Hemitartarato De Zolpidem 12,5 Mg Comprimido Revestido De Liberação Prolongada Com 30 Eurofarma - Momenta
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hemitartarato de zolpidem
12.5 MG
HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM
O hemitartarato de zolpidem é indicado para o tratamento de curta duração da insônia aguda ou transitória, ajudando pacientes com dificuldade para adormecer ou manter o sono. O medicamento contém a substância zolpidem, que age sobre os centros do sono no cérebro, proporcionulld…
hemitartarato de zolpidem é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O hemitartarato de zolpidem é indicado para o tratamento de curta duração da insônia aguda ou transitória, ajudando pacientes com dificuldade para adormecer ou manter o sono. O medicamento contém a substância zolpidem, que age sobre os centros do sono no cérebro, proporcionulldo um rápido início de ação quando tomado imediatamente antes de dormir. É prescrito para facilitar o adormecimento e a manutenção do sono em pessoas com insônia.
Especificações
| Código do Produto | 133996 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA |
| Código de Barras | 7891317027193 |
| Princípio ativo | HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM |
| Registro MS | 1004314790142 |
| Dosagem | 12.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | HIPNOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
hemitartarato de zolpidem
Bula para paciente
Comprimido revestido de liberação prolongada
6,25 mg
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
hemitartarato de zolpidem
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÃO
Comprimido revestido de liberação prolongada 6,25 mg: embalagem com 30 comprimido.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém:
hemitartarato de zolpidem**..........................................................................................................6,25** mg
excipientes* q.s.p.......................................................................................................................1 comprimido
*Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, hipromelose, hemitartarato de potássio, amidoglicolato de
sódio, estearato de magnésio, dióxido de titânio, dióxido de silício, macrogol, óxido de ferro vermelho.
**Cada 6,25 mg de hemitartarato de zolpidem equivalem a 5,0 mg de zolpidem base livre.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado para o tratamento de curta duração da insônia aguda ou transitória (curta duração) em
pacientes que tem dificuldade para adormecer e/ou manter o sono.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento possui em sua fórmula uma substância chamada zolpidem. O zolpidem age sobre os centros do sono que
estão localizados no cérebro. Por isso, o médico prescreve este medicamento para o tratamento da insônia, isto é, para
aquelas pessoas que têm dificuldade em adormecer ou permanecer adormecidas.
Este medicamento tem rápido início de ação, devendo ser tomado no momento em que você for dormir.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com: alergia ou intolerância ao zolpidem ou a qualquer um dos
componentes da fórmula. Este medicamento também não deve ser utilizado por pacientes com insuficiência respiratória
severa e/ou aguda (dificuldade respiratória), com insuficiência do fígado severa ou em pacientes que apresentaram
comportamento complexo de sono após tomar este medicamento.
Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência respiratória severa ou aguda.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do fígado severa.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS
O zolpidem deve ser usado com cautela caso você apresente síndrome da apneia do sono (doença onde ocorre interrupção
da respiração durante o sono) e miastenia gravis (doença que acomete os nervos e os músculos, cuja principal característica
é a fraqueza). Não use este medicamento se você já apresentou sonambulismo ou outros comportamentos incomuns (como
dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente
acordado.
O hemitartarato de zolpidem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência. Guarde o medicamento num
local seguro para o proteger de roubos, uma vez que pode ser utilizado ilicitamente para ações criminosas (o que pode ser
perigoso), especialmente em combinação com álcool, quando administrado sem o conhecimento da vítima. Nunca dê o seu
medicamento a outra pessoa, pois pode fazer-lhe mal.
Você deve tomar hemitartarato de zolpidem em dose única e não deve tomar mais de uma dose durante a mesma noite.
Deve-se utilizar a menor dose diária efetiva de hemitartarato de zolpidem e não deve exceder 12,5 mg.
Insuficiência respiratória
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Como os hipnóticos têm a capacidade de causar depressão respiratória, você deve ter cautela no uso caso tenha a função
respiratória comprometida (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Risco do uso concomitante com opioides
O uso concomitante de opioides com benzodiazepínicos ou outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem,
pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e óbito. Em virtude destes riscos, seu médico deverá prescrever o
uso concomitante de opioides e benzodiazepínicos apenas se as outras alternativas terapêuticas disponíveis sejam
inadequadas para você.
Caso seja decidido pela prescrição de zolpidem concomitantemente com opioides, seu médico deverá prescrever a menor
dose eficaz com duração mínima de uso concomitante e um acompanhado de perto deve ser realizado quanto aos sinais e
sintomas de depressão respiratória e sedação (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Insuficiência do fígado
Você não deve usar o zolpidem caso tenha insuficiência hepática severa (disfunção grave do fígado) uma vez que pode
contribuir para encefalopatia (disfunção cerebral). Vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”, “3.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?”.
PRECAUÇÕES
A causa primária da insônia deve ser identificada sempre que possível e os fatores causais tratados antes da prescrição de
um hipnótico. A falta de efeito do tratamento após 7 a 14 dias de uso pode indicar a presença de um distúrbio físico ou
psiquiátrico primário e você deve ser reavaliado cuidadosamente pelo médico em intervalos regulares.
Pacientes pediátricos
A segurança e eficácia de zolpidem em pacientes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas. Portanto, o zolpidem
não deve ser prescrito nesta população (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? – Populações Especiais”).
Pacientes idosos
Vide recomendações no item “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO - Posologia - Adultos com idade acima
de 65 anos ou pacientes debilitados”.
Pacientes com doença psicótica
Hipnóticos como o zolpidem não devem ser a medicação principal para o tratamento de pacientes psicóticos.
Amnésia (diminuição considerável ou perda total da memória)
Sedativos e hipnóticos como o zolpidem podem causar amnésia anterógrada (esquecimento de fatos que aconteceram após
tomar o medicamento), que em geral ocorre algumas horas após administração. Por essa razão, aconselha-se tomar o
medicamento imediatamente antes de deitar, sendo importante assegurar condições favoráveis para um sono ininterrupto
de 7-8 horas.
Ideação suicida e depressão
Vários estudos epidemiológicos demonstraram um aumento da incidência de suicídio e tentativa de suicídio em pacientes
com ou sem depressão, tratados com benzodiazepínicos e outros hipnóticos, incluindo o zolpidem. A relação causal não foi
estabelecida.
Como acontece com outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zolpidem deve ser administrado com cautela em
pacientes que apresentam sintomas de depressão e que podem apresentar tendências suicidas. A menor dose possível deve
ser empregada nesses pacientes para evitar a superdose intencional. Depressão preexistente pode ser desmascarada durante
o uso de zolpidem. Considerando que insônia pode ser um sintoma de depressão, o paciente deve ser reavaliado caso ela
persista.
Outras reações psiquiátricas e “paradoxais”
Outras reações psiquiátricas e paradoxais como: nervosismo, exacerbação da insônia, pesadelos, irritabilidade, agitação,
agressividade, ilusões, acessos de raiva, alucinações, comportamento inapropriado e outros distúrbios de comportamento,
podem ocorrer com o uso de sedativos e hipnóticos, como o zolpidem. Nesse caso, o medicamento deve ser descontinuado.
Essas reações são mais prováveis de ocorrer em idosos.
Sonambulismo e comportamentos associados
Este medicamento pode causar:
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- Sonambulismo ou outros comportamentos incomuns (como dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de
telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente acordado. Alguns destes comportamentos têm sido
associados a ferimentos graves e até morte.
- “Delirium” (uma mudança repentina e grave no estado mental que faz com que uma pessoa pareça confusa ou
desorientada).
Na manhã seguinte, você poderá não lembrar o que fez durante a noite. Essas atividades podem ocorrer se você ingerir ou
não álcool junto com hemitartarato de zolpidem ou tomar outros medicamentos que o deixem sonolento. Se você apresentar
algum dos comportamentos acima, o tratamento com este medicamento deve ser interrompido e você deverá contatar o seu
médico ou um funcionário da saúde.
Comprometimento psicomotor
Como outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zolpidem tem efeitos de depressão do SNC.
O risco de comprometimento psicomotor, incluindo prejuízo na habilidade de dirigir, é aumentado se o zolpidem é
administrado em menos de 7-8 horas antes o início das atividades que requerem alerta mental; se é utilizada uma dose mais
alta que a recomendada; ou se o zolpidem é coadministrado com outros depressores do SNC, álcool, ou com outros
medicamentos que elevam a concentração sanguínea de zolpidem (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Tolerância
Alguns sedativos/hipnóticos como o zolpidem podem apresentar perda de eficácia dos efeitos hipnóticos após uso
prolongado por algumas semanas.
Dependência
O uso do zolpidem pode levar ao desenvolvimento de abuso e/ou dependência física ou psíquica. O risco de dependência
aumenta com a dose e a duração do tratamento. Fale com seu médico ou farmacêutico se você já apresentou distúrbios
psiquiátricos ou histórico de abuso ou dependência de álcool e drogas. Casos de dependência foram relatados com maior
frequência em pacientes tratados com hemitartarato de zolpidem por mais de 4 semanas. O risco de abuso e dependência é
também maior em pacientes com histórico de distúrbios psiquiátricos e/ou abuso de álcool ou drogas. O hemitartarato de
zolpidem deve ser utilizado com extrema cautela caso você esteja utilizando ou possui histórico de abuso de álcool e drogas.
Na presença de dependência física, a descontinuação abrupta do zolpidem pode causar o aparecimento de sintomas de
abstinência: cefaleia, dor muscular, ansiedade e tensão extrema, agitação, confusão e irritabilidade.
Em casos severos, os seguintes sintomas podem ocorrer: desrealização (alteração da sensação a respeito de si próprio),
despersonalização (alteração da sensação de realidade do mundo exterior sendo preservada a sensação a respeito de si
mesmo), hiperacusia (sensibilidade dolorosa a sons), dormência e formigamento das extremidades, hipersensibilidade
(intolerância) à luz, barulho e a contatos físicos, alucinações, “delirium” e convulsões.
Insônia de rebote (reaparecimento de insônia às vezes mais grave do que aquela que motivou o tratamento)
A interrupção abrupta de um tratamento com hipnóticos com posologia e duração acima das recomendadas pode provocar
insônia de rebote transitória e pode também causar outros sintomas (alterações do humor, ansiedade, agitação). Portanto, é
importante que o paciente seja alertado quanto a este fenômeno e a posologia deve ser reduzida gradualmente para
minimizá-lo.
No caso de sedativos/hipnóticos com curta duração de ação, o fenômeno de retirada pode se manifestar dentro do intervalo
de dose.
Lesões severas
Devido às suas propriedades farmacológicas, o zolpidem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência, que
pode levar a quedas e, consequentemente, a lesões severas.
Pacientes com síndrome do QT longo (doença hereditária cardíaca caracterizada pelo prolongamento do intervalo QT no
eletrocardiograma e por um alto risco de arritmias potencialmente fatais).
Um estudo eletrofisiológico cardíaco “in vitro” demonstrou que sob condições experimentais, utilizando concentrações
muito altas e pluripotentes de células tronco, o zolpidem pode reduzir o hERG relacionado aos canais de potássio. As
consequências potenciais em pacientes com síndrome do QT longo congênito são desconhecidas. Como precaução, seu
médico deve considerar cuidadosamente a relação benefício/risco do tratamento com o zolpidem caso você seja
diagnosticado com síndrome do QT longo congênicto.
Gravidez
O uso de zolpidem não é recomendado durante a gravidez.
Estudos em animais não indicam efeitos nocivos diretos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. O zolpidem
atravessa a placenta. Uma grande quantidade de dados coletados de estudos de coorte não demonstrou evidência de
ocorrência de malformações após exposição a benzodiazepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. No entanto, em
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certos estudos epidemiológicos caso-controle, observou-se aumento da incidência de fissura labial e palatina com
benzodiazepínicos.
Casos de movimento fetal reduzido e variabilidade da frequência cardíaca fetal foram descritos após a administração de
benzodiazepínicos durante o segundo e/ou terceiro trimestre da gravidez
A administração de zolpidem durante a fase final da gravidez ou durante o trabalho de parto, foi associada com efeitos no
recém-nascido como hipotermia (temperatura do corpo, abaixo do normal), hipotonia (diminuição anormal de pressão),
dificuldades na alimentação (a qual pode resultar em um baixo ganho de peso) e depressão respiratória, em razão da ação
farmacológica (modo como o medicamento age) do produto. Casos de depressão respiratória neonatal severa foram
reportados.
Além disso, crianças nascidas de mães que utilizaram sedativos/hipnóticos cronicamente durante os últimos estágios da
gravidez podem ter desenvolvido dependência física e existe o risco de desenvolverem sintomas de abstinência (sintomas
decorrentes da falta do medicamento) após o nascimento. Recomenda-se o adequado acompanhamento do recém-nascido
no período pós-natal.
Se você se encontra em idade fértil, avise o médico quando houver intenção ou suspeita de gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
Amamentação
Embora a concentração de zolpidem no leite materno seja baixa, ele não deve ser utilizado se você estiver amamentando.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu
médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Caso você dirigir veículos ou operar máquinas, pode ocorrer risco de reações adversas incluindo sonolência, tempo de
reação prolongado, tontura, visão borrada ou visão dupla e redução do estado de alerta e condução prejudicada na manhã
seguinte à administração de zolpidem. Para minimizar este risco, recomenda-se que a duração do sono seja de 7-8 horas.
Além disto, a coadministração de zolpidem com álcool e outros depressores do SNC aumentam o risco destes efeitos. Você
não deve utilizar álcool ou outros medicamentos psicoativos enquanto utilizar o zolpidem.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de
reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com doses altas de zolpidem, devido ao dano que pode
causar à pessoa que recebe o sangue.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Álcool
A ingestão de hemitartarato de zolpidem juntamente com bebidas alcoólicas ou de medicamentos contendo álcool não é
recomendada, pois o efeito sedativo pode ser potencializado.
O álcool promove uma intensificação do efeito de sedativos e hipnóticos ou de substâncias relacionadas, com reflexo sobre
a vigilância, aumentando o risco na condução de veículos ou na operação de máquinas.
Depressores do SNC
O aumento da depressão do Sistema Nervoso Central pode ocorrer no caso de uso concomitante com antipsicóticos
(neurolépticos), hipnóticos, ansiolíticos/sedativos, agentes antidepressivos, analgésicos narcóticos, drogas antiepiléticas,
anestésicos e anti-histamínicos. O uso concomitante de zolpidem com estes medicamentos pode aumentar a sonolência e o
comprometimento psicomotor, incluindo a habilidade de dirigir. No caso de analgésicos narcóticos, pode ocorrer aumento
da sensação de euforia levando a ocorrência de dependência psicológica (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Opioides
O uso concomitante de benzodiazepínicos e outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem, e opioides,
aumenta o risco de sedação, depressão respiratória, coma e óbito devido ao efeito aditivo depressor do SNC. Se o uso
concomitante for necessário, à dose e a duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides deve ser limitado
(vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”)
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Inibidores e indutores da enzima CYP450
Compostos que inibem o citocromo P450 (enzima presente no fígado) podem aumentar a atividade de alguns hipnóticos
como o zolpidem. A ação do zolpidem é menor quando é administrado com um indutor da CYP3A4 (um dos principais
sistemas enzimáticos do organismo, localizado no fígado e responsável pela metabolização de vários medicamentos) tal
como a rifampicina e a Erva de São João. A Erva de São João mostrou ter uma interação farmacocinética com o zolpidem.
A coadministração da Erva de São João pode diminuir os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é
recomendado. Entretanto, quando o hemitartarato de zolpidem foi administrado com itraconazol (um inibidor do CYP3A4)
não foram observadas interações farmacocinéticas (velocidade de absorção) e farmacodinâmicas significativas. Foi
observada interação farmacocinética, quando o zolpidem foi coadministrado com cetoconazol, um potente inibidor
CYP3A4. Um ajuste de dosagem de zolpidem não é necessário, mas a coadministração de zolpidem com cetoconazol pode
aumentar os efeitos sedativos.
A fluvoxamina é um potente inibidor de enzimas do fígado CYP1A2 e de moderado a fraco inibidor das enzimas hepáticas
CYP2C9 e CYP3A4. A coadministração de fluvoxamina pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso
concomitante não é recomendado.
O ciprofloxacino tem se mostrado um moderado inibidor de enzimas do fígado CYP1A2 e CYP3A4. A coadministração
de ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é recomendado.
Outros medicamentos
Quando o zolpidem foi administrado junto com a varfarina, a digoxina, a ranitidina ou a cimetidina, nenhuma interação
farmacocinética foi observada.
Atenção: contém lactose (tipo de açúcar) abaixo de 0,25g / comprimido revestido de liberação prolongada. Este
medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro vermelho.
Este medicamento contém 12,5 mg de potássio/comprimido revestido de liberação prolongada. Se você faz dieta de
restrição de potássio, tem problemas renais ou toma medicamentos para controle da pressão arterial ou para o
coração, consulte o médico antes de usar este medicamento.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: comprimido revestido circular, biconvexo, sem vinco, na cor vermelha.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento age rapidamente e por isso, deve ser sempre administrado imediatamente antes de deitar ou na cama.
Este medicamento deve ser administrado em dose única e não deve ser readministrado na mesma noite. Você deve tomar
os comprimidos com líquido, por via oral.
O uso prolongado de zolpidem não é recomendado e a duração do tratamento, deve ser a menor possível, e assim como
para todos os hipnóticos, não deve ultrapassar 4 semanas. O prolongamento do tratamento para além do período máximo
não deve ocorrer sem reavaliação do seu estado atual, uma vez que o risco de abuso e dependência aumenta com a duração
do tratamento (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Somente o seu médico
poderá determinar a duração do seu tratamento, levando em conta o tipo de insônia e seu estado clínico.
Insônia ocasional: de 2 a 5 dias.
Insônia transitória: de 2 a 3 semanas.
Adultos abaixo de 65 anos: 2 comprimidos de 6,25 mg ao dia.
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População Especial
- Adultos com idade acima de 65 anos ou pacientes debilitados
Considerando que pacientes idosos ou debilitados geralmente são mais sensíveis aos efeitos do zolpidem, recomenda-se a
administração de 1 comprimido de 6,25 mg ao dia.
- Pacientes com insuficiência do fígado
Considerando que existe uma redução da depuração (“clearance”) e do metabolismo do zolpidem em pacientes com
insuficiência do fígado, recomenda-se a administração de 6,25 mg por dia. Esses pacientes devem ser cuidadosamente
monitorados, em especial em pacientes idosos. O hemitartarato de zolpidem não deve ser utilizado em pacientes com
insuficiência hepática severa.
- Pacientes com insuficiência dos rins
Não é necessário ajuste de dose nesses pacientes.
- Pacientes Pediátricos
A segurança e eficácia do uso de zolpidem não foram estabelecidas em pacientes pediátricos menores de 18 anos de idade.
Desta forma, o zolpidem não deve ser prescrito para esta população (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO? – Uso Pediátrico”).
Liberação do princípio ativo
O hemitartarato de zolpidem apresenta uma liberação imediata de 60% do princípio ativo, e o restante da dose (40%) é
liberado de maneira prolongada. Em comparação ao zolpidem de liberação imediata, a máxima diferença de concentração
sérica entre as duas apresentações foi observada entre 3 a 6 horas após a dose.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de hemitartarato de zolpidem administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança
e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível, antes de adormecer. No entanto, você deve ter
tempo disponível para o sono de pelo menos 6 horas. Caso o tempo disponível seja menor que esse, você deve considerar
não fazer uso da medicação e somente tomá-la no dia seguinte antes de deitar. Nunca devem ser administradas duas doses
ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Existem evidências de que as reações adversas, particularmente certas reações no SNC, estão relacionadas com a dose.
Essas reações, em teoria, devem ser menores se o zolpidem é administrado imediatamente antes do paciente deitar-se ou na
cama. Essas reações ocorrem com mais frequência em pacientes idosos e no início da terapia.
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Desconhecida (não podem ser estimados a partir dos dados disponíveis).
Infecções e infestações
Comum: gripe.
Incomuns: gastroenterite (inflamação do estômago e intestino delgado), labirintite, infecção do trato respiratório inferior e
superior e otite externa (inflamação da orelha).
Distúrbios do sistema imunológico
Desconhecida: edema angioneurótico (inchaço transitório súbito de áreas da pele ou membranas mucosas e ocasionalmente
das vísceras).
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Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Incomum: distúrbios do apetite.
Distúrbios psiquiátricos
Comuns: ansiedade, atraso psicomotor e desorientação.
Incomuns: agitação, agressividade, sonambulismo (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”), depressão, alucinação incluindo alucinações visuais e hipnagógicas, apatia (falta de emoção,
insensibilidade, indiferença), regozijo ao comer, confusão, despersonalização, humor deprimido, desinibição, euforia,
mudança de humor, pesadelo, sintomas de estresse.
Rara: distúrbios da libido.
Muito raras: desilusão, dependência (sintomas de abstinência ou efeitos de repercussão podem ocorrer após a
descontinuação do tratamento).
Desconhecidas: acesso de raiva, comportamento inapropriado, comportamentos complexos de sono, “delirium” (vide item
“4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”).
A maioria destes efeitos psiquiátricos indesejáveis está relacionada a reações paradoxais.
Distúrbios do Sistema Nervoso Central
Muito comuns: dor de cabeça e sonolência.
Comuns: tontura, distúrbios cognitivos tais como distúrbios da memória (diminuição da memória, amnésia) e distúrbios de
atenção.
Incomuns: distúrbios do equilíbrio, hipoestesia, parestesia (sensação de formigamento), ataxia (falta de controle sobre os
músculos), sensação de queimação, tontura postural, disgeusia (alteração ou diminuição do paladar), contrações musculares
involuntárias, tremor.
Rara: nível de consciência deprimido, distúrbio de fala.
Distúrbios oculares
Comum: distúrbios visuais.
Incomuns: vermelhidão nos olhos, visão embaçada, percepção da profundidade visual alterada, astenopia (fraqueza ou
cansaço rápido dos olhos).
Distúrbios dos ouvidos e labirinto
Incomuns: vertigem e zunido.
Distúrbios cardíacos
Incomum: palpitações.
Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal
Incomuns: tosse, garganta seca, irritação na garganta.
Muito rara: depressão respiratória (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Distúrbios gastrintestinais
Comuns: náusea e constipação.
Incomuns: vômito, desconforto abdominal, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), movimentos
intestinais frequentes e refluxo gastroesofágico (refluxo de conteúdo do estômago para o esôfago, normalmente ácido,
provocando queimação).
Distúrbios hepatobiliares
Rara: lesão hepatocelular (lesão das células do fígado), colestática [lesão devido a doenças que acometem as vias biliares
(ductos que levam a bile produzida no fígado até o intestino)] ou mista (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”, “3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Incomuns: rash (erupções cutâneas), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), dermatite
de contato (reação alérgica da pele a determinadas substâncias) e pele enrugada.
Distúrbios do tecido conjuntivo e musculoesquelético
Comuns: mialgia (dor muscular), câimbra muscular, dor na nuca e dor nas costas.
Incomum: artralgia (dor nas articulações), fraqueza muscular.
Distúrbios renais e urinários
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Incomuns: dificuldade ou dor para urinar.
Sistema reprodutivo e distúrbios da mama
Incomuns: dismenorreia (dor menstrual), sangramento excessivo na menstruação e secura vulvovaginal.
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Comum: fadiga.
Incomuns: fraqueza, desconforto no peito, sensação de embriaguez, gripe, letargia (lentidão, desatenção, cansaço), dor e
febre.
Rara: distúrbios da marcha (modo de andar), queda (predominantemente em pacientes idosos e quando o zolpidem não foi
administrado de acordo com as recomendações prescritas) (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Desconhecida: tolerância ao medicamento.
Laboratoriais
Incomuns: aumento da pressão sanguínea, aumento da temperatura corporal e aumento da frequência cardíaca.
Ferimento, envenenamento e complicações
Incomuns: contusão e ferimento na nuca.
Procedimentos cirúrgicos e médicos
Incomum: procedimento odontológico.
Circunstâncias sociais
Incomum: exposição a plantas venenosas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ
VEZ?
Sinais e Sintomas:
Nos casos de superdosagem envolvendo o zolpidem em monoterapia ou associado a outros depressores do SNC (incluindo
álcool), foram observados sintomas que variam da perda da consciência ao coma e sintomatologia mais severa, incluindo
consequências fatais.
Tratamento:
Em casos de superdosagem, medidas sintomáticas e de suporte devem ser utilizadas. Se não houver vantagens no
esvaziamento gástrico, deve ser administrado carvão ativado para reduzir a absorção. Se ocorrer estados de excitação, deve
ser administrado algum sedativo. A utilização de flumazenil deve ser avaliada nos casos graves, porém a administração de
flumazenil pode contribuir no aparecimento de sintomas neurológicos (convulsões).
O zolpidem não é dialisável.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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DIZERES LEGAIS
Registro 1.0043.1479
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3.565 – Itapevi – SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 23/01/2026.
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição / notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
26/06/2024 0873053/24-
9
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável - VP/VPS 6,25 mg – 30
comprimidos
22/11/2024 1597103/24-
1
10452
GENÉRICO -
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP/VPS 6,25 mg - 30
comprimidos
Não
aplicável
Não
aplicável
10452
GENÉRICO -
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Composição
3.Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
Dizeres legais
VP/VPS 6,25 mg - 30
comprimidos
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hemitartarato de zolpidem
Bula para paciente
Comprimido revestido de liberação prolongada
12,5 mg
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IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
hemitartarato de zolpidem
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
APRESENTAÇÃO
Comprimido revestido de liberação prolongada 12,5 mg: embalagem com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido de liberação prolongada contém:
hemitartarato de zolpidem**...........................................................................................................12,5 mg**
excipientes* q.s.p.......................................................................................................................1 comprimido
*Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, hipromelose, hemitartarato de potássio, amidoglicolato de
sódio, estearato de magnésio, dióxido de titânio, dióxido de silício, azul de indigotina, sacarose, macrogol.
** Cada 12,5 mg de hemitartarato de zolpidem equivalem a 10 mg de zolpidem base livre.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento está indicado para o tratamento de curta duração da insônia aguda ou transitória (curta duração) em
pacientes que tem dificuldade para adormecer e/ou manter o sono.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Este medicamento é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada zolpidem. O zolpidem age sobre
os centros do sono que estão localizados no cérebro. Por isso, o médico prescreve este medicamento para o tratamento da
insônia, isto é, para aquelas pessoas que têm dificuldade em adormecer ou permanecer adormecidas.
Este medicamento tem rápido início de ação, devendo ser tomado no momento em que você for dormir.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento não deve ser utilizado em pacientes com: alergia ou intolerância ao zolpidem ou a qualquer um dos
componentes da fórmula. Este medicamento também não deve ser utilizado por pacientes com insuficiência respiratória
severa e/ou aguda (dificuldade respiratória), com insuficiência do fígado severa ou em pacientes que apresentaram
comportamento complexo de sono após tomar este medicamento.
Este medicamento é contraindicado na faixa etária pediátrica.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência respiratória severa ou aguda.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência do fígado severa.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS
O zolpidem deve ser usado com cautela caso você apresente síndrome da apneia do sono (doença onde ocorre interrupção
da respiração durante o sono) e miastenia gravis (doença que acomete os nervos e os músculos, cuja principal característica
é a fraqueza). Não use este medicamento se você já apresentou sonambulismo ou outros comportamentos incomuns (como
dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente
acordado.
O zolpidem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência. Guarde o zolpidem num local seguro para o
proteger de roubos, uma vez que pode ser utilizado ilicitamente para ações criminosas (o que pode ser perigoso),
especialmente em combinação com álcool, quando administrado sem o conhecimento da vítima. Nunca dê o seu zolpidem
a outra pessoa, pois pode fazer-lhe mal.
Você deve tomar hemitartarato de zolpidem em dose única e não deve tomar mais de uma dose durante a mesma noite.
Deve-se utilizar a menor dose diária efetiva de hemitartarato de zolpidem e não deve exceder 12,5 mg.
Insuficiência respiratória
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Como os hipnóticos têm a capacidade de causar depressão respiratória, você deve ter cautela no uso caso tenha a função
respiratória comprometida (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”).
Risco do uso concomitante com opioides
O uso concomitante de opioides com benzodiazepínicos ou outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem,
pode resultar em sedação, depressão respiratória, coma e óbito. Em virtude destes riscos, seu médico deverá prescrever o
uso concomitante de opioides e benzodiazepínicos apenas se as outras alternativas terapêuticas disponíveis sejam
inadequadas para você.
Caso seja decidido pela prescrição de zolpidem concomitantemente com opioides, seu médico deverá prescrever a menor
dose eficaz com duração mínima de uso concomitante e um acompanhamento de perto deve ser realizado quanto aos sinais
e sintomas de depressão respiratória e sedação (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Insuficiência do fígado
Você não deve usar o zolpidem caso tenha insuficiência hepática severa (disfunção grave do fígado) uma vez que pode
contribuir para encefalopatia (disfunção cerebral). Vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”, “3.
QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?”.
PRECAUÇÕES
A causa primária da insônia deve ser identificada sempre que possível e os fatores causais tratados antes da prescrição de
um hipnótico. A falta de efeito do tratamento após 7 a 14 dias de uso pode indicar a presença de um distúrbio físico ou
psiquiátrico primário e você deve ser reavaliado cuidadosamente pelo médico em intervalos regulares.
Pacientes pediátricos
A segurança e eficácia de zolpidem em pacientes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas. Portanto, zolpidem
não deve ser prescrito nesta população (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? – População Especial”).
Pacientes idosos
Vide recomendações no item “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO - Posologia - Adultos com idade acima
de 65 anos ou pacientes debilitados”.
Pacientes com doença psicótica
Hipnóticos como o zolpidem não devem ser a medicação principal para o tratamento de pacientes psicóticos.
Amnésia (diminuição considerável ou perda total da memória)
Sedativos e hipnóticos como o zolpidem podem causar amnésia anterógrada (esquecimento de fatos que aconteceram após
tomar o medicamento), que em geral ocorre algumas horas após administração. Por essa razão, aconselha-se tomar o
medicamento imediatamente antes de deitar, sendo importante assegurar condições favoráveis para um sono ininterrupto
de 7-8 horas.
Ideação suicida e depressão
Vários estudos epidemiológicos demonstraram um aumento da incidência de suicídio e tentativa de suicídio em pacientes
com ou sem depressão, tratados com benzodiazepínicos e outros hipnóticos, incluindo o zolpidem. A relação causal não foi
estabelecida.
Como acontece com outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zolpidem deve ser administrado com cautela em
pacientes que apresentam sintomas de depressão e que podem apresentar tendências suicidas. A menor dose possível deve
ser empregada nesses pacientes para evitar a superdose intencional. Depressão preexistente pode ser desmascarada durante
o uso de zolpidem. Considerando que insônia pode ser um sintoma de depressão, o paciente deve ser reavaliado caso ela
persista.
Outras reações psiquiátricas e “paradoxais”
Outras reações psiquiátricas e paradoxais como: nervosismo, exacerbação da insônia, pesadelos, irritabilidade, agitação,
agressividade, ilusões, acessos de raiva, alucinações, comportamento inapropriado e outros distúrbios de comportamento,
podem ocorrer com o uso de sedativos e hipnóticos, como o zolpidem. Nesse caso, o medicamento deve ser descontinuado.
Essas reações são mais prováveis de ocorrer em idosos.
Sonambulismo e comportamentos associados
Este medicamento pode causar:
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- Sonambulismo ou outros comportamentos incomuns (como dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de
telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente acordado. Alguns destes comportamentos têm sido
associados a ferimentos graves e até morte.
- “Delirium” (uma mudança repentina e grave no estado mental que faz com que uma pessoa pareça confusa ou
desorientada).
Na manhã seguinte, você poderá não lembrar o que fez durante a noite. Essas atividades podem ocorrer se você ingerir ou
não álcool junto com hemitartarato de zolpidem ou tomar outros medicamentos que o deixem sonolento. Se você apresentar
algum dos comportamentos acima, o tratamento com este medicamento deve ser interrompido e você deverá contatar o seu
médico ou um funcionário da saúde.
Comprometimento psicomotor
Como outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zolpidem tem efeitos de depressão do SNC. O risco de
comprometimento psicomotor, incluindo prejuízo na habilidade de dirigir, é aumentado se o zolpidem é administrado em
menos de 7-8 horas antes o início das atividades que requerem alerta mental; se é utilizada uma dose mais alta que a
recomendada; ou se o zolpidem é coadministrado com outros depressores do SNC, álcool, ou com outros medicamentos
que elevam a concentração sanguínea de zolpidem (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?”).
Tolerância
Alguns sedativos/hipnóticos como o zolpidem podem apresentar perda de eficácia dos efeitos hipnóticos após uso
prolongado por algumas semanas.
Dependência
O uso do zolpidem pode levar ao desenvolvimento de abuso e/ou dependência física ou psíquica. O risco de dependência
aumenta com a dose e a duração do tratamento. Fale com seu médico ou farmacêutico se você já apresentou distúrbios
psiquiátricos ou histórico de abuso ou dependência de álcool e drogas. Casos de dependência foram relatados com maior
frequência em pacientes tratados com hemitartarato de zolpidem por mais de 4 semanas. O risco de abuso e dependência é
também maior em pacientes com histórico de distúrbios psiquiátricos e/ou abuso de álcool ou drogas. O hemitartarato de
zolpidem deve ser utilizado com extrema cautela caso você esteja utilizando ou possui histórico de abuso de álcool e drogas.
Na presença de dependência física, a descontinuação abrupta do zolpidem pode causar o aparecimento de sintomas de
abstinência: cefaleia, dor muscular, ansiedade e tensão extrema, agitação, confusão e irritabilidade.
Em casos severos, os seguintes sintomas podem ocorrer: desrealização (alteração da sensação a respeito de si próprio),
despersonalização (alteração da sensação de realidade do mundo exterior sendo preservada a sensação a respeito de si
mesmo), hiperacusia (sensibilidade dolorosa a sons), dormência e formigamento das extremidades, hipersensibilidade
(intolerância) à luz, barulho e a contatos físicos, alucinações, “delirium” e convulsões.
Insônia de rebote (reaparecimento de insônia às vezes mais grave do que aquela que motivou o tratamento)
A interrupção abrupta de um tratamento com hipnóticos com posologia e duração acima das recomendadas pode provocar
insônia de rebote transitória e pode também causar outros sintomas (alterações do humor, ansiedade, agitação). Portanto, é
importante que o paciente seja alertado quanto a este fenômeno e a posologia deve ser reduzida gradualmente para
minimizá-lo.
No caso de sedativos/hipnóticos com curta duração de ação, o fenômeno de retirada pode se manifestar dentro do intervalo
de dose.
Lesões severas
Devido às suas propriedades farmacológicas, o zolpidem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência, que
pode levar a quedas e, consequentemente, a lesões severas.
Pacientes com síndrome do QT longo (doença hereditária cardíaca caracterizada pelo prolongamento do intervalo QT no
eletrocardiograma e por um alto risco de arritmias potencialmente fatais).
Um estudo eletrofisiológico cardíaco “in vitro” demonstrou que sob condições experimentais, utilizando concentrações
muito altas e pluripotentes de células tronco, o zolpidem pode reduzir o hERG relacionado aos canais de potássio. As
consequências potenciais em pacientes com síndrome do QT longo congênita são desconhecidas. Como precaução, seu
médico deve considerar cuidadosamente a relação benefício/risco do tratamento com o zolpidem caso você seja
diagnosticado com síndorme do QT longo congênicto.
Gravidez
O uso de zolpidem não é recomendado durante a gravidez.
Estudos em animais não indicam efeitos nocivos diretos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. O zolpidem
atravessa a placenta. Uma grande quantidade de dados coletados de estudos de coorte não demonstrou evidência de
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ocorrência de malformações após exposição a benzodiazepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. No entanto, em
certos estudos epidemiológicos caso-controle, observou-se aumento da incidência de fissura labial e palatina com
benzodiazepínicos.
Casos de movimento fetal reduzido e variabilidade da frequência cardíaca fetal foram descritos após a administração de
benzodiazepínicos durante o segundo e/ou terceiro trimestre da gravidez
A administração de zolpidem durante a fase final da gravidez ou durante o trabalho de parto, foi associada com efeitos no
recém-nascido como hipotermia (temperatura do corpo, abaixo do normal), hipotonia (diminuição anormal de pressão),
dificuldades na alimentação (a qual pode resultar em um baixo ganho de peso) e depressão respiratória, podem ocorrer em
razão da ação farmacológica (modo como o medicamento age) do produto. Casos de depressão respiratória neonatal severa
foram reportados.
Além disso, crianças nascidas de mães que utilizaram sedativos/hipnóticos cronicamente durante os últimos estágios da
gravidez podem ter desenvolvido dependência física e existe o risco de desenvolverem sintomas de abstinência (sintomas
decorrentes da falta do medicamento) após o nascimento. Recomenda-se o acompanhamento adequado do recém-nascido
no período pós-natal.
Se você se encontra em idade fértil, avise o médico quando houver intenção ou suspeita de gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.
Amamentação
Embora a concentração de zolpidem no leite materno seja baixa, ele não deve ser utilizado se você estiver amamentando.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu
médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
Caso você dirigir veículos ou operar máquinas, pode ocorrer risco de reações adversas incluindo sonolência, tempo de
reação prolongado, tontura, visão borrada ou visão dupla e redução do estado de alerta e condução prejudicada na manhã
seguinte à administração de zolpidem. Para minimizar este risco, recomenda-se que a duração do sono seja de 7-8 horas.
Além disto, a coadministração de zolpidem com álcool e outros depressores do SNC aumentam o risco destes efeitos. Você
não deve utilizar álcool ou outros medicamentos psicoativos enquanto utilizar o zolpidem.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de
reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou
acidentes.
A doação de sangue é contraindicada durante o tratamento com doses altas de zolpidem, devido ao dano que pode
causar à pessoa que recebe o sangue.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Álcool
A ingestão de hemitartarato de zolpidem juntamente com bebidas alcoólicas ou de medicamentos contendo álcool não é
recomendada, pois o efeito sedativo pode ser potencializado.
O álcool promove uma intensificação do efeito de sedativos e hipnóticos ou de substâncias relacionadas, com reflexo sobre
a vigilância, aumentando o risco na condução de veículos ou na operação de máquinas.
Depressores do SNC
O aumento da depressão do Sistema Nervoso Central pode ocorrer no caso de uso concomitante com antipsicóticos
(neurolépticos), hipnóticos, ansiolíticos/sedativos, agentes antidepressivos, analgésicos narcóticos, drogas antiepiléticas,
anestésicos e anti-histamínicos. O uso concomitante de zolpidem com estes medicamentos pode aumentar a sonolência e o
comprometimento psicomotor, incluindo a habilidade de dirigir. No caso de analgésicos narcóticos, pode ocorrer aumento
da sensação de euforia levando a ocorrência de dependência psicológica (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE
USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Opioides
O uso concomitante de benzodiazepínicos e outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem, e opioides,
aumenta o risco de sedação, depressão respiratória, coma e óbito devido ao efeito depressor aditivo do SNC. Se o uso
concomitante for necessário, à dose e a duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides deve ser limitado
(vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
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Inibidores e indutores da enzima CYP450
Compostos que inibem o citocromo P450 (enzima presente no fígado) podem aumentar a atividade de alguns hipnóticos
como o zolpidem. A ação de zolpidem é menor quando é administrado com um indutor da CYP3A4 (um dos principais
sistemas enzimáticos do organismo, localizado no fígado e responsável pela metabolização de vários medicamentos) tal
como a rifampicina e a Erva de São João. A Erva de São João mostrou ter uma interação farmacocinética com o zolpidem.
A coadministração da Erva de São João pode diminuir os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é
recomendado. Entretanto, quando hemitartarato de zolpidem foi administrado com itraconazol (um inibidor do CYP3A4)
não foram observadas interações farmacocinéticas (velocidade de absorção) e farmacodinâmicas significativas. Foi
observada interação farmacocinética, quando zolpidem foi coadministrado com cetoconazol, um potente inibidor CYP3A4.
Um ajuste de dosagem de zolpidem não é necessário, mas a coadministração de zolpidem com cetoconazol pode aumentar
os efeitos sedativos.
A fluvoxamina é um potente inibidor de enzimas do fígado CYP1A2 e de moderado a fraco inibidor das enzimas hepáticas
CYP2C9 e CYP3A4. A coadministração de fluvoxamina pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso
concomitante não é recomendado.
O ciprofloxacino tem se mostrado um moderado inibidor de enzimas do fígado CYP1A2 e CYP3A4. A coadministração
de ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é recomendado.
Outros medicamentos
Quando o zolpidem foi administrado junto com a varfarina, a digoxina, a ranitidina ou a cimetidina, nenhuma interação
farmacocinética foi observada.
Atenção: contém lactose e sacarose (tipos de açúcar) abaixo de 0,25 g/comprimido revestido de liberação prolongada.
Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose e por pessoas
com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Atenção: contém os corantes azul de indigotina e dióxido de titânio.
Este medicamento contém 12,5 mg de potássio/comprimido revestido de liberação prolongada. Se você faz dieta de
restrição de potássio, tem problemas renais ou toma medicamentos para controle da pressão arterial ou para o
coração, consulte o médico antes de usar este medicamento.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C) a 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: comprimido revestido circular, biconvexo, sem vinco, na cor azul.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma
mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Este medicamento age rapidamente e por isso, deve ser sempre administrado imediatamente antes de deitar ou na cama. O
hemitartarato de zolpidem deve ser administrado em dose única e não deve ser readministrado na mesma noite. Você deve
tomar os comprimidos com líquido, por via oral.
O uso prolongado de zolpidem não é recomendado e a duração do tratamento, deve ser a menor possível, e assim como
para todos os hipnóticos, não deve ultrapassar 4 semanas. O prolongamento do tratamento para além do período máximo
não deve ocorrer sem reavaliação do seu estado atual, uma vez que o risco de abuso e dependência aumenta com a duração
do tratamento (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”). Somente o seu médico
poderá determinar a duração do seu tratamento, levando em conta o tipo de insônia e seu estado clínico.
Insônia ocasional: de 2 a 5 dias.
Insônia transitória: de 2 a 3 semanas
Adultos abaixo de 65 anos: 1 comprimido de 12,5 mg ao dia.
População Especial
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Bula_hemitartarato_zolpidem_com_rev_lib_prol_VP_V03 VERSÃO 03 – Esta versão altera a versão 02
- Adultos com idade acima de 65 anos ou pacientes debilitados
Considerando que pacientes idosos ou debilitados geralmente são mais sensíveis aos efeitos do zolpidem, recomenda-se a
administração de 1 comprimido de 6,25 mg ao dia.
- Pacientes com insuficiência do fígado
Considerando que existe uma redução da depuração (“clearance”) e do metabolismo do zolpidem em pacientes com
insuficiência do fígado, recomenda-se a administração de 6,25 mg por dia. Esses pacientes devem ser cuidadosamente
monitorados, em especial em pacientes idosos. O hemitartarato de zolpidem não deve ser utilizado em pacientes com
insuficiência hepática severa.
- Pacientes com insuficiência dos rins
Não é necessário ajuste de dose nesses pacientes.
- Pacientes Pediátricos
A segurança e eficácia do uso de zolpidem não foram estabelecidas em pacientes pediátricos menores de 18 anos de idade.
Desta forma, o zolpidem não deve ser prescrito para esta população (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR
ESTE MEDICAMENTO? – Uso Pediátrico”).
Liberação do princípio ativo
O hemitartarato de zolpidem apresenta uma liberação imediata de 60% do princípio ativo, e o restante da dose (40%) é
liberado de maneira prolongada. Em comparação ao zolpidem de liberação imediata, a máxima diferença de concentração
sérica entre as duas apresentações foi observada entre 3 a 6 horas após a dose.
Risco de uso por via de administração não recomendada
Não há estudos dos efeitos de hemitartarato de zolpidem administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança
e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível, antes de adormecer. No entanto, você deve ter
tempo disponível para o sono de pelo menos 6 horas. Caso o tempo disponível seja menor que esse, você deve considerar
não fazer uso da medicação e somente tomá-la no dia seguinte antes de deitar. Nunca devem ser administradas duas doses
ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Existem evidências de que as reações adversas, particularmente certas reações no SNC, estão relacionadas com a dose.
Essas reações, em teoria, devem ser menores se o zolpidem é administrado imediatamente antes do paciente deitar-se ou na
cama. Essas reações ocorrem com mais frequência em pacientes idosos e no início da terapia.
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Desconhecida (não podem ser estimados a partir dos dados disponíveis).
Infecções e infestações
Comum: gripe.
Incomuns: gastroenterite (inflamação do estômago e intestino delgado), labirintite, infecção do trato respiratório inferior e
superior e otite externa (inflamação da orelha).
Distúrbios do sistema imunológico
Desconhecida: edema angioneurótico (inchaço transitório súbito de áreas da pele ou membranas mucosas e ocasionalmente
das vísceras).
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Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Incomum: distúrbios do apetite.
Distúrbios psiquiátricos
Comuns: ansiedade, atraso psicomotor e desorientação.
Incomuns: agitação, agressividade, sonambulismo (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”), depressão, alucinação incluindo alucinações visuais e hipnagógicas, apatia (falta de emoção,
insensibilidade, indiferença), regozijo ao comer, confusão, despersonalização, humor deprimido, desinibição, euforia,
mudança de humor, pesadelo, sintomas de estresse.
Rara: distúrbios da libido. Muito raras: desilusão, dependência (sintomas de abstinência ou efeitos de repercussão podem
ocorrer após a descontinuação do tratamento.
Desconhecidas: acesso de raiva, comportamento inapropriado, comportamentos complexos de sono, “delirium” (vide item
“4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”).
A maioria destes efeitos psiquiátricos indesejáveis está relacionada a reações paradoxais.
Distúrbios do Sistema Nervoso Central
Muito comuns: dor de cabeça e sonolência.
Comuns: tontura, distúrbios cognitivos tais como distúrbios da memória (diminuição da memória, amnésia) e distúrbios de
atenção.
Incomuns: distúrbios do equilíbrio, hipoestesia, parestesia (sensação de formigamento), ataxia (falta de controle sobre os
músculos), sensação de queimação, tontura postural, disgeusia (alteração ou diminuição do paladar), contrações musculares
involuntárias e tremor.
Rara: nível de consciência deprimido, distúrbio de fala.
Distúrbios oculares
Comum: distúrbios visuais.
Incomuns: vermelhidão nos olhos, visão embaçada, percepção da profundidade visual alterada e astenopia (fraqueza ou
cansaço rápido dos olhos).
Distúrbios dos ouvidos e labirinto
Incomuns: vertigem e zunido.
Distúrbios cardíacos
Incomum: palpitações.
Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal
Incomuns: tosse, garganta seca, irritação na garganta.
Muito rara: depressão respiratória (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Distúrbios gastrintestinais
Comuns: náusea e constipação.
Incomuns: vômito, desconforto abdominal, flatulência (excesso de gases no estômago ou intestinos), movimentos
intestinais frequentes e refluxo gastroesofágico (refluxo de conteúdo do estômago para o esôfago, normalmente ácido,
provocando queimação).
Distúrbios hepatobiliares
Rara: lesão hepatocelular (lesão das células do fígado), colestática [lesão devido a doenças que acometem as vias biliares
(ductos que levam a bile produzida no fígado até o intestino)] ou mista (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE
MEDICAMENTO?”, “3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?” e “4. O QUE DEVO SABER ANTES
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Incomuns: rash (erupções cutâneas), urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), dermatite
de contato (reação alérgica da pele a determinadas substâncias) e pele enrugada.
Distúrbios do tecido conjuntivo e musculoesquelético
Comuns: mialgia (dor muscular), câimbra muscular, dor na nuca e dor nas costas.
Incomum: artralgia (dor nas articulações), fraqueza muscular.
Distúrbios renais e urinários
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Incomuns: dificuldade ou dor para urinar.
Sistema reprodutivo e distúrbios da mama
Incomuns: dismenorreia (dor menstrual), sangramento excessivo na menstruação e secura vulvovaginal.
Distúrbios gerais e condições do local de administração
Comum: fadiga.
Incomuns: fraqueza, desconforto no peito, sensação de embriaguez, gripe, letargia (lentidão, desatenção, cansaço), dor e
febre.
Rara: distúrbios da marcha (modo de andar), queda (predominantemente em pacientes idosos e quando o zolpidem não foi
administrado de acordo com as recomendações prescritas) (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?”).
Desconhecida: tolerância ao medicamento.
Laboratoriais
Incomuns: aumento da pressão sanguínea, aumento da temperatura corporal e aumento da frequência cardíaca.
Ferimento, envenenamento e complicações
Incomuns: contusão e ferimento na nuca.
Procedimentos cirúrgicos e médicos
Incomum: procedimento odontológico.
Circunstâncias sociais
Incomum: exposição a plantas venenosas.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ
VEZ?
Sinais e Sintomas:
Nos casos de superdosagem envolvendo o zolpidem em monoterapia ou associado a outros depressores do SNC (incluindo
álcool), foram observados sintomas que variam da perda da consciência ao coma e sintomatologia mais severa, incluindo
consequências fatais.
Tratamento:
Em casos de superdosagem, medidas sintomáticas e de suporte devem ser utilizadas. Se não houver vantagens no
esvaziamento gástrico, deve ser administrado carvão ativado para reduzir a absorção. Se ocorrer estados de excitação, deve
ser administrado algum sedativo. A utilização de flumazenil deve ser avaliada nos casos graves, porém a administração de
flumazenil pode contribuir no aparecimento de sintomas neurológicos (convulsões).
O zolpidem não é dialisável.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem
ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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DIZERES LEGAIS
Registro 1.0043.1479
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA
Produzido por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Rod. Pres. Castello Branco, 3565 – Itapevi – SP
Registrado por:
EUROFARMA LABORATÓRIOS S.A.
Av. Vereador José Diniz, 3.465 – São Paulo – SP
CNPJ: 61.190.096/0001-92
Indústria Brasileira
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 23/01/2026.
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Bula_hemitartarato_zolpidem_com_rev_lib_prol_VP_V03 VERSÃO 03 – Esta versão altera a versão 02
Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição / notificação que altera bula Dados das alterações de bulas
Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data do
expediente
Nº
expediente Assunto Data da
aprovação
Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
26/06/2024 0873053/24-
9
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável - VP/VPS 12,5 mg - 30
comprimidos
22/11/2024 1597103/24-
1
10452
GENÉRICO -
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável Dizeres legais VP/VPS 12,5 mg - 30
comprimidos
Não
aplicável
Não
aplicável
10452
GENÉRICO -
Notificação
de Alteração
de Texto de
Bula –
publicação no
Bulário RDC
60/12
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Não
aplicável
Composição
3. Quando não
devo usar este
medicamento?
4. O que devo
saber antes de
usar este
medicamento?
5. Onde, como e
por quanto
tempo posso
guardar este
medicamento?
Dizeres legais
VP/VPS 12,5 mg - 30
comprimidos
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Medicamento controlado
Receita obrigatória. Retenção de receita conforme legislação vigente.
Especificações
| Código do Produto | 133996 |
|---|---|
| Marca | EUROFARMA |
| Código de Barras | 7891317027193 |
| Princípio ativo | HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM |
| Registro MS | 1004314790142 |
| Dosagem | 12.5 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido de Liberação Prolongada |
| Classe terapêutica | HIPNOTICOS |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |