Topiramato 25mg Comprimido Revestido Com 60 Biosintetica (Ache)
Vendido e entregue por Pedpharma
Topiramato
25 MG
TOPIRAMATO
Topiramato é indicado como monoterapia para pacientes com epilepsia recém-diagnosticada ou que receberão tratamento adjuvante. Também é usado como tratamento adjuvante para crises epilépticas parciais e crises tônico-clônicas em adultos e crianças, além de ser indicado para cri…
Topiramato é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
Venda sob prescrição médica com retenção de receita
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Sobre o produto
Topiramato é indicado como monoterapia para pacientes com epilepsia recém-diagnosticada ou que receberão tratamento adjuvante. Também é usado como tratamento adjuvante para crises epilépticas parciais e crises tônico-clônicas em adultos e crianças, além de ser indicado para crises associadas à síndrome de Lennox-Gastaut. Em adultos, é utilizado para a profilaxia da enxaqueca, sem efeito no tratamento agudo. Seu mecanismo envolve múltiplos processos químicos no cérebro, reduzindo a hiperexcitabilidade celular que causa crises epilépticas e enxaquecas.
Especificações
| Código do Produto | 10000001 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA |
| Código de Barras | 7896181900689 |
| Princípio ativo | TOPIRAMATO |
| Registro MS | 1057306860049 |
| Dosagem | 25 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
AAS
topiramato
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
comprimidos revestidos
25 mg; 50 mg e 100 mg
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BULA PARA PACIENTE
Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009
I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
topiramato
Medicamento Genérico Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 25 mg, 50 mg e 100 mg: embalagens com 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de 25 mg contém:
topiramato.............................................................................................................................................25 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, corante vermelho de ponceau 4R laca, croscarmelose sódica,
dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, dióxido de titânio, álcool polivinílico,
macrogol e talco.
Cada comprimido revestido de 50 mg contém:
topiramato..............................................................................................................................................50 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, corante vermelho de ponceau 4R laca, croscarmelose sódica,
dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, dióxido de titânio, álcool polivinílico,
macrogol e talco.
Cada comprimido revestido de 100 mg contém:
topiramato............................................................................................................................................100 mg
Excipientes: amido, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de
magnésio, lactose monoidratada, dióxido de titânio, álcool polivinílico, macrogol e talco.
II- INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Topiramato é indicado em monoterapia tanto em pacientes com epilepsia recentemente diagnosticada como
em pacientes que recebiam terapia adjuvante e serão convertidos à monoterapia.
Topiramato é indicado, para adultos e crianças, como adjuvante no tratamento de crises epilépticas parciais,
com ou sem generalização secundária, e crises tônico clônicas generalizadas primárias.
Topiramato é indicado, também, para adultos e crianças como tratamento adjuvante das crises associadas à
síndrome de Lennox-Gastaut.
Topiramato é indicado, em adultos, como tratamento profilático da enxaqueca. O uso de topiramato para o
tratamento agudo da enxaqueca não foi estudado.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Topiramato é um medicamento anticonvulsivante, com múltiplos mecanismos de ação, eficaz no tratamento
da epilepsia e na profilaxia da enxaqueca. O topiramato influencia vários processos químicos no cérebro,
reduzindo a hiperexcitabilidade de células nervosas, que pode causar crises epilépticas e crises de
enxaqueca.
Para o tratamento em pacientes recém-diagnosticados com epilepsia que só tomam topiramato ou que
passarão a tomar somente topiramato, o efeito terapêutico foi observado dentro de 2 semanas de tratamento.
Na terapia associada a outros medicamentos em adultos e crianças com convulsões parciais ou
generalizadas tônico clônicas, o efeito terapêutico foi observado nas primeiras quatro semanas de
tratamento.
Para a prevenção de enxaqueca em adultos, o efeito terapêutico foi observado dentro do primeiro mês após
o início do tratamento.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar topiramato se for alérgico a qualquer ingrediente do produto. Não deve ser
administrado durante a gravidez.
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Na indicação de profilaxia da enxaqueca, o topiramato é contraindicado durante a gravidez e em mulheres
com potencial para engravidar, caso não estejam utilizando um método contraceptivo altamente eficaz.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Avise ao seu médico sobre problemas de saúde ou alergias que você tem ou teve no passado.
Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins. Ele deverá recomendar que você ingira muito
líquido enquanto estiver se tratando com topiramato. Informe ao seu médico se você apresentar problemas
de visão e/ou dor nos olhos.
Interrupção do tratamento com topiramato
Nos pacientes com ou sem histórico de crises epilépticas ou epilepsia, as drogas antiepilépticas incluindo o
topiramato devem ser gradativamente descontinuadas, para minimizar a possibilidade de crises epilépticas
ou aumento da frequência de crises epilépticas.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Verifique sempre se você tem a
quantidade necessária de comprimidos e nunca deixe que faltem.
Nas situações onde a retirada rápida de topiramato é por solicitação médica, seu médico deverá realizar
monitoração apropriada.
Insuficiência renal
A principal via de eliminação do topiramato inalterado e seus metabólitos é através dos rins. A eliminação
pelos rins é dependente da função renal e independe da idade. Pacientes com insuficiência renal moderada
ou severa podem levar de 10 a 15 dias para atingir as concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio,
em comparação com o período de 4 a 8 dias, observado em pacientes com função renal normal.
Em todos os pacientes, a titulação da dose deverá ser orientada pelo resultado clínico (isto é, controle das
crises, evitando efeitos colaterais), considerando-se que pacientes sabidamente portadores de insuficiência
renal poderão precisar de um tempo mais longo para alcançar o estado de equilíbrio, a cada dose.
Informe ao seu médico se você tem ou teve problemas renais.
Hidratação
Diminuição e ausência da transpiração foram reportadas em associação com o uso de topiramato. A
diminuição da transpiração e o aumento da temperatura corpórea podem ocorrer especialmente em crianças
jovens expostas ao calor.
A hidratação adequada durante o uso de topiramato é muito importante. A hidratação pode reduzir o risco
de pedras nos rins. Ingerir líquidos antes e durante atividades como exercícios físicos ou exposição a
temperaturas elevadas pode reduzir o risco de eventos adversos relacionados ao calor.
Transtornos do humor / depressão
Um aumento na incidência de transtornos do humor e depressão tem sido observado durante o tratamento
com topiramato. Informe ao seu médico se você apresentar alterações de humor ou depressão.
Ideação suicida/suicídio
O uso de medicamentos para tratar a epilepsia, inclusive topiramato, aumenta o risco de pensamentos ou
comportamentos suicidas em pacientes que utilizam estes medicamentos para qualquer indicação. O
mecanismo para este risco não é conhecido.
Se em algum momento você tiver pensamentos ou comportamentos suicidas, entre em contato com
seu médico imediatamente.
Reações cutâneas graves
Reações cutâneas graves como síndrome de Stevens-Johnson – SSJ – e necrólise epidérmica tóxica – NET
– foram relatadas em pacientes utilizando topiramato. A maioria dos casos ocorreu em pacientes utilizando
concomitantemente outros medicamentos conhecidamente associados à SSJ e à NET. Houve também,
vários casos em pacientes recebendo monoterapia. Caso haja suspeita de SSJ ou NET, o tratamento com
topiramato deve ser descontinuado. Avise seu médico a respeito de outros medicamentos que você esteja
tomando.
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Cálculos renais (nefrolitíase)
Alguns pacientes, especialmente aqueles com predisposição à formação de cálculos renais, podem ter risco
aumentado de formação de cálculo renal e sinais e sintomas associados, tais como cólica renal, dor renal e
dor em flanco (dor na lateral do abdômen).
Fatores de risco de cálculos renais incluem antecedentes de cálculo renal, histórico familiar de nefrolitíase
e hipercalciúria (nível elevado de cálcio na urina), (vide item “4. O que devo saber antes de usar este
medicamento? /Acidose metabólica”). Nenhum desses fatores de risco pode antecipar com certeza a
formação de cálculo durante tratamento com topiramato. Além disso, pacientes utilizando outros
medicamentos associados à possibilidade de ocorrência de nefrolitíase podem ter um risco aumentado.
Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins, ou se há histórico familiar de cálculo renal.
Insuficiência hepática
topiramato deve ser administrado com cuidado em pacientes com insuficiência hepática, uma vez que a
depuração do topiramato pode estar reduzida neste grupo de pacientes.
Síndrome da miopia aguda associada a glaucoma agudo de ângulo fechado secundário
Uma síndrome consistindo de miopia aguda associada com glaucoma de ângulo fechado secundário tem
sido relatada em pacientes que fazem uso de topiramato. Os sintomas incluem início agudo de redução
da acuidade visual e/ou dor ocular. Achados oftalmológicos podem incluir alguns ou todos os seguintes
sintomas: miopia, midríase (dilatação da pupila), redução da câmara anterior, hiperemia ocular
(vermelhidão), descolamento da coroide, descolamento do epitélio pigmentado da retina, estrias maculares
e aumento da pressão intraocular. Os sintomas ocorrem, caracteristicamente, no primeiro mês após início
do tratamento com topiramato. Ao contrário do glaucoma de ângulo fechado primário, que é raro em
pessoas com menos de 40 anos, o glaucoma de ângulo fechado secundário associado com topiramato
tem sido relatado tanto em pacientes pediátricos como adultos. O tratamento inclui a interrupção do
topiramato, o mais rápido possível, de acordo com a avaliação do médico, e medidas apropriadas
para reduzir a pressão intraocular. Estas medidas geralmente resultam na redução da pressão intraocular.
Elevada pressão intraocular de qualquer natureza, se não for tratada, pode acarretar em graves sequelas,
incluindo perda permanente da visão.
Informe ao seu médico se você apresentar problemas de visão, redução da acuidade visual, miopia,
vermelhidão e/ou dor nos olhos.
Alterações no campo visual
Alterações no campo visual têm sido relatadas em pacientes que receberam topiramato, independentemente
da pressão intraocular elevada. Em estudos clínicos, a maioria destas alterações foram reversíveis após a
interrupção do tratamento com topiramato. Se ocorrerem problemas visuais durante qualquer momento do
tratamento com topiramato, você deve entrar em contato com seu médico, pois ele decidirá se é necessário
interromper o tratamento.
Acidose metabólica
Hipercloremia (aumento de cloro no sangue), hiato não aniônico, acidose metabólica (isto é, redução do
bicarbonato sérico, abaixo do intervalo de referência normal na ausência de alcalose respiratória) estão
associados ao tratamento com topiramato. A redução no bicarbonato ocorre geralmente no início do
tratamento, mas pode ocorrer ao longo da duração do tratamento.
A acidose metabólica crônica não tratada, situação em que o pH do sangue se torna ácido, pode aumentar
o risco de nefrolitíase (pedras nos rins) ou nefrocalcinose (depósitos de cálcio nos rins), (vide item “4. O
que devo saber antes de usar este medicamento?/Cálculos renais [nefrolitíase])”.
Dependendo das condições de base, recomenda-se avaliação adequada, incluindo níveis de bicarbonato
sérico durante o tratamento com topiramato. Se a acidose metabólica (acidez do sangue) ocorrer e persistir,
deve-se considerar redução da dose ou interrupção do topiramato (usando redução gradual da dose).
Hiperamonemia e encefalopatia
Hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) com ou sem encefalopatia foi relatada no tratamento com
topiramato (vide item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”). O risco para
hiperamonemia com topiramato parece estar relacionado à dose. A hiperamonemia foi relatada com mais
frequência quando o topiramato foi utilizado concomitantemente ao ácido valproico (vide item “4. O que
devo saber antes de usar este medicamento? /Interações medicamentosas”).
Os sintomas clínicos de encefalopatia hiperamonêmica muitas vezes incluem alterações agudas no nível de
consciência e/ou da função cognitiva com letargia. Na maioria dos casos, a encefalopatia hiperamonêmica
desaparece com a descontinuação do tratamento. Em pacientes que desenvolvem letargia inexplicável, ou
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alterações no estado mental associadas à monoterapia com topiramato ou terapia adjuvante, recomenda-se
que o médico considere encefalopatia hiperamonêmica e medição dos níveis de amônia.
Suplementação nutricional
Informe ao seu médico se você perder peso durante o tratamento com topiramato, para que ele possa
considerar a suplementação da dieta ou o aumento da ingestão de alimentos.
Este medicamento contém LACTOSE
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
topiramato age sobre o sistema nervoso central, podendo produzir sonolência, tontura ou outros sintomas
relacionados. Isto pode causar distúrbios visuais e/ou visão turva. Tais reações adversas podem ser
potencialmente perigosas para pacientes dirigindo veículos ou operando máquinas.
Certifique-se de que o medicamento não altera seu estado de alerta antes de você dirigir, operar
máquinas ou executar tarefas que podem ser perigosas, caso você não esteja atento.
Gravidez e Amamentação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Seu
médico decidirá se você poderá tomar topiramato. Como qualquer outro anticonvulsivante, há um risco
para o feto se você estiver usando topiramato durante a gravidez. Informe ao médico se estiver
amamentando.
Antes do início do tratamento com o topiramato em mulheres com potencial para engravidar, deve ser
realizado um teste de gravidez e um método contraceptivo altamente eficaz deve ser utilizado.
Você deve ser devidamente informada sobre os riscos relacionados ao uso de topiramato durante a gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Interações medicamentosas
Avise ao seu médico a respeito de outros medicamentos que você esteja tomando, inclusive aqueles que
você comprou sem receita médica e quaisquer outros remédios ou suplementos dietéticos que você esteja
usando. É muito importante que seu médico saiba se você está tomando digoxina, anticoncepcionais orais,
metformina ou quaisquer outras drogas antiepilépticas, como fenitoína, carbamazepina, ácido valproico,
fenobarbital e primidona. Você também deve informá-lo caso ingira bebidas alcoólicas ou esteja tomando
drogas que diminuem a atividade do sistema nervoso (depressores do sistema nervoso central).
- Efeitos do topiramato sobre outras drogas antiepilépticas
A associação de topiramato a outras drogas antiepilépticas (fenitoína, carbamazepina, ácido valproico,
fenobarbital, primidona) não afeta suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, exceto,
ocasionalmente, em alguns pacientes, em que a adição de topiramato à fenitoína poderá resultar em
aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Isto se deve possivelmente à inibição de uma
enzima (CYP2C19) que elimina a fenitoína do sangue.
Consequentemente deverá ser realizada monitorização do nível plasmático de fenitoína em qualquer
paciente em tratamento com fenitoína que apresente sinais ou sintomas clínicos de toxicidade.
- Efeitos de outras drogas antiepilépticas sobre topiramato
A fenitoína e a carbamazepina diminuem as concentrações plasmáticas do topiramato. A adição ou
descontinuação da fenitoína ou da carbamazepina ao tratamento com topiramato poderá requerer um ajuste
de dose deste último. A titulação da dose deverá ser realizada de acordo com o efeito clínico. Tanto a
adição quanto a retirada do ácido valproico não produzem mudanças clinicamente significativas nas
concentrações plasmáticas de topiramato e, portanto, não exigem ajuste da dose do topiramato. Os
resultados destas interações estão resumidos na tabela a seguir.
AED coadministrada Concentração da AED Concentração de
topiramato
fenitoína ** (48%)
carbamazepina (40%)
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ácido valproico
lamotrigina
fenobarbital NE
primidona NE
= sem efeito sobre as concentrações plasmáticas (alteração ≤15%).
** = concentrações plasmáticas aumentadas em alguns pacientes.
= diminuição das concentrações plasmáticas.
NE = não estudado.
AED = droga antiepiléptica.
Outras interações medicamentosas
Digoxina: quando o topiramato for associado ou descontinuado em pacientes submetidos a tratamento com
a digoxina, recomenda-se atenção à monitoração rotineira e cuidadosa das concentrações no soro de
digoxina.
Anticoncepcionais: a possibilidade de redução da eficácia do contraceptivo e aumento no sangramento
de escape deve ser considerada em pacientes que fazem uso de contraceptivos orais combinados e
topiramato. Informe ao seu médico se você faz uso de contraceptivos hormonais contendo estrogênios
ou apenas progestinas (progestagênios) e apresentar qualquer alteração em seus padrões menstruais. A
eficácia contraceptiva pode ser reduzida, mesmo na ausência de sangramento de escape.
Lítio: em voluntários saudáveis, foi observada uma redução (18% para ASC) na exposição sistêmica para
o lítio durante a administração concomitante com topiramato 200 mg/dia. Nos pacientes com transtorno
bipolar, a farmacocinética do lítio não foi afetada durante o tratamento com topiramato em doses de 200
mg/dia; entretanto, foi observado aumento na exposição sistêmica (26% para ASC) depois de doses do
topiramato de até 600 mg/dia. Os níveis do lítio devem ser monitorados quando coadministrados com
topiramato.
Risperidona: os estudos de interação droga-droga conduzidos sob condições de dose única e múltipla em
voluntários saudáveis e em pacientes com transtorno bipolar atingiram resultados similares. Quando
administrado concomitantemente com topiramato em doses escalonadas de 100, 250 e 400 mg/dia,
houve uma redução na exposição sistêmica (16% e 33% para ASC no estado de equilíbrio nas doses de
250 e 400 mg/dia, respectivamente) de risperidona (administrada em doses variando de 1 a 6 mg/dia).
Alterações mínimas na farmacocinética do total de partes ativas (risperidona mais 9-hidroxirrisperidona)
e nenhuma alteração para 9-hidroxirrisperidona foram observadas. Não houve mudança clinicamente
significativa na exposição sistêmica do total de partes ativas da risperidona ou do topiramato; portanto, não
é provável que esta interação tenha significância clínica.
Hidroclorotiazida: um estudo de interação medicamentosa conduzido em voluntários sadios avaliou a
farmacocinética no estado de equilíbrio da hidroclorotiazida (25 mg a cada 24 horas) e do topiramato (96
mg a cada 12 horas) quando administrados isolados ou concomitantemente. Os resultados deste estudo
indicaram que a Cmáx do topiramato aumentou 27% e a ASC aumentou 29% quando a hidroclorotiazida foi
associada ao topiramato. A significância clínica desta alteração é desconhecida. A associação de
hidroclorotiazida ao tratamento com topiramato pode precisar de um ajuste da dose do topiramato. A
farmacocinética da hidroclorotiazida no estado de equilíbrio não foi influenciada significativamente pela
administração concomitante do topiramato. Os resultados laboratoriais clínicos indicaram redução no
potássio sérico após administração do topiramato ou da hidroclorotiazida, sendo maior quando a
hidroclorotiazida e o topiramato foram administrados em combinação.
Metformina: quando topiramato é administrado ou retirado em pacientes tratados com metformina,
deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira para um controle adequado do diabetes.
Pioglitazona: quando topiramato é associado ao tratamento com pioglitazona ou pioglitazona é associada
ao tratamento com topiramato, deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira dos pacientes para
um controle adequado do diabetes.
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Gliburida: quando o topiramato é adicionado à terapia da gliburida ou a gliburida é adicionada à terapia
do topiramato, deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira dos pacientes para um controle
adequado do diabetes.
Interação com álcool e depressores do SNC
Não houve avaliação nos estudos clínicos, da administração concomitante de topiramato e álcool ou outras
drogas depressoras do SNC.
Não tome bebidas alcoólicas durante o tratamento com topiramato pois a combinação dos dois pode
provocar sonolência e tontura.
Outras formas de interação:
Agentes que predispõem ao cálculo renal (nefrolitíase)
Topiramato pode aumentar o risco de nefrolitíase em pacientes em uso concomitante de outros agentes que
predispõem à nefrolitíase. Durante o tratamento com topiramato, tais agentes deverão ser evitados, uma vez
que eles criam um ambiente fisiológico que aumenta o risco de formação de cálculo renal.
Ácido valproico
A administração concomitante do topiramato e do ácido valproico foi associada com hiperamonemia
(aumento da amônia no sangue) com ou sem encefalopatia nos pacientes que toleraram uma ou outra droga
isolada. Na maioria dos casos, os sintomas e os sinais cessaram com a descontinuação de uma ou outra
droga (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Esta reação adversa não é devido
a uma interação farmacocinética.
Hipotermia, definida como queda não intencional da temperatura corpórea para < 35º C, foi relatada em
associação com o uso concomitante de topiramato e ácido valproico, ambos em conjunto com
hiperamonemia e na ausência de hiperamonemia. Esse evento adverso em pacientes usando
concomitantemente topiramato e valproato pode ocorrer após o início do tratamento com topiramato ou
após o aumento da dose diária de topiramato.
Medicamentos anticoagulantes antagonistas de vitamina K
Respostas diminuídas do Tempo de Protrombina/Razão Normalizada Internacional (TP/RNI) foram
relatadas após administração concomitante de topiramato com medicamentos anticoagulantes antagonistas
de vitamina K. Monitore cuidadosamente a RNI durante a administração concomitante de terapia com
topiramato e medicamentos anticoagulantes antagonistas de vitamina K.
Estudos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética: estudos clínicos foram conduzidos
para avaliar a farmacocinética potencial da interação medicamentosa entre o topiramato e outros agentes.
As alterações na Cmáx ou na ASC, como resultado das interações, estão descritas a seguir. A segunda
coluna (concentração do fármaco concomitante) descreve o que acontece com a concentração do fármaco
concomitante listado na primeira coluna quando topiramato é associado. A terceira coluna (concentração
do topiramato) menciona como a coadministração do fármaco listado na primeira coluna modifica a
concentração do topiramato.
Resumo dos resultados dos estudos clínicos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética
Fármaco concomitante
Concentração do fármaco
concomitantea Concentração do topiramatoa
amitriptilina ↔
20% de aumento na Cmáx e na ASC
do metabólito nortriptilina
NE
di-hidroergotamina (oral e
subcutânea)
↔ ↔
haloperidol
↔
31% de aumento na ASC do
metabólito reduzido
NE
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propranolol ↔
17% de aumento na Cmáx para
4- hidroxipropranolol (50 mg de
topiramato a cada 12 horas)
9% e 16% de aumento na Cmáx,
9% e 17% de aumento na ASC
(40 mg e 80 mg de propranolol a
cada 12 horas, respectivamente)
sumatriptana (oral e
subcutâneo) ↔ NE
pizotifeno ↔ ↔
diltiazem
25% de diminuição na ASC do
diltiazem e 18% de diminuição na
DEA, e ↔ para DEM*
20% de aumento na ASC
venlafaxina ↔ ↔
flunarizina 16% de aumento na ASC
(50 mg de topiramato a cada 12
horas) b
↔
a Os valores % são as variações na média da Cmáx ou ASC do tratamento em relação à monoterapia.
↔ = sem efeito sobre a Cmáx e ASC (alteração ≤ 15%) do componente originário.
NE = não estudado.
*DEA = desacetil diltiazem, DEM = N-demetil diltiazem.
b A ASC da flunarizina aumentou 14% em indivíduos com uso isolado de flunarizina. O aumento na
exposição pode ser atribuído ao acúmulo durante o estado de equilíbrio.
Interação com alimentos
topiramato pode ser tomado com ou sem alimentos.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas
Há 3 tipos de comprimidos de topiramato, cada um contendo uma quantidade diferente de topiramato,
conforme segue:
Topiramato 25 mg: comprimido revestido circular, de cor rosa e liso em ambas as faces.
Topiramato 50 mg: comprimido revestido circular, de cor rosa e sulcado.
Topiramato 100 mg: comprimido revestido circular, de cor branca, liso em ambas as faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Em geral, topiramato deve ser tomado duas vezes ao dia. Contudo, seu médico poderá recomendar que você
tome o medicamento uma vez ao dia, ou em doses maiores ou menores.
Seu médico começará o tratamento com uma dose baixa, aumentando-a gradativamente, até atingir a dose
adequada ao controle de sua epilepsia. Tome os comprimidos com bastante água, sem parti-los, triturá-los
ou mastigá-los. Se preferir, você pode tomar topiramato junto com as refeições. Se, acidentalmente, você
tomar uma dose muito grande de topiramato, procure imediatamente o seu médico.
Em crianças, o tratamento é iniciado com uma dose baixa que é aumentada gradativamente até atingir a
dose ótima para controle das crises epilépticas.
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Para o controle ideal, tanto em adultos como em crianças, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose
baixa, seguida de titulação até uma dose eficaz.
Recomenda-se não partir os comprimidos.
Não é necessário monitorar as concentrações plasmáticas de topiramato para otimizar o tratamento com
topiramato. Raramente, o tratamento concomitante com fenitoína poderá exigir o ajuste de dose da
fenitoína para que resultados clínicos ótimos sejam alcançados. A adição ou retirada da fenitoína e da
carbamazepina do tratamento coadjuvante com topiramato poderá exigir o ajuste da dose do topiramato. O
topiramato pode ser administrado com ou sem alimentos.
− Tratamento adjuvante em epilepsia
Adultos
A dose mínima eficaz é de 200 mg ao dia. Em geral, a dose total diária varia de 200 mg a 400 mg,
dividida em duas tomadas. Alguns pacientes eventualmente poderão necessitar de doses de até 1600 mg
por dia, que é a dose máxima. Recomenda-se que o tratamento seja iniciado com uma dose baixa, seguida
por uma titulação da dose até que se chegue à dose adequada.
O tratamento deve ser iniciado com 25 a 50 mg, administrados à noite, durante uma semana.
Posteriormente, a intervalos de 1 ou 2 semanas, a dose deverá ser aumentada de 25 a 50 mg/dia e
dividida em duas tomadas. A titulação da dose deverá ser orientada pelos resultados clínicos. Alguns
pacientes poderão obter eficácia com uma dose única diária.
Essas recomendações posológicas se aplicam a todos os pacientes adultos, incluindo idosos, desde que não
haja doença renal subjacente. Porém, nos pacientes sob tratamento com hemodiálise, há necessidade de
uma dose suplementar.
Crianças acima de 2 anos de idade
A dose total diária de topiramato recomendada para crianças é de 5 a 9 mg/kg/dia, dividida em duas
tomadas. A titulação deve ser iniciada com 25 mg (ou menos, baseada na faixa de 1 a 3 mg/kg/dia),
administrados à noite, durante a primeira semana. Posteriormente, a dose deve ser aumentada de 1 a 3
mg/kg/dia (dividida em duas tomadas), a intervalos de 1 ou 2 semanas, até alcançar uma resposta clínica
ótima. A titulação de dose deve ser orientada pela resposta clínica.
Doses diárias de até 30 mg/kg/dia foram bem toleradas nos estudos realizados.
− Monoterapia em epilepsia
Quando drogas antiepilépticas (AEDs) concomitantes são retiradas a fim de manter o tratamento com
topiramato em monoterapia, deve-se considerar os efeitos que isto pode ter sobre o controle das crises
convulsivas. Exceto por razões de segurança que exijam uma retirada abrupta das outras drogas
antiepilépticas, recomenda-se a descontinuação gradual com redução de aproximadamente um terço da dose
a cada 2 semanas.
Quando fármacos indutores enzimáticos são retirados, os níveis plasmáticos de topiramato irão aumentar.
Uma diminuição da dose de topiramato pode ser necessária, se for clinicamente indicado.
Adultos
A titulação da dose deve ser iniciada com 25 mg, administrado à noite, por uma semana. Então, a dose
deve ser aumentada de 25 ou 50 mg ao dia, a intervalos de 1 ou 2 semanas, dividida em duas tomadas.
Se o paciente for incapaz de tolerar o esquema de titulação, aumentos menores ou intervalos mais longos
entre os aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade de titulação devem ser orientadas pelo
resultado clínico.
Em adultos, a dose alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia é de 100 mg/dia e a
dose diária máxima recomendada é de 500 mg. Alguns pacientes com formas refratárias de epilepsia
toleraram doses de 1000 mg/dia de topiramato em monoterapia. Estas recomendações aplicam-se a todos
os adultos, incluindo idosos sem doença renal subjacente.
Crianças acima de 2 anos de idade
Em crianças acima de 2 anos de idade, a dose inicial varia de 0,5 a 1 mg/kg, à noite, durante uma semana.
A seguir a dose deve ser aumentada de 0,5 a 1 mg/kg/dia a intervalos de 1 a 2 semanas, dividida em
duas tomadas. Se a criança for incapaz de tolerar o esquema de titulação da dose, aumentos menores
ou intervalos maiores entre os aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade da titulação
devem ser orientadas pelo resultado clínico.
A dose alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia em crianças é de 3 a 6 mg/kg/dia.
Crianças com crises de início parcial de diagnóstico recente receberam doses de até 500 mg/dia.
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− Enxaqueca
Adultos
O tratamento deve ser iniciado com 25 mg à noite durante 1 semana. A dose deve então ser aumentada
em 25 mg/dia, uma vez por semana. Se o paciente for incapaz de tolerar o esquema de gradação, intervalos
maiores entre os ajustes de dose podem ser usados.
A dose total diária de topiramato recomendada na profilaxia de enxaqueca é de 100 mg/dia, divididos em
duas tomadas. Alguns pacientes podem se beneficiar de uma dose diária total de 50 mg. Pacientes
receberam dose diária total de até 200 mg/dia. A dose e a velocidade de gradação devem ser orientadas
pelo resultado clínico.
− Populações especiais
Insuficiência renal
Pacientes com insuficiência renal moderada e severa (CLCR < 70 mL/min) podem necessitar de uma
redução de dose. É recomendada a administração de metade da dose usual de início e de manutenção.
topiramato é removido do plasma por hemodiálise, uma dose suplementar de topiramato igual a
aproximadamente metade da dose diária deverá ser administrada nos dias de hemodiálise. Esta dose
suplementar deverá ser dividida em duas tomadas, ao início e ao término da hemodiálise. A dose
suplementar poderá ser ajustada dependendo das características do equipamento de diálise que estiver sendo
utilizado.
Insuficiência hepática
O topiramato deve ser administrado com cautela em pacientes com insuficiência hepática.
Pacientes idosos: as doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade
de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar uma dose, tome-a assim que você se lembrar. Porém, se você estiver perto
da hora de tomar a próxima dose, não tome a dose que você esqueceu e continue o tratamento normalmente.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram
considerados razoavelmente associados ao uso de topiramato, com base na avaliação abrangente das
informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com o topiramato
não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em
condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um
medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros
medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica.
Dados de estudos clínicos
A segurança de topiramato foi avaliada a partir de um banco de dados de estudos clínicos composto de
4.111 pacientes (3.182 tratados com topiramato e 929 com placebo) que participaram de 20 estudos duplos-
cegos e 2.847 pacientes que participaram de 34 estudos abertos, respectivamente, para o tratamento de
convulsões tônico-clônicas generalizadas primárias, convulsões de início parcial, convulsões associadas à
síndrome de Lennox-Gastaut, epilepsia ou enxaqueca de diagnóstico novo ou recente. As informações
apresentadas neste item foram obtidas a partir de dados agrupados.
A maioria das reações adversas foi de severidade leve a moderada.
Dados de estudos duplos-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia –
Pacientes adultos
As reações adversas relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos
duplos-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia, são apresentadas na Tabela 1.
As reações adversas com incidência > 5% no intervalo de dose recomendado (200 a 400 mg/dia) em adultos
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em estudos duplos- cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia em ordem
decrescente de frequência incluíram sonolência, tontura, fadiga, irritabilidade, perda de peso,
bradipsiquismo (lentificação do pensamento), parestesia (formigamento), diplopia (visão dupla),
coordenação anormal, náusea, nistagmo, letargia, anorexia, disartria (dificuldade para falar), visão
turva, diminuição do apetite, comprometimento de memória e diarreia.
Tabela 1: Reações adversas relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em
estudos duplos-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
200-400 mg/dia
(N=354)
%
topiramato
600-1.000 mg/dia
(N=437)
%
placebo
(N=382)
%
Distúrbios do Metabolismo e da
Nutrição
Anorexia 5,4 6,2 1,8
Diminuição do apetite 5,1 8,7 3,7
Transtornos Psiquiátricos
Bradipsiquismo 8,2 19,5 3,1
Transtorno de linguagem
expressiva
Estado confusional
4,5
3,1
9,4
5,0
1,6
0,8
Depressão 3,1 11,7 3,4
Insônia 3,1 6,4 4,5
Agressão 2,8 3,2 1,8
Agitação 1,7 2,3 1,3
Raiva 1,7 2,1 0,5
Ansiedade 1,7 6,6 2,9
Desorientação 1,7 3,2 1,0
Humor alterado 1,7 4,6 1,0
Transtornos do Sistema Nervoso
Sonolência 17,8 17,4 8,4
Tontura 16,4 34,1 13,6
Parestesia 8,2 17,2 3,7
Coordenação anormal 7,1 11,4 4,2
Nistagmo 6,2 11,7 6,8
Letargia 5,6 8,0 2,1
Disartria 5,4 6,2 1,0
Comprometimento da memória 5,1 10,8 1,8
Distúrbio de atenção 4,5 11,9 1,8
Tremor 4,0 9,4 5,0
Amnésia 3,4 5,3 1,0
Distúrbio do equilíbrio 3,4 3,9 2,4
Hipoestesia 3,1 5,9 1,0
Tremor intencional 3,1 4,8 2,9
Disgeusia (alteração do paladar) 1,4 4,3 0,8
Comprometimento mental 1,4 5,0 1,3
Distúrbio da fala 1,1 2,7 0,5
Distúrbios Oftalmológicos
Diplopia (visão dupla) 7,3 12,1 5,0
Visão turva 5,4 8,9 2,4
Distúrbio visual 2,0 1,4 0,3
Distúrbios Gastrintestinais
Náusea 6,8 15,1 8,4
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Diarreia 5,1 14,0 5,2
Dor abdominal superior 3,7 3,9 2,1
Constipação
Desconforto estomacal
Dispepsia
Boca seca
Dor abdominal
3,7
3,1
2,3
1,7
1,1
3,2
3,2
3,0
3,7
2,7
1,8
1,3
2,1
0,3
0,8
Distúrbios do Tecido
Musculoesquelético e do Tecido
Conjuntivo
Mialgia 2,0 2,5 1,3
Espasmos musculares 1,7 2,1 0,8
Dor torácica musculoesquelética 1,1 1,8 0,3
Distúrbios Gerais e Condições no
Local da Administração
Fadiga 13,0 30,7 11,8
Irritabilidade 9,3 14,6 3,7
Astenia 3,4 3,0 1,8
Distúrbio da marcha 1,4 2,5 1,3
Investigações
Perda de peso 9,0 11,9 4,2
A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em adultos é de 200 a 400 mg/dia.
Dados de estudos duplos-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia –
Pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas por > 2% dos pacientes pediátricos (2 a 16 anos de idade) tratados com o
topiramato em estudos duplos-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia são
apresentadas na Tabela 2. As reações adversas com incidência >5% no intervalo de dose recomendado
(5 a 9 mg/kg/dia) em ordem decrescente de frequência incluíram diminuição do apetite, fadiga,
sonolência, letargia, irritabilidade, distúrbio de atenção, perda de peso, agressão, erupção cutânea,
comportamento anormal, anorexia, distúrbio do equilíbrio e constipação.
Tabela 2: Reações adversas relatadas por ≥ 2% dos pacientes pediátricos tratados com o
topiramato em estudos duplos-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para
epilepsia
topiramato placebo
Classe de Sistema/Órgão (N=104) (N=102)
Reação Adversa % %
Distúrbios do metabolismo e da
nutrição
Diminuição do apetite 19,2 12,7
Anorexia 5,8 1,0
Transtornos Psiquiátricos
Agressão 8,7 6,9
Comportamento anormal 5,8 3,9
Estado confusional 2,9 2,0
Humor alterado 2,9 2,0
Transtornos do Sistema
Nervoso
Sonolência 15,4 6,9
Letargia 13,5 8,8
Distúrbio de atenção 10,6 2,0
Distúrbio do equilíbrio 5,8 2,0
Tontura 4,8 2,9
Comprometimento da memória 3,8 1,0
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Distúrbios Respiratórios,
Torácicos e mediastinais
Epistaxe 4,8 1,0
Distúrbios Gastrintestinais
Constipação 5,8 4,9
Distúrbios do Tecido Cutâneo e
Subcutâneo
Erupção cutânea
Distúrbios Gerais e Condições
no Local da Administração
Fadiga
Irritabilidade
Distúrbio da marcha
Investigações
Perda de peso
6,7
16,3
11,5
4,8
9,6
5,9
4,9
8,8
2,0
1,0
A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em crianças (2 a 16 anos de idade) é de 5 a 9
mg/kg/dia.
Dados dos estudos duplos-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia - Pacientes adultos
As reações adversas relatadas por ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos duplos-
cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são apresentadas na Tabela 3. As reações adversas que
apresentaram incidência >5% na dose recomendada (400 mg/dia) em ordem decrescente de frequência
incluíram parestesia, perda de peso, fadiga, anorexia, depressão, comprometimento da memória, ansiedade,
diarreia, astenia, disgeusia e hipoestesia.
Tabela 3: Reações adversas relatadas por ≥ 1% dos pacientes adultos tratados com o
topiramato em estudos duplos-cegos, controlados de monoterapia para epilepsia
topiramato topiramato
50 mg/dia 400 mg/dia
Classe de Sistema/Órgão (N = 257)
%
(N=153)
%
Reação Adversa
Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático
Anemia 0,8 2,0
Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição
Anorexia 3,5 12,4
Diminuição do apetite 2,3 2,6
Transtornos Psiquiátricos
Depressão 4,3 8,5
Ansiedade 3,9 6,5
Bradipsiquismo 2,3 4,6
Transtorno de linguagem expressiva 3,5 4,6
Humor depressivo 0,8 2,6
Humor alterado 0,4 2,0
Alterações de humor 1,6 2,0
Transtornos do Sistema Nervoso
Parestesia 18,7 40,5
Comprometimento da memória 1,2 7,2
Disgeusia 2,3 5,9
Hipoestesia 4,3 5,2
Distúrbio do equilíbrio 1,6 3,3
Disartria 1,6 2,6
Distúrbio cognitivo 0,4 2,0
Letargia 1,2 2,0
Comprometimento mental 0,8 2,0
Comprometimento das habilidades psicomotoras 0 2,0
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Sedação 0 1,3
Alteração de campo visual 0,4 1,3
Distúrbios Oftalmológicos
Olho seco 0 1,3
Distúrbios do Ouvido e do Labirinto
Dor de ouvido 0 1,3
Zumbido 1,6 1,3
Distúrbios Respiratórios, Torácicos e
Mediastinais
Dispneia 1,2 2,0
Rinorreia 0 1,3
Distúrbios Gastrintestinais
Diarreia 5,4 6,5
Parestesia oral 1,2 3,3
Boca seca 0,4 2,6
Gastrite 0,8 2,6
Dor abdominal 1,2 2,0
Doença do refluxo gastroesofágico 0,4 2,0
Sangramento gengival 0 1,3
Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo
Erupção cutânea 0,4 3,9
Alopecia 1,6 3,3
Prurido 0,4 3,3
Hipoestesia facial 0,4 2,0
Prurido generalizado 0 1,3
Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do
Tecido Conjuntivo
Espasmos musculares 2,7 3,3
Artralgia 1,9 2,0
Espasmos musculares involuntários 0,4 1,3
Distúrbios Renais e Urinários
Nefrolitíase 0 2,6
Disúria 0,8 2,0
Polaciúria 0,8 2,0
Distúrbios do Sistema Reprodutivo e das Mamas
Disfunção erétil 0,8 1,3
Distúrbios Gerais e Condições no Local da
Administração
Fadiga 15,2 14,4
Astenia 3,5 5,9
Irritabilidade 3,1 3,3
Investigações
Perda de peso 7,0 17,0
A dose recomendada para monoterapia em adultos é de 400 mg/dia.
Dados de estudos duplos-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia – Pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas por ≥ 2% dos pacientes pediátricos (10 a 16 anos de idade) tratados
com o topiramato em estudos duplos-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são
apresentadas na Tabela 4. As reações adversas com incidência >5% na dose recomendada (400 mg/dia)
em ordem decrescente de frequência incluíram perda de peso, parestesia, diarreia, distúrbio de atenção,
pirexia e alopecia.
Tabela 4: Reações adversas relatadas por ≥ 2% dos pacientes pediátricos tratados com o
topiramato em estudos duplos-cegos, controlados de monoterapia para epilepsia
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
50 mg/dia
(N=77)
%
topiramato
400 mg/dia
(N=63)
%
Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição
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Diminuição do apetite
1,3 4,8
Transtornos Psiquiátricos
Bradipsiquismo
Humor alterado
Depressão
0
1,3
0
4,8
4,8
3,2
Transtornos do Sistema Nervoso
Parestesia
Distúrbio de atenção
3,9
3,9
15,9
7,9
Distúrbios do Ouvido e do Labirinto
Vertigem 0 3,2
Distúrbios Respiratórios, Torácicos e
Mediastinais
Epistaxe 0 3,2
Distúrbios Gastrintestinais
Diarreia
Vômitos
3,9
3,9
9,5
4,8
Distúrbios do Tecido Cutâneo e
Subcutâneo
Alopecia
0 6,3
Distúrbios Gerais e Condições no Local da
Administração
Pirexia
Astenia
0
0
6,3
4,8
Investigações
Perda de peso 7,8 20,6
Circunstâncias Sociais
Dificuldades de aprendizado 0 3,2
A dose recomendada para monoterapia em crianças de 10 anos ou mais é de 400 mg/dia.
Dados de estudos duplos-cegos, controlados por placebo, de profilaxia de enxaqueca – Pacientes
adultos
As reações adversas relatadas por ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato em estudos
duplos-cegos, controlados por placebo de profilaxia de enxaqueca são apresentadas na Tabela 5. As
reações adversas com incidência >5% na dose recomendada (100 mg/dia) em ordem decrescente de
frequência incluíram parestesia, fadiga, náusea, diarreia, perda de peso, disgeusia, anorexia, diminuição do
apetite, insônia, hipoestesia, distúrbio de atenção, ansiedade, sonolência, e transtorno de linguagem
expressiva.
Tabela 5: Reações adversas relatadas por ≥1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato
em estudos duplos-cegos, controlados por placebo de profilaxia de enxaqueca
Classe de Sistema/Órgão
Reação Adversa
topiramato
50 mg/dia
(N=227)
%
topiramato
100 mg/dia
(N=374)
%
topiramato
200 mg/dia
(N=501)
%
placebo
(N=436)
%
Distúrbios do Metabolismo e da
Nutrição
Anorexia 3,5 7,5 7,2 3,0
Diminuição do apetite 5,7 7,0 6,8 3,0
Transtornos Psiquiátricos
Insônia 4,8 7,0 5,6 3,9
Ansiedade 4,0 5,3 5,0 1,8
Distúrbio de linguagem expressiva 6,6 5,1 5,2 1,4
Depressão 3,5 4,8 7,4 4,1
Humor depressivo 0,4 2,9 2,0 0,9
Estado confusional 0,4 1,6 2,0 1,1
Alterações de humor 1,8 1,3 1,0 0,2
Labilidade de afeto 0,4 1,1 0,2 0,2
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Bradipsiquismo 1,8 1,1 3,4 1,4
Transtornos do Sistema Nervoso
Parestesia 35,7 50,0 48,5 5,0
Disgeusia 15,4 8,0 12,6 0,9
Hipoestesia 5,3 6,7 7,4 1,4
Distúrbio de atenção 2,6 6,4 9,2 2,3
Sonolência 6,2 5,1 6,8 3,0
Comprometimento da memória 4,0 4,5 6,2 1,6
Amnésia 3,5 2,9 5,2 0,5
Tremor 1,3 1,9 2,4 1,4
Distúrbio do equilíbrio 0,4 1,3 0,4 0
Comprometimento mental 0,4 1,1 1,8 0,9
Distúrbios Oftalmológicos
Visão turva 4,0 2,4 4,4 2,5
Distúrbios do Ouvido e do
Labirinto
Zumbido 0,4 1,3 1,6 0,7
Distúrbios Respiratórios, Torácicos
e Mediastinais
Dispneia 1,3 2,7 1,6 1,4
Epistaxe 0,4 1,1 0,6 0,5
Distúrbios Gastrintestinais
Náusea 9,3 13,6 14,6 8,3
Diarreia 9,3 11,2 10,0 4,4
Boca seca 1,8 3,2 5,0 2,5
Parestesia oral 1,3 2,9 1,6 0,5
Constipação 1,8 2,1 1,8 1,4
Distensão abdominal 0 1,3 0,2 0,2
Desconforto estomacal 2,2 1,3 1,0 0,2
Doença do refluxo gastroesofágico 0,4 1,1 1,2 0,5
Distúrbios do Tecido
Musculoesquelético e do Tecido
Conjuntivo
Espasmos musculares involuntários 1,8 1,3 1,8 0,7
Distúrbios Gerais e Condições no
Local da Administração
Fadiga 15,0 15,2 19,2 11,2
Astenia 0,9 2,1 2,6 0,5
Irritabilidade 3,1 1,9 2,4 0,9
Sede 1,3 1,6 1,0 0,5
Investigações
Perda de peso 5,3 9,1 10,8 1,4
A dose recomendada para profilaxia de enxaqueca é de 100 mg/dia.
Outros dados de estudos clínicos – Pacientes adultos
As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplos-cegos controlados em < 1% dos pacientes adultos
tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes adultos tratados
com o topiramato são apresentadas a seguir:
-Distúrbios do sangue e do sistema linfático: leucopenia, linfadenopatia, trombocitopenia;
-Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade;
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-Distúrbios do metabolismo e da nutrição: acidose hiperclorêmica, hipocalemia, aumento do apetite, acidose
metabólica, polidipsia;
− Transtornos psiquiátricos: comportamento anormal, anorgasmia, apatia, choro, distração, distúrbio no desejo
sexual, disfemia (“gagueira”), despertar precoce, humor elevado, humor eufórico, afeto embotado,
alucinação, alucinação auditiva, alucinação visual, hipomania, insônia inicial, ausência de fala espontânea,
diminuição da libido, apatia, perda de libido, mania, insônia de manutenção, sensação orgásmica diminuída,
ataques de pânico, distúrbio do pânico, reação de pânico, paranoia, perseveração, distúrbio de leitura,
inquietação, distúrbio do sono, ideação suicida, tentativa de suicídio, choro excessivo, pensamento anormal;
− Transtornos do sistema nervoso: ageusia, acinesia, anosmia, afasia, apraxia, aura, sensação de queimação,
síndrome cerebelar, distúrbio do ritmo circadiano do sono, falta de coordenação motora, crises parciais
complexas, convulsões, nível de consciência diminuída, tontura postural, hipersecreção salivar, disestesia,
disgrafia, discinesia, disfasia, distonia, tremor essencial, formigamento, convulsão do tipo grande mal,
hiperestesia, hipersônia, hipogeusia, hipocinesia, hiposmia, neuropatia periférica, parosmia, sono de baixa
qualidade, pré-síncope, fala repetitiva, distúrbio sensorial, perda sensorial, estupor (diminuição da reação aos
estímulos do ambiente), síncope, não responsividade a estímulo;
− Distúrbios oftalmológicos: distúrbio de acomodação, percepção de profundidade visual alterada, ambliopia,
blefarospasmo, cegueira transitória, cegueira unilateral, glaucoma, lacrimação aumentada, midríase,
cegueira noturna, fotopsia, presbiopia, escotoma cintilante, escotoma, acuidade visual reduzida;
− Distúrbios do ouvido e do labirinto: surdez, surdez neurossensorial, surdez unilateral, desconforto no ouvido,
audição comprometida;
− Distúrbios cardíacos: bradicardia, bradicardia sinusal, palpitações;
− Distúrbios vasculares: rubor, ondas de calor, hipotensão ortostática (pressão baixa), fenômeno de Raynaud;
− Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: disfonia, dispneia de exercício, congestão nasal,
hipersecreção sinusal paranasal;
− Distúrbios gastrintestinais: desconforto abdominal, dor abdominal inferior, sensibilidade abdominal, hálito
com odor, desconforto epigástrico, flatulência, glossodinia, hipoestesia oral, dor oral, pancreatite,
hipersecreção salivar;
− Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: anidrose, dermatite alérgica, eritema, erupção cutânea macular,
descoloração da pele, odor anormal da pele, rosto inchado, urticária, urticária localizada;
− Distúrbios do tecido musculoesquelético e do tecido conjuntivo: dor no flanco, fadiga muscular, fraqueza
muscular, rigidez musculoesquelética;
− Distúrbios renais e urinários: cálculo uretérico, cálculo urinário, hematúria, incontinência, urgência urinária,
cólica renal, dor renal, incontinência urinária;
− Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas: disfunção sexual;
− Distúrbios gerais: edema facial, sensação anormal, sensação de estar bêbado, sensação de nervosismo, mal-
estar, frio periférico, lentidão;
− Investigações: bicarbonato sanguíneo diminuído, cristais presentes na urina, teste de marcha em tandem
anormal, contagem de leucócitos diminuída.
Outros dados de estudos clínicos – Pacientes pediátricos
As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplos-cegos controlados em <2% dos pacientes
pediátricos tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes
pediátricos tratados com o topiramato são apresentadas a seguir:
− Distúrbios do sangue e do sistema linfático: eosinofilia, leucopenia, linfadenopatia, trombocitopenia;
− Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade;
− Distúrbios metabólicos e da nutrição: acidose hiperclorêmica, hipocalemia, aumento do apetite;
− Transtornos psiquiátricos: raiva, apatia, choro, distração, transtorno da linguagem de expressão, insônia
inicial, insônia, insônia de manutenção, alterações de humor, perseveração, distúrbio do sono, ideação
suicida, tentativa de suicídio;
− Transtornos do sistema nervoso: distúrbio no ritmo circadiano do sono, convulsão, disartria, disgeusia,
convulsão do tipo grande mal, hipoestesia, comprometimento mental, nistagmo, parosmia, sono de baixa
qualidade, hiperatividade psicomotora, habilidades psicomotoras comprometidas, síncope, tremores;
− Distúrbios oftalmológicos: diplopia (visão dupla), lacrimação aumentada, visão turva;
− Distúrbios do ouvido e do labirinto: dor de ouvido;
− Distúrbios cardíacos: palpitações, bradicardia sinusal;
− Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa);
− Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: congestão nasal, hipersecreção sinusal paranasal,
rinorreia;
-- 17 of 23 --
topiramato_BU05_VP_PE 17
− Distúrbios gastrintestinais: desconforto abdominal, dor abdominal, boca seca, flatulência, gastrite, doença
do refluxo gastroesofágico, sangramento gengival, glossodinia, pancreatite, parestesia oral, desconforto
estomacal;
− Distúrbios do tecido musculoesquelético e do tecido conjuntivo: artralgia, rigidez musculoesquelética,
mialgia;
− Distúrbios renais e urinários: incontinência, urgência urinária, polaciúria;
− Distúrbios gerais: sensação anormal, hipertermia, mal-estar, lentidão.
Dados pós-comercialização
Os eventos adversos primeiramente identificados como reações adversas durante a experiência pós-
comercialização com o topiramato estão a seguir por categoria de frequência com base nas taxas de relatos
espontâneos.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
− Infecções e infestações: nasofaringite;
− Distúrbios do sangue e do sistema linfático: neutropenia;
− Distúrbios do sistema imunológico: edema alérgico;
− Distúrbios do metabolismo e da nutrição: hiperamonemia, encefalopatia hiperamonêmica;
− Transtornos psiquiátricos: sensação de desespero;
− Distúrbios oculares: sensação anormal nos olhos, glaucoma de ângulo fechado, edema conjuntival,
distúrbio do movimento ocular, edema na pálpebra, maculopatia, miopia;
− Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: tosse;
− Distúrbios do tecido cutâneo e subcutâneo: eritema multiforme, edema periorbital, síndrome de Stevens-
Johnson, necrólise epidérmica tóxica;
− Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: inchaço articular, desconforto em membro;
− Distúrbios renais e urinários: acidose tubular renal, nefrocalcinose;
− Distúrbios gerais e reações no local da administração: edema generalizado, doença do tipo gripe;
− Investigações: aumento de peso.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Se, acidentalmente, você tomar uma dose muito grande de topiramato, procure imediatamente o seu médico.
Os sinais e sintomas de uma dose excessiva de topiramato são: convulsão, sonolência, distúrbio da
fala, visão borrada, diplopia (visão dupla), atividade mental prejudicada, letargia, coordenação anormal,
estupor (diminuição da reação aos estímulos do ambiente), hipotensão (pressão baixa), dor abdominal,
agitação, tontura e depressão. Acidose metabólica severa também pode ocorrer.
Em caso de superdose, o topiramato deve ser descontinuado e deve ser administrado tratamento de suporte
geral até que a toxicidade clínica tenha diminuído ou resolvido. A hemodiálise é um método eficaz para a
retirada do topiramato do organismo. É importante manter a pessoa bem hidratada.
É aconselhável entrar em contato com um centro de controle de intoxicação para obter as recomendações
mais recentes para o gerenciamento de uma superdose.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
III- DIZERES LEGAIS
MS - 1.0573.0686
Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann - CRF-SP n°30.138
Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 – 20º andar
São Paulo – SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira
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topiramato_BU05_VP_PE 18
Fabricado e embalado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP
Ou
Embalado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Cabo de Santo Agostinho – PE
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
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Histórico de Alterações da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/03/2023 -
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
3.QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
4.CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
12/12/2022 5040505/22-1
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
10/01/2022 0130839/22-1
10452 –
GENÉRICO –
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
NA NA NA NA
VP
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
5.ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
10. SUPERDOSE
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
-- 20 of 23 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
21/12/2020 4524269/20-1
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
publicação no
bulário - RDC
60/12
18/12/2020 4478390/20-6
11016 - RDC
73/2016 -
GENÉRICO -
Inclusão de
local de
embalagem
primária do
medicamento
VP
III. DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III. DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
28/01/2020 0274574/20-7
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
NA NA NA NA
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTERS DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
03/07/2019 0585472/19-5
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
08/01/2019 0017177/19-8
1959 -
GENERICO -
Solicitação de
Transferência
de Titularidade
de Registro
(Incorporação
de Empresa)
06/03/2019
VP
III – DIZERES LEGAIS
VPS
9. REAÇÕES ADVERSAS
III – DIZERES LEGAIS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
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Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
26/11/2018 0065469/19-8
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
6.COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8.QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
9.O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA
QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
VPS
2.RESULTADOS DE EFICÁCIA
3.CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
5.ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
6.INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
8.POSOLOGIA E MODO DE USAR
9.REAÇÕES ADVERSAS
10.SUPERDOSE
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
17/07/2018 0571775/18-2
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
3.QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
3.CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
4.CONTRAINDICAÇÕES
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
05/04/2018 0265293/18-5
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
-- 22 of 23 --
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data do
expediente
Nº do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
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06/11/2017 2179380/17-8
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO
POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
01/08/2015 0680350154
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
24/04/2014 0310678141
10452-
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula –
RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A
VP
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES
VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
02/07/2013 0532521138
10459-
GENÉRICO -
Inclusão Inicial
de Texto de Bula
– RDC 60/12
N/A N/A N/A N/A Adequação ao medicamento referência
Topamax VP/VPS
Comprimidos
revestidos
25 mg; 50 mg e
100 mg
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 10000001 |
|---|---|
| Marca | BIOSINTETICA |
| Código de Barras | 7896181900689 |
| Princípio ativo | TOPIRAMATO |
| Registro MS | 1057306860049 |
| Dosagem | 25 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC); PROTEGER DA LUZ E UMIDADE |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |