Sulfato De Hidroxicloroquina 400mg 30 Comprimidos Revestidos Genérico Neo Química
Vendido e entregue por Pedpharma
sulfato de hidroxicloroquina
400 MG
SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para tratar afecções reumáticas e dermatológicas, artrite reumatoide, artrite reumatoide juvenil, lúpus eritematoso sistêmico e discoide, e condições dermatológicas provocadas ou agravadas pela luz solar. Também trata crises agudas e su…
sulfato de hidroxicloroquina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para tratar afecções reumáticas e dermatológicas, artrite reumatoide, artrite reumatoide juvenil, lúpus eritematoso sistêmico e discoide, e condições dermatológicas provocadas ou agravadas pela luz solar. Também trata crises agudas e suprime malária por Plasmodium vivax, P. ovale, P. malariae e cepas sensíveis de P. falciparum. Seu funcionamento inclui interferência na atividade enzimática, ligação ao DNA, inibição de prostaglandinas, e diversas ações imunológicas e anti-inflamatórias.
Especificações
| Código do Produto | 128776 |
|---|---|
| Marca | NEO QUIMICA |
| Código de Barras | 7896714291192 |
| Princípio ativo | SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA |
| Registro MS | 1558406450012 |
| Dosagem | 400 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 6 Anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
sulfato de hidroxicloroquina
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
Comprimido revestido
400mg
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sulfato de hidroxicloroquina - comprimido revestido - Bula para o paciente
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I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:
sulfato de hidroxicloroquina
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÃO
Comprimido revestido.
Embalagem contendo 30 comprimidos revestidos.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
sulfato de hidroxicloroquina (equivalente a 309,6mg de hidroxicloroquina) .................................. 400mg
excipientes q.s.p. ...................................................................................................... 1 c omprimido revestido
(fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amido, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol e dióxido de
titânio).
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para o tratamento de:
- Afecções reumáticas e dermatológicas (reumatismo e problemas de pele);
- Artrite Reumatoide (inflamação crônica das articulações);
- Artrite Reumatoide Juvenil (em crianças);
- Lúpus Eritematoso Sistêmico (doença multissistêmica);
- Lúpus Eritematoso Discoide (lúpus eritematoso da pele);
- Condições dermatológicas (problemas de pele) provocadas ou agravadas pela luz solar.
Malária (doença causada por protozoários)
Tratamento das crises agudas e tratamento supressivo de malária por Plasmodium vivax, P. ovale, P. malariae
e cepas (linhagens) sensíveis de P. falciparum (protozoários causadores de malária).
Tratamento radical da malária provocada por cepas sensíveis de P. falciparum.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O sulfato de hidroxicloroquina possui diversas ações farmacológicas, tais como interferência com a atividade
enzimática, ligação ao DNA, inibição da formação de prostaglandinas, ruptura das células dos protozoários
e possível interferência no aumento de produção de células de defesa. Em doenças reumáticas sua função é
a inibição da interação antígeno-anticorpo, a inibição da síntese de interleucina-1 (IL-1) e da degradação da
cartilagem induzida por esta citocina, além de inibir as funções lisossomais dos fagócitos e dos macrófagos.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O sulfato de hidroxicloroquina é contraindicado em pacientes com alergia conhecida aos componentes da
fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias preexistente
(distúrbios visuais). Só o médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a gravidez
e amamentação.
Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Advertências
Reativação de infecções: Converse com seu médico se você tem uma infecção crônica inativa, como hepatite
B, varicela/herpes zoster (uma erupção cutânea dolorosa e com bolhas) ou tuberculose, pois elas podem
piorar. É possível que a reativação dessas infecções possa ocorrer em pacientes tratados com
hidroxicloroquina em combinação com outros imunossupressores (classe de medicamento).
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Retinopatia (lesão nas células da retina)
O uso concomitante de hidroxicloroquina com medicamentos conhecidos por induzir toxicidade na retina,
como por exemplo, o tamoxifeno, não é recomendado.
Reações cutâneas graves
Erupções cutâneas graves foram relatadas com o uso de hidroxicloroquina (vide “Quais os males que este
medicamento pode me causar?”). Frequentemente, a erupção cutânea pode envolver úlceras na boca,
garganta, nariz, órgãos genitais e conjuntivite (olhos vermelhos e inchados). Estas erupções cutâneas graves
são muitas vezes precedidas por sintomas semelhantes à gripe, como febre, dor de cabeça e dor corporal. A
erupção cutânea pode progredir para bolhas generalizadas e descamação da pele. Se você desenvolver estes
sintomas de pele, pare de tomar hidroxicloroquina e entre em contato com seu médico imediatamente.
Outros monitoramentos de tratamentos em longo prazo
Pacientes em tratamento em longo prazo devem realizar contagens periódicas de sangue completo, e caso
desenvolvam anormalidades, a hidroxicloroquina deve ser descontinuada (vide “Quais os males que este
medicamento pode me causar?”).
Todos os pacientes submetidos à terapia de longo prazo com hidroxicloroquina devem realizar exame
periódico da função dos músculos esqueléticos e reflexos tendinosos (movimentos reflexos desencadeados
pela percussão de um tendão muscular). Caso sejam observadas alterações (fraqueza), o medicamento deverá
ser suspenso (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Dados de Segurança Pré-Clínicos
Apenas dados pré-clínicos limitados estão disponíveis para hidroxicloroquina, portanto, dados da cloroquina
são considerados devido à semelhança da estrutura e propriedades farmacológicas entre os 2 produtos.
Carcinogenicidade
Não existem dados sobre a carcinogenicidade com hidroxicloroquina.
Em um estudo de 2 anos realizado em ratos com cloroquina, não se observou aumento nas alterações
neoplásicas ou proliferativas. Não houve estudo realizado em camundongos. Não houve mudanças
proliferativas nos estudos de toxicidade subcrônica.
Potencial risco carcinogênico
Dados de carcinogenicidade em animais estão disponíveis somente para uma espécie com medicamentos
semelhantes à cloroquina e este estudo foi negativo. Em humanos, dados são insuficientes para descartar que
hidroxicloroquina pode levar um aumento do risco de câncer em pacientes submetidos ao tratamento em
longo prazo.
Foram reportados casos raros de comportamento suicida em pacientes tratados com hidroxicloroquina.
Podem ocorrer distúrbios extrapiramidais com sulfato de hidroxicloroquina (vide “Quais os males que este
medicamento pode me causar?”).
Comportamento suicida e desordens psiquiátricas
Foram reportados comportamento suicida e desordens psiquiátricas em alguns pacientes tratados com sulfato
de hidroxicloroquina (vide “Quais os Males que este medicamento pode me causar?”).
Os efeitos colaterais psiquiátricos geralmente ocorrem no primeiro mês após o início do tratamento com
hidroxicloroquina e foram relatados também em pacientes sem história prévia de transtornos psiquiátricos.
Os pacientes devem ser aconselhados a procurar aconselhamento médico imediatamente se apresentarem
sintomas psiquiátricos durante o tratamento.
Distúrbios extrapiramidais
Podem ocorrer distúrbios extrapiramidais (relacionados à coordenação e controle dos movimentos) com
sulfato de hidroxicloroquina (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Outras precauções
Uma redução da dose pode ser necessária em pacientes com doença hepática (do fígado) ou renal, bem como
naqueles que tomam medicamentos que afetam esses órgãos.
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Pacientes com porfiria cutânea tardia (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou
com complicações neurológicas) são mais suscetíveis à hepatotoxicidade (danos ao fígado).
Converse com seu médico caso você tenha alguma doença chamada porfiria que afete seu metabolismo.
Recomenda-se cautela a pacientes com problemas gastrintestinais (do estômago e/ou no intestino),
neurológicos (do sistema nervoso) ou hematológicos (do sangue), e àqueles com alergia à quinina, deficiência
de glicose-6-fosfato desidrogenase, porfiria (doença metabólica) ou psoríase (doença de pele).
Embora o risco de depressão da medula óssea seja pequeno, aconselha-se hemograma (exame de sangue)
periódico e suspensão do tratamento caso surjam alterações hematológicas.
Crianças pequenas são particularmente sensíveis aos efeitos tóxicos das 4-aminoquinolinas, e, portanto, você
deve guardar sulfato de hidroxicloroquina longe do alcance das crianças.
A hidroxicloroquina não é eficaz contra cepas de Plasmodium falciparum resistentes à cloroquina, e não é
ativa contra as formas exo-eritrocíticas de P. vivax, P. ovale e P. malariae. Consequentemente, sulfato de
hidroxicloroquina não previne a infecção por esses plasmódios, nem as recaídas da doença.
Se você tem ou teve miastenia (uma doença com fraqueza muscular geral, incluindo, em alguns casos,
músculos usados para respirar), fale com seu médico. Você pode notar agravamento de sintomas como
fraqueza muscular, dificuldade em engolir, visão dupla, entre outros.
Uso em Malária
Malária: a hidroxicloroquina não é eficaz contra estirpes resistentes à cloroquina de P. falciparum, e não é
ativa contra as formas exo-eritrocíticas de P. vivax, P. ovale e P. malariae e, portanto, não impedirá a infecção
por esses organismos quando administrado profilaticamente, nem prevenir a recidiva da infecção devido a
esses organismos.
Desordens do ritmo cardíaco:
A hidroxicloroquina pode causar alterações do ritmo cardíaco em alguns pacientes: deve ter precaução ao
usar hidroxicloroquina se você nasceu ou tem histórico familiar de intervalo QT prolongado, se você tem
prolongamento QT adquirido (observado no ECG, registro elétrico do coração), se você tem problemas
cardíacos, ou tem histórico de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio), se você tiver desequilíbrio eletrolítico
no sangue (especialmente baixo nível de potássio ou magnésio, se toma medicamentos conhecidos por afetar
o ritmo de batidas do seu coração vide “Outros medicamentos e hidroxicloroquina”).
Se você sentir palpitações ou batimentos cardíacos irregulares, deve informar o seu médico imediatamente.
O risco de problemas cardíacos pode aumentar com o aumento da dose. Portanto, a dose recomendada deve
ser seguida.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo
cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com
risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca
ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no
sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos
que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma),
medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios
para eliminar água do corpo).
Distúrbios musculares e nervosos
A hidroxicloroquina pode causar distúrbios musculares e nervosos. Deve-se ter cuidado ao tomar este
medicamento por um longo período de tempo, seu médico verificará ocasionalmente se há fraqueza muscular,
dormência e dor.
Distúrbios renais
A hidroxicloroquina pode causar distúrbios renais. Você deve informar seu médico antes de usar
hidroxicloroquina, se tiver histórico de distúrbios renais.
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Problemas de saúde mental:
Algumas pessoas em tratamento com sulfato de hidroxicloroquina podem ter problemas de saúde mental,
como pensamentos irracionais, ansiedade, alucinações, sensação de confusão ou depressão, incluindo
pensamentos de automutilação ou suicídio, mesmo aqueles que nunca tiveram problemas semelhantes antes.
Se você ou outras pessoas ao seu redor perceberem algum destes efeitos colaterais (vide “Quais os Males que
este medicamento pode me causar?”), consulte um médico imediatamente e interrompa o tratamento se tiver
pensamentos de automutilação ou suicídio.
Outros medicamentos e hidroxicloroquina:
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentemente outros medicamentos,
incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Isso inclui, em particular:
- Medicamentos conhecidos por afetar o ritmo do seu coração. Isso inclui medicamentos usados para ritmo
cardíaco anormal (antiarrítmicos), para depressão (antidepressivos tricíclicos), para transtornos psiquiátricos
(antipsicóticos), para infecções virais (ex.: saquinavir), para infecções fúngicas (ex.: fluconazol), para
infeções parasitárias (pentamidina) ou contra malária (ex.: halofantrina).
- Alguns antibióticos usados para infecções bacterianas (como moxifloxacina, azitromicina, claritromicina,
eritromicina, roxitromicina, espiramicina). Tomar esses antibióticos ao mesmo tempo que a
hidroxicloroquina pode aumentar a chance de efeitos colaterais que afetam o coração, que podem ser fatais.
- Medicamentos antiácidos (para azia) e caulinos. Tome sulfato de hidroxicloroquina com pelo menos 4 horas
de intervalo destes medicamentos.
- Alguns medicamentos e sulfato de hidroxicloroquina podem interferir um com o outro: isso inclui
medicamentos usados para infecções por fungos (ex.: itraconazol), para infecções bacterianas (como
rifampicina, claritromicina), para epilepsia (convulsões) (como fenitoína, carbamazepina), para distúrbios
lipídicos (como genfibrozila, estatinas), para tratamento do HIV (como ritonavir), para transplante de órgãos
ou distúrbios do sistema imunológico (como ciclosporina), para coágulos sanguíneos (como dabigatran,
clopidogrel), para doenças do coração (como digoxina, flecainida, propafenona) e tratamento à base de
plantas para a depressão: erva de São João.
Insulina e drogas antidiabéticas: Como a hidroxicloroquina pode aumentar os efeitos do tratamento
hipoglicêmico (diminuição da taxa de açúcar no sangue), pode ser necessária uma diminuição nas doses de
insulina ou drogas antidiabéticas.
Alimentos e hidroxicloroquina:
- Evite tomar suco de toranja, pois pode aumentar o risco de efeitos colaterais.
Gravidez e amamentação
Gravidez
O uso da hidroxicloroquina pode estar associada a um pequeno risco elevado de malformações graves e é
desaconselhado durante a gravidez, exceto quando, na opinião do médico, os benefícios potenciais
individuais superarem os riscos.
Amamentação
O sulfato de hidroxicloroquina não deve ser usado durante a amamentação, a menos que seu médico considere
que os benefícios superam os riscos.
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento se estiver grávida ou pensa
que pode estar grávida ou se planeja engravidar ou a amamentar. Seu médico discutirá com você se o uso de
sulfato de hidroxicloroquina é adequado para você. A hidroxicloroquina é excretada no leite materno (menos
de 2% da dose materna após correção do peso corporal).
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Aplica-se apenas à indicação de malária
A amamentação é possível em caso de tratamento curativo da malária. Embora a hidroxicloroquina seja
excretada no leite materno, a quantidade é insuficiente para conferir qualquer proteção contra a malária ao
lactente. É necessária quimioprofilaxia separada para o lactente.
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Existem dados muito limitados sobre a segurança da criança amamentada durante o tratamento com
hidroxicloroquina a longo prazo; o prescritor deve avaliar os potenciais riscos e benefícios do uso de
hidroxicloroquina durante a amamentação, de acordo com a indicação e duração do tratamento.
Desta forma, apenas o médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a gravidez e
amamentação, pois o uso do medicamento nesses períodos necessita de cuidados especiais.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Populações especiais
Recomenda-se cautela em pacientes com disfunções hepáticas (do fígado) ou renais (dos rins) ou que estejam
tomando medicamentos capazes de afetar esses órgãos: pode ser necessária redução da dose da
hidroxicloroquina.
Insuficiência renal
Não é esperado que o comprometimento renal modifique significativamente a farmacocinética da
hidroxicloroquina em pacientes com insuficiência renal porque a maior parte da hidroxicloroquina é
metabolizada e apenas 20-25% da dose de hidroxicloroquina é eliminada sem alterações na urina. Os modelos
farmacocinéticos de base fisiológica mostram que a exposição à hidroxicloroquina aumentaria em 17-30%
em pacientes com insuficiência renal grave.
Insuficiência hepática (redução da função do fígado)
O efeito da insuficiência hepática na farmacocinética da hidroxicloroquina não foi avaliado em um estudo
específico de farmacocinética. Os modelos farmacocinéticos de base fisiológica mostram que a exposição à
hidroxicloroquina aumentaria em 34-57% nos pacientes com insuficiência hepática moderada e grave.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico
estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pacientes idosos
Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse medicamento por pacientes
idosos. Os dados limitados disponíveis em pacientes idosos com artrite reumatoide sugerem que as
exposições à hidroxicloroquina permanecem na mesma faixa que as observadas em pacientes mais jovens.
Pacientes pediátricos
A farmacocinética da hidroxicloroquina em crianças com idade inferior a 18 anos ainda não foi estabelecida.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Os pacientes deverão ser alertados quanto a dirigir veículos e operar máquinas, pois a hidroxicloroquina pode
alterar a acomodação visual e provocar visão turva. Caso essa condição não seja autolimitante, pode haver
necessidade de reduzir a dose temporariamente.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºC a 30ºC). Proteger da Luz.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O sulfato de hidroxicloroquina apresenta-se como comprimido revestido, branco a quase branco, oval,
biconvexo e liso nas duas faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
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O sulfato de hidroxicloroquina deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite.
Doenças reumáticas (doença caracterizada por dor muscular e na articulação)
A ação do sulfato de hidroxicloroquina é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos
terapêuticos benéficos, enquanto efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo.
Alguns meses de terapia podem ser necessários antes que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma
melhora objetiva (redução do inchaço da articulação, aumento da mobilidade) não ocorra em 6 meses, o
sulfato de hidroxicloroquina deverá ser descontinuado.
• Lúpus Eritematoso Sistêmico e Discoide
Dose inicial para adultos: 400 a 800mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400mg diários.
• Artrite reumatoide
Dose inicial para adultos: 400 a 600mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400mg diários.
• Artrite crônica juvenil
A posologia não deve exceder 6,5mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400mg.
• Doenças fotossensíveis (condições na pele provocadas ou agravadas pela luz)
O tratamento com sulfato de hidroxicloroquina deve ser de 400mg/dia no momento inicial e depois reduzido
para 200mg/dia. Se possível, o tratamento deve ser iniciado alguns dias antes à exposição solar.
• Malária (doença causada por protozoários)
Tratamento supressivo
Uso adulto: 1 comprimido de 400mg de sulfato de hidroxicloroquina a intervalos semanais.
Uso em crianças: a dose supressiva é de 6,5mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a dose
para adultos, a despeito do peso.
Caso as circunstâncias permitam, o tratamento supressivo deverá ser iniciado 2 semanas antes da exposição.
Entretanto, se isso não for possível, uma dose dupla inicial de 800mg para adultos ou de 12,9mg/kg para
crianças pode ser recomendada, dividida em duas tomadas com 6 horas de intervalo. A terapêutica supressiva
deverá ser continuada por 8 semanas após deixar à área endêmica (área geográfica reconhecida pela
transmissão de uma determinada doença).
Tratamento da crise aguda
Uso adulto: dose inicial de 800mg seguida de 400mg após 6 a 8 horas e 400mg diários em 2 dias consecutivos
(total de 2g de sulfato de hidroxicloroquina). Um método alternativo, empregando uma única dose de 800mg
(620mg base) provou ser também eficaz. A dose para adultos também pode ser calculada na base do peso
corporal. Esse método é o preferível para uso em pediatria (em crianças).
Uso em crianças: administrar dose total de 32mg/kg (não superior a 2g) dividida em 3 dias, como se segue:
primeira dose 12,9mg/kg (não exceder 800mg); segunda dose 6,5mg/kg (não exceder 400mg) seis horas após
a primeira dose; terceira dose 6,5mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5mg/kg 24 horas após
a terceira dose.
Não há estudos dos efeitos de sulfato de hidroxicloroquina administrado por vias não recomendadas.
Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por
via oral, conforme recomendado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo
tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
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8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Desconhecida: depressão da medula óssea, anemia (redução no número de células vermelhas do sangue),
anemia aplástica (forma de anemia na qual a medula óssea falha em produzir números adequados de
elementos do sangue), agranulocitose (diminuição de alguns tipos de leucócitos do sangue), leucopenia
(redução das células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas sanguíneas).
Distúrbios do sistema imune
Desconhecida: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema
(inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), broncoespasmo (contração
dos brônquios, que pode ocasionar chiado no peito).
Distúrbios de metabolismo e nutrição
Comum: anorexia (perda de apetite).
Desconhecida: hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue).
A hidroxicloroquina pode exacerbar o quadro de porfiria (grupo de doenças metabólicas).
Distúrbios psiquiátricos
Comum: labilidade emocional (mudança rápida de humor).
Incomum: nervosismo.
Desconhecida: psicose, comportamento suicida, depressão, alucinações, ansiedade, agitação, confusão,
delírios, mania e distúrbios do sono.
Distúrbios renais e urinários
Desconhecido: fosfolipidose renal levando a lesão renal.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum: dor de cabeça.
Incomum: tontura.
Desconhecida: convulsões (contração involuntária dos músculos) têm sido reportadas com esta classe de
medicamentos.
Distúrbios extrapiramidais (relacionados à coordenação e controle dos movimentos), como distonia
(contrações musculares involuntárias), discinesia (movimentos involuntários anormais do corpo), tremor
(vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios oculares
Comum: visão borrada devido a distúrbios de acomodação que é dose dependente e reversível.
Incomum: retinopatia (doença da retina) com alterações na coloração e do campo visual. Na sua forma
precoce, elas parecem ser reversíveis com a descontinuação da hidroxicloroquina. Caso o tratamento não seja
suspenso a tempo existe risco de progressão da retinopatia, mesmo após a suspensão do mesmo. Pacientes
com alterações retinianas podem ser inicialmente assintomáticos (sem sintomas), ou podem apresentar
escotomas (perda total ou parcial da clareza ou nitidez da visão) visuais paracentral e pericentral do tipo
anular, escotomas temporais e visão anormal das cores.
Foram relatadas alterações na córnea incluindo a opacificação (perda da transparência) e inchaço. Tais
alterações podem ser assintomáticas, ou podem causar distúrbios tais como halos, visão borrada ou fotofobia
(sensibilidade à luz). Estes sintomas podem ser transitórios ou são reversíveis com a suspensão do tratamento.
Desconhecida: casos de maculopatia e degeneração macular foram reportados e podem ser irreversíveis.
Distúrbios de audição e labirinto
Incomum: vertigem (tontura), zumbido.
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Desconhecida: perda de audição.
Distúrbios cardíacos
Desconhecida: cardiomiopatia (doença do coração) que pode resultar em insuficiência cardíaca e em alguns
casos podendo ser fatal (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?” e “O que fazer se alguém
usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento? – Sinais e Sintomas”).
Toxicidade crônica deve ser considerada quando ocorrerem distúrbios de condução (dificuldade da passagem
do estímulo elétrico) (bloqueio de ramo/bloqueio atrioventricular) bem como hipertrofia biventricular
(espessamento da parede dos ventrículos). A suspensão do tratamento leva à recuperação.
Distúrbios gastrintestinais
Muito comum: dor abdominal, náusea.
Comum: diarreia, vômito.
Esses sintomas geralmente regridem imediatamente com redução da dose ou suspensão do tratamento.
Distúrbios hepatobiliares
Incomum: alterações dos testes de função do fígado.
Desconhecida: lesão hepática induzida por medicamentos (problemas no fígado) incluindo lesão
hepatocelular (lesão na célula do fígado), hepatite aguda (inflamação do fígado) e insuficiência hepática
fulminante (redução grave da função do fígado).
Distúrbios hepáticos
Os sintomas podem incluir uma sensação geral de mal-estar, com ou sem icterícia (pele e olhos amarelados),
urina escura, náuseas (enjoos), vômitos e/ou dor abdominal. Foram observados casos raros de insuficiência
hepática (incluindo casos fatais).
Desconhecido: problemas renais devido ao acúmulo de fosfolipídios.
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo
Comum: erupção cutânea (da pele), prurido (coceira).
Incomum: alterações da cor na pele e nas membranas mucosas, descoloração do cabelo, alopecia (perda de
cabelo).
Estes sintomas geralmente regridem rapidamente com a suspensão do tratamento.
Desconhecida: erupções bolhosas incluindo eritema multiforme (manchas vermelhas planas ou elevadas,
bolhas, ulcerações que podem acometer todo o corpo), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação
alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro
grave, caracterizado por erupção generalizada, com bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica, à
semelhança de grande queimadura, resultante principalmente de uma reação tóxica a vários medicamentos),
rash medicamentoso com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea com aumento de eosinófilos no
sangue), fotossensibilidade, dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), pustulose
exantemática generalizada aguda (PEGA) (doença da pele geralmente induzida por droga, acompanhada de
febre). PEGA deve ser diferenciada de psoríase (doença inflamatória da pele), embora a hidroxicloroquina
possa precipitar crises de psoríase. Pode estar associada com febre e hiperleucocitose (contagem elevada de
células brancas no sangue). A evolução do quadro é geralmente favorável após a suspensão do tratamento.
Distúrbios musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Incomum: distúrbios motores sensoriais.
Desconhecida: miopatia (problema no sistema muscular) dos músculos esqueléticos ou neuromiopatia
(problema que ataca ao mesmo tempo o sistema nervoso e os músculos) levando à fraqueza progressiva e
atrofia (diminuição no tamanho) do grupo de músculos proximais.
A miopatia pode ser reversível com a suspensão do tratamento, mas a recuperação pode durar alguns meses.
Estudos de diminuição dos reflexos tendinosos (movimentos reflexos desencadeados pela percussão de um
tendão muscular) e anormalidade na condução nervosa.
Pare de tomar sulfato de hidroxicloroquina e contacte um médico imediatamente se notar algum dos seguintes
efeitos colaterais graves podem necessitar de tratamento médico urgente: ter pensamentos de automutilação
ou suicídio (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Informe imediatamente o seu médico se algum dos seguintes efeitos colaterais se agravar ou durar mais do
que alguns dias:
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sulfato de hidroxicloroquina - comprimido revestido - Bula para o paciente
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Sentir-se deprimido, nervoso ou ansioso, sentir-se confuso, agitado, dificuldade em dormir, delírios,
alucinações, mudanças de humor, sentir-se exultante ou superexcitado (vide “O que devo saber antes de usar
este medicamento?”).
Efeitos colaterais
Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): ritmo cardíaco anormal,
ritmo cardíaco irregular com risco à vida (observado no ECG) (vide “O que devo saber antes de usar este
medicamento?”).
Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): reações cutâneas graves,
tais como (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”):
• erupções cutâneas acompanhadas por febre e sintomas semelhantes à gripe, e aumento dos gânglios
linfáticos. Esta pode ser uma condição chamada reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos
(DRESS).
• bolhas, descamação generalizada, manchas cheias de pus juntamente com febre. Esta pode ser uma condição
chamada pustulose exantemática aguda generalizada (GAPE).
• bolhas ou descamação da pele ao redor dos lábios, olhos, boca, nariz, órgãos genitais, mãos ou pés, sintomas
parecidos com gripe e febre. Esta pode ser uma condição chamada síndrome de Stevens-Johnson (SSJ).
• múltiplas lesões cutâneas, coceira na pele, dores nas articulações, febre e uma sensação de mal-estar geral.
Esta pode ser uma circunstância chamada necrólise epidérmica tóxica (NET).
• reação da pele, incluindo cor avermelhada-roxo, feridas dolorosas, particularmente em seus braços, mãos,
dedos, rosto e pescoço, que também pode ser acompanhado de febre. Pode ser uma doença chamada síndrome
de Sweet.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo
uso do medicamento. Informe também a empresa, através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Se você tomar mais hidroxicloroquina do que deveria
Se você acidentalmente tomar mais hidroxicloroquina do que deveria, informe imediatamente um médico.
Os seguintes efeitos podem ocorrer: problemas cardíacos - levando a batimentos cardíacos irregulares.
Sinais e sintomas
Os sintomas de superdose podem incluir dor de cabeça, distúrbios da visão, choque cardiovascular (perda
súbita de fluxo sanguíneo efetivo para os diversos órgãos, por fatores vasculares e/ou cardíacos), convulsões,
hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue) e alterações do ritmo e condução, incluindo
prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que quando aumentado associa-se
ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita), Torsades de Pointes (tipo de alteração grave nos
batimentos cardíaco), taquicardia ventricular e fibrilação ventricular, complexo QRS com largura aumentada,
bradiarritmias, ritmo nodal, bloqueio atrioventricular, seguidas de súbita e potencialmente fatal parada
cardíaca e respiratória. É necessária intervenção médica imediata uma vez que estes efeitos podem aparecer
rapidamente após a ingestão da superdose.
Tratamento
O estômago deverá ser imediatamente esvaziado, por vômito provocado ou por lavagem gástrica. Carvão
finamente pulverizado numa dose de pelo menos 5 vezes a da superdose pode inibir uma posterior absorção,
se introduzido no estômago por sonda após a lavagem gástrica e dentro de 30 minutos após a ingestão da
superdose.
Alguns estudos referem efeito benéfico do diazepam parenteral em casos de superdose. O diazepam pode
reverter a cardiotoxicidade da cloroquina.
Se necessário, deverão ser instituídos suporte respiratório e medidas de tratamento do choque.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve
a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais
orientações.
III – DIZERES LEGAIS:
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sulfato de hidroxicloroquina - comprimido revestido - Bula para o paciente
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Registro: 1.5584.0645
VENDA SOB PRESCRIÇÃO.
Registrado e produzido por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 3 - Quadra 2-C - Módulo 01-B - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-015
C.N.P.J.: 05.161.069/0001-10 - Indústria Brasileira
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 17/12/2024.
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sulfato de hidroxicloroquina - comprimido revestido - Bula para o paciente 5
Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
N° do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
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10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de Texto
de Bula – RDC 60/12
30/05/2023 Versão Inicial VP/VPS Comprimido
revestido
02/08/2023 0806209/23-2
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
02/08/2023 0806209/23-2
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
02/08/2023
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VP
Comprimido
revestido
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES
ADVERSAS
VPS
16/01/2025 0066826/25-0
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
16/01/2025 0066826/25-0
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
16/01/2025
N/A VP
Comprimido
revestido 7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO
DO MEDICAMENTO
VPS
18/03/2025
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
18/03/2025
10452 - GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
18/03/2025 4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE VP Comprimido
revestido
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citrato de sildenafila – comprimido revestido - Bula para o paciente 6
publicação no Bulário
RDC 60/12
publicação no Bulário
RDC 60/12
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES VPS
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Especificações
| Código do Produto | 128776 |
|---|---|
| Marca | NEO QUIMICA |
| Código de Barras | 7896714291192 |
| Princípio ativo | SULFATO DE HIDROXICLOROQUINA |
| Registro MS | 1558406450012 |
| Dosagem | 400 MG |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 6 Anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |