021 1865200/21-0
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - - 9.REAÇÕES ADVERSAS VPS
Embalagem com
1 ou 100 frascos
de 30 mL
acompanhado de
seringas
dosadoras.
28/08/2020 2908498/20-9
10450- SIMILAR
– Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
- - - - 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VP
Embalagem com
1 frasco de 30 mL
acompanhado de
seringa dosadora.
17/02/2020 0485619/20-8
10457- SIMILAR
–Inclusão Inicial
de Texto de Bula
- - - - - VP
Embalagem com
1 frasco de 30 mL
acompanhado de
seringa dosadora.
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10060356 |
|---|---|
| Código de Barras | 7899547533118 |
| Princípio ativo | risperidona |
| Registro MS | 1256802920016 |
| Tipo | Similar |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 5 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | SOLUÇÃO ORAL |
| Classe terapêutica | NEUROLEPTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |