Prednisolona 40 Mg Comprimido Revestido Com 7 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Pedpharma
prednisolona
40 MG
PREDNISOLONA
A prednisolona é indicada como agente anti-inflamatório e imunossupressor em doenças que envolvem processos inflamatórios e/ou autoimunes, condições endócrinas e como parte de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias. Este medicamento é um glicocorticoide com potente ação an…
prednisolona é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
A prednisolona é indicada como agente anti-inflamatório e imunossupressor em doenças que envolvem processos inflamatórios e/ou autoimunes, condições endócrinas e como parte de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias. Este medicamento é um glicocorticoide com potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica, destinado ao tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides. A prednisolona age aproximadamente 1 a 2 horas após a administração.
Especificações
| Código do Produto | 128053 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTÉTICA |
| Código de Barras | 7896658048692 |
| Princípio ativo | PREDNISOLONA |
| Registro MS | 1057305600086 |
| Dosagem | 40 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
prednisolona
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos
20 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
prednisolona
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÃO
Comprimidos de 20 mg: embalagem com 10 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido contém:
prednisolona ......................................................................................................................................... 20 mg
Excipientes: lactose monoidratada, dióxido de silício, celulose microcristalina, estearato de magnésio,
óleo vegetal hidrogenado, amidoglicolato de sódio e talco.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
A prednisolona é indicada como agente anti-inflamatório e imunossupressor em patologias cujos
mecanismos fisiopatológicos envolvam processos inflamatórios e/ou autoimunes; para o tratamento de
condições endócrinas (glândulas); e em composição de esquemas terapêuticos em algumas neoplasias.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este é um medicamento à base de prednisolona com propriedades predominantes dos glicocorticoides
(hormônios esteroides). Possui potente ação anti-inflamatória, antirreumática e antialérgica, destinada ao
tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes alérgicos a prednisolona ou a qualquer outro
componente da fórmula; e para pacientes com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
É muito importante que você informe ao seu médico os problemas de saúde que você tenha e todos os
medicamentos que estiver utilizando.
Nos pacientes com insuficiência hepática, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento de
doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as principais reações adversas, como fratura
vertebral, hiperglicemia (aumento da glicose no sangue), diabetes, hipertensão (pressão alta), catarata e
síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.
As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções do que as
crianças saudáveis. Durante a terapia com prednisolona, evite qualquer contato com pacientes portadores
de varicela ou sarampo. Caso ocorra, procure imediatamente seu médico. Pacientes com utilização do
medicamento também não devem ser vacinados contra varíola, nem mesmo outras vacinas, com risco de
complicações neurológicas e ausência de resposta imune. Varicela e sarampo, por exemplo, podem ter um
curso mais grave e até fatal em crianças e adultos não imunes sob corticoterapia.
Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose. O uso de prednisolona
em tuberculose ativa deve ser restrito a casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nas quais o
corticosteroide é usado para o controle da doença associado a um regime antituberculoso apropriado.
Caso haja indicação de corticosteroide em tuberculose latente ou reatividade à tuberculina, torna-se necessário
acompanhamento contínuo do seu médico. Durante terapia prolongada, esses pacientes devem receber
quimioprofilaxia.
Corticosteroides podem mascarar alguns sinais de infecção, e novas infecções podem aparecer durante o
tratamento. Durante o uso de corticosteroides pode haver diminuição da resistência e dificuldade na
localização de infecções.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
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O uso prolongado de corticosteroides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com
possível lesão dos nervos ópticos e pode aumentar a ocorrência de infecções secundárias oculares devido
a fungos e viroses.
Altas doses de corticosteroides, bem como doses habituais, podem causar elevação da pressão arterial,
retenção de sal e água e aumento da excreção de potássio. Todos os corticosteroides aumentam a excreção de
cálcio. Considerar a possibilidade de dieta hipossódica (sem sódio) e suplementação de potássio, quando os
corticosteroides forem utilizados.
Em pacientes portadores de hipotireoidismo (doença da tireoide) ou com cirrose (doença do fígado),
existe aumento do efeito do corticosteroide.
Pacientes portadores de herpes simples ocular devem utilizar corticosteroides com cautela, pois pode
haver possível perfuração de córnea.
Podem aparecer distúrbios psíquicos quando do uso de corticosteroides, variando desde euforia, insônia,
alteração do humor, alteração de personalidade, depressão grave até manifestações de psicose ou
instabilidade emocional. Tendências psicóticas preexistentes podem ser agravadas pelos corticosteroides.
Em hipoprotrombinemia, o ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cautela quando associado à
corticoterapia.
Deve haver cuidado na utilização de esteroidais em casos de colite ulcerativa não específica (inflamação
do intestino), caso haja possibilidade de perfuração iminente (já que há risco de perfuração), abscesso ou
outras infecções piogênicas (infecção que produz pus); diverticulite; anastomoses de intestino (cirurgia do
intestino); úlcera péptica ativa ou latente; insuficiência renal; hipertensão; osteoporose (diminuição da
densidade óssea) e miastenia gravis (fraqueza dos músculos).
Há risco de insuficiência adrenal em função de retirada súbita do fármaco após terapia prolongada,
podendo ser evitada mediante redução gradativa da dose.
É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.
Outras imunizações deverão ser evitadas, principalmente nos pacientes que estão recebendo altas doses de
corticosteroides, pelos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta de anticorpos.
Entretanto, imunizações podem ser realizadas nos pacientes que estejam fazendo uso de corticosteroides
como terapia substitutiva, como, para a doença de Addison.
Em casos de insuficiência adrenocortical induzida por prednisolona, pode-se minimizar o quadro por
redução gradual da dosagem. Devido à possibilidade de persistência desse quadro após a interrupção do
tratamento por algum tempo, pode ser necessário reiniciar a corticoterapia em situações de estresse.
Como a secreção de mineralocorticoide pode estar reduzida, deve-se administrar concomitantemente sais
ou mineralocorticoides.
Gravidez e lactação
Como estudos adequados de reprodução humana não foram feitos com corticosteroides, o uso de
prednisolona na gravidez, lactação ou em mulheres com potencial para engravidar requer que os possíveis
benefícios da droga justifiquem o risco potencial para a mãe, embrião ou feto.
A prednisolona deve ser administrada com cautela em mulheres que estejam amamentando. A
prednisolona é excretada no leite materno em baixos níveis (menos de 1% da dose administrada).
Medidas de cautela devem ser tomadas quando a prednisolona é administrada por lactantes.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Uso em crianças: o crescimento e o desenvolvimento de crianças sob corticoterapia prolongada devem
ser observados cuidadosamente.
As crianças que utilizam esteroidais, a longo prazo, devem ser cuidadosamente observadas em relação ao
aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade, retardo no crescimento,
osteoporose (diminuição da densidade óssea) e supressão adrenal.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
- Interação medicamento-substância química
Severidade maior
Substância química: álcool.
Efeito da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode ser
aumentada quando esta substância é utilizada concomitantemente com glicocorticoides.
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- Interações medicamento-medicamento
Severidade maior
Medicamentos: drogas anti-inflamatórias não esteroidais (por exemplo: diclofenaco e cetoprofeno).
Efeitos da interação: risco de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia pode
ser aumentada quando estas substâncias são utilizadas concomitantemente com glicocorticoides.
Entretanto, o uso concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais no tratamento de artrite deve
promover benefício terapêutico aditivo e permitir redução de dosagem de glicocorticoide.
Severidade moderada
Medicamentos: anticolinérgicos, especialmente atropina e compostos relacionados.
Efeito da interação: o uso concomitante a longo prazo com glicocorticoides pode aumentar a pressão
intraocular.
Medicamentos: anticoagulantes, derivados cumarínicos ou indandionas, heparina, estreptoquinase ou
uroquinase.
Efeitos da interação: os efeitos dos derivados cumarínicos ou da indandiona geralmente diminuem (mas
podem aumentar em alguns pacientes), quando estes medicamentos são utilizados concomitantemente
com glicocorticoides. Ajustes de dose baseados na determinação do tempo de protrombina podem ser
necessários durante e após a terapia com glicocorticoide.
O potencial de ocorrência de ulceração gastrintestinal (do estômago ou intestino) ou hemorragia durante
terapia com glicocorticoide e os efeitos dos glicocorticoides na integridade vascular podem apresentar-se
aumentados em pacientes que recebem terapia com anticoagulante ou trombolítico.
Medicamentos: agentes antidiabéticos (por exemplo: glimepirida e metformina), sulfonilureia ou
insulina.
Efeitos da interação: os glicocorticoides podem aumentar as concentrações de glicose no sangue. Ajuste
de dose de um ou ambos os agentes pode ser necessário quando a terapia com glicocorticoide é
descontinuada.
Medicamentos: agentes antitireoidianos (por exemplo: levotiroxina) ou hormônios da tireoide.
Efeitos da interação: alterações na condição da tireoide do paciente podem ocorrer como um resultado
de administração, alteração na dosagem ou descontinuação de hormônios da tireoide ou agentes
antitireoidianos, podendo necessitar de ajuste de dosagem de corticosteroide, uma vez que a depuração
metabólica de corticosteroides diminui em pacientes com hipotireoidismo (doença da tireoide) e aumenta
em pacientes com hipertireoidismo. Os ajustes de dose devem ser baseados em resultados de testes de
função da tireoide.
Medicamentos: estrogênios ou contraceptivos orais contendo estrogênios.
Efeitos da interação: estrogênios podem alterar o metabolismo, levando à diminuição da depuração,
aumentando a meia-vida de eliminação e aumentando os efeitos terapêuticos e toxicidade dos
glicocorticoides. O ajuste de dose dos glicocorticoides pode ser requerido durante e após o uso
concomitante.
Medicamentos: glicosídeos digitálicos (por exemplo: digoxina).
Efeitos da interação: o uso concomitante de glicocorticoides pode aumentar a possibilidade de arritmias
(alteração no ritmo do coração) ou toxicidade digitálica associada com hipocalemia (diminuição do
potássio no sangue).
Medicamentos: diuréticos (por exemplo: furosemida e hidroclorotiazida).
Efeitos da interação: efeitos de natriuréticos e diuréticos podem diminuir as ações de retenção de sódio e
fluidos de corticosteroides e vice-versa.
O uso concomitante de diuréticos depletores de potássio com corticosteroides pode resultar em
hipocalemia (diminuição do potássio no sangue). A monitoração da concentração de potássio sérico e
função cardíaca é recomendada.
Efeitos de diuréticos no potássio excessivo e/ou corticosteroide nas concentrações de potássio sérico
podem ser diminuídos durante uso concomitante. A monitoração das concentrações de potássio sérico é
recomendada.
Medicamento: somatropina.
Efeitos da interação: inibição do crescimento em resposta ao somatrém ou somatropina pode ocorrer
com uso terapêutico crônico de doses diárias (por m 2 de superfície corporal) que excedam 2,5 - 3,75 mg
de prednisolona oral ou 1,25 - 1,88 mg de prednisolona parenteral.
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É recomendado que estas doses não sejam excedidas durante a terapia com somatrém ou somatropina. Se
doses maiores forem necessárias, a administração de somatrém ou somatropina deve ser postergada.
Medicamentos: barbituratos (por exemplo: fenobarbital) e drogas indutoras enzimáticas (por exemplo:
fenitoína, carbamazepina).
Efeitos da interação: drogas que induzem a atividade das enzimas metabólicas hepáticas (do fígado) da
fração microssomal podem aumentar o metabolismo da prednisolona, requerendo, em terapias
concomitantes, o aumento da dosagem de prednisolona.
Severidade menor
Medicamento: isoniazida.
Efeitos da interação: glicocorticoides, especialmente prednisolona, podem aumentar o metabolismo
hepático e/ou excreção de isoniazida, levando à diminuição das concentrações plasmáticas e eficácia da
isoniazida, especialmente em pacientes que sofrem acetilação rápida. O ajuste de dose de isoniazida pode
ser necessário durante e após o uso concomitante.
- Interação medicamento-exame laboratorial
Severidade menor
Medicamento: digoxina.
Efeito da interação: a prednisolona pode resultar em falso aumento dos níveis de digoxina.
Medicamento: prednisolona.
Efeito da interação: os corticosteroides podem alterar o teste de nitroblue tetrazolium para infecções
bacterianas e produzir resultados falsos negativos. Os corticoides podem suprimir as reações de testes
cutâneos.
Atenção: este medicamento contém 220,8 mg de lactose monoidratada/comprimido e não deve ser
usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando associado
a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer alteração
no seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor. Antes de tomar
qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está tomando medicamento
imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: comprimidos redondos, brancos, com vinco em uma das faces
e com logo “ACHÉ” na outra face.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A prednisolona deve ser tomada de acordo com as instruções fornecidas pelo seu médico, respeitando as
doses, os horários e a duração do tratamento. As necessidades posológicas são variáveis e devem ser
individualizadas, tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.
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A dosagem inicial de prednisolona pode variar de 5 mg a 60 mg por dia, dependendo da doença específica
que está sendo tratada. As doses de prednisolona requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de
acordo com a doença em tratamento e a resposta do paciente. Para bebês e crianças, a dosagem
recomendada deve ser controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos
fatores idade e peso corporal.
A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado
por mais do que alguns dias.
Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes, enquanto para alguns
pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a
resposta satisfatória seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos
decréscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para
se obter uma resposta clínica adequada. Deve-se ter em mente que é necessária uma constante observação
em relação à dosagem de prednisolona. Se por um período razoável de tempo não ocorrer resposta clínica
satisfatória, o tratamento com prednisolona deve ser interrompido e o paciente transferido para outra
terapia apropriada.
Incluem-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose: mudança no estado clínico
secundário por remissão ou exacerbação no processo da doença, a suscetibilidade individual do paciente à
droga e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença
em tratamento; se for necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja
gradual e nunca abrupta.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso o paciente esqueça de fazer uso do medicamento ou ainda esteja impossibilitado de utilizar o
medicamento, deve-se fazer uso do mesmo tão logo se lembre, ou se estiver próximo do horário da
próxima dose, deve-se adiantá-la, sem duplicá-la.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas de prednisolona têm sido do mesmo tipo das relatadas para outros corticosteroides e
normalmente podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da dose, sendo isto preferível à
interrupção do tratamento com o fármaco.
Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides e sua incidência é elevada se a dose
aumenta muito acima de 80 mg/dia de prednisolona ou seu equivalente.
- Reações comuns (> 1/100 e ≤ 1/10)
Gastrintestinais: aumento do apetite, indigestão, ulceração do estômago e/ou duodeno com possível
perfuração e sangramentos; inflamação do pâncreas; inflamação do esôfago com úlcera.
Neurológicas: nervosismo, cansaço e insônia.
Dermatológicas: reações alérgicas locais.
Oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; projeção do globo ocular para a frente (olhos saltados).
O estabelecimento de infecções secundárias por fungos ou vírus nos olhos pode também ser intensificado.
Endócrinas: pré-diabetes, manifestação de diabetes mellitus latente; aumento das necessidades de insulina ou
medicamentos que diminuem a glicose no sangue em diabéticos. O tratamento com doses elevadas de
corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no sangue, com plasma leitoso.
- Reações incomuns (> 1/1.000 e ≤ 1/100)
Dermatológicas: retardo da cicatrização; pele fina e frágil; petéquias e equimoses; rubor facial (face
avermelhada); aumento do suor; supressão a reações de alguns testes cutâneos; urticária, edema nos olhos
e lábios e dermatite alérgica. Facilidade em ter manchas roxas na pele (hematomas), espinhas na face,
no peito e nas costas, e estrias avermelhadas nas coxas, nádegas e nos ombros.
Neurológicas: convulsões, aumento da pressão intracraniana com papiledema (pseudotumor cerebral),
usualmente após tratamento; dor de cabeça; tontura; agitação psicomotora, alterações isquêmicas de
nervos, alterações no eletroencefalograma e crises.
Psiquiátricas: euforia, depressão grave com manifestações psicóticas, alterações da personalidade,
hiperirritabilidade e alterações do humor.
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Endócrinas: irregularidades menstruais; desenvolvimento de estado cushingoide; retardo do crescimento
fetal ou infantil; ausência de resposta secundária adrenocortical e hipofisária, especialmente em situações de
estresse, como trauma, cirurgia ou doença. Em alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em
aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozoides.
Gastrintestinais: distensão abdominal; diarreia ou prisão de ventre; enjoo; vômitos; perda do apetite (que
pode resultar em perda de peso), irritação do estômago.
Hidroeletrolíticas: retenção de sal; retenção de líquido; insuficiência cardíaca congestiva em pacientes
suscetíveis; perda de potássio e aumento da pressão arterial.
Musculoesqueléticas: fraqueza muscular; perda de massa muscular; osteoporose necrose asséptica da
cabeça umeral e femoral; fratura patológica de ossos longos e vértebras; agravamento dos sintomas da
miastenia gravis e ruptura do tendão.
Metabólica: balanço negativo de nitrogênio devido ao catabolismo proteico.
Durante a experiência pós-comercialização, foram observadas as seguintes reações adversas sem
incidência definida: arritmias (taquicardia ou bradicardia); perda de albumina na urina; aumento de peso;
dor no peito; dor nas costas; mal-estar geral; palidez; sensação de calor ou de frio; descoloração da língua;
sensibilidade dos dentes; salivação excessiva; soluço; boca seca; falta de ar; rinite; tosse; frequência
miccional aumentada; isquemia de origem periférica; perda ou alteração do paladar; alteração do olfato;
aumento do tônus (contração) muscular; movimentos involuntários do globo ocular; paralisia facial; tremor;
aumento da libido; confusão; distúrbio do sono e sonolência.
Junto com os efeitos necessários para seu tratamento, os medicamentos podem causar efeitos não
desejados. Apesar de nem todos estes efeitos colaterais ocorrerem, você deve procurar atendimento
médico caso algum deles ocorra.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas
Não foram relatados os efeitos de ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em um
curto período de tempo.
O que fazer antes de procurar socorro médico?
Deve-se evitar a provocação de vômitos e a ingestão de alimentos ou bebidas. O mais indicado é
procurar um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto e, de preferência, sabendo-se a
quantidade exata de medicamento ingerida. Pode-se, alternativamente, solicitar auxílio ao Centro de
Assistência Toxicológica da região, o qual deve fornecer as orientações para a superdose em questão.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a situações de risco de
morte. Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta dose com glicocorticoides torna
improvável a produção de resultados nocivos, na ausência de contraindicações específicas, como em
pacientes com diabetes mellitus (diabetes), glaucoma ou úlcera péptica ativa, ou em pacientes que
estejam fazendo uso de medicações, como: digitálicos, anticoagulantes cumarínicos (medicamento para
o coração) ou diuréticos depletores de potássio. O seu tratamento inclui a indução de êmese (vômito) ou
através de lavagem gástrica. As possíveis complicações associadas devem ser tratadas especificamente.
Este medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar grande quantidade
deste medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você
precisar de mais orientações.
III - DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0560
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
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Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20° andar São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Rodovia Presidente Dutra, km 222,2
Guarulhos – SP
Ou
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Rodovia PE 09, 5601
Cabo de Santo Agostinho – PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
-- 8 of 20 --
Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
09/10/2025 -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário RDC 60/12
NA NA NA NA III. DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
20 mg
27/08/2025 1148812/25-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
20 mg
22/12/2021 8441276/21-8
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR QUANTO
TEMPO POSSO GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III- DIZERES LEGAIS
VPS
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
III- DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
20 mg
-- 9 of 20 --
29/07/2021 2961199/21-2
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário RDC 60/12
NA NA NA NA VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS VPS Comprimidos
20 mg
11/05/2020 1469850201
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
24/04/2020 1260429/20-1
11016 –
RDC73/2016 –
GENÉRICO –
Inclusão de local
de embalagem
primária do
medicamento
III - DIZERES LEGAIS VP/VPS Comprimidos
20 mg
22/04/2019 035425/19-4
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
28/09/2018 0960232/18-1
1959 –
GENÉRICO –
Solicitação de
Transferência de
Titularidade de
Registro
(Incorporação de
Empresa)
24/12/2018
VP
III – DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III – DIZERES LEGAIS
VP/VPS Comprimidos
20 mg
06/07/2017 1385309/17-1
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A INCLUSÃO INICIAL DE TEXTO DE
BULA VP/VPS Comprimidos
20 mg
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AAS
prednisolona
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Comprimidos Revestidos
40 mg
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1
BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
prednisolona
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÃO
Comprimidos revestidos de 40 mg: embalagem com 7 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
prednisolona..............................................................................................................40 mg
Excipientes: lactose monoidratada, amido, povidona, estearato de magnésio,
maltodextrina, talco, hipromelose, goma guar e triglicerídeos de cadeia média.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de doenças endócrinas, osteoarticulares e
osteomusculares, reumáticas, do colágeno, dermatológicas, alérgicas, oftálmicas,
respiratórias, hematológicas, neoplásicas, e outras que respondam à terapia com
corticosteroides.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento é um medicamento que possui potente ação anti-inflamatória,
antirreumática e antialérgica no tratamento de doenças que respondem aos corticosteroides.
A prednisolona começa a agir em aproximadamente 1 a 2 horas após a administração.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com hipersensibilidade à
prednisolona ou a outros corticosteroides ou a qualquer componente de sua fórmula.
Este medicamento é contraindicado para pacientes com infecções não controladas e
infecções por fungos (micoses) que afetam o organismo todo.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Seu médico poderá fazer ajustes da dose durante melhora ou piora da doença em
tratamento, resposta individual ao tratamento e exposição do paciente a situações de
estresse emocional ou físico, tais como infecção grave, cirurgia ou traumatismo.
Poderá ser necessário monitoramento por período de até um ano após o término de
tratamento prolongado ou com doses altas de prednisolona.
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As complicações provenientes do tratamento com corticosteroides são relacionadas à
dose e duração do tratamento. O seu médico deverá fazer uma avaliação do risco-
benefício do uso para cada paciente.
A prednisolona, assim como outros corticosteroides, pode mascarar alguns sinais de
infecção, e novas infecções podem surgir durante sua administração. Quando os
corticosteroides são usados, pode ocorrer baixa na resistência ou dificuldade em
localizar a infecção.
Insuficiência secundária do córtex suprarrenal, induzida por medicamento, pode ser
resultante de retirada rápida do corticosteroide, podendo ser evitada mediante redução
gradativa da dose. Essa insuficiência pode persistir meses após o término do tratamento,
e por essa razão, se ocorrer estresse (cirurgia, infecção grave, parto ou traumatismo)
durante este período, o tratamento com corticosteroides deverá ser retomado.
O efeito dos corticosteroides é aumentado em pacientes com hipotireoidismo
(diminuição ou falta de hormônios da tireoide) e cirrose (doença do fígado).
Recomenda-se cuidado com o uso de prednisolona em pacientes com herpes simples
ocular, pelo risco de perfuração da córnea.
Os corticosteroides podem agravar condições preexistentes de instabilidade emocional
ou tendências psicóticas. Transtornos psíquicos podem ocorrer durante a terapia com
corticosteroides.
Caso você tenha as seguintes doenças, avise o seu médico: colite ulcerativa inespecífica
(inflamação do intestino com ulceração); abscesso ou outra infecção com pus;
diverticulite; cirurgia intestinal recente; úlcera no estômago; doença nos rins; pressão
arterial alta; osteoporose (diminuição do cálcio nos ossos); miastenia gravis (doença
autoimune na qual existe intensa fraqueza muscular).
O uso prolongado de prednisolona pode produzir catarata subcapsular posterior (doença
nos olhos), glaucoma com risco de lesão do nervo óptico e aumento do risco de infecções
nos olhos por fungos ou vírus.
Prednisolona pode causar elevação da pressão arterial, retenção de sal e água e aumento
da excreção de potássio. Considerar a possibilidade de dieta com pouco sal e
suplementação de potássio durante o tratamento. Todos os corticosteroides aumentam a
excreção de cálcio.
Os pacientes que utilizam prednisolona não deverão ser vacinados contra varíola
(catapora). Outras vacinações também deverão ser evitadas, principalmente nos
pacientes que estão recebendo altas doses de prednisolona, pelos possíveis riscos de
complicações no sistema nervoso e pelo risco de a vacina não conferir a resposta
pretendida. Entretanto, imunizações podem ser realizadas nos pacientes que estejam
fazendo uso de corticosteroides como terapia substitutiva, como, por exemplo, para a
doença de Addison (doença em que as glândulas suprarrenais deixam de produzir
corticosteroides).
Pacientes que estejam fazendo uso do prednisolona devem evitar exposição à varicela
(catapora) ou ao sarampo e, se tiverem contato, devem procurar atendimento médico,
principalmente nos casos com crianças.
O tratamento com prednisolona na tuberculose ativa deve estar restrito aos casos de
tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em
associação com medicamentos para tuberculose.
Caso haja indicação de prednisolona em tuberculose que ainda não se manifestou ou
com resultado positivo para tuberculina em teste realizado na pele, faz-se
necessária avaliação continuada diante do risco de reativação. Durante tratamento
prolongado, esses pacientes devem receber tratamento preventivo contra
tuberculose. Se a rifampicina for utilizada na prevenção ou no tratamento, poderá ser
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necessário ajuste na dose de prednisolona. Quando possível, o médico fará uma redução
gradual da dose.
A corticoterapia pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides.
Uso em crianças
As crianças que utilizam prednisolona ou outros corticosteroides por longo prazo devem
ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves
como: obesidade, retardo no crescimento, redução do conteúdo de cálcio no sangue e
diminuição da produção de hormônios pelas glândulas suprarrenais.
As crianças tratadas com corticosteroides são mais propensas às infecções do que as
crianças saudáveis.
Varicela (catapora) e sarampo, por exemplo, podem apresentar consequências mais
graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteroides.
Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter
cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, procure imediatamente
o seu médico para iniciar tratamento adequado.
Recém-nascidos de mães que receberam doses altas de corticosteroides durante a
gravidez devem ser observados quanto a sinais de diminuição e inibição da produção
endógena de corticosteroides.
Uso em idosos
É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações
adversas.
Uso durante a gravidez e amamentação
O uso de prednisolona em gestantes, mulheres no período de amamentação, mulheres
em idade fértil ou com suspeita de gravidez requer que os possíveis benefícios sejam
avaliados pelo médico em relação aos riscos potenciais para a mãe, o feto ou o recém-
nascido. O fármaco é excretado no leite materno, portanto, a administração a lactantes
não é recomendada.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação
médica ou do cirurgião-dentista.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e
acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Grupos de risco
Nos pacientes com doenças no fígado, pode ser necessária uma redução da dose de
prednisolona. No tratamento de doenças hepáticas crônicas ativas com prednisolona, as
principais reações adversas, como fratura vertebral, diabetes, aumento da pressão
arterial, catarata e síndrome de Cushing, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.
Nos pacientes com hipotireoidismo e naqueles com cirrose hepática, existe efeito
acentuado dos corticosteroides.
Pacientes com tuberculose ativa ou sem sintomas não devem utilizar prednisolona,
exceto no tratamento em conjunto para tratar a tuberculose, pois pode ocorrer reativação
da doença. A prevenção com medicamento para tuberculose é indicada durante o
tratamento prolongado com corticosteroide.
Medicamentos que diminuem a imunidade, como os corticosteroides, podem ativar focos
primários de tuberculose. Os médicos que acompanham pacientes usuários destes
medicamentos por longo prazo devem estar em alerta quanto à possibilidade de
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surgimento da ativação da tuberculose, tomando, assim, todos os cuidados para o
diagnóstico precoce e tratamento.
Esse medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
Interações medicamento-medicamento
O uso concomitante de fenobarbital, fenitoína, rifampicina ou efedrina pode aumentar o
metabolismo dos corticosteroides, reduzindo seus efeitos terapêuticos.
Pacientes em tratamento com corticosteroides e hormônios femininos devem ser
observados em relação à exacerbação dos efeitos do corticosteroide.
O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio
(diuréticos que aumentam a excreção de potássio) pode intensificar a perda de potássio.
O uso dos corticosteroides com glicosídeos cardíacos (digitálicos) pode aumentar a
possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à perda de potássio.
A prednisolona pode potencializar a perda de potássio causada pela anfotericina B.
Deve-se acompanhar com exames laboratoriais (dosagem principalmente de potássio)
todos os pacientes em tratamento com associação desses medicamentos.
O uso de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir
os efeitos anticoagulantes, podendo haver necessidade de ajustes posológicos.
Os corticosteroides podem reduzir as concentrações plasmáticas de salicilato. Nas
hipoprotrombinemias, o ácido acetilsalicílico deve ser usado com precaução quando
associado aos corticosteroides.
Quando os corticosteroides são indicados para diabéticos, pode ser necessário ajuste na
dose do antidiabético oral ou da insulina.
Tratamento com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina (hormônio de
crescimento).
Os efeitos dos anti-inflamatórios não esteroidais juntamente com prednisolona podem
resultar em aumento da incidência ou gravidade de úlceras gastrintestinais.
Interações medicamento-substância química
Os efeitos do álcool somados ao uso de prednisolona podem resultar no aumento das
chances de incidência ou gravidade de úlceras gastrintestinais.
Interações medicamento-exame laboratorial
A prednisolona pode alterar o teste de nitroblue tetrazolium para infecções bacterianas
e produzir resultados falsos negativos. Todos os corticoides podem suprimir as reações
de testes cutâneos.
Os glicocorticoides podem diminuir a absorção de iodo e as concentrações de iodo
ligado às proteínas, dificultando a monitoração da resposta terapêutica dos pacientes
recebendo medicamento para doenças da tireoide.
Atenção: este medicamento contém 284 mg de lactose monoidratada/comprimido e não
deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento pode aumentar o risco de sangramento em caso de dengue ou quando
associado a outros medicamentos que aumentem o efeito hemorrágico.
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Este medicamento pode aumentar o risco de infecções. Informe ao seu médico qualquer
alteração no seu estado de saúde.
Algumas vacinas são contraindicadas para quem está tomando imunossupressor.
Antes de tomar qualquer vacina informe ao profissional de saúde que você está
tomando medicamento imunossupressor.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum
outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para
a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR
ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua
embalagem original.
Características físicas e organolépticas: comprimidos revestidos circulares, brancos a
quase brancos, sulcados em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de
validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para
saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
As doses necessárias variam de paciente e devem ser individualizadas tendo por base a
gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.
Posologia
Adultos
A dose inicial de prednisolona para adultos pode variar de 5 a 60 mg diários, dependendo
da doença em tratamento. Em situações menos graves, doses mais baixas poderão ser
suficientes, enquanto determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais altas. A
dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma adequada resposta
clínica. Se, após um período de tratamento, não ocorrer resposta clínica satisfatória,
prednisolona deve ser descontinuado e outra terapia apropriada deve ser indicada.
Crianças
A dose pediátrica inicial pode variar de 0,14 a 2 mg/kg de peso por dia, ou de 4 a 60 mg
por metro quadrado de superfície corporal por dia, administrados de 1 a 4 vezes por dia.
Posologias para recém-nascidos e crianças devem ser orientadas seguindo as mesmas
considerações feitas para adultos, em vez de se adotar rigidez exata aos índices para
idade ou peso corporal.
Após observação de resposta favorável, deve-se determinar a dose adequada de
manutenção, mediante diminuição da dose inicial, realizada por diminuição da dose em
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intervalos de tempo apropriados, até que a menor dose para manter uma resposta clínica
adequada seja alcançada. Prednisolona pode ser administrado em dias alternados a
pacientes que necessitem de terapia prolongada, de acordo com o julgamento do médico.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas à doença básica sob
tratamento pode levar à necessidade de aumento da dose de prednisolona. Em caso de
interrupção do uso de prednisolona após tratamento prolongado, deve-se reduzir a dose
gradualmente.
A dose máxima de prednisolona é de 80 mg por dia.
O comprimido de prednisolona 40 mg pode ser partido em até 2 partes, conforme
indicação do seu médico. Para isso, parta o comprimido com a mão, sem o auxílio de
qualquer instrumento.
A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e
administrada no prazo máximo de 24 horas.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu
médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
No caso de esquecimento de alguma dose, consulte seu médico ou cirurgião-dentista.
Não dobre a dose para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou
cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas a prednisolona têm sido as mesmas relatadas para outros
corticosteroides e normalmente podem ser revertidas ou minimizadas com a redução da
dose, sendo essa solução preferível, em vez da interrupção do tratamento com o
medicamento.
Podem ocorrer efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteroides, e sua
incidência eleva-se quando a dose aumenta muito acima de 80 mg/dia de prednisolona
ou seu equivalente.
- Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este
medicamento)
Alterações gastrintestinais: aumento do apetite e indigestão; úlcera gástrica ou
duodenal, com possível perfuração e sangramento; pancreatite (inflamação do
pâncreas); esofagite ulcerativa (inflamação do esôfago com úlcera).
Alterações neurológicas: nervosismo; cansaço e insônia.
Alteração dermatológica: reação alérgica localizada.
Alterações oftálmicas: catarata; aumento da pressão intraocular; glaucoma; olhos
saltados; aumento da ocorrência de infecções nos olhos por fungos e vírus.
Alterações endócrinas: pré-diabetes; ocorrência de diabetes em pessoas com tendência
a diabetes ou piora do controle de glicemia, necessitando aumento da dose de insulina
ou medicamentos antidiabéticos orais. O tratamento com doses elevadas de
corticosteroides pode induzir o aumento acentuado dos triglicérides no sangue.
- Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este
medicamento)
Alterações dermatológicas: vermelhidão da face; retardo na cicatrização; pele fina e
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frágil; aumento do suor; urticária; edema angioneurótico (edema nos olhos e lábios);
dermatite alérgica; manchas roxas na pele; acne (espinha) no rosto, peito e costas; estrias
avermelhadas nas coxas, nádegas e ombros.
Alterações neurológicas: convulsões; aumento da pressão intracraniana (pseudotumor
cerebral) geralmente após tratamento; tontura; dor de cabeça; agitação; isquemia dos
nervos; alterações no exame de eletroencefalograma.
Alterações psiquiátricas: euforia; depressão grave com sintomas de psicose; alterações
da personalidade; irritabilidade; insônia e alterações do humor.
Alterações endócrinas: irregularidades menstruais; síndrome de Cushing induzida por
droga; insuficiência das glândulas adrenais ou da hipófise, principalmente em casos de
estresse (cirurgias, trauma ou doença); diminuição do crescimento fetal ou infantil. Em
alguns homens, o uso de corticosteroides resultou em aumento ou diminuição da
motilidade e do número de espermatozoides.
Alterações gastrintestinais: náuseas; vômitos; perda de peso; diarreia; prisão de
ventre; distensão abdominal; indigestão.
Alterações hidroeletrolíticas: retenção de sal e água; insuficiência cardíaca congestiva
em pacientes suscetíveis; alcalose hipocalêmica (perda de potássio do sangue e aumento
do pH); aumento da pressão arterial.
Alterações osteoarticulares e osteomusculares: fraqueza muscular; perda de massa
muscular; agravamento dos sintomas da miastenia gravis (doença caracterizada por
fraqueza muscular), osteoporose, necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero
(necrose dos ossos sem infecção); fratura de ossos longos e vértebras sem trauma ou
com trauma mínimo; e ruptura espontânea de tendões.
Alteração metabólica: perda de nitrogênio na urina devido à degradação de proteínas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de
reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através
do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR
DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
O mais indicado é procurar um serviço médico, tendo em mãos a embalagem do produto
e, de preferência, sabendo-se a quantidade exata de medicamento ingerida.
Superdose aguda com glicocorticoides, incluindo prednisolona, não deve levar a
situações de risco de morte. Exceto em doses extremas, poucos dias em regime de alta
dose com glicocorticoides, é improvável que produzam resultados nocivos na ausência
de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes mellitus, glaucoma ou
úlcera péptica ativa, ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicações como
digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos poupadores de potássio. O seu
tratamento inclui a indução de vômito ou lavagem gástrica. As possíveis complicações
associadas devem ser tratadas especificamente.
Este medicamento deve ser usado somente na dose recomendada. Se você utilizar
grande quantidade deste medicamento, procure imediatamente socorro médico, levando
a bula do produto.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente
socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue
para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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III- DIZERES LEGAIS
Registro: 1.0573.0560
Registrado:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar
São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
Produzido por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
27/08/2025 1148812/25-3
10452 -
GENERICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
III. DIZERES LEGAIS
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
40 mg
16/04/2024 0478902/24-7
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão Inicial de
Texto de Bula –
RDC 60/12
03/05/2022 2667925/22-6
11115 - RDC
73/2016 -
GENÉRICO -
Inclusão de nova
concentração
30/10/2023 INCLUSÃO INICIAL DE
TEXTO DE BULA VP/VPS
Comprimidos
revestidos
40 mg
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Especificações
| Código do Produto | 128053 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTÉTICA |
| Código de Barras | 7896658048692 |
| Princípio ativo | PREDNISOLONA |
| Registro MS | 1057305600086 |
| Dosagem | 40 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | GLICOCORTICOIDES SISTEMICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |