Cloridrato De Tramadol 37,5mg + Paracetamol 325mg 20 Comprimidos Revestidos Genérico Neo Química
Vendido e entregue por Pedpharma
Cloridrato de tramadol + paracetamol
20 Comps.
CLORIDRATO DE TRAMADOL; PARACETAMOL
Este medicamento é indicado para dores moderadas a severas de caráter agudo, subagudo e crônico. O tramadol é um analgésico sintético de ação central, agindo possivelmente através da interação com receptores µ-opioide e inibição da recaptação de norepinefrina e serotonina. O pa…
Cloridrato de tramadol + paracetamol é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Este medicamento é indicado para dores moderadas a severas de caráter agudo, subagudo e crônico. O tramadol é um analgésico sintético de ação central, agindo possivelmente através da interação com receptores µ-opioide e inibição da recaptação de norepinefrina e serotonina. O paracetamol, também analgésico de ação central, parece diminuir a dor e aumentar a tolerância à dor, possivelmente pela inibição da via do óxido nítrico. O alívio da dor ocorre em 30-60 minutos e pode durar até 8 horas.
Especificações
| Código do Produto | 120363 |
|---|---|
| Marca | NEO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896714290867 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE TRAMADOL, PARACETAMOL |
| Registro MS | 1558406070023 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
CLORIDRATO DE TRAMADOL +
PARACETAMOL
Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
Comprimido revestido
37,5mg + 325,0mg
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO:
cloridrato de tramadol + paracetamol
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido.
Embalagem contendo 10, 20 ou 30 comprimidos revestidos.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO: ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
cloridrato de tramadol ....................................................................................................................... 37,5mg
paracetamol. ..................................................................................................................................... 325,0mg
excipientes q.s.p. ...................................................................................................... 1 comprimido revestido
(celulose pó, amido, amido pré-gelatinizado, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio,
hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo, polissorbato 80 e cera de carnaúba).
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE:
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para dores moderadas a severas de caráter agudo, subagudo e crônico.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O tramadol é um analgésico sintético de ação central. Embora o seu modo de ação não seja totalmente
conhecido, a partir de testes em animais, pelo menos dois mecanismos complementares parecem
aplicáveis: interação do tramadol e da substância resultante da conversão do tramadol, denominado M1,
aos receptores denominados μ-opioide e a inibição fraca do processo de recaptação da norepinefrina e da
serotonina pelos neurônios.
O paracetamol é outro analgésico de ação central. Embora o local e os mecanismos de ação exatos não
estejam claramente definidos, parece que o paracetamol produz diminuição da dor, desta forma,
aumentando a tolerância do seu organismo à dor. O mecanismo mais provável pode envolver inibição da
via do óxido nítrico, via que aumenta a sensibilidade do seu organismo à dor. Essa inibição pode ser
mediada por uma variedade de receptores de neurotransmissores.
O início do alívio da dor é rápido (30 a 60 minutos) e, dependendo da intensidade da dor, o efeito
analgésico perdura por até 8 horas.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve tomar este medicamento se apresentar alergia (hipersensibilidade) ao tramadol, ao
paracetamol, a qualquer componente de cloridrato de tramadol + paracetamol ou a qualquer outro
analgésico opiáceo. Por favor, informe a seu médico se isso se aplica a você. A hipersensibilidade pode
ser reconhecida, por exemplo, por erupção cutânea, comichão, falta de ar ou face inchada. Se algum
destes sinais ou sintomas ocorrer, contate o seu médico imediatamente.
Você não deve tomar cloridrato de tramadol + paracetamol se estiver tomando:
- pílulas para dormir (ex.: hipnóticos);
- medicamentos que afetam o seu humor ou emoções, por exemplo, narcóticos e psicotrópicos;
-analgésicos que afetam seu Sistema Nervoso Central, por exemplo, analgésicos de ação central e
opioides;
- medicamentos inibidores da monoaminoxidase (inibidores da MAO) ou se tiver sido tratado com estes
agentes nos últimos 14 dias. Inibidores da MAO são psicofármacos usados no tratamento de transtornos
psiquiátricos, como a depressão, e também no tratamento da doença de Parkinson.
Você não deve tomar cloridrato de tramadol + paracetamol se você tiver consumido álcool.
Você não deve tomar cloridrato de tramadol + paracetamol se tiver dificuldades respiratórias graves, com
respiração lenta ou superficial.
Em caso de dúvida, consulte seu farmacêutico ou médico.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Convulsões
Convulsões foram relatadas em pacientes recebendo tramadol na dose recomendada. Relatos espontâneos
durante a comercialização indicam que o risco de convulsões aumenta com doses de tramadol acima das
recomendadas. O uso de tramadol aumenta o risco de convulsões em pacientes tomando medicamentos
serotoninérgicos (medicamentos que aumentam a ação da serotonina), incluindo:
- inibidores seletivos da recaptação da serotonina (antidepressivos ISRS ou anoréticos);
- antidepressivos tricíclicos (ATCs) e outros compostos tricíclicos (ex.: ciclobenzaprina, prometazina, etc)
ou;
- opioides (ex.: codeína, oxicodona, etc.)
A administração de tramadol pode aumentar o risco de convulsão em pacientes tomando inibidores da
monoaminaoxidase (IMAOs), neurolépticos ou outros fármacos que reduzem o limiar convulsivo.
O risco de convulsões também pode aumentar em pacientes com epilepsia, aqueles com histórico de
convulsões ou em pacientes com risco reconhecido para convulsões [tais como trauma craniano,
distúrbios metabólicos, abstinência de álcool ou drogas, infecções do Sistema Nervoso Central (SNC)].
Na superdose de tramadol, a administração de naloxona pode aumentar o risco de convulsão.
Reações anafiláticas
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
Estas reações ocorrem, geralmente, após a primeira dose. Outras reações relatadas incluem prurido
(coceira), irritação da pele (urticária), broncoespasmo (estreitamento das vias aéreas nos pulmões,
causando dificuldade em respirar) e angioedema (reação alérgica grave, causando inchaço do rosto,
lábios, boca, língua ou garganta, podendo dificultar a deglutição ou respiração), Necrólise Epidérmica
Tóxica e Síndrome de Stevens-Johnson (erupções cutâneas com risco de morte com bolhas e descamação
da pele em grande parte do corpo ou perto da boca, nariz, olhos ou órgãos sexuais). Pacientes com
história de reações anafiláticas à codeína e a outros opioides podem estar sob risco aumentado e, portanto,
não devem ser tratados com cloridrato de tramadol + paracetamol. Reações anafiláticas sérias e raramente
fatais foram relatadas em pacientes recebendo tramadol. Procure atendimento médico imediato se
apresentar algum sintoma de reação de hipersensibilidade.
Depressão respiratória
Pacientes com dificuldades respiratórias graves, com respiração lenta ou superficial ou asma brônquica
aguda a grave apresentam maior risco de depressão respiratória, com risco de vida, quando tratados com
opioides.
O cloridrato de tramadol + paracetamol só deve ser utilizado nesta população de pacientes num ambiente
monitorado e com disponibilidade de equipamento de ressuscitação.
O cloridrato de tramadol + paracetamol deve ser administrado com cautela em pacientes sob risco de
depressão respiratória. Quando doses elevadas de tramadol são administradas com medicamentos
anestésicos ou álcool, pode ocorrer depressão respiratória e tais casos devem ser tratados como superdose.
Se naloxona for administrada, deve-se ter cautela, pois ela pode facilitar a ocorrência de convulsões.
Os opioides podem causar distúrbios respiratórios relacionados ao sono, como síndromes da apneia do
sono [incluindo Apneia Central do Sono (ACS)] e hipóxia (incluindo hipóxia relacionada ao sono). O uso
de opioides aumenta o risco de ACS de maneira dose-dependente.
Metabolismo (conversão) ultrarrápido do tramadol pela CYP2D6
O tramadol desempenha sua função ao ser convertido (metabolizado) em seu componente ativo. Alguns
pacientes convertem (metabolizam) o tramadol em seu componente ativo mais rápido e completamente
que outros pacientes. Esses pacientes têm maior chance de apresentarem efeitos adversos sérios, como
dificuldade para respirar, com respiração lenta ou superficial. Se você apresentar esses efeitos adversos,
pare de tomar esse medicamento e procure atendimento médico imediatamente. Mesmo com regimes de
dose definidos em bula, pacientes metabolizadores ultrarrápidos podem apresentar depressão respiratória
potencialmente fatal ou fatal ou apresentar sinais de superdose (como sonolência extrema, confusão ou
respiração superficial) (vide “O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste
medicamento? – tramadol”).
Uso com depressores do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo álcool
O uso concomitante de tramadol (princípio ativo deste medicamento) com depressores do SNC (ex.:
medicamentos que fazem você ficar com sono, reduzem a ansiedade ou diminuem a consciência),
incluindo álcool, pode causar efeitos aditivos aos depressores do SNC, incluindo sedação profunda e
depressão respiratória. O cloridrato de tramadol + paracetamol deve ser usado com cautela e em dose
reduzida em pacientes recebendo depressores do SNC, ambos pelo menor tempo possível (vide
“Interações medicamentosas”).
Aumento da pressão intracraniana ou traumatismo craniano
O cloridrato de tramadol + paracetamol deve ser usado com cautela em pacientes com pressão
intracraniana aumentada ou traumatismo craniano.
Alterações das pupilas (miose) provocadas pelo tramadol podem mascarar a existência, extensão ou o
curso da patologia intracraniana. Deve-se suspeitar fortemente de reação adversa se for observado estado
mental alterado em pacientes em uso de cloridrato de tramadol + paracetamol.
A administração de cloridrato de tramadol + paracetamol pode complicar a avaliação clínica de pacientes
com condições abdominais agudas.
Dependência de drogas e potencial de abuso
Este medicamento contém tramadol como princípio ativo. Parte do efeito analgésico de cloridrato de
tramadol + paracetamol é devido à ligação do princípio ativo, tramadol, ao receptor mu-opioide. Após
administrações repetidas de opioides, pode ocorrer o desenvolvimento de tolerância, dependência física e
dependência psicológica, mesmo nas doses recomendadas.
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
Deve ser avaliado o risco de cada paciente para dependência e abuso de opioides antes de ser prescrito
cloridrato de tramadol + paracetamol e monitorado todos os pacientes que recebem cloridrato de tramadol
+ paracetamol em relação ao desenvolvimento destes comportamentos. Os riscos são maiores em
pacientes com histórico pessoal ou familiar de abuso de substâncias (incluindo abuso ou dependência de
drogas ou álcool) ou doença mental (ex.: depressão maior).
Você não deve utilizar cloridrato de tramadol + paracetamol se for dependente de opioides. O tramadol
demonstrou reiniciar a dependência física em alguns pacientes que já foram dependentes de outros
opioides.
Risco aumentado de hepatotoxicidade (dano no fígado) com uso de álcool
Alcoólatras crônicos podem estar sob risco aumentado de toxicidade hepática com o uso excessivo de
paracetamol.
Tratamento da abstinência
Sintomas de abstinência podem ocorrer se cloridrato de tramadol + paracetamol for descontinuado
abruptamente, como ansiedade, sudorese (suor), insônia, rigidez, dor, náusea, tremores, diarreia, sintomas
do trato respiratório superior e piloereção (arrepios), podem ocorrer se cloridrato de tramadol +
paracetamol for descontinuado de forma abrupta. Ataque de pânico, ansiedade grave, alucinação,
parestesia (sensação de formigamento), zumbido e sintomas do SNC não usuais foram também raramente
relatados com a descontinuação abrupta do cloridrato de tramadol. A experiência clínica sugere que os
sintomas de abstinência podem ser aliviados pela redução gradual da medicação.
Uso com medicamentos serotoninérgicos
O cloridrato de tramadol + paracetamol deve ser usado com bastante cautela em pacientes sob tratamento
com medicamentos serotoninérgicos ISRSs (psicofármacos usados no tratamento de transtornos
psiquiátricos, como a depressão, e também no tratamento da doença de Parkison). O uso concomitante de
tramadol com medicamentos serotoninérgicos incluindo os ISRSs aumenta o risco de eventos adversos,
incluindo convulsões e síndrome serotoninérgica (caracterizada pelo aumento do nível de serotonina no
cérebro, o que pode levar a sensação de confusão ou agitação, suor, calafrios, espasmos musculares e
frequência cardíaca rápida).
Disfunção renal
O cloridrato de tramadol + paracetamol não foi estudado em pacientes com disfunção renal
(funcionamento anormal dos rins). Informe seu médico caso você tenha um funcionamento anormal dos
rins. A dose de cloridrato de tramadol + paracetamol pode ser ajustada.
Disfunção hepática
O uso de cloridrato de tramadol + paracetamol em pacientes com disfunção hepática (funcionamento
anormal do fígado) grave não é recomendado.
Reações cutâneas graves
Reações cutâneas (de pele) graves, tais como Pustulose Exantematosa Aguda Generalizada (erupção
cutânea vermelha coberta com pequenos inchaços cheios de pus que podem se espalhar pelo corpo, às
vezes, com febre), Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e
em grande parte do corpo), e Necrólise Epidérmica Tóxica (lesões avermelhadas em grandes áreas da
pele, com bolhas, como se a pele estivesse escaldada), foram relatadas muito raramente em pacientes
recebendo paracetamol. Seu médico deverá informá-lo (a) sobre os sinais de reações cutâneas (de pele)
graves e o uso do medicamento deverá ser descontinuado no primeiro aparecimento de erupção cutânea
ou de qualquer outro sinal de hipersensibilidade (alergia).
Hiponatremia
A hiponatremia (nível baixo de sódio no sangue) foi relatada muito raramente com o uso de cloridrato de
tramadol + paracetamol, geralmente em pacientes com fatores de risco predisponentes, como pacientes
idosos e/ou em pacientes em uso de medicações concomitantes que podem causar hiponatremia. Em
alguns relatórios, a hiponatremia pareceu ser o resultado da Síndrome de Secreção Inapropriada de
Hormônio Antidiurético (SIADH) e resolvida com a descontinuação de cloridrato de tramadol +
paracetamol e instituição do tratamento apropriado (ex.: restrição de fluidos). Durante o tratamento com
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
cloridrato de tramadol + paracetamol, monitorização de sinais e sintomas da hiponatremia é recomendado
para pacientes com fatores de risco predisponentes.
Condições gastrointestinais
Pacientes com distúrbios do trato biliar ou histórico de cirurgia biliar devem ser monitorados quanto ao
potencial desenvolvimento de pancreatite aguda.
Uso em crianças
A segurança e a eficácia de cloridrato de tramadol + paracetamol não foram estudadas na população
pediátrica.
Precauções gerais
A dose recomendada de cloridrato de tramadol + paracetamol não deve ser excedida.
O cloridrato de tramadol + paracetamol não deve ser coadministrado com outros produtos à base de
tramadol ou paracetamol.
Uso em pacientes fisicamente dependentes de opioides
O cloridrato de tramadol + paracetamol não é recomendado para pacientes dependentes de opioides
(ex.: codeína, oxicodona, etc.). Pacientes que tomaram recentemente grandes quantidades de opioides
podem sentir sintomas de abstinência. Devido à dificuldade de avaliar a dependência em pacientes que
receberam anteriormente grandes quantidades substanciais de medicamentos opioides, o cloridrato de
tramadol + paracetamol deve ser administrado com cautela nesses pacientes.
Gravidez, amamentação e fertilidade:
Foi demonstrado que tramadol atravessa a placenta.
Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas.
Não foi estabelecida a utilização segura durante a gravidez.
O uso de opioides durante o parto pode resultar em depressão respiratória no recém-nascido.
O uso prolongado de cloridrato de tramadol + paracetamol durante a gravidez pode causar sintomas de
abstinência em seu bebê recém-nascido que podem ser fatais se não forem reconhecidos e tratados. Este
risco é maior no último trimestre da gravidez.
O cloridrato de tramadol + paracetamol não é recomendado para mães que estejam amamentando, pois a
segurança em crianças e recém-nascidos não foi estudada.
Existem pessoas que são metabolizadoras ultrarrápidas de codeína. Pelo menos uma morte foi relatada em
uma criança amamentada exposta a altos níveis de morfina no leite materno, porque a mãe era uma
metabolizadora ultrarrápida de codeína. Um bebê amamentado por mãe metabolizadora ultrarrápida em
uso de cloridrato de tramadol + paracetamol pode ser potencialmente exposto a níveis elevados de M1
(substância oriunda da conversão do tramadol) e apresentar depressão respiratória com risco de vida. Por
este motivo, a amamentação não é recomendada durante o tratamento com cloridrato de tramadol +
paracetamol.
Não foi avaliado o efeito de tramadol ou a combinação tramadol/paracetamol na fertilidade humana.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
O cloridrato de tramadol + paracetamol pode afetar a habilidade mental ou física necessária para a
realização de tarefas potencialmente perigosas como dirigir ou operar máquinas.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade
e atenção podem estar prejudicadas.
Interações medicamentosas
Informe ao seu médico ou farmacêutico se estiver tomando ou tiver tomado recentemente outros
medicamentos.
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Isso inclui medicamentos que você compra sem receita médica ou medicamentos fitoterápicos. Em
particular, informe ao seu médico ou farmacêutico se estiver tomando algum dos seguintes medicamentos
com cloridrato de tramadol + paracetamol uma vez que pode afetar a forma como funcionam:
- inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), usados para tratar condições mentais tais como a depressão
(ex.: fenelzina, tranilcipromina). Você não deve tomar cloridrato de tramadol + paracetamol com IMAOs
ou dentro de 14 dias após sua descontinuação;
- inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs), usados para tratar depressão ou doença de
Parkinson;
- medicamentos usados para tratar a depressão, por exemplo, mirtazapina, antidepressivos tricíclicos,
trazodona;
- triptanos, usados para tratar enxaquecas;
- antagonistas dos receptores 5-HT3, usados para tratar náuseas e vômitos;
- medicamentos que desaceleram o sistema nervoso central (depressores do SNC), tais como sedativos,
pílulas para dormir, medicamentos usados em cirurgia (anestésicos), tranquilizantes (benzodiazepínicos),
medicamentos usados para tratar certas condições mentais (psicotrópicos), alguns analgésicos fortes
(opioides) ou álcool;
- antibióticos para tratar infecções, por exemplo, eritromicina, rifampina, linezolida, flucloxacilina;
- antifúngicos utilizados para tratar infecções fúngicas, por exemplo, cetoconazol;
- anti-retrovirais utilizados para tratar HIV/AIDS, por exemplo, ritonavir;
- fenitoína, usada para tratar convulsões;
- carbamazepina, usada para tratamento da epilepsia e alguns tipos de dor;
- quinidina, utilizada para tratar doenças cardíacas (antiarrítmicos);
- compostos semelhantes à varfarina, utilizados para diminuir a coagulação do sangue (anticoagulantes);
- digoxina, usada para tratar insuficiência cardíaca;
- medicamentos que retardam ou reduzem a conversão (metabolismo) deste medicamento para a sua
forma ativa (inibidores da CYP2D6); por exemplo, fluoxetina, paroxetina, amitriptilina e bupropiona;
- cimetidina, usada para tratar azia e úlceras pépticas.
Interação com alimentos
A administração de cloridrato de tramadol + paracetamol com alimentos não afeta de forma significante a
sua taxa ou extensão de absorção.
Não use outro produto que contenha Paracetamol.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
O cloridrato de tramadol + paracetamol apresenta-se como comprimido revestido amarelo, oblongo,
biconvexo com borda, com gravações em uma das faces, superfície homogênea, lisa e sem pigmentos.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você
observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Administração
O comprimidos de cloridrato de tramadol + paracetamol deve ser administrado por via oral.
O cloridrato de tramadol + paracetamol pode ser administrado independentemente das refeições.
Posologia
Não exceda a dose recomendada.
A dose diária máxima de cloridrato de tramadol + paracetamol é 1 a 2 comprimidos a cada 4 a 6 horas de
acordo com a necessidade para alívio da dor, até o máximo de 8 comprimidos ao dia. A menor dose eficaz
deve ser usada pelo menor período de tempo.
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Nas condições dolorosas crônicas, o tratamento deve ser iniciado com 1 comprimido ao dia e aumentado
em 1 comprimido a cada 3 dias, de acordo com a sua tolerância, até atingir a dose de 4 comprimidos ao
dia. Depois disso, cloridrato de tramadol + paracetamol pode ser tomado na dose de 1-2 comprimidos a
cada 4-6 horas, até o máximo de 8 comprimidos ao dia.
Nas condições dolorosas agudas, o tratamento pode ser iniciado com a dose terapêutica completa (1-2
comprimidos a cada 4-6 horas), até o máximo de 8 comprimidos ao dia.
Tratamento de abstinência
Não pare de usar cloridrato de tramadol + paracetamol abruptamente. Os sintomas de abstinência podem
ser aliviados pela redução gradual da medicação (vide “O que devo saber antes de usar este
medicamento? – Tratamento de abstinência”).
Populações especiais
- Uso em crianças
A segurança e a eficácia de cloridrato de tramadol + paracetamol não foram estudadas na população
pediátrica.
- Disfunção renal
Em pacientes com depuração de creatinina inferior a 30mL/min, recomenda-se aumentar o intervalo entre
as administrações de cloridrato de tramadol + paracetamol de forma a não exceder 2 comprimidos a cada
12 horas.
- Insuficiência hepática
Não é recomendado o uso de cloridrato de tramadol + paracetamol em pacientes com insuficiência
hepática grave.
- Idosos (65 anos ou mais)
Não foram observadas diferenças gerais em relação à segurança ou à farmacocinética entre indivíduos ≥
65 anos de idade e indivíduos mais jovens.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você se esquecer de tomar o medicamento, tome a próxima dose normalmente e continue a
administração conforme orientado pelo seu médico. Não dobre a dose.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Eventos adversos relatados em pelo menos 2% dos indivíduos que receberam cloridrato de tramadol +
paracetamol para dor crônica e com incidência maior que o placebo.
Corpo como um todo: fadiga (cansaço excessivo), ondas de calor, sintomas gripais.
Distúrbios cardiovasculares: hipertensão (pressão alta).
Distúrbios do Sistema Nervoso Central e Periférico: dor de cabeça, tontura, hipoestesia (perda ou
diminuição da sensibilidade).
Distúrbios do sistema gastrintestinal: náusea, constipação, boca seca, vômito, dor abdominal, diarreia.
Distúrbios psiquiátricos: sonolência, insônia, anorexia, nervosismo.
Distúrbios da pele e anexos: prurido (coceira), sudorese aumentada (suor aumentado), erupção cutânea
(vermelhidão e inchaço da pele).
A lista a seguir contém reações adversas que ocorreram com incidência de pelo menos 1% em estudos
clínicos para tratamento da dor aguda e crônica.
Corpo como um todo: astenia (fraqueza), fadiga (cansaço excessivo), ondas de calor.
Sistema Nervoso Central e Periférico: tontura, dor de cabeça, tremor.
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
Sistema gastrintestinal: dor abdominal, constipação, diarreia, dispepsia (indigestão), flatulência (gases),
boca seca, náusea, vômito.
Distúrbios psiquiátricos: anorexia, ansiedade, confusão, euforia (sensação extrema e irreal de bem-estar
físico e emocional), insônia, nervosismo, sonolência.
Pele e anexos: prurido (coceira), erupção cutânea (vermelhidão e inchaço da pele), sudorese aumentada
(suor aumentado).
Entre estes, os eventos adversos mais comuns (≥5% dos indivíduos) emergentes do tratamento foram
náusea (14%), tontura (10%), sonolência (9%), constipação (8%), vômito (5%) e dor de cabeça (5%).
A lista a seguir contém eventos adversos clinicamente relevantes que ocorreram com incidência menor
que 1% em estudos clínicos.
Corpo como um todo: dor no peito, rigidez, síncope (desmaio), síndrome de abstinência, reação alérgica.
Distúrbios cardiovasculares: hipertensão (pressão alta), agravamento da hipertensão, hipotensão
(pressão baixa), edema dependente (inchaço nas partes do corpo abaixo do coração).
Sistema Nervoso Central e Periférico: ataxia (perda da coordenação, afetando movimento, equilíbrio e
fala), convulsões, hipertonia (tensão muscular anormal), enxaqueca, agravamento da enxaqueca,
contração involuntária dos músculos, parestesia (sensação de formigamento), estupor (diminuição da
consciência), vertigem (sensação de estar girando sem se mexer ou sair do lugar).
Sistema gastrintestinal: disfagia (dificuldade de engolir), melena (fezes escuras e de forte odor), edema
de língua (inchaço da língua).
Distúrbios auditivos e vestibulares: zumbido.
Distúrbios do ritmo e batimentos cardíacos: arritmia, palpitação, taquicardia.
Distúrbios do sistema hepático e biliar: função hepática anormal, aumento da TGP (ALT), aumento da
TGO (AST).
Distúrbios do metabolismo e nutricionais: perda de peso, hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no
sangue), aumento da fosfatase alcalina, aumento de peso.
Distúrbios musculoesqueléticos: artralgia (dor nas articulações).
Distúrbios plaquetários, hemorrágicos e da coagulação: aumento do tempo de coagulação, púrpura
(manchas vermelhas ou roxas causadas pelo acúmulo de sangue debaixo da pele).
Distúrbios psiquiátricos: amnésia, despersonalização (sensação de estar desconectado do seu corpo),
depressão, abuso de drogas, labilidade emocional (instabilidade emocional), alucinação, impotência,
pesadelos, pensamento anormal.
Distúrbios das células vermelhas sanguíneas: anemia (baixo número de células vermelhas sanguíneas).
Sistema respiratório: dispneia (falta de ar), broncoespasmo (estreitamento das vias aéreas nos pulmões,
causando dificuldade em respirar).
Distúrbios da pele e anexos: dermatite (inflamação da pele), erupção cutânea eritematosa.
Sistema urinário: albuminúria (presença de albumina na urina), distúrbios da micção, oligúria (baixa
produção de urina), retenção urinária.
Distúrbios da visão: visão anormal.
Distúrbios das células brancas e sistema retículo-endotelial: granulocitopenia (diminuição na
contagem de células brancas do sangue) e leucocitose (aumento na contagem de leucócitos no sangue).
Outros eventos adversos que foram relatados durante o tratamento com medicamentos à base de tramadol
e cuja relação de causalidade não foi bem determinada incluem: vasodilatação, hipotensão ortostática
(diminuição da pressão arterial ao se levantar da posição sentada ou deitada), isquemia do miocárdio,
edema pulmonar, reações alérgicas (incluindo anafilaxia, urticária, Síndrome de Stevens-
Johnson/Síndrome da Necrólise Epidérmica Tóxica), disfunção cognitiva, dificuldade de concentração,
depressão, tendência suicida, hepatite, insuficiência hepática, agravamento da asma e sangramento
gastrintestinal. Relatos de anormalidades em exames laboratoriais incluíram elevação nos testes de
creatinina e função hepática. Síndrome Serotoninérgica (cujos sintomas podem incluir alteração da
situação mental, hiperreflexia, febre, calafrios, tremor, agitação, diaforese, convulsões, coma) foi relatada
quando o tramadol foi utilizado concomitantemente com outros agentes serotoninérgicos como inibidores
seletivos de recaptação da serotonina (ISRSs) e inibidores da MAO.
A experiência pós-comercialização com o uso de produtos que contenham tramadol incluiu raros relatos
de delírio, miose (contração da pupila), midríase (dilatação da pupila), transtornos da fala e, muito
raramente, relatos de transtorno de movimento incluindo discinesia (movimentos musculares
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
involuntários e descontrolados) e distonia (contrações musculares involuntárias que causam movimentos
repetitivos ou de torção). A vigilância pós-comercialização revelou raras alterações do efeito da varfarina,
incluindo elevação dos tempos de protrombina. QT prolongado no eletrocardiograma, fibrilação
ventricular e taquicardia ventricular foram relatados durante o uso pós-comercialização.
Foram relatados casos de hipoglicemia em pacientes fazendo uso de tramadol. A maioria dos relatos foi
em pacientes com fatores de risco predisponentes, incluindo diabetes ou insuficiência renal, ou em
pacientes idosos.
Deve-se ter cautela ao prescrever tramadol a pacientes diabéticos. Monitoramento mais frequente dos
níveis de glicose no sangue pode ser apropriada, inclusive no início ou no aumento da dose.
Casos de hiponatremia e/ou SIADH foram notificados muito raramente em pacientes que tomaram
tramadol, geralmente em pacientes com fatores de risco predisponentes, tais como os idosos ou aqueles
que utilizaram medicações concomitantes que podem causar hiponatremia.
Reações alérgicas (erupção cutânea primária) ou relatos de hipersensibilidade secundária ao paracetamol
foram raros e geralmente controlados pela descontinuação do medicamento e, quando necessário,
tratamento sintomático.
Houve vários relatos que sugerem que o paracetamol pode produzir hipoprotrombinemia quando
administrado com compostos com ação semelhante à varfarina. Em outros estudos, o tempo da
protrombina não foi alterado.
Foi verificado através do “Netherlands Pharmacovigilance Center Lareb”, consulta ao banco de dados do
CNMM – Centro Nacional de Monitorização de Medicamentos e Micromedex® (Drugdex Evaluation),
que há registro da reação adversa rubor associada ao uso da substância tramadol.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Ingestão acidental
A ingestão acidental de tramadol pode resultar em depressão respiratória e convulsões devido a uma
superdose de tramadol. Depressão respiratória e convulsões foram relatadas em uma criança após a
ingestão de um único comprimido.
Fatalidades devido a superdose de tramadol também foram relatadas.
Sintomas e sinais
Os sintomas iniciais de uma dose excessiva de tramadol incluem depressão respiratória (dificuldade para
respirar) e/ou convulsões e do paracetamol, observados dentro das primeiras 24 horas, incluem: anorexia,
náusea, vômito, mal-estar, palidez e diaforese (transpiração fria e pegajosa).
tramadol
As consequências potenciais sérias da superdose do componente tramadol são depressão respiratória,
letargia, coma, convulsão, parada cardíaca e morte. Adicionalmente, casos de prolongamento do intervalo
QT foram relatados durante uma superdose.
paracetamol
Uma superdose maciça de paracetamol pode causar toxicidade hepática em alguns pacientes. Os
primeiros sintomas após uma superdose potencialmente hepatotóxica podem incluir: irritabilidade
gastrointestinal, anorexia, náuseas, vômitos, mal-estar, palidez e diaforese (transpiração fria e pegajosa).
Evidência clínica e laboratorial de toxicidade hepática pode não ser aparente antes de 48 a 72 horas após a
ingestão.
Tratamento
Uma superdose única ou múltipla com cloridrato de tramadol + paracetamol pode ser uma superdose
polimedicamentosa potencialmente letal, e recomenda-se consultar especialistas apropriados, se
disponível.
Embora a naloxona reverta alguns, mas não todos, os sintomas causados pela superdose com tramadol, o
risco de convulsões também aumenta com a administração de naloxona. Com base na experiência com
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
tramadol, não se espera que a hemodiálise seja útil em uma superdose porque remove menos de 7% da
dose administrada em um período de diálise de 4 horas.
No tratamento de uma superdose com cloridrato de tramadol + paracetamol, deve ser dada atenção inicial
à manutenção adequada da ventilação com tratamento geral de suporte. Dado que as estratégias para
controle de superdose evoluem continuamente, é aconselhável entrar em contato com uma central de
controle de intoxicação para receber as recomendações mais recentes para o controle de uma superdose.
A hipotensão é, em geral, hipovolêmica e deve responder à administração de fluidos. Vasopressores e
outras medidas de suporte devem ser empregados conforme necessário. Proceder à entubação
endotraqueal quando necessário, para fornecer respiração assistida.
Em pacientes adultos e pediátricos, ou em qualquer indivíduo que se apresente com uma quantidade
desconhecida de paracetamol ingerido ou com uma história questionável ou pouco confiável sobre o
momento da ingestão, deve-se obter o nível plasmático de paracetamol e ser tratado com acetilcisteína. Se
um teste não puder ser obtido e a ingestão estimada de paracetamol exceder de 7,5 a 10 gramas para
adultos e adolescentes ou 150mg/kg para crianças, a administração de N-acetilcisteína deve ser iniciada e
continuada durante um ciclo completo de terapia.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente
III – DIZERES LEGAIS:
Registro: 1.5584.0607
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA
RECEITA.
Registrado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 3 - Quadra 2-C - Módulo 01-B - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-015
C.N.P.J.: 05.161.069/0001-10
Fabricado por: Tecnandina S.A.
Av. Manuel Cordova Galarza Km 6 ½.
Quito, Equador
Importado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
VPR 1 - Quadra 2-A - Módulo 4 - DAIA - Anápolis - GO - CEP 75132-020
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cloridrato de tramadol + paracetamol - comprimido revestido - Bula para o paciente 9
Anexo B
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente Nº do expediente Assunto Data do
expediente
No do
expediente Assunto Data de
aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
06/12/2022 5019527/22-0
10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de Texto
de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
06/12/2022 5019527/22-0
10459 - GENÉRICO -
Inclusão Inicial de Texto
de Bula – publicação no
Bulário RDC 60/12
06/12/2022 Versão Inicial VP/VPS Comprimido
revestido
19/05/2023 0510184/23-5
10452 – GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
19/05/2023 0510184/23-5
10452 – GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
19/05/2023
2.COMO ESTE MEDICAMENTO
FUNCIONA?
3.QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?
8.QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
VP
Comprimido
revestido
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VPS
25/10/2023
10452 – GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
25/10/2023
10452 – GENÉRICO -
Notificação de Alteração
de Texto de Bula –
publicação no Bulário
RDC 60/12
25/10/2023
4.O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO? VP
Comprimido
revestido
5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES VPS
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 120363 |
|---|---|
| Marca | NEO QUÍMICA |
| Código de Barras | 7896714290867 |
| Princípio ativo | CLORIDRATO DE TRAMADOL, PARACETAMOL |
| Registro MS | 1558406070023 |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | COMPRIMIDO REVESTIDO |
| Classe terapêutica | ANALGESICOS NARCOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |